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Abono salarial PIS/Pasep começa a ser pago nesta segunda; saiba se tem direito

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Abono salarial do PIS/Pasep começa a ser pago nesta segunda-feira (22)

Os trabalhadores da iniciativa privada que têm conta na Caixa Econômica Federal e os servidores públicos correntistas do Banco do Brasil, com direito ao abono do PIS/Pasep 2019/2020, começam a receber nesta segunda-feira (22) o pagamento do benefício.

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Os primeiros a terem os valores creditados serão os nascidos em julho ( PIS ) e os que têm final de inscrição zero ( Pasep ). Os beneficiários que não são clientes dos dois bancos vão seguir o calendário de pagamento. A liberação do abono, que varia de R$ 84 a R$ 998, ocorrerá a partir de quinta-feira (25) para esse pessoal. O prazo para saque termina em 30 de junho de 2020.

A estimativa do governo é de que sejam destinados R$19,3 bilhões para pagar o abono a mais de 23,6 milhões de pessoas em todo o país. Para empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, é considerado o mês de nascimento para o pagamento. Para servidores, participantes do Pasep, vale o dígito final do número de inscrição . Os correntistas recebem três dias úteis antes do prazo de quem não é cliente. (Confira os calendários ao lado).

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O valor a ser pago leva em conta o tempo trabalhado em 2018. Por exemplo, se a pessoa atuou com carteira assinada o ano todo, receberá um salário mínimo (R$ 998). Se trabalhou um mês, ganhará proporcionalmente, ou seja 1/12 do mínimo (R$ 84).

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Quem tem direito ao abono?

Tem direito ao abono salarial quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2018, e recebeu, em média, no máximo dois salários mínimos por mês; está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. É preciso também que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo.

Como o salário mínimo costuma ser reajustado anualmente, os trabalhadores que só puderem sacar o abono no ano que vem, por conta do calendário, devem receber valores maiores. Quem deixar passar o prazo de 30 de junho de 2020 vai perder o direito ao benefício, que voltará para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Porém, já houve casos de trabalhadores que conseguiram na Justiça o direito de retirar valores mesmo após o fim do prazo.

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Como consultar?

Para saber se tem direito ao abono, é possível fazer a consulta no site dos bancos pagadores. No caso do PIS é na Caixa Econômica Federal, já o Pasep é pago pelo Banco do Brasil. O PIS, destinado a trabalhadores de empresa privada, pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da caixa , ao clicar em “Consultar pagamento”, ou pelo telefone de atendimento da Caixa: 0800 726 0207.

Já o Pasep pode ser verificado pelos telefones da central de atendimento do BB: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas); 0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos) ou pelo site do banco público .

Cotas também começam a ser pagas hoje

Hoje também começa o pagamento do rendimento da cota do PIS/Pasep , que é diferente do abono. Elas são devidas apenas a quem trabalhou no período de 1971 a 1988, independentemente do valor da renda mensal, enquanto o abono é pago anualmente a quem trabalhou pelo menos um mês no ano-base de referência. As cotas seguirão o mesmo cronograma de crédito do abono. Ou seja, pela data de aniversário (PIS) e final de inscrição (Pasep).

Fonte: IG Economia
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Saldo de empregos formais no Brasil foi de 157 mil novas vagas em setembro

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Agência Brasil

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Jana Pêssoa/Setas

Setembro de 2019 teve o melhor resultado em abertura de vagas com carteira assinada para o mês desde 2013

Beneficiada pelos serviços e pela indústria , a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em setembro, o maior nível para o mês em seis anos e o sexto mês seguido de crescimento.

De 10 empresas que abriram em 2012, pelo menos 6 já fecharam as portas

Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do MInistério da Economia, 157.213 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em setembro de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 211.068. A criação de empregos totaliza 761.776 de janeiro a setembro , 6% a mais que no mesmo período do ano passado.

Setores

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Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. O campeão foi o setor de serviços , com a abertura de 64.533 postos, seguido pela indústria de transformação (42.179 postos). Em terceiro lugar, vem o comércio (26.918 postos).

O nível de emprego aumentou na construção civil (18.331 postos); na agropecuária (4.463 postos), no extrativismo mineral (745 postos) e na administração pública (492 postos).

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O único setor que demitiu mais do que contratou foram os serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento, com o fechamento de 448 postos.

Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em setembro, por causa da produção da indústria para o natal e do aquecimento do comércio e dos serviços para as festas de fim de ano. Na agropecuária , o início da safra de cana-de-açúcar é a principal responsável pela geração de empregos, principalmente no Nordeste.

Regiões

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Agência Brasil – Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro comemorou o resultado divulgado pelo Caged via Twitter nesta quinta-feira

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em setembro. O Nordeste liderou a abertura de vagas, com 57.035 postos, seguido pelo Sudeste (56.833 vagas) e pelo Sul (23.870 vagas). O Centro-Oeste criou 10.073 postos, e o Norte abriu 9.352 vagas formais no mês passado.

Na divisão por estados, todas as 27 unidades da Federação geraram empregos no mês passado. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (abertura de 36.156 postos), em Pernambuco (17.630), em Alagoas (16.529) e no Rio de Janeiro (13.957).

Pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro comentou que se trata do melhor resultado para o mês em seis anos. “Estamos mudando o Brasil para melhor”, afirmou. 

Rais

O Ministério da Economia também divulgou os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2018. O ano passado fechou com 46, 63 milhões de vínculos, 349,52 mil a mais do que em 2017, ou um aumento de 0,8% nos postos com carteira assinada no país.

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No ano passado, foram abertos na iniciativa privada 371.392 postos de trabalho com carteira assinadaa, 1,02% a mais do que em 2017. Houve crescimento em quatro das cinco regiões do país, com liderança para o Nordeste, onde a oferta de vagas subiu 1,21%.

A segunda maior alta foi registrada no Sul (1,1%), seguido pelo Norte (0,96%) e pelo Sudeste (0,67%). Apenas no Centro-Oeste , houve fechamento de postos de trabalho, com queda de 0,52%.

Das 27 unidades da federação, 19 fecharam com desempenho positivo no emprego formal – principalmente Maranhão, Mato Grosso, Amapá, Santa Catarina e Amazonas.

O aumento no emprego foi maior na faixa de trabalhadores de 40 a 49 anos , com a abertura de 258 mil vagas. Em segundo lugar, vieram os empregados de mais de 50 anos (153 mil vagas), seguido pela faixa de 30 a 39 anos (83 mil vagas).

A diferença entre homens e mulheres diminuiu levemente, com o emprego feminino subindo de 40% em 2017 para 40,1% dos postos de trabalho em 2018.

Em relação à escolaridade , o maior crescimento foi registrado entre os trabalhadores com ensino superior completo (458 mil vagas), seguido pelos que têm o ensino médio (373 mil) e o superior incompleto (69 mil). Nos demais níveis de educação, houve fechamento de vagas.

Fonte: IG Economia
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De 10 empresas que abriram em 2012, pelo menos 6 já fecharam as portas

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Saldo de empresas abertas e fechadas continua negativo em 2017, diz IBGE

Cerca de 40% das 597,2 mil empresas criadas em 2012 estavam ativas em 2017. Ou seja, apenas quatro entre 10 empresas sobreviveream por cinco anos após sua abertura.

Essa proporção é medida pela taxa de sobrevivência levantada pela pesquisa de Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgada hoje pelo IBGE com dados de 2017.

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Naquele ano, havia cerca de 4,5 milhões de empresas no país, 22,9 mil a menos em relação ao ano anterior. Eletricidade e gás foi a atividade com maior proporção de novas empresas naquele ano (23,3%), enquanto o setor de construção registrou o maior percentual de empresas que fecharam as portas (20,8%).

A analista da pesquisa, Denise Guichard, explicou que o saldo de empresas no mercado vinha positivo por vários anos até 2013.

“Havia quase 4,8 milhões de empresas em atividade no país, com um saldo de 175 mil em relação a 2012, e o número de empresas crescendo. Mas esse número vem se reduzindo, com saldos negativos em todos os anos desde 2014, quando teve a maior queda, de quase 218 mil empresas”, diz a especialista do IBGE.

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Entre as empresas sobreviventes em 2017, quase 60% têm pelo menos uma pessoa assalariada. “Já a maioria das empresas que fecharam é formada apenas pelos donos e sócios”, explica Denise.

Ela ressalta também que, entre as empresas sobreviventes, 14,3% dos assalariados são de nível superior . “Já nas novas empresas, o pessoal com nível superior é somente de 8,7%. Nas que fecharam, corresponde a 7,6% do pessoal ocupado assalariado”, concluiu a analista.




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Empresas empregadoras

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Empresas de alto crescimento, que empregam mais de 10 pessoas no primeiro ano de vida e crescem a equipe em 20% por ano, eram apenas 20.306 em 2017

A pesquisa estuda, entre outros aspectos, as empresas de alto crescimento, que são aquelas com 10 ou mais funcionários no primeiro ano de existência, e que cresceram a mão de obra ao menos 20%, em média, por três anos seguidos. 

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Em 2017, a pesquisa identificou  20.306 empresas com esse perfil, o menor número da série histórica iniciada em 2008 (30.954). O maior foi registro de empresas de alto crescimento foi em 2012 (35.206). Entre 2016 e 2017, houve redução do número dessas empresas, tanto em termos absolutos, 692 empresas, como relativos, 3,3%.

Esse grupo representava 0,5% das organizações ativas, 0,8% das empresas com pessoas ocupadas assalariadas e 4,5% daquelas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas em 2017, segundo a pesquisa.

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Denise explica que a tendência é que a taxa de sobrevivência das empresas realmente se reduza com o passar dos anos.

Por exemplo, das organizações criadas em 2012, 78,9% sobreviveram após um ano de funcionamento, 64,5% após dois anos, 55% após três anos, 47,2% após quatro anos e 39,8% estavam abertas em 2017. Já das 558,6 mil empresas criadas em 2008 , 47,8% sobreviveram em cinco anos.


Fonte: IG Economia
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Economia

Quer FGTS em conta de outro banco? Caixa cobra taxa, mas Congresso questiona

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Agência Câmara

Deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) busca acabar com taxa para transferir FGTS para outros bancos

Os trabalhadores com direito a sacar até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) podem ir a agências da Caixa Econômica Federal em todo o Brasil e pedir transferência do dinheiro para conta em outro banco, mas atualmente é aplicada uma taxa de R$ 22, que tem sido questionada pelo Congresso.

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A Medida Provisória (MP) que liberou os saques do FGTS passa por questionamentos de deputados, dentre outras coisas, por conta da taxa cobrada pela Caixa. O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), relator da medida, estuda isentar os clientes de outros bancos da cobrança.

De acordo com o presidente da Caixa , Pedro Guimarães, a taxa é necessária para cobrir os gastos do banco público com serviços de transporte de recursos para agências e lotéricas, seguranças, pagamento de horas extras e toda a logística focada na liberação do FGTS, que deve custar R$ 1 bilhão à Caixa.

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Questionado sobre um possível reembolso a quem pagou a taxa caso a MP sofra modificações, Guimarães não esclareceu a questão e disse que a expectativa é que os trabalhadores façam o saque em dinheiro durante o período de saques, que vai até 31 de março de 2020. Segundo ele, no saque aniversário , que só começará no ano que vem, serão mais comuns transações entre bancos, e então o tema poderia voltar à tona.

Fonte: IG Economia
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