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Política Nacional

Além de Lula Livre, PT usou dinheiro público para bancar até iPhone para Gleisi

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IstoÉ

Gleisi Hoffmann arrow-options
Paulo Pinto/AGPT – 21.10.17

PT usou R$ 4,7 mil do fundo partidário para comprar celular top de linha para a deputada Gleisi Hoffmann

O fundo partidário, composto por recursos públicos, não foi usado somente para bancar a campanha de “Lula Livre” , como IstoÉ demonstrou na edição da semana passada. Ele foi gasto pelo PT também para comprar artigos de luxo para dirigentes do partido. Em 15 de junho do ano passado, por exemplo, o dinheiro da União foi utilizado para adquirir um Iphone 8 Plus Red, especial edition, de 256 gigas, top de linha, pelo valor de R$ 4.758, em nome da então senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann. Ou seja, a petista, que hoje é deputada federal, fala ao celular com o nosso suado dinheirinho.

Gleisi Hoffmann é acusada, ainda, de receber R$ 23 milhões em propinas da Odebrecht . Se isso não bastasse, a deputada cara de pau quer disputar a prefeitura de Curitiba em 2020.

Smart TV

Além disso, o PT comprou, em maio de 2018, com dinheiro público, uma smart TV de 58 polegadas, por R$ 3,7 mil. Foi instalada na sede nacional do partido, em São Paulo. Esses mesmos recursos da União foram usados para pagar vultosas “consultorias” a dirigentes petistas, como R$ 27 mil dados a Emídio de Souza, presidente estadual do PT.

Jatinho

Em março de 2018, quinze dias antes de Lula ser preso, o PT gastou R$ 20 mil de recursos do fundo partidário com o fretamento de um jatinho de Porto Alegre a Bagé para que o petista se deslocasse pelo Rio Grande do Sul no projeto ”Lula pelo Brasil”. O petista transformou o evento num ato eleitoral, antecipando a campanha, o que é proibido.

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Estreia de gala

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Marcos Corrêa/PR – 4.7.19

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do General Ramos, novo ministro da Secretaria de Governo

O general Luiz Eduardo Ramos, novo ministro-chefe da Secretaria de Governo, estreou com o pé direito. Assumindo o cargo na reta final da votação da reforma da Previdência na Câmara, o general entrou de cabeça na articulação do governo e foi um dos responsáveis pela vitória retumbante de 379 votos no 1º turno. Visando o 2º turno, no início de agosto, só na sexta-feira 12 ele se reuniu com 17 deputados.

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Rápidas

  • O governo vai contratar, nos próximos dias, a empresa que organizará o desfile de 7 de Setembro, a ser realizado em Brasília com a presença do presidente Bolsonaro. A licitação prevê a instalação de arquibancadas para 20 mil pessoas, ao custo de R$ 1.224.388,89.
  • Destaque na aprovação da Reforma da Previdência, o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), presidente da Comissão Especial, pode vir a ser candidato a prefeito de Manaus no ano que vem ou a governador do Amazonas em 2022.
  • Ao votar contra os privilégios para policiais e professores no texto final da reforma, o Novo foi o único partido a se manter fiel a seus princípios de defender que todos tenham condições de igualdade ao se aposentar.
  • O PL, que antes era PR, desgastado com os escândalos do mensalão e do petrolão, se reunirá em agosto para discutir a adoção de um modelo de compliance que leve a legenda a defender políticas liberais na economia.

Retrato falado

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Claudio Reis / FramePhoto / Agência O Globo – 2.7.19

“Meu voto pela Reforma da Previdência não foi vendido, foi por convicção”

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) foi a sensação da votação que aprovou a Reforma da Previdência. Seu partido, o PDT, obrigou seus deputados a votarem contra. Ela não se conformou com a decisão e votou de acordo com sua “consciência”, favorável à reforma. Disse ter compromisso com seus eleitores de lutar pelos mais pobres e, para ela, a Previdência tira dinheiro de quem ganha menos. Agora, o PDT quer expulsá-la , mas já há vários partidos querendo seu passe, como o PSDB.

Safra recorde

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, está comemorando a colheita este ano de uma safra recorde. O Brasil vai colher na safra 2018/2019 um total de 240,7 milhões de toneladas de grãos, o que representa 13 milhões a mais do que foi colhido no ano passado. O recorde histórico havia sido alcançado na safra de 2016/2017, no governo Temer, com a colheita de 237,6 milhões de toneladas. É bem verdade que este sucesso começou no ano passado, quando os agricultores iniciaram o plantio e Bolsonaro ainda não era presidente. De qualquer forma, o atual governo fatura com a boa notícia no campo. Mais comida na mesa, mais empregos no campo e mais dólares na exportação.

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Mais crédito

Se depender dos financiamentos para a agropecuária, o Brasil poderá colher ainda mais no ano que vem. É que o governo Bolsonaro está disponibilizando para a safra 2019/2020 um total de R$ 225 bilhões para financiamentos agrícolas. Esses valores são superiores aos liberados no ano passado (R$ 194 bilhões).

Toma lá dá cá

Mara Gabrilli arrow-options
Arquivo pessoal

Senadora Mara Gabrilli

Mara Gabrilli, senadora

A senhora pretende votar a favor da Reforma da Previdência quando ela chegar ao Senado, em agosto?
Certamente que sim.

Acha que tem alguma mudança a ser feita em relação ao projeto aprovado na Câmara?
Sim, especialmente em relação à inclusão de estados e municípios. Precisamos rever também os critérios para acesso ao BPC, pensão por morte, que nunca deveria ser inferior a um salário mínimo, e os valores das aposentadorias por incapacidade permanente (invalidez) e dos servidores com deficiência.

Acredita que o projeto será aprovado no Senado até setembro?
O presidente Davi Alcolumbre disse que espera aprovar em até 45 dias depois de o projeto chegar ao Senado. Acredito ser possível aprovar nesse prazo.

Viralizando

Fábio Wajngarten arrow-options
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fábio Wajngarten, chefe da Secom do governo

O chefe da Secom, Fábio Wajngarten, deu início a um projeto que pretende viralizar nas redes sociais, mostrando as principais realizações do presidente Bolsonaro, batizado por ele de “Semana do Planalto”. Serão veiculados vídeos com 1m30s. A primeira edição foi ao ar domingo 14, com as realizações da semana de segunda-feira 8 à sexta-feira 12.

Michelle em destaque

Um dos destaques da primeira edição ficou por conta do lançamento, na terça-feira 9, do programa Pátria Voluntária, com a participação da primeira-dama Michelle Bolsonaro. É consenso no governo que a primeira-dama tem uma boa imagem a ser explorada. Wajngarten pretende divulgar ainda edições quinzenais e mensais.

Prefeitos bolsonaristas

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Marcos Corrêa/PR

PSL de Jair Bolsonaro planeja expandir força nos municípios em 2020

O PSL do presidente Bolsonaro, que já tem a segunda maior bancada na Câmara, quer aumentar o número de prefeitos eleitos pelo partido. Deseja eleger no ano que vem pelo menos 400 novos chefes do executivo municipal. Atualmente, o PSL tem 30 prefeitos. O alvo são cidades com mais de 100 mil habitantes. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“PSDB escolheu o lado errado”, lamenta Doria sobre partido não expulsar Aécio

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Governo do Estado de São Paulo

‘PSDB escolheu o lado errado’, disse Doria sobre partido manter Aécio Neves

O governador de São Paulo João Doria afirmou na noite desta quarta-feira (21) que o “PSDB escolheu o lado errado” ao não expulsar o deputado federal Aécio Neves  (MG). A Executiva Nacional do partido rejeitou dois pedidos de expulsão do parlamentar mineiro. Em reunião a portas fechadas, a cúpula do partido acompanhou o parecer do relator Celso Sabino (PSDB-PA), contrário ao afastamento do tucano.

Sabino considerou “ineptos” os requerimentos para a saída do mineiro. A decisão impõe uma derrota ao governador de São Paulo, que ontem chegou a cobrar que o tucano deixasse a sigla. Após a decisão do PSDB de manter Aécio no seu quadro, Doria voltou a defender que ele deveria se afastar para fazer sua defesa fora do partido.

“Cada membro da executiva deve responder por sua posição. A minha é clara: Aécio Neves deve se afastar do PSDB e fazer sua defesa fora do partido. O derrotado, nesse caso, não foi quem defendeu o afastamento de Aécio. Quem perdeu foi o Brasil”, escreveu.

Dos 35 membros presentes na reunião da Executiva, 30 votaram pelo arquivamento do pedido. Quatro foram contrários: o deputado federal Samuel Moreira (SP), o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, o secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo, Edson Aparecido, e o tesoureiro do PSDB , César Contijo. O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, se absteve de votar.

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A reunião, que durou cinco horas, teve momentos de tensão, gritaria e dedos em riste. A gritaria era ouvida dos corredores. César Gontijo chegou a pedir vistas para adiar a análise da expulsão, mas acabou derrotado.

Na avaliação dos tucanos graúdos, o placar majoritário favorável a Aécio Neves serviu como um”recado” ao  governador João Doria de que é preciso costurar alianças dentro do PSDB e “parar de impor” suas vontades.

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo (PE), tentou pôr panos quentes ao evitar encarar a decisão da legenda como uma derrota ao governador João Doria. Na reunião, a Executiva decidiu que qualquer outro pedido de expulsão da sigla para Aécio Neves será automaticamente arquivado.

“Respeitou as instâncias do partido, respeitou o procedimento de forma democrática. Em cinco horas, o partido decidiu pelo arquivamento. O assunto Aécio Neves em relação aos fatos apresentados está encerrado”, afirmou Bruno Araújo.

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Derrotada, a ala de Doria na legenda fez questão de registrar seu descontentamento com a decisão. Para o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, considerou um erro de avaliação pela permanência do mineiro na sigla.

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“Quero deixar claro o desconforto que é ter o Aécio Neves nos nosso quadro partidário. Toda vez que tem voto, quem tem a maioria ganhou. Mas mas não acho que esse assunto está encerrado. O diretório, de maneira unânime, pediu pela saída dele. Mas é um erro de avaliação política a permanência e o estrago que a imagem do Aécio causa ao partido”, disse Orlando Morando.

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Seguro de que sairia vitorioso, o mineiro chegou à reunião sorridente e fez questão de apertar a mãos de todos os presentes, inclusive jornalistas. O deputado federal é investigado por em inquéritos da Lava Jato . Acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça, é réu em um processo. Ele nega as acusações.

“O partido tomou uma decisão serena e democrática. Não há aqui vitoriosos e vencidos. É uma decisão que respeita não apenas aquilo que prevê o estatuto, mas também a história daqueles que construíram o PSDB. Ninguém perde nesse episódio”, afirmou Aécio Neves, em derrota para a ala de  Doria no PSDB.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Grupo de senadores tenta o veto integral à proposta de abuso de autoridade

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Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) é um dos que defende o fim da lei de abuso de autoridade


No cabo de guerra sobre o projeto que define os crimes de abuso de autoridade , um grupo de senadores recolhe assinaturas para manifesto que pede ao presidente Jair Bolsonaro oveto integral à proposta. Ainda em fase de coleta de assinaturas, o documento tem 28 signatários de 11 partidos. O número representa pouco mais de um terço do Senado.

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No texto, os senadores alegam que “o projeto poderá impor sérios riscos a diversas investigações, principalmente àquelas relacionadas ao combate à corrupção”. A proposta foi aprovada na semana passada na Câmara. No Senado, havia sido votada em 2017. A maior parte dos parlamentares que assinam o manifesto foi eleita em 2018.

“A ideia é mostrar ao presidente da República que ele pode vetar integralmente este projeto que impõe sérios riscos às investigações contra corrupção no país”, defende o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).

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Bolsonaro sofre pressão dos dois lados. Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a proposta, sob o argumento de que ela não traz problemas às autoridades que “não passem dos limites da lei”.

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Os signatários argumentam que, ao garantir ao menos 28 votos, dão mais segurança a Bolsonaro sobre um eventual veto. Para a rejeição de um veto, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41). E se for registrada uma quantidade inferior de votos pela rejeição em uma das Casas, o veto é mantido.

Proposta

A proposta abrange servidores públicos e integrantes dos Três Poderes, do Ministério Público, dos tribunais e conselhos de contas e das Forças Armadas. O texto prevê mais de 30 ações que podem ser consideradas abuso de autoridade, com penas que variam entre seis meses e quatro anos de prisão.

A previsão é que autoridades condenadas indenizem a vítima. No caso de reincidência, pode haver a inabilitação para exercício da função pública por um a cinco anos e até mesmo a perda do cargo.

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Entre as práticas classificadas como abuso de autoridade estão: obter provas por meios ilícitos; impedir encontro reservado entre um preso e seu advogado; entrar em imóvel alheio sem determinação judicial; decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia; fotografar ou filmar um preso sem o seu consentimento; entre outros.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Investigado no caso Queiroz, Flávio Bolsonaro elogia troca no Coaf: “Blindagem”

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Jane de Araújo/Agência Senado

Flávio Bolsonaro elogia mudança no Coaf: ‘Blindagem política’


O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) defendeu a Medida Provisória (MP), publicada nesta segunda-feira, transferindo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central.

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Em dezembro do ano passado, um relatório do Coaf apontou movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Flávio é investigado por suposto desvio de dinheiro público em seu antigo gabinete.

“Pelo que eu entendi, foi uma mudança exatamente para dar blindagem política para aquilo (o órgão). Para não ter nenhuma suspeita de intervenção política”, afirmou.

Para Flávio Bolsonaro, a mudança se deu para blindar o órgão de pressões políticas, já que o Coaf estará sob um órgão mais técnico, o Banco Central. A mesma justificativa foi apresentada por seu pai e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

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A MP elaborada pelo governo Bolsonaro abre brecha para indicações políticas ao criar um conselho deliberativo, um grupo de até 14 pessoas que não precisam ser servidores públicos, com poder para aplicar sanções a pessoas físicas e jurídicas.

Flávio defendeu, também, uma possível intervenção de seu pai na Receita Federal .

“Ele é que manda. Se ele quiser trocar um sargento da quinta bateria, ele não pode? Ele é presidente, ele vai ter que escolher quem está no time dele. Questão de bom senso. O critério é do presidente, pode ser proximidade, pode ser confiança, pode ser qualquer coisa”.

Recentemente, o presidente ameaçou exonerar o superintendente da Receita Federal no Rio de Janeiro, Mário Dehon, além do delegado da alfândega do porto de Itaguaí, José Alex de Oliveira, e a chefe do Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC) da Barra da Tijuca, Adriana Trilles.

Fonte: IG Política
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