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Aprosoja acompanha caso de ferrugem asiática em MT e tranquiliza produtores

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Aprosoja acompanha caso de ferrugem asiática em MT e tranquiliza produtores

A equipe técnica da Aprosoja irá acompanhar pessoalmente

Créditos:

10 de Janeiro de 2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso acompanha o caso de ferrugem asiática detectado no município de Tangará da Serra (distante 241 quilômetros ao oeste do Estado), na região conhecida como Chapadão do Rio Verde.  Diretor administrativo da entidade, Lucas Costa Beber, afirmou que a equipe técnica da Aprosoja irá acompanhar pessoalmente a ocorrência e tranquilizou os produtores rurais.
 
“Como foi verificado a incidência do primeiro foco de ferrugem no Estado, a Aprosoja vai acompanhar se terá evolução. Nessa semana vamos visitar o local e lavouras vizinhas pra ver se teve um aumento e proliferação dos esporos da ferrugem asiática. Porém essa incidência ainda não é motivo para o produtor se preocupe e faça inúmeras aplicações na lavoura”, pontuou Beber, que é produtor em Nova Mutum (longe 242 km ao médio norte de Mato Grosso).
 
O diretor da Aprosoja-MT também orienta os produtores de soja para “fazer o dever de casa e estar sempre atento, monitorando a lavoura e alerta para que na entrada do período reprodutivo já deve fazer a primeira aplicação de fungicida preventiva”.
 
Segundo Lucas Costa Beber, vale ressaltar que o produtor tem inúmeras maneiras de prevenção da doença, a prevenção química, por exemplo, que é atualmente a mais utilizada nas lavouras. “É fato que nenhum fungicida isolado tem controle muito bom, o importante é que tenham combinação de princípios ativos. Os principais são as estrobilurinas e os triazóis, que são as primeiras gerações que controlam ferrugem, depois vieram as carboxamidas. Então o produtor tem que se preocupar com essa doença, mas hoje ela é fácil de tratar, como as doenças humanas no passado que antes matavam e hoje são prevenidas com vacinas, mesma coisa a ferrugem, oferece grande perigo, porém o produtor que faz a prevenção pode ficar despreocupado que dificilmente terá perdas na lavoura”, explicou o produtor.
 
Ainda conforme ele, o produtor deve optar por fungicidas que tenham pelo menos dois desses princípios ativos, de preferência os três combinados, que contribuirá para tendência de ter menor incidência e menor risco de focos de ferrugem. “Ainda temos o uso de protetores que são os mancozebes, os óxidos de cloreto de cobre e as morfolinas, fungicidas usados antigamente para potencializar os efeitos dos fungicidas usados comumente na lavoura. Então no período de chuvas e umidades, depois da primeira semana de janeiro, que a gente começa ouvir sobre os primeiros focos de ferrugem, que o produtor deve buscar usar bons fungicidas fazendo sempre de maneira preventiva”, disse.
 
Ferrugem asiática  
Os efeitos da ferrugem asiática, dependendo do estágio, podem ser catastróficos. Por exemplo, se ela entrar antes do período reprodutivo, ainda no florescimento, ela vai fazer com que a planta aborte suas flores e não enche os grãos, as vagens ficam vazias e as perdas podem chegar até 100% da lavoura.

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“Na safra 2004/2005, quando se intensificaram os focos de ferrugem, pois naquela época não havia o vazio sanitário, aí sim ocorreu uma forte pressão de ferrugem asiática, inclusive muitos produtores quebraram,”, exemplificou Lucas Costa Beber.
 

“Além do controle químico, temos o vazio sanitário que para os produtores do Estado e Aprosoja é sagrado, sem ele o plantio da soja teria sido inviabilizado por conta dos altos custos. E outra coisa que o produtor se atentou com o surgimento da ferrugem, foi o de optar por variedades mais precoces. Antigamente tínhamos materiais de até 145 dias. Hoje em dia é raro ver produtor que planta materiais com mais de 120 dias. A média dos materiais plantados são de 110 até 115 dias. Isso faz com que o produtor fuja desse período com maior propensão à ferrugem”, finalizou.
 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Galvan se reúne com deputado e cobra extinção da APF

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Galvan se reúne com deputado e cobra extinção da APF

A Autorização Provisória de Funcionamento tem sido um entrave para o setor

21/01/2020

 
 
Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, se reuniu com o líder do Governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Dilmar Dal Bosco, para discutir o fim da Autorização Provisória de Funcionamento (APF) que tem sido um entrave para o setor. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (21.01), na sede da entidade.
 
Durante a reunião, Galvan reforçou que a exigência da APF tem causado grandes problemas para os produtores rurais do Estado, principalmente, travando a obtenção de crédito para a atividade agrícola, bem como, os reflexos danosos que isso pode trazer à economia mato-grossense.

Ele destacou ainda que a APF não é imprescindível para a gestão ambiental, já que por essência trata dos dados relativos ao uso do solo, o que já é contemplado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR). “Então levamos esse pleito mais uma vez, há anos que a gente incansavelmente vem trabalhando para que o Estado possa entender que essa APF é um documento inócuo. É uma demanda antiga e nossa conversa com o deputado foi pra reafirmar nosso trabalho para solução dessa problemática”, explicou o presidente. 

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O deputado Dilmar Dal Bosco elogiou a postura da entidade que sempre tem lutado em prol do desenvolvimento do setor no Estado, com apresentações de demandas aos governos Estadual e Federal. “A demanda tem levado a Assembleia Legislativa a lutar pela solução desse problema com a participação efetiva da Aprosoja. A APF impede o desenvolvimento do Estado de Mato Grosso, traz uma obrigatoriedade que outros estados brasileiros não têm. Acho que temos que acabar com a APF, temos que achar um entendimento para isso”, destacou.
 
O parlamentar lembrou ainda, da criação do CAR, em que através desse documento, o produtor já faz a declaração da regularidade ambiental das propriedades. “A partir desse momento, a propriedade que tivesse que fazer a regularidade ambiental faria o Projeto de Regularização Ambiental (PRA), e teria um tempo para se adequar a todas as informações, e estar legalmente e ambientalmente correta, e respeitando as leis. Queremos que o Estado seja menos atrapalhador, que fomente e ajude os agricultores que buscaram tecnologias novas, modernização e hoje são referência de produção no mundo. E a Aprosoja sempre foi a primeira entidade que esteve à frente disso preocupada com seus agricultores lutando pelo fim da APF”, finalizou.
 
Também participaram da reunião, o diretor-executivo da entidade, Wellington Andrade, o gerente de Política Agrícola e Logística, Thiago Rocha, a gerente de Sustentabilidade, Marlene Lima, e a advogada Paula Boaventura.
 

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Demandas ambientais são tema de reunião entre Aprosoja e Governo

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Demandas ambientais são tema de reunião entre Aprosoja e Governo

Governo de criar um grupo de trabalho para estudar as demandas apresentadas

16/01/2020

 
Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, reuniu-se com secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho e com a secretária de estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Mauren Lazzaretti, para tratar de assuntos ambientais pertinentes aos produtores rurais. Dentre as pautas, o grupo discutiu a vigência da Autorização Provisória de Funcionamento de Atividade Rural (APF) e emissão e análise de Cadastro Ambiental Rural (CAR). 
 
Também participaram da reunião, realizada na última quarta-feira (15.01) no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o vice-presidente Sul e coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja-MT, Fernando Ferri, diretor-executivo da entidade, Wellington Andrade e técnicos da Associação dos Produtores e do Governo de Mato Grosso.
 
Conforme Galvan, a reunião tratou de temas que têm se tornado entraves para os produtores rurais e a intenção do encontro foi tentar diminuir as dificuldades enfrentadas pelo setor. “Mais uma vez apresentamos os problemas ao Governo, que nos ouviu, nos atendeu e se mostrou interessado em atender as nossas demandas. Os temas tratados têm gerado muitos problemas aos produtores e temos a necessidade de sanar esses entraves”, disse. 
 
Fernando Ferri disse que o Governo de Mato Grosso se mostrou interessado em sanar os problemas, e que devem criar um grupo de trabalho para estudar a melhor maneira de diminuir as dificuldades “Reunião bastante produtiva, Governo se mostrou interessado em resolver os problemas apresentados por nós produtores.  Com relação à APF, vamos formar um grupo de trabalho onde serão analisadas algumas formas para dirimir e mitigar essas problemáticas com intenção de pôr fim na cobrança dessa Autorização, que inviabiliza os produtores de financiarem suas áreas devido à falta desse documento.
 

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CAD Parecis é referêcia em pesquisas sobre Manejo em Solos Arenosos

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CAD Parecis é referêcia em pesquisas sobre Manejo em Solos Arenosos

O evento reuniu produtores de MT e de outros estados do país

14/01/2020

A apresentação dos resultados das pesquisas sobre Manejo em Solos Arenosos realizada pelo Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD Parecis), em Campo Novo do Parecis, superou as expectativas e contou com a participação maciça de produtores mato-grossenses, além de produtores de outros estados do país, como Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso do Sul.  Foram dois dias de evento com a participação de aproximadamente 580 pessoas. Dinâmica do potássio em solo arenoso; adubação sulfatada; rotação de culturas para soja em solos arenosos; plantas de cobertura e vitrine de cultivares de soja, foram alguns dos assuntos apresentados.
 
No dia 09.01 os dados foram apresentados na Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis, com a palestra do coordenador de pesquisas da Fundação MT, Elcio Bonfada, onde participaram cerca de 200 pessoas.  Já no dia 10.01, quase 400 pessoas entre produtores, consultores técnicos e engenheiros agrônomos, estiveram presentes no ‘Dia de Campo’ na sede do CAD, com exposição in loco dos resultados de três anos de pesquisa.
 
Conforme o gerente de Defesa Agrícola Aprosoja-MT, Daniel Pasculli, o número de participantes praticamente dobrou em relação ao ano passado graças ao trabalho dos colaboradores da Aprosoja-MT, da Fundação Mato Grosso e do Sindicato de Campo Novo do Parecis. “O evento foi um sucesso e se tornou referência em tecnologia em solos arenosos para outros estados também”, pontuou.
 
Para delegada coordenadora em Campo Novo do Parecis, Magda Ortolan, o CAD é um grande projeto de extrema importância para o produtor e traz o que tem de melhor da pesquisa de solos. “Esse trabalho é muito importante para o Estado de Mato Grosso porque todo mundo tem um pedaço de areia dentro da sua propriedade e essas pesquisas vêm trazer o que a gente pode implantar e não deixar a área abandonada. Aqui no CAD a gente consegue ver essas soluções nitidamente, e elas podem gerar mais renda ao produtor”, avaliou.
 
Produtora em Sapezal, Zildinei Panta Pereira, conta que a área de areia dentro das propriedades estava tomando o lucro do produtor e enaltece o trabalho do CAD. “Num mundo que cada vez mais vai precisar de alimentos, precisamos fazer com que todas as áreas sejam produtivas. E esses resultados ensinam muito para nós e mostram isso. Só tende a melhorar, incrementar e trazer ganhos para o produtor”, afirmou.
 
Já o produtor rural de Sorriso, Nelson Luiz Picolli conta que qualquer atividade econômica só tem sucesso quando seus atores têm conhecimento e na agricultara não é diferente. “A parceria da Aprosoja e da Fundação Mato Grosso é exatamente para levar conhecimento ao produtor que tem áreas de terras arenosas. O trabalho aqui monstra que com investimentos e procedimentos pequenos tornam as áreas, antes praticamente improdutivas para cultura soja e milho, altamente produtivas”, disse.
 
O produtor de Sinop, Leonildo Bares, também parabenizou todos os envolvidos no trabalho do CAD Parecis e disse que agora sabe que é possível produzir muito mais, com gastos menores desde que faça de maneira correta e com auxílio da tecnologia. “Depois de 42 anos lutando na lavoura o que vi aqui hoje é de uma magnitude que me impressiona. Esse resultado só é possível graças a essa equipe que mostra a campo os milímetros que a nosso olho escapa, mas aos olhos dos técnicos não, que por meio da combinação de fatores, como uso da matéria orgânica e a tecnologia, conseguem para transformar um solo arenoso em um altamente produtivo, estão todos de parabéns”, finalizou.
 
Fundado na safra 2016/2017, o Centro de Aprendizagem e Difusão, em Campo Novo do Parecis, mais conhecido como CAD Parecis, é uma parceria entre a Aprosoja-MT e a Fundação Mato Grosso. 
 
 
 
 
 

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