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Autor de roubo e homicídios tem prisão cumprida em operação da Polícia Civil na Capital

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Assessoria | PJC-MT

Três ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos, nesta terça-feira (10.09), Polícia Judiciária Civil, através da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) e apoio da Delegacia de Primavera do Leste e Grupo de Operações Especiais (GOE).

A operação denominada “Cifrão Azul” tinha como alvo Wanderson Delmon Rego, 24, conhecido como “Gordinho”. O suspeito foi identificado nas investigações da DHPP como um dos autores do homicídio que vitimou, Ricardo dos Anjos Sobral, ocorrido no ano de 2018, além de ter a atuação identificada em roubos e em outros dois homicídios.

Segundo apurado, a vítima foi levada para uma boca de fumo na região do bairro Pedra 90, ocasião em que foi agredido fisicamente e posteriormente assassinado com disparos de arma de fogo.

Durante o trabalho investigativo, coordenado pela delegada Eliane Moraes, foi descoberto que o suspeito possuía um mandado de prisão em aberto pela comarca de Anchieta, Estado do Espírito Santo (ES), por roubo a uma agência dos Correios.

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Além da ordem de prisão, o investigado também possía dois mandados por outros dois homicídios, ocorridos no interior do Estado, nas cidades de Poxoréu e Primavera do Leste. Com base nos levantamentos, os investigadores conseguiram localizar o paradeiro do suspeito que estava residindo na região do Pedra 90, em Cuiabá.

A casa do investigado possuía muros altos e oito câmeras de segurança. No interior da residência, havia uma piscina com azulejos formando um Cifrão, demonstrando seu envolvimento com o crime, e o que também inspirou o nome da operação.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil e Ministério Público cumprem 25 ordens judiciais contra desmatamento ilegal

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Assessoria | PJC/MPE

A Polícia Judiciária Civil e o Ministério Público Estadual deflagraram na manhã desta segunda-feira (16.09) a sexta fase da operação Polygonum, para o cumprimento de 12 mandados de prisão e 13 de buscas, totalizando 25 ordens judiciais expedidas contra engenheiros florestais, empresário e servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

A sexta fase da operação, com foco na tipologia de áreas, é resultado das investigações realizadas pela  Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o Ministério Publico Estadual, com apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Os mandados foram expedidos pela Juíza da Vara Especializada do Crime Organizado, Ana Cristina Silva Mendes.

A investigação refere-se a fraudes praticadas por servidores públicos, proprietários rurais e engenheiros florestais, no âmbito da Gestão Florestal, visando a supressão da vegetação nativa, diminuindo a área destinada à Reserva Legal, ao classificar a tipologia da propriedade de área de floresta em área de cerrado, em desconformidade com a lei.

Relatórios de Tipologia elaborados por Engenheiros Florestais, contendo informações falsas acerca do tipo de vegetação existente no imóvel, eram encaminhados à Sema, cujo órgão era responsável por vistoriar a área e confrontar as informações apresentadas no laudo.

Ocorre que alguns servidores responsáveis pela vistoria iam a propriedades rurais e validavam as informações falsas, reenquadrando a classificação da fitofisionomia vegetal da propriedade, aumentando a área passível de desmate com diminuição do coeficiente de reserva legal.

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As investigações indicam que proprietários de imóveis rurais, através de engenheiro florestal, estariam fraudando o sistema ambiental com relatórios ambientais inidôneos. O imóvel localizado em bioma amazônico, por exemplo, pode ser desmatado em apenas 20%. Contudo, se a tipologia florestal for de Cerrado, o proprietário tem direito a desmatar 65%.

Com um relatório falso aprovado pela Sema é possível desmatar mais do que o triplo permitido pelo Código Florestal. Assim, uma fazenda de 10.000 hectares, localizada no bioma amazônico, poderá desmatar 4.500 hectares a mais com o relatório fraudado aprovado pela Sema. Essas informações ficam registradas no sistema e, com o uso de imagens de satélite e outras ferramentas tecnológicas, podem ser auditadas em qualquer momento, mesmo após os desmatamentos.

Peritos do Ministério Público, auxiliados por um pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e fiscais do Ibama, vistoriaram 22 propriedades, com indícios de crime em 18. Na operação desta segunda-feira, são 10 propriedades investigadas, em que foram constatadas as fraudes.

Os peritos constataram que as fraudes consistiam em inserir nos relatórios dados falsos sobre a fisionomia da vegetação (como dossel e sua altura) e composição florística (leva em conta o tipo de vegetação que ocorre no bioma). A vegetação típica de floresta apresenta, por exemplo, altura de dossel (tipo e altura da copa das árvores)  e vegetação diferentes do que ocorre com vegetação típica de cerrado. Nos relatórios de tipologia, os engenheiros florestais atestavam que a altura do dossel e a vegetação encontradas na propriedade eram de cerrado quando na verdade eram de floresta.

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Ainda, durante o minucioso trabalho realizado por equipe de analistas da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), em apoio às fases anteriores da Operação Polygonum, foi possível o cruzamento de informações, auxiliando no presente trabalho investigativo.

Os trabalhos de investigação das demais tipologias suspeitas serão feitos em conjunto pelo MP, Dema e Sema.

Os inquéritos policiais instaurados para a apuração dos fatos encontra-se sob segredo de justiça, os quais apuram as práticas de organização criminosa (art.2º, da Lei 12850/13), falsidade ideológica (art.299, do CP), inserção de dados falsos no Sistema da Administração Pública (art.313-A, do CP), descumprimento de obrigação de relevante interesse ambiental (art. 68, da Lei 9605/98),fraude em procedimento administrativo ambiental (art.69-A, da Lei 9605/98), dentre outros.

Fonte: PJC MT
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Operação realiza ações repressivas e preventivas de combate à criminalidade no interior do Estado

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Assessoria | PJC-MT

O enfrentamento e a prevenção à criminalidade foram focos da operação Herácles, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil, nos meses de julho e setembro, em 11 Regionais do interior do Estado. A operação coordenada pela Diretoria do Interior cumpriu 30 ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar, além da apreensão de grande quantidade de entorpecentes, objetos de origem ilícita e a abordagem de centenas de pessoas e veículos.

Os trabalhos foram realizados pelas Delegacias Regionais de Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Guarantã do Norte, Juína, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Nova Mutum, Rondonópolis, Tangará da Serra e Vila Rica.

A operação de cunho repressivo e preventivo foi deflagrada em duas etapas, com o objetivo de intensificar as ações policiais visando coibir os crimes contra o patrimônio, tráfico Ilícito de entorpecentes, homicídio entre outros, além de dar cumprimento a mandados judiciais contra pessoas foragidas da Justiça ou alvos de investigações policiais.

O trabalho desenvolvido em diversas cidades do interior também teve como um dos focos principais os municípios que sofreram com a suspensão temporária de Delegacias (Luciara, Novo Santo Antonio, Alto Paraguai, Nova Marilândia, Santo Afonso, Nova Lacerda, Bom Jesus do Araguaia, Ponte Branca, São José do Povo, Tesouro, Carlinda, Castanheira, União do Sul, Acorizal, Jangada e Nossa Senhora do Livramento).

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Para operação, foi empregado um efetivo de 88 policiais civis, entre investigadores escrivães e delegados e 22 viaturas, além de contar com apoio da Polícia Militar. No total, foi realizada a abordagem de 235 pessoas e checagem de mais de 60 veículos, além do cumprimento de 30 ordens judiciais, sendo 5 mandados de prisão e 25 e busca e apreensão domiciliar. 

Na segunda fase da operação, na Regional de Nova Mutum, foram cumpridos 9 ordens judiciais entre mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar, em ações desencadeadas pelas Delegacias de Arenápolis, Nortelândia, e Municipal e Regional de Nova Mutum.

Os trabalhos resultaram em duas pessoas presas, uma em flagrante e outra por força de mandado, além da apreensão de diversos aparelhos celulares de outros investigados, com objetivo de obter indícios da prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

Em Alta Floresta, dois homens que planejavam roubar uma aeronave na cidade foram presos. Os suspeitos, V.S.R.J, 23 anos, e F.F.A., 24 anos, são do estado de Goiás e estavam na cidade com a intenção de conseguir um avião para levar até a Bolívia.

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Os suspeitos despertaram atenção, após percorreram aeroportos do município na tentativa de conseguir fretar uma aeronave. A Polícia Civil foi acionada e ao abordar os suspeitos encontrou com eles um revólver cromado calibre 38, com 13 munições, R$ 5.861,00, 3 celulares, GSP, e outros objetos.

Ainda dentro da operação, uma carga de mais de 250 quilos de cloridrato e cocaína foi apreendida em uma ação integrada da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal, realizada, em Nova Bandeirantes (1.026 km ao Norte). No total, foram apreendidos 241 tabletes da substância, localizados em uma propriedade rural do município.

Palestras

Além das ações repressivas, a operação também realizou atividades preventivas como palestras em escolas e empresas.

As ações preventivas têm o objetivo de alertar a população sobre a prática de diferentes crimes e situações de riscos que podem causar. As palestras abordaram diferentes temas como combate às drogas, abuso sexual infantil, e combate a violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Fonte: PJC MT
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Policiais civis recebem treinamento para prevenção e reação a violência urbana

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Assessoria | PJC-MT

O treinamento constante para prevenção e reação contra a violência urbana é uma necessidade para os profissionais que atuam diariamente em ocorrências criminais. A capacitação ao policial, para que saiba agir adequadamente,  tanto durante o desempenho da atividade, quanto em seus momentos de folga, tem sido realizada pela Gerência de Operações de Especiais (GOE), para policiais de unidades da capital e do interior.

Na semana passada, atendendo pedido, 20 policiais civis da Delegacia da Polícia Civil de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte), participaram do treinamento, ocorrido nos dias 10 a 12 de setembro.

Nos três dias de curso realizado no município, os policiais civis receberam instruções e participaram de intenso treinamento de Combate Velado, Oficinas Drills, Situações de Sobrevivência, Porte velado, Saque velado e Teoria Sobrevivência Urbana em tempos de violência.

A realização do curso contou com a parceria do empresariado local, que investiu R$ 11 mil reais, com a aquisição de 3 mil munições 40 (pistola), além de outros parceiros que disponibilizaram o local apropriado.

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A turma de 20 alunos, dentre investigadores, escrivães e o delegado da unidade, Renato Resende do Nascimento, recebeu certificado de 20 horas/aula, expedido pela Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol).

Conforme um dos instrutores do Goe, investigador Edcarlos Campos, o curso traz o situações onde uma simples atitude errada pode resultar no pior, que é a morte. “Para que isso não aconteça, trabalhamos desde a observação até a ação, resultante dos vários conjuntos e cenários possíveis frente à criminalidade”, disse.

O delegado de Barra do Bugres/MT, Renato Resende do Nascimento,  agradeceu policiais da GOE (Edcarlos, Otony, Gustavo e Daniel) pela disposição e desígnio em dividir os conhecimentos.

“Devemos sempre buscar a qualificação e capacitação dos nossos servidores, aprimorando as suas técnicas e visando a diminuição dos riscos atrelados à atividade policial, motivo pelo qual o treinamento é essencial”, afirmou.

 

Fonte: PJC MT
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