conecte-se conosco


Economia

Cadastro positivo recompensará consumidores bons pagadores

Publicado

IstoÉ

O cadastro positivo começou para valer. A partir de agora os brasileiros passam a ser incluídos compulsoriamente num banco de dados de consumidores e receberão uma nota (score) sobre seu comportamento financeiro. Quanto mais alta for essa nota, mais chances a pessoa terá de receber ofertas de credito bancário ou de compra de bens com juros mais baixos. Se ela for baixa, as portas dos financiamentos estarão fechadas. O cadastro positivo existe desde 2011 e está ativo desde 2013, mas a adesão era opcional. Com a entrada da nova lei em vigor, na terça-feira 9, bancos e empresas podem incluir o nome de consumidores nessa lista sem a necessidade de autorização prévia, como acontece com o cadastro negativo, que inclui pessoas com nome sujo.

De acordo com a Associação Nacional de Bureaus de Crédito (ANBC), há cerca de 15 milhões de cadastrados espontaneamente na lista positiva e a expectativa do setor bancário é de que 100 milhões de pessoas entrem no sistema. Na definição da nota do consumidor são considerados, por exemplo, o histórico de crédito e os dados de consumo contínuo, como pagamento de contas de luz, água e telefone. Um atraso nessas contas pode rebaixar o score do contribuinte.

Veja Também:  Dólar fecha esta quinta-feira no menor nível em três semanas, abaixo de R$ 4,20

Leia também: Avanço da reforma da Previdência abre espaço para agenda de crescimento

Armadilhas

Apesar de acenar para uma redução dos juros básicos da economia, o cadastro positivo traz armadilhas. Para os jovens, por exemplo, sem histórico de pagamentos, pode haver mais dificuldades para conseguir crédito para a compra de produtos e serviços. Diante disso, teme-se que o cadastro positivo se converta em um sistema de exclusão. Também existe a possibilidade de que sejam levadas em consideração na nota de crédito dados de parentes de primeiro grau. A má pontuação de parentes próximos pode prejudicar o cadastrado.

Segundo o coordenador em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumior (Idec), Diogo Moyses, a inclusão automática dos nomes dos consumidores na lista é uma violação do direito à privacidade. “Será muito importante definir que tipo de dado poderá ser disponibilizado e em quais circunstâncias o score pode ser utilizado”, afirma. “Vemos uma tendência do sistema financeiro cometer abusos no uso das informações do cadastro”. Para funcionar plenamente, o novo sistema ainda depende de normas complementares do Banco Central que serão fixadas por um decreto presidencial.

Veja Também:  Bolsa de valores de São Paulo bate recorde e fecha acima de 110 mil pontos

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
publicidade

Economia

Dólar fecha esta quinta-feira no menor nível em três semanas, abaixo de R$ 4,20

Publicado

source
notas de Dólar e de real arrow-options
Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

Dólar fecha quinta-feira (5) valendo menos de R$ 4,20, câmbio mais baixo em três semanas

Agência Brasil

Em um dia de alívio no mercado financeiro , o dólar fechou abaixo de R$ 4,20. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (5) vendido a R$ 4,188, com queda de R$ 0,014 (-0,33 %). A a moeda norte-americana está no menor nível desde 13 de novembro 4,187).

A cotação abriu em alta. Na máxima do dia , por volta das 9h30, o dólar chegou a R$ 4,22, mas reverteu a tendência no início da tarde e passou a cair.

No mercado de ações, o dia também foi de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo , voltou a bater recorde e fechou aos 110.622 pontos, com alta de 0,29%. O indicador abriu em baixa, mas recuperou-se durante a manhã e reverteu o movimento.

Bolsa de valores de São Paulo bate recorde e fecha acima de 110 mil pontos

 As ações da Petrobras , as mais negociadas na bolsa, subiram 1,3% (papéis ordinários e preferenciais), ajudando na alta.

Veja Também:  Bolsa de valores de São Paulo bate recorde e fecha acima de 110 mil pontos

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Grupo Abril vende Exame por R$ 72,3 milhões

Publicado

source
prédio abril arrow-options
Reprodução

Grupo Abril está em recuperação judicial e leilão já estava previsto

Em recuperação judicial desde agosto do ano passado, o Grupo Abril vendeu nesta quinta-feira sua unidade de negócios Exame, que inclui a revista, o site e a divisão de eventos, para o banco BTG Pactual.

O leilão estava previsto no plano de recuperação judicial da editora e aconteceu na 2ª Vara de Recuperações e Falências, em São Paulo. O BTG foi o único a participar e deu um lance de R$ 72,3 milhões.

“A venda do ativo, que tem alto valor agregado dada à sua reputação no setor de mídia, foi a alternativa que melhor se apresentou para equacionar algumas das obrigações da empresa dentro do atual contexto de mercado e da própria companhia”, afirmou a Abril em nota.

Veja também: Senado prorroga isenção de impostos para templos religiosos até 2032

 O negócio agora terá que ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula a concorrência. Nenhum outro título da editora entrou no leilão. Também está prevista a venda do imóvel onde fica a sede da Abril, em São Paulo, na Marginal Tietê, e um imóvel em Campos do Jordão, no interior do estado.

Veja Também:  Dólar fecha esta quinta-feira no menor nível em três semanas, abaixo de R$ 4,20

Com dívida de R$ 1,6 bilhão, a editora Abril, fundada pela família Civita na década de 1950, foi vendida em dezembro do ano passado para o advogado carioca Fábio Carvalho , especializado em recuperação de empresas e que tem participação na Casa & Vídeo, na Liq (ex-Contax) e controla a Leader Magazine.

Viu isso? Jornal britânico levanta dúvidas sobre números do PIB do Brasil

 A Abril foi vendida pelo valor simbólico de R$ 100 mil. A Enforce, gestora de créditos do BTG Pactual, ficou com R$ 1,1 bilhão da dívida, que estava nas mãos dos bancos Bradesco, Santander e Itaú, tornando-se a principal credora da empresa. A enforce comprou a dívida com um deságio de mais de 90%.

Pedro Thompson, que presidiu a Estácio até o ano passado, foi escolhido por André Esteves, um dos fundadores do BTG, para comandar a operação da revista Exame.

Em reuniões internas, as diretrizes dos novos controladores são de manter a independência editorial , formar um conselho editorial para ter distanciamento dos interesses do banco e continuar com a revista impressa.

Veja Também:  Como planejar e organizar uma grande reunião produtiva

Leia também: Jornal britânico levanta dúvidas sobre números do PIB do Brasil

 Thompson visitou redação de grandes veículos de imprensa em outros países para obter informações sobre as melhores práticas no contexto global da mídia.

Em nota, o BTG Pactual confirmou a aquisição da Unidade Produtiva Individual Exame no leilão e informou que aguarda a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a conclusão da operação.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Energisa acusa consumidor sem provas e terá que pagar R$ 5.000 por dano; entenda

Publicado

source
funcionários energisa arrow-options
Divulgação

Energisa Rondônia terá que pagar indenização por danos morais

A companhia de energia elétrica Energisa foi condenada a pagar uma indenização por danos materiais e  morais  no valor de R$ 5.000 a um consumidor do município de Jaru, em Rondônia.

A decisão foi do Tribunal de Justiça do Estado e divulgada na última terça-feira (3) após Deroilson Barreto de Souza, conhecido como Frajola Motos, abrir um processo contra a concessionária neste ano. As informações são do site Rondônia Dinâmica.

Consumidora é indenizada por perder os cabelos após usar produto de alisamento

 Entre os meses de maio e setembro deste ano, Souza observou um aumento injustificável  em suas contas de energia elétrica que passaram de uma média de R$ 530 para até R$ 9.555,23, valor cobrado no último mês de julho.

O nome do consumidor chegou a ser encaminhado para serviços de proteção ao crédito pela concessionária Energisa em função dessas tarifas. Em agosto de 2019, ele chegou a obter da justiça uma liminar que retirou seu nome do cadastro do SPC Brasil e Serasa e também garantiu fornecimento elétrico até o julgamento do processo.

Consumidor cai em golpe e não leva indenização por falta de cuidado; entenda

 Em sua defesa, a concessionária declarou que em abril de 2019 irregularidades tinham sido identificadas no medidor de energia de Souza o que poderia configurar uma tentativa de fraude por parte do consumidor e que isso poderia ter ocasionado a alta nas tarifas mensais. 

Veja Também:  Nascidos em setembro e outubro podem sacar FGTS a partir desta sexta-feira

Em outra parte de sua defesa, porém, a Energisa alegou que os preços cobrados estavam  corretos e de acordo com a realidade de consumo  do autor da ação. A empresa ainda alegou que o consumo tinha sido medido por equipamento em conformidade com as normas do Inmetro .

Moradora de Belo Horizonte pagará R$ 36 mil de indenização por revista ilegal

O que diz a decisão

O magistrado Luiz Marcelo Batista, que avaliou o processo, considerou que embora a Energisa tenha alegado que os valores eram devidos, pois decorrem da regular leitura do medidor, se contradisse  ao afirmar que houve irregularidade, pois um display estava apagado em abril.

A Energisa também afirmou no processo que realizou um Termo de Ocorrência e Inspeção (TOI)   no imóvel e que, na ocasião, retirou o medidor para análise.

O magistrado afirma na decisão, porém, que a empresa não apresentou o referido Termo de Ocorrência ou qualquer outra prova de que o aumento do consumo se deu por culpa exclusiva do autor.

“O ônus da prova incumbe: ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor”, destacou. Batista ainda afirmou que a Energisa deveria ter realizado o conserto no medidor já no primeiro requerimento do consumidor em maio de 2019 por se tratar “de serviço de caráter essencial e continuo”.

Veja Também:  Bolsa de valores de São Paulo bate recorde e fecha acima de 110 mil pontos

“Assim tenho que razão não assiste a requerida quanto a alegação de irregularidade no medidor decorrente de fraude”, relatou.

O juiz ainda salientou que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que a responsabilidade de fornecer energia e medir o consumo, inclusive garantindo a manutenção do sistema de leitura, é da concessionária.

“Não tendo sido tomada nenhuma providência em tempo razoável, não há como pura e simplesmente cobrar o valor relativo ao consumo durante o período em que o medidor esteve defeituoso (suposto defeito)”, afirmou.

iFood terá que pagar R$ 2 mil a consumidora do DF por lesma na comida

Por isso, o juiz determinou que o consumidor sofreu prejuízos materiais decorrentes da falha na prestação de serviços pela requerida. Ele determinou a exclusão do débito e retirada do nome dos serviços de proteção ao credito.

Quanto ao dano moral o juiz considerou que o ressarcimento por danos, “sirva de alento para ao autor e, ao mesmo tempo, de desestímulo a requerida, a fim de que não volte a incorrer na mesma conduta”, concluiu. 

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana