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CET bloqueia faixas da Marginal Pinheiros e terminal atende LGBTIs, nesta quarta

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Divulgação/Prefeitura de São Paulo

Atendimento ao público LGBTI acontece na zona norte da cidade

São Paulo terá mais um dia de baixas temperaturas, nesta terça-feira (21). De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), o dia amanhece nublado e com sensação de frio. Enquanto isso, apesar de tímido, o sol deve sair durante o período da tarde e a noite termina com nebulosidade, mas sem chuvas. A previsão do tempo indica mínima de 13°C e máxima de 16°C.

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O rodízio na cidade de São Paulo  vale hoje para veículos com placa de final 5 e 6, das 7h às 10h da manhã e das 17h às 20h da noite. Nesses períodos, fica proibida a circulação desses veículos na região do centro expandido, no perímetro entre as marginais Pinheiros e Tietê, a Avenida Luís Ignácio de Anhaia Mello e a Avenida Salim Farah Maluf.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar duas faixas da esquerda da pista expressa da Marginal Pinheiros , sentido Castelo Branco, próxima a estação do Morumbi da CPTM. A intervenção foi solicitada pelo Metrô para a construção da futura estação Morumbi , da linha 17-Ouro. A interdição vai acontecer a partir das 22h e assim permanece até às 5h de quinta-feira (22).

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O transporte público deve funcionar normalmente durante todo o dia. Além disso, os passageiros que passarem pelo Terminal Pirituba, zona norte de São Paulo , entre às 11h e às 16h, poderão receber serviços de assistência social, assessoria psicológica e jurídica pelos profissionais que estarão na unidade móvel LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexuais).

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Mais uma vítima de incêndio em hospital morre no Rio

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Caminhão de bombeiros fazendo rescaldo em hospital arrow-options
Barbara Dias/Zimel Press/Agencia O Globo

Número de mortos subiu para 13 nesta segunda-feira

Uma nota divulgada pelo Hospital Badim, atingido por um incêndio na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, na última quinta-feira (12), confirmou a morte de mais um dos pacientes que estava internado no local no momento do fogo.

Segundo a publicação, a vítima, de identidade não revelada, foi transferida para o hospital Copa D’Or, em Copacabana, mas não resistiu. “Ressaltamos que todos os esforços e dedicação das equipes médicas envolvidas foram empenhados para a recuperação da paciente”, afirma nota

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Também na nota, o Badim afirmou que mais uma colaboradora foi internada no Copa D’Or no domingo, “com sintomas possivelmente decorrentes do incêndio”. Com mais uma morte confirmada, o número de vítimas fatais do incêndio sobe para 12. 

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Menino que gravou adeus para mãe antes de morrer já tinha sido vítima do pai

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Mãe tentou salvar o filho de ex arrow-options
Erika Kuasne/Facebook

Mãe tentou salvar a vida do filho



Érika Kuasne, 36, enterrou o filho de nove anos neste fim de semana depois de receber, por telefone, uma mensagem do menino se despedindo pouco antes de morrer: “Adeus, mãe “. O ex-marido, o motorista de aplicativo Marco Antônio Alves Marcondes , 45,  jovem o carro contra uma carreta na PR-445, em Londrina (PR), na última sexta-feira (13). A mulher conta que chegou a ter medida protetiva contra o ex e que ele já havia tentato matar o filho do casal, quando o menino ainda era um bebê.

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Durante as três horas em que Marcondes dirigia o Chevrolet Classic branco pela PR-445, ele enviou mensagens de texto e áudio para a ex, após raptar a criança . Erika tentou salvar a vida do filho enquanto, paralelamente, tentava ajuda da Polícia. Nas mensagens, ele deixava clara a intenção de fazer mal a si e à criança:”Reza bastante, reza. (…) Eu vou dessa para pior, mas vou feliz porque sei que você vai sofrer”, dizia algumas da mensagens às quais o iG teve acesso.

Reza bastante, reza

“Ele torturou psicologicamente meu filho por três horas”, conta Érika, que decidiu se separar há três anos por não aguentar mais as agressões. Segundo ela, o homem não pagava pensão, mas costumava buscar o filho para passear.

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A mãe também relembra que Marcondes tentou matar o menino Matheus quando ele ainda era um bebê. “Chegou bêbado, me agrediu e tentou bater no meu filho. E ninguém me ajudava, ninguém acreditava em mim. Do portão para fora de casa ele era o amigão e ninguém desconfiava do que eu passava”.

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 Érika conta que procurou a delegacia na quarta-feira anterior ao crime, 11 de setembro, depois de ser obrigada a entrar no carro de Marcondes e acabar agredida. “Vi que a medida protetiva tinha se expirado. Essas denúncias não resolvem muito. A gente fica à mercê do homem violento, que diz que vai mudar, que ama”, desabafa. “Eu sabia que ele queria me machucar, mas não nosso filho.”

Do portão para fora de casa ele era o amigão e ninguém desconfiava do que eu passava

Segundo ela, Matheus passou a ter medo do pai. “Ele reclamava que gritava com ele e falava mal de mim, me xingava”, diz. E foi nesses últimos dias que Matheus revelou um sonho. “Ele falava que queria ser policial para me defender do pai dele.”

Erika e Matheus Gabriel arrow-options
Erika Kuasne/Facebook

Erika junto ao filho, Matheus Gabriel

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Luto

Ainda sem conseguir voltar à casa onde criava o caçula – ela tem uma filha de 18 e outro de 14 -, Érika parece não acreditar que o fim de semana vai ficar marcado pela dor de sepultar o filho que, apesar do medo, amava o pai. “Ele ficava doente se passasse muito tempo ser ver o Marco”.

Velado e sepultado no sábado (14), o rosto apavorado do menino passou de mão em mão em celulares onde aparece em dois vídeos gravados poucos minutos antes de morrer. “Todo mundo achava que tinha sido um acidente. Não foi. Eu provei que ele tinha me ameaçado e provocado a morte do nosso filho. Tanto que não apareceu ninguém da família dele no velório. Meu filho foi assassinado”, disse.  


 Erika diz querer Justiça para seu filho, mas não sabe como alcançá-la, e prefere recorrer à memória do caçula: “Meu filho era uma criança cheia de vida. Queria trabalhar. Era meu defensor, meu segurança. Ele só não tinha idade nem tamanho, mas o jeito que falava era muito maduro.  Era meu herói.”

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Trump rejeita pedido de impeachment de juiz acusado de abuso sexual

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Flickr/The White House

Pedido de impeachment do juiz da Suprema Corte Brett Kavanaugh foi negado por Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump , rejeitou no domingo pedidos de democratas pelo impeachment do juiz da Suprema Corte dos EUA Brett Kavanaugh , após uma nova reportagem que comprovou acusações de abuso sexual contra o magistrado.

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Durante o processo de confirmação da indicação para a Suprema Corte, em outubro do ano passado, Kavanaugh foi acusado por duas mulheres de abuso sexual na década de 1980, época em que era estudante na Universidade de Yale. Ele negou veementemente as acusações. Trump, por sua vez, defendeu Kavanaugh durante todo o processo.

No domingo, o presidente americano descartou a nova acusação como “mentirosa” e afirmou que Kavanaugh “deveria começar a processar pessoas por difamação, ou o Departamento de Justiça ir em sua ajuda.”

As últimas denúncias foram resultado de uma investigação do jornal New York Times, publicada no sábado. Na reportagem, Max Stier, ex-colega do juiz na Universidade Yale , afirma que viu Kavanaugh numa festa no dormitório universitário em que amigos “empurraram o pênis dele na mão de uma aluna”.

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O novo testemunho corrobora uma acusação feita por Deborah Ramirez, também ex-colega de Yale , que afirmou, durante o processo de confirmação, que Kavanaugh expôs suas partes íntimas em uma festa na universidade.

Segundo o New York Times, pelo menos sete pessoas, incluindo a mãe de Ramirez, tinham ouvido sobre o incidente muito antes de Kavanaugh se tornar juiz. O jornal afirma ainda que Max Stier notificou senadores americanos e o FBI sobre o incidente, mas que o FBI não investigou o caso.

Após a publicação da reportagem, pelo menos três pré-candidatos democratas pediram o impeachment de Kavanaugh. Apesar dos pedidos, no entanto, como os republicanos atualmente controlam o Senado, é praticamente impossível que o processo siga em frente.

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A senadora Kamala Harris, da Califórnia, disse que no Twitter que “Brett Kavanaugh mentiu para o Senado dos EUA e, mais importante, para o povo americano: “Ele tem que sofrer impeachment.”Já a senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren, disse que “as novas revelações são perturbadoras: “Como o homem que o nomeou, Kavanaugh deve sofrer impeachment.”

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Julian Castro, ex-secretário de Habitação dos EUA, também pediu sua saída. “Está mais claro do que nunca que Brett Kavanaugh mentiu sob juramento”, tuitou. “Ele deve sofrer impeachment, e o Congresso deveria rever a falha do Departamento de Justiça em investigar adequadamente o assunto.”

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