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Mato Grosso

CGE desenvolve ações de saúde mental e segurança no trabalho

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) está desenvolvendo uma série de ações voltadas à promoção da saúde mental e segurança no trabalho dos servidores do órgão. As ações tiveram início com o lançamento Programa Viver com Qualidade, em novembro de 2018, e sua implementação foi efetivada com o ingresso, na Controladoria, de uma servidora com formação em Psicologia, em março de 2019.

A psicóloga Juliana Seixas explica que uma das bases do trabalho é a adoção do modelo ‘biopsicossocial’ para a ampla compreensão da qualidade de vida dos servidores, pois essa visão é pautada pelas necessidades dos fatores biológicos (como aspectos físicos, herdados e adquiridos, biotipo, metabolismo), psicológicos (personalidade, comportamento, crenças e motivações) e sociais (cultura, papeis na sociedade e grupos de interesses).

O trabalho envolve a realização de atendimentos individualizados, que podem ser iniciados por demanda espontânea do servidor em procurar o serviço; por demanda do setor de Gestão de Pessoas, de acompanhamento de servidores em situações de afastamento para tratamento de saúde ou, também, por encaminhamento dos gestores do servidor, quando verificada a possível necessidade. 

Os atendimentos individualizados são feitos de forma reservada e com sigilo absoluto. A proposta é que por meio do contato com a profissional, haja acolhimento ao servidor para compreender seu sofrimento e pensar nos encaminhamentos adequados, quanto à necessidade de indicar um tratamento médico ou com psicólogo clínico, por exemplo.  

Foco é o grupo

Apesar do acompanhamento aos casos individuais, o trabalho tem como foco o desenvolvimento do grupo, de uma melhora na interação e integração da equipe. Nesse sentido, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) vai aplicar nos próximos dias, na CGE, uma pesquisa de diagnóstico organizacional. O levantamento vai avaliar os impactos das condições de trabalho e suas influências na saúde mental do servidor. O resultado vai nortear as ações a serem executadas, potencialmente em grupos. 

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“Vamos nos voltar a entender e a encontrar caminhos para situações como o absenteísmo (falta de assiduidade no trabalho), o presenteísmo (estar presente no ambiente de trabalho, mas, por vários motivos, o profissional não apresenta resultados efetivos) e a rotatividade em setores (por dificuldades de adaptação ou outras a serem verificadas). Precisamos estabelecer um pacto produtivo com o servidor, que envolve dar condições de trabalho e educar para a eficiência”, explica Juliana. 

Segundo ela, alguns comportamentos recorrentes dos servidores podem requerer maior atenção e análise em profundidade, diferente de um julgamento superficial que possa ser estabelecido. “Em alguns momentos, por exemplo, é natural ter uma vitalidade mais baixa, estar mais vagaroso. Porém, quando isso se repete muito, é preciso atenção. Em determinadas situações, uma depressão se manifesta com uma irritabilidade constante e não necessariamente com humor deprimido e com pouco interesse nas atividades. Cada pessoa tem uma subjetividade. Em psicologia, a gente trata cada paciente como um caso”, argumenta.

Nesse contexto, a psicóloga destacou o papel de cada líder de setor na gestão de pessoas. “Os líderes são também gestores de recursos humanos, porque lidam diretamente com as pessoas e com os desafios delas. A função interpessoal é o maior desafio do gestor, pois envolve mediar conflitos, por vezes motivar sem estar motivado, responder pela qualidade do trabalho de outras pessoas, avaliar pessoas e distribuir as tarefas, comunicar com cautela e neutralizar as diferenças.”

Na parte da saúde, está em andamento também o Programa de Promoção à Saúde, Prevenção e Controle das Doenças Crônicas não Transmissíveis (obesidade, hipertensão, diabetes), sob a orientação de servidor com formação em Educação Física, da Seplag. Além disso, em breve será implementado o Programa de Educação para Aposentadoria.

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Segurança no trabalho

Na vertente da promoção da segurança no trabalho, as ações envolvem os encaminhamentos necessários em casos de acidentes (Preenchimento da Comunicação de Acidente e Agravos a Saúde do Servidor – CASS), diagnósticos de necessidades e soluções ergonômicas. “Precisamos ser mais preventivos do que reativos. Pensar e agir para evitar a ocorrência de acidentes e danos psicológicos aos servidores”, salienta a psicóloga.

Em reunião com a liderança do da CGE para apresentação das ações, o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida, ressaltou a importância do trabalho. “Sempre gostei de entender o lado profissional de cada um, colocar em objetivo o que as pessoas têm de melhor. Temos de ter o cuidado de entender o porquê as pessoas estão ali, porque têm de fazer alguma coisa. Por isso, quero contar com o engajamento de todos os gestores da CGE e seus liderados para que possamos evoluir institucionalmente”, conclamou. 

Programa A3P 

As ações de promoção da saúde mental e segurança no trabalho foram motivadas por necessidades identificadas pela Comissão Gestora do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (Programa A3P), como parte do eixo de qualidade de vida.

Por isso, o coordenador da Comissão Gestora do Programa A3P na CGE, Marino Koch, explanou sobre as atividades em andamento e previstas em relação aos demais eixos da ação: uso racional dos recursos naturais e bens públicos, gerenciamento adequado dos resíduos sólidos, contratações públicas sustentáveis e construções sustentáveis.

“A ideia da realização de reuniões como esta é sensibilizar os gestores a incentivarem a adoção das práticas sustentáveis junto aos seus liderados já que os resultados dos trabalhos dependem do engajamento de todos os servidores e não somente da comissão formada para coordenar as atividades”, disse.

Fonte: GOV MT
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Polícia Militar forma 56 policiais em curso de Media Training e Mídias Sociais

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Cinquenta e seis policiais militares concluíram o 1º Curso de Media Training e Mídias Sociais oferecido pela Polícia Militar por meio do 1º Comando Regional, no auditório Licínio Monteiro, na Assembleia Legislativa, em Cuiabá.

Durante uma semana, policiais de 11 Comandos Regionais da PM no estado, puderam aprender sobre mídias sociais, propaganda e publicidade, relações públicas, cerimonial e protocolo militar, práticas de entrevistas, seja TV, rádio ou impresso. O curso também apresentou o funcionamento dos veículos de comunicação e o relacionamento com a imprensa.

A coordenadora do curso, tenente-coronel Emirella Martins conta que a iniciativa é inédita na instituição e que o objetivo é dar transparência as ações da Polícia Militar pelas ferramentas digitais e da imprensa.

“O curso permitiu um treinamento muito importante e útil, no dia-a-dia do policial, como conceder entrevistas. Fizemos exercícios sobre isso. Como explicar uma ocorrência de forma que o cidadão possa compreender que estamos nas ruas combatendo o crime, promovendo a segurança de todos. Queremos melhorar sempre nosso desempenho, seja por entrevistas, declarações a mídia, para nos certificarmos que a nossa comunicação com a sociedade esteja ocorrendo de forma assertiva”, explicou a tenente-coronel.

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Para tenente Paulo Jatobá, do 6° Comando Regional em Cáceres, a oportunidade contribui para a boa comunicação e ajuda a mostrar para a população como os policiais combatem a criminalidade no estado, por meio de notícias na imprensa e postagens nas redes sociais.  “Essa capacitação veio na hora certa, e só melhora o nosso trabalho nos 141 municípios do estado de MT. No interior, a imprensa nos dá visibilidade para reforçar para àqueles que insistem em cometer crimes, que a PM é atuante e está trabalhando em prol do cidadão de bem”, contou o tenente.

Palestrantes militares e civis que atuam na Comunicação Social e Marketing Institucional da Polícia Militar colaboraram na formação dos policiais e compartilharam experiências profissionais com os alunos. A capacitação contou também com a participação do tenente do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais, Douglas Constantino Fernandes.  O bombeiro que atuou na catástrofe do rompimento da barragem da Vale, na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, compartilhou experiências de atendimento à imprensa durante a tragédia.

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Fonte: GOV MT
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Após dois anos, penitenciária retoma projetos de ressocialização

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Depois de um hiato de dois anos, a Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), retoma projetos de ressocialização. Nesta sexta-feira (20.09), 18 reeducandos receberam certificados de conclusão do projeto Sinop Bolas. O curso foi iniciado há 45 dias e teve 80 horas de duração. Orientados pelo instrutor Paulo Pacheco, os presos aprenderam a costurar diversos tipos de bolas, sacos de boxe, redes, dentre outros apetrechos esportivos.

Os projetos são todos desenvolvidos pelo Conselho da Comunidade, em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Vara de Execuções Penais da comarca. O projeto de Corte e Costura também foi lançado e vai utilizar a mão de obra de 20 presos do regime fechado na confecção de uniformes prisionais e uniformes da rede municipal de ensino.

No mês de agosto foi retomado o projeto Semear, com a participação de 10 recuperandos do regime fechado na produção de 10 mil mudas de abacaxi pérola, além de outros hortifurti como pimentão, jiló, quiabo, batata doce. A comercialização será por meio do Conselho da Comunidade e parceria firmada com cooperativa do município.

Fábrica de produtos de concreto

Outra ação que deve fazer a diferença é a fábrica de artefatos de concreto que deve ser implantada na Penitenciária de Ferrugem, por meio de uma parceria com uma indústria local. Os produtos serão fabricados dentro da unidade pelos presos. As prefeituras da região poderão comprar manilhas, meio fio, vasos de concreto, bancos de praça, dentre outros.

Parte dos recursos arrecadados com a venda dos produtos será aplicada no próprio projeto, na manutenção da penitenciária. Os presos participantes serão remunerados conforme a produtividade. Contudo, o maior benefício será a remição, pois a cada três dias trabalhados um é reduzido na pena.

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O secretário adjunto de Administração Penitenciária da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Emanoel Flores, destaca que o trabalho, a qualificação e o estudo são os pilares da ressocialização e que este preso, que deseja deixar a vida do crime, vai retornar uma pessoa melhor, assim que deixar a unidade.

“Mato Grosso é referência no país na qualidade técnica dos agentes penitenciários, no percentual de presos estudando e trabalhando. Temos projetos de ressocialização aos que desejam sair do crime, mas sem esquecer também da disciplina e hierarquia nas nossas 55 unidades prisionais”.

Escolha criteriosa

O diretor da Penitenciária de Ferrugem, João Batista Alves Borba, informa que após a rebelião ocorrida na unidade em abril de 2017, os projetos foram interrompidos. Outro motivo foi uma decisão judicial que proibia que os presos trabalhassem em atividades apenas com o uso de tornozeleira eletrônica, como ocorre em cidades como Cuiabá, Rondonópolis, Cáceres e Água Boa.

“Primeiro que o preso precisa ter interesse de mudar de vida, deixar o crime. Temos realizado uma seleção rigorosa, passa por análise laboral, psicológica, antes de ser autorizado a trabalhar. Não basta só querer, tem que fazer a diferença. O conselho da comunidade também acompanha esse processo”, explicou.

O juiz da Execução Penal da Comarca de Sinop, João Guerra, reforçou que há muito critério na escolha dos presos que vão sair da unidade para fazer os trabalhos extramuros, como no projeto Escola Limpa. De forma voluntária, 25 recuperandos realizam a limpeza e manutenção das escolas públicas de Sinop. O projeto é desenvolvido aos sábados, como a limpeza dos pátios, poda de árvores, limpeza de ar condicionado, manutenção hidráulica e elétrica, pintura e outros pequenos reparos.

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“Quando essas pessoas são levadas a trabalhar numa escola, por exemplo, é porque tem condições, foram escolhidos a dedo. A triagem é muito bem-feita, e a pessoa precisa estar dando um testemunho há muito tempo que nos ajude a formar um juízo de valor que deseja a mudança e terminar a pena e conviver a sociedade”.

Manutenção e investimentos

Cerca de R$ 100 mil são arrecadados mensalmente por meio da cantina  instalada na Penitenciária de Sinop – com previsão legal por meio da Lei de Execução Penal – e os recursos são investidos na manutenção da unidade prisional e nos projetos sociais em prol dos presos, compra de passagens para retorno do egresso do sistema penitenciário para a família, medicamentos, dentre outras ações.

O diretor executivo do Conselho da Comunidade, José Magalhães, explica que desde 2010, a cantina é administrada pelo Conselho e não há circulação de dinheiro entre os reeducandos. A família deposita o dinheiro na conta indicada pelo conselho e o valor fica vinculado à matrícula do preso, que utiliza do crédito para a compra dos produtos no mercado. Os valores são definidos pelo magistrado da Execução Penal.

“A cantina foi criada em 2010 com recursos e sob gestão do Conselho da Comunidade aqui em Sinop. Diferentemente de outras unidades, aqui não circula dinheiro. Do valor arrecadado mensalmente pela cantina, 70% do valor é usado para aquisição de novos insumos da própria cantina, 25% para benfeitorias da unidade prisional e os outros 5% para o custeio administrativo do próprio conselho, com despesa com energia e secretária”, explicou. 

Fonte: GOV MT
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Estudantes da Escola Tiradentes de Rondonópolis fazem troca para uniforme oficial

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Em formatura no pátio de eventos do 4º Comando Regional da Polícia Militar, na noite desta sexta-feira (20.09), 270 estudantes da Escola Estadual Militar Tiradentes Major Ernestino Veríssimo da Silva fizeram a troca do uniforme de adaptação para o oficial.

Após dois meses frequentando a nova escola usando calça jeans e camiseta branca, os estudantes, já com a farda orgânica (calça cinza com faixa vermelha nas laterais, camiseta branca sob uma camisa de manga curta também branca e na cabeça cobertura similar a dos policiais militares) os estudantes receberam dos pais e padrinhos o ‘cordão fiel’ e o distintivo do ciclo em que estão matriculados. No ato o ‘fiel’, uma peça em corda, foi presa ao uniforme no ombro direito dos alunos simbolizando lealdade, respeito, entre outros valores cultivados pelo ensino militar.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, assistiu ao desfile e não só recebeu como saudou os alunos em continência. Assis destacou o ensino das escolas Tiradentes citando como exemplo o desempenho dos alunos em exames oficiais como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Ao final os estudantes desfilaram em continência ao comandante-geral, coronel Assis (Foto: Sd Rodrigues)

No Ideb 2017, o último divulgado pelo Governo Federal, as unidades militares de Juara, Nova Mutum e Sorriso alcançaram 6.5 pontos e, a de Cuiabá 5.9, a melhor nota alcançada entre todas as unidades da rede pública.  

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Assis disse que as ações da PM vão além de trabalhar no controle dos índices criminais, da prevenção e repressão da violência. “Com nossas escolas militares e diversos projetos sociais contribuímos para a formação de cidadãos de bem, homens e mulheres que respeitam o próximo e exercem o patriotismo”, completou.

Pai de duas alunos do Tiradentes de Rondonópolis, o caminhoneiro Antônio Marcos Vasconcelos estava orgulhoso. Primeiro pela aprovação das duas filhas, Débora Vitória e Sara Vitória (15 e 13 anos), no concorrido processo seletivo de ingresso. Depois, pela adaptação e empenho das filhas na nova escola. Por viajar muito, passar semanas longe de casa, Vasconcelos acredita que em ausência a disciplina e qualidade do ensino da escola militar vão ajudar a esposa na formação das filhas.

Apesar da pouca idade, os estudantes e amigos Gustavo Leônidas Esplendo de Moraes (13) e Vinícius Patrick Brites Carvalho (14) se dizem convictos sobre a profissão que vão seguir. “Policial militar, oficial”, responderam juntos. Eles disseram que não queriam estudar em escola militar, mas aceitaram o pedido dos pais para que fizerem o processo seletivo.

Os alunos Esplendo e Carvalho, juntos com o tenente-coronel Cândido, comandante da Força Tática, querem ser oficiais(foto: Sd Rodrigues)

“Meu pai me inscreveu, eu aceitei e gostei tanto que agora decidi ser militar”, completa Esplendo. Ele e o amigo Carvalho já pesquisaram sobre a carreira e já sabem que, no caso de Mato Grosso, para concorrer a vaga em concurso é necessário fazer faculdade de Direito.

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O evento, prestigiado por autoridades e centenas de moradores, também homenageou autoridades e pessoas que contribuíram com a escola e a Educação em Rondonópolis. Entre os homenageados estava a senhora Amália Pereira de Oliveira, viúva do oficial que deu nome à escola, o major Ernestino Veríssimo da Silva, conhecido na região pela sua atuação operacional, os projetos sociais que criou e manteve e pelos livros que escreveu.

Escola Nova

A Tiradentes Major Ernestino Veríssimo da Silva é uma unidade da rede estadual de ensino que funciona sob a gestão da Polícia Militar e está vinculada à Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa(Deip) da PMMT e à Secretaria Estadual de Educação. Tem em seus quadros professores civis cedidos pela Seduc e militares do quadro da Polícia Militar.

Foi criada em março de 2018 (decreto 1403) e começou a funcionar em julho deste ano. Tem 270 alunos com idade entre 11 e 14 anos divididos em 9 turmas do 7º ao 9º ano do ensino fundamental. A escola tem como diretor o tenente-coronel da PMMT Marcos Antônio da Silva.  

Fonte: GOV MT
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