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Comer fora de casa: dicas para escolher as opções mais saudáveis

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Minha Saúde

Comer fora de casa é uma delícia e um ótimo programa social. Comer fora de casa de maneira saudável é melhor ainda. Seja por prazer ou necessidade, é importante ficar de olho no que se está consumindo. Para isso, preparamos algumas dicas que vão ajudar a escolher as opções mais saudáveis e ter uma refeição equilibrada em restaurantes.

Olhe o cardápio antes de chegar ao restaurante

Hoje em dia, encontrar alimentos saudáveis facilmente nos restaurantes. Porém, é preciso saber fazer boas escolhas. E isso começa antes mesmo de chegar ao restaurante. O ideal é que sempre avaliar os menus online dos locais, para assim saber qual oferece mais opções nutritivas e saudáveis.

Dessa forma, é possível já ir para o restaurante sabendo o que vai pedir. Além disso, as escolhas devem ser feitas considerando as demais refeições ao longo do dia. Se comeu bastante no almoço, pode escolher algo mais leve no jantar.

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Coma devagar

Outra dica é lembrar sempre de comer devagar. Nosso cérebro demora cerca de 20 minutos para receber a mensagem de que o estômago não está mais com fome. Por isso, comemos menos quando comemos devagar.

Faça do programa uma atividade física

Um bom começo é optar por um restaurante que seja possível ir a pé. Assim, é possível fazer uma atividade antes e depois da refeição. Além de evitar dificuldades com transito e estacionamento, um passeio rápido ajuda a digestão.

Comer fora de casa de maneira saudável exige equilíbrio

Tente escolher pratos na quantidade adequada e com ingredientes equilibrados. Para isso, inclua todos os diferentes grupos de alimentos, como proteína magra, laticínios com baixo teor de gordura, frutas, legumes e grãos integrais.

Para completar sanduíches, escolha opções vegetarianas, incluindo alface, tomate, abacate e cebola. Além disso, se estiver usando condimentos, escolha ketchup, mostarda, molho ou salsa. Complete a sua refeição pedindo acompanhamentos saudáveis. Algumas opções são salada, batata cozida ou frutas. Você pode ainda aumentar o valor nutricional de sua batata cozida acrescentando legumes, salsa ou pimentão.

Acrescente itens, ao invés de retirar

Ao invés de se concentrar no que você deve evitar, pense em quais alimentos gostosos e saudáveis você pode acrescentar. Por isso, procure por pães integrais, massas e acompanhamentos. Opte por alimentos com gorduras saudáveis, como azeite, abacate, nozes e sementes. Além disso, não se esqueça de pedir muitas frutas e legumes. É importante também escolher carnes magras, como peru, frango ou peixe.

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Não vá ao restaurante com tanta fome

Se você chegar no restaurante morrendo de fome, vai acabar comendo muitas coisas desnecessárias antes mesmo do prato principal chegar. Se você está faminto antes de sair, coma um pequeno lanche, como um pedaço de fruta. Ou, no restaurante, peça algo leve como entrada, como uma sopa ou salada.

Observe a descrição dos pratos

A maneira como um prato é descrito em um menu pode lhe dar pistas de como ele está preparado. Procure palavras que incluam “grelhado” ou “cozido no vapor”, o que significa que a comida é cozida com menos gordura. Evite pratos que sejam fritos, empanados e com molhos gordurosos.

Faça perguntas sempre que necessário

Não tenha vergonha de solicitar informações sobre sua refeição. Pergunte sempre se é possível fazer substituições saudáveis, como trocar a batata frita por salada. Você também pode pedir que os itens sejam preparados com menos óleo ou queijo, pedir ao garçom para tirar a cesta de pão e servir salada com molho ao lado.

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Há ainda a possibilidade de pedir por pratos vegetarianos ou perguntar se o frango pode ser grelhado, ao invés de frito. Tenha em mente que a maioria dos restaurantes não se incomodará em atender seus pedidos.

Sendo assim, se você gosta de comer fora, não pense que você tem que parar se estiver em busca de uma vida saudável. Com algumas preparações e substituições, é possível pedir refeições que sejam tão nutritivas quanto as que você prepara em casa.

As dicas são da Academia de Nutrição e Dietética dos EUA .

Fonte: IG Saúde
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Transtorno bipolar e depressão podem ser causados por poluição do ar, diz estudo

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Além de causar problemas respiratórios, a poluição do ar também pode estar ligada ao aumento de doenças mentais como depressão e esquizofrenia, segundo um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, divulgado nesta terça-feira.

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poluição do ar causa diversos problemas ao ser humano

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Dados de pacientes dos Estados Unidos e da Dinamarca serviram de base para os estudos sobre a poluição do ar do professor Andrey Rzhetsky. No país americano, foram colhidas informações pessoais de 11 anos de seguro de saúde de 151 milhões de pessoas que registravam transtorno bipolar, depressão maior, transtorno de personalidade e esquizofrenia.

O cruzamento de informações de pacientes americanos com os dados de qualidade do ar, da água e da terra da Agência de Proteção Ambiental, mostrou um aumento de 27% do diagnostico de pessoas portadoras de transtorno bipolar e 6% no aumento da depressão .

O mesmo estudo foi replicado na Dinamarca e, ao contrário dos Estados Unidos, os dinamarqueses não analisaram dados regionais, mas dados de um indivíduo exposto à poluição do ar durante a infância. O confrontamento de dados deu o mesmo resultado do estudo americano.

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Antes do levantamento de dados da Universidade de Chicago, os cientistas já conheciam alguns efeitos da poluição do ar . “Pesquisas com cães e roedores mostram que a poluição ambiental pode entrar no cérebro e causar inflamação, o que resulta em sintomas semelhantes à depressão. É muito possível que a mesma coisa aconteça em humanos”, disse o professor Rzhetsky à Thomson Reuters Foundation.

Fonte: IG Saúde
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Como ajudar alguém que sofre de depressão?

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Minha Saúde

Depressão é uma doença séria e que demanda atenção. Estima-se que 2 milhões de brasileiros sofram com esse mal por ano. Assim, a depressão requer atenção e apoio de pessoas próximas. Portanto, o primeiro passo para ajudar uma pessoa em depressão é se informar sobre a doença, seus riscos e sintomas. Assim, será mais fácil perceber quando a pessoa não está bem.

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A depressão, doença que afeta dois milhões de brasileiros por ano, requer atenção e apoio de pessoas próximas

A primeira recomendação é que a pessoa seja acolhedora. Além disso, é fundamental falar sobre o assunto. Se a depressão for tratada como tabu, a pessoa que sofre da doença tende a se isolar. Portanto, não se deve fingir que ela não existe.

A pessoa que precisa de apoio também deve se sentir segura e acolhida para desabafar . Às vezes, conversar e tomar um café juntos já é suficiente para fazê-la se sentir melhor. Por isso, a dica para quem deseja ajudar é: ouça sem julgar. Tenha o cuidado de evitar frases que menosprezem seus sentimentos, como “tem gente com problema pior” ou “bem que eu te avisei”.

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De acordo com o médico Drauzio Varella, em determinados casos, é necessário conduzir mecanismos de ajuda. Sendo assim, marque uma consulta, acompanhe a pessoa ao psiquiatra e estimule-a a seguir as orientações do médico e tomar medicamentos se necessário.

Quais são as causas da depressão?

As causas possíveis incluem uma combinação de origens biológicas, psicológicas e sociais de angústia. Cada vez mais, as pesquisas sugerem que esses fatores podem causar mudanças na função cerebral, incluindo alteração na atividade de determinados circuitos neuronais no cérebro.

A sensação persistente de tristeza ou perda de interesse que caracteriza a depressão pode levar a uma variedade de sintomas físicos e comportamentais. Estes podem incluir alterações no sono, apetite, nível de energia, concentração, comportamento diário ou autoestima. A depressão também pode ser associada a pensamentos suicidas.

A base do tratamento geralmente inclui medicamentos, psicoterapia ou uma combinação dos dois. Cada vez mais, as pesquisas sugerem que esses tratamentos podem normalizar alterações cerebrais associadas à depressão.

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Portanto, ajudar alguém em depressão é fundamental para que essa pessoa saia dessa condição ou ao menos alivie os seus sintomas.

Fonte: IG Saúde
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Leite de vaca pode causar câncer ou feminizar homens? Nutricionista responde

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Na manhã desta segunda-feira (19) uma polêmica tomou o perfil oficial de Dr. Robert Rey, cirurgião e apresentador de televisão. Ele postou uma imagem com a seguinte frase. “Leite é um veneno! Feminiza homens e causa câncer de mama”.

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Thinkstock/Getty Images

Leite de vaca, em excesso, pode fazer mal a saúde

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A publicação sobre o consumo de leite teve quase duas mil curtidas, 500 compartilhamentos e diversos comentários. No geral as pessoas concordaram com a afirmação de Dr. Rey e o iG Saúde foi atrás de uma nutricionista para saber se as afirmações do cirurgião são verídicas ou não.

De acordo com Gabriela Cilla, nutricionista da Nutricilla, é importante entender as propriedades do leite para, depois, contextualizar com as afirmações de Dr. Rey.

“Nós [seres humanos] somos os únicos animais mamíferos que saímos da ‘teta’ da mãe e vamos para a ‘teta’ da vaca. É o único animal mamífero que, pós-adulto, ainda continua consumindo uma fonte de leite. As pessoas se perguntam por que temos tanta intolerância alimentar e é por que o leite é de vaca, ele não é um leite voltado para a digestão humana”, explica a médica.

Gabriela cita que a superprodução está potencializando os fatores de inflamação no alimento e prejudicando diretamente a nossa saúde.

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“A vaca que ontem era de uma fazenda e alimentava 4 ou 5 pessoas, hoje tem que ficar enclausurada e render mais de 20/30 litros de leite por dia, causando pus na teta, inflamação e estresse na vaca e que a gente obviamente acaba consumindo por questão hormonal”, comenta.

E é nesse ciclo que as complicações são geradas. “A questão do câncer de mama [citada por Dr. Rey] não é sobre o câncer em si. A gente tem interleucina6, é uma interleucina que nós temos que, se cutucada todos os dias, pode vir a desenvolver uma doença maligna, mas não é só relacionada ao leite, exclusivamente”.

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“Ele [leite] é um alimento mucogênico e, todo alimento que é mucogênico, prolifera a flora intestinal. Então se a pessoa tem uma predisposição a isso, em mulher pode causa candidíase, piorar sinusite, rinite e etc. e nos homens pode dar aumento de mama (ginecomastia), pela questão da proteína, mas não é o alimento em si que causa tudo isso, é o quanto dele que se consome”, alerta Gabriela. Inclusive ela afirma que o leite de soja possui isoflavona e também pode aumentar a mama em homens.

A nutricionista frisou muito que o consumo errado e excessivo do leite de vaca pode causar problemas à saúde. Assim como vários outros alimentos em excesso. “A intolerância é também pelo uso indevido dos alimentos. O processo inflamatório não é por causa do alimento em si, mas do super uso”.

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Como consumir leite de maneira saudável?

Para Gabriela Cilla é possível consumir o leite de forma saudável e sem ‘grilos’. A dica mais importante é o consumo consciente e sem exageros, optar por fontes de laticínios ao invés do leite e ter ‘rotatividade’ nos tipos com o leite de castanha, leite de arroz, leite de aveia ou leite de soja.

Porém, é de suma importância que qualquer mudança na alimentação seja acompanhada por um especialista. “Buscar uma orientação nutricional para saber até aonde é importante a gente tirar ou colocar, em que momento do dia é possível tirar ou colocar, quais fontes são necessárias ou não, para que a pessoa busque um equilíbrio. A palavra chave é essa, equilíbrio”, finaliza.

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Portanto, não acredite em qualquer frase postada nas redes sociais. Evite o “terrorismo nutricional” e procure uma orientação médica apropriada. Beber leite não faz mal a saúde, beber leite em excesso pode sim render alguns problemas. Como a própria nutricionista disse, é preciso equilíbrio.

Fonte: IG Saúde
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