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Comunidade de Jangada apoia instalação de escola militar

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Silvio Fávero (PSL), autor da Lei Nº 10.922/2019, que facilita a implantação e criação da Escola Cívico-Militar, em Mato Grosso, esteve no município de Jangada nesta segunda-feira (18), para falar sobre os benefícios da unidade escolar. Unidade de ensino, que segundo Fávero deve ser implantada em médio prazo, já que o estado ao sancionar a norma, mostrou interesse pela sua efetivação. A lei foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 12 de julho deste ano.

Convém destacar, que em Mato Grosso, como em todo o Brasil, as escolas militares têm apresentado as melhores notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), sob a competência do Ministério da Educação. “O exemplo é claro. Mas, não é só isso. A escola militar está focada na hierarquia, na disciplina, no amor a família e a pátria e, nada melhor que um conceito como este, que defendemos e, que vem justamente combater, principalmente o acesso às drogas e o comportamento libertino que tem rondado nossas crianças e jovens”, alertou Fávero.

Para o presidente do Grêmio Recreativo e Esportivo de Jangada, sargento Samuel Figueiredo, implantar uma escola militar em Jangada, significa pensar no futuro de crianças e adolescentes do município. Samuel é, também, um dos coordenadores e idealizadores do Projeto PM Mirim iniciativa voluntária, sem fins lucrativos, criado há com o intuito de resgatar princípios e valores de crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade social.

“Hoje cuidamos desse projeto que é um pequeno exemplo do que é a escola militar. Nosso foco é o resgate de valores, a hierarquia e muitos outros benefícios, como o amor a família e o civismo. O Projeto tem dado certo, porém, ele tem um limite de idade e a escola militar com certeza irá contribuir e muito para a continuidade dessa proposta que nasceu aqui em Jangada no ano passado e que tem trazido resultados positivos às famílias e a população de um modo geral. O deputado Silvio está no caminho certo e tem todo o nosso apoio”, ressaltou Samuel.

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Presente também à palestra, o vereador Flávio Rondon alegou que Jangada é um município com baixa arrecadação financeira e passa por muitas dificuldades, principalmente na educação. Ele declarou apoio à implantação e se colocou a disposição para que a norma seja efetivada na cidade. “Nessa sexta-feira, durante sessão, irei reforçar tudo o que disse aqui (na palestra) e falar do meu compromisso em ajudar no que for necessário para que Jangada também seja contemplada”, destacou o vereador.

Diretora da Escola Damião Mamedes do Nascimento, zona rural de Jangada, a professora Mediane Aparecida Nunes também declarou apoio à escola cívico-militar. “Nossas crianças merecem e precisam focar no futuro. Não podem ser limitadas e a proposta é interessante, é atrativa. Temos a PM Mirim que é semelhante e tenho certeza que essas crianças não pensam em abandonar o projeto e tem o apoio irrestrito dos pais. Só isso é suficiente para querermos mais para os nossos alunos”, avaliou Mediane.

Dúvidas sobre o funcionamento da escola militar também foram debatidas na ocasião. Para a diretora da escola Estevão de Figueiredo, Valdira Abreu, a palestra foi muito importante, tendo em vista que sanou muitos questionamentos até então, sem respostas. “Até então, muitos aqui da escola tinham outra opinião a respeito, mas por desconhecer algumas informações. Achávamos, por exemplo, que o professor iria perder o emprego. O que for bom para os nossos alunos e professores, nós apoiaremos, com certeza”, observou.

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Janaína Quintino é mãe do pequeno Guilherme (PM Mirim) e apoia a implantação da escola militar. “Apoio com toda certeza. Sou prova do quanto isso é valoroso para os nossos filhos. Tenho visto resultados no Guilherme e isso é o suficiente para ver o quanto Jangada ganhará com mais uma escola aqui, especialmente por ser uma escola militar que acolherá todas as classes sociais, sem distinção. Nossa família participa do passo a passo do Guilherme e é maravilhoso ver a evolução nele. E o deputado, que nem conhecia, está de parabéns pela inciativa. Só tenho a agradecer por olhar pela nossa cidade”, ressaltou Janaína.

Participaram também da palestra, a professora e vice-prefeita de Jangada, Cleusa Cunha da Silva, comerciantes locais, alunos do Projeto PM Mirim, pais dos alunos, professores e a comunidade em geral.

Sinop – No dia 28 de novembro, o deputado Silvio Fávero participará de uma audiência pública, na Câmara Municipal de Sinop, para debater a implantação de uma escola cívico-militar na "Capital do Nortão".

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Indicações pedem melhorias para a educação e para a área social em municípios no interior

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado Estadual, Paulo Araújo (PP) indicou (Indicação n° 5704/19) ao governo do estado a necessidade da implantação de uma escola militar no município de Tangará da Serra (distante 245 km de Cuiabá). A demanda foi trazida pelo vereador do município Wilson Verta (PSDB).

O objetivo é levar à escola do município o mesmo padrão de ensino adotado nos colégios militares do Exército, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, cujo modelo educacional prevê a gestão compartilhada entre educadores e militares.

Em outra indicação n° 5705/19 ao Poder Executivo e à Secretaria de Estado da Educação, o parlametnar apresentou a necessidade de implantação de duas turmas do Curso Agroecológico do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional (EMIEP), destinado aos alunos de duas comunidades indígenas. Uma turma seria na Escola Municipal Nambikuara e a outra turma para a Escola Indígena Vale do Guaporé, ambas localizadas na cidade de Comodoro (distante 643 km de Cuiabá).

Centro de Convivência – Paulo Araújo também reivindicou (Indicação n° 5634/19) à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, a necessidade de viabilizar a construção do Centro de Convivência do Idoso, na zona leste do município de Sorriso (distante 397 km de Cuiabá).

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“A demanda que foi apresentada pelo vereador da cidade, Toco Baggio (PSDB), se faz necessária, tendo em vista que Sorriso possui um grande número de idosos que gostariam de participar dos programas e atividades realizadas através do Centro de Convivência do Idoso, o que contribuirá no processo do envelhecimento saudável e no desenvolvimento da autonomia e de sociabilidade no convívio comunitário”, disse Paulo Araújo.

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Deputado cobra acesso a denúncia apresentada pelo prefeito de Cuiabá à ALMT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Na sessão ordinária de quarta-feira (4), o deputado estadual Ulysses Moraes (DC) tornou a requerer o teor da denúncia entregue nesta semana pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), ao presidente da AL, Eduardo Botelho (DEM). A vice-presidente Janaina Riva (MDB) participou da reunião onde foi entregue o documento que acusa o governador Mauro Mendes (DEM) de utilizar a máquina pública para prejudicá-lo.

Conforme esclarecido pelo próprio presidente da ALMT, as denúncias serão investigadas com cautela para que possam ser esclarecidas em Plenário. Ulysses solicitou que as informações fossem divulgadas e diz que há outros acontecimentos que vêm sendo disseminados pela imprensa e por isso os documentos devem ser compartilhados.

“Nesta semana, uma notícia foi amplamente divulgada, onde haveria suspeitas de que o prefeito estaria comprando votos dos vereadores para a cassação do vereador Abílio Brunini. Em seguida, o mesmo prefeito, protocola uma denúncia, afirmando que o governador Mauro Mendes estaria utilizando a Delegacia Especializada em Crimes Fazendários Contra a Administração Pública [Defaz] para perseguição política pessoal. Posteriormente, a presidente do Sindicato dos Delegados faz uma nota de repúdio citando a transferência dos delegados da Defaz, removidos de seus postos”, relata Ulysses.

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“Presidente Eduardo Botelho, se todas essas informações veiculadas na mídia forem verdades, é caso de prisão do prefeito e impeachment do governador. É de extrema gravidade todas essas informações. É crime de improbidade administrativa. Reitero meu requerimento para que sejam disponibilizados os documentos protocolados pelo prefeito nesta Casa para que possamos tomar conhecimento”.

Entenda o caso – No último dia 26 de novembro, uma testemunha disse ter presenciado uma articulação para compra de votos entre os membros do Legislativo municipal para cassar o mandato do vereador Abílio Brunini. O fato teria ocorrido na residência do vereador Juca do Guaraná, com a presença do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

Em 1º de dezembro, a Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Maria Alice Barros Martins Amorim, afirmou que a remoção dos delegados Anderson Veiga e Lindomar Tofoli que atuavam na Defaz se deu por ato administrativo “Sem razões fáticas e fundamento legal” (SIC).

No outro dia, o prefeito Emanuel Pinheiro, protocolou na ALMT uma denúncia contra a Polícia Civil e a Defaz, por suposto uso ilegal da máquina pública para prejudicar sua gestão frente ao Executivo municipal, afirmando que foi pressionado pelos delegados da Defaz a dar esclarecimentos pela suposta compra de votos pelo valor de R$ 50,00.

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Audiência pública discute revalidação de diplomas emitidos no exterior

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou audiência pública, na tarde desta quinta-feira (5), para debater a revalidação e reconhecimento de diplomas expedidos por universidades estrangeiras. Estiveram presentes representantes da Unemat, OAB-MT, Defensoria Pública, além de pessoas interessadas no tema.

O debate foi aberto com a palestra do diretor acadêmico da Universidad del Sol (Paraguai) Deyvison Bandeira de Moura. Ele apresentou as normas que tratam da revalidação (no caso de curso de graduação) e reconhecimento (no caso de cursos de pós-graduação) de diplomas obtidos fora do Brasil. “Temos uma história de resoluções que disciplinam o processo e que as universidades e faculdades não publicizam e os setores que devem revalidar também não tornam públicas as informações. Isso é uma falha”, critica o especialista em educação.

Deyvison Bandeira de Moura ainda destacou que a revalidação e reconhecimento de diplomas são serviços públicos. “Todo trabalho deve ser objetivo e em caráter administrativo. Não podem atuar particulares recebendo valores para representar estudantes sob o argumento de facilitação no processo de revalidação”, completa. Ele explica ainda que na maioria dos casos, a verificação é apenas sobre a autenticidade dos documentos.

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A servidora da Secretaria Estadual de Educação, Elizabeth Almeida, tenta há meses fazer o reconhecimento do curso de doutorado feito na Espanha e relata dificuldades no processo, porque a universidade em que concluiu a pós-graduação no exterior e a universidade que faz o reconhecimento no Brasil usam modelos diferentes para documentos como o histórico escolar.

Já para formados no exterior em áreas como a medicina, a revalidação também inclui um exame sobre a qualidade da educação recebida e sobre a aptidão desse profissional em atuar no Brasil. A maneira mais rápida para revalidar um diploma de medicina é a prova do Revalida. Porém, a médica formada na Bolívia Fabíola Jacob reclama que o teste não foi promovido nos últimos anos. “A gente quer o nosso direito de exercer a profissão, eu fiz o curso, passei nas minhas provas”, frisou Fabíola Jacob.

Ela ainda criticou pontos da reformulação da prova, feita recentemente pelo Congresso Nacional. A médica pontuou que o candidato fará a prova de conhecimentos primeiro e apenas depois é feita análise dos documentos. Fabíola Jacob acredita que seria melhor se as etapas fossem invertidas. Apesar de haver alternativas para a revalidação do diploma na área, ela cita que os custos e o tempo são maiores.

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O pró-reitor de ensino de graduação da Unemat, Alexandre Gonçalves Porto, contou que a instituição tem desde 2004 uma resolução para atender a legislação e fazer processos de revalidação. Já os processos de reconhecimento de diplomas de pós-graduação devem ser iniciados apenas no próximo ano.

Para o requerente da discussão, deputado estadual Faissal Calil (PV), o debate é importante porque o estado tem um déficit de profissionais na área da saúde e da educação. “Muitos de nossos filhos estão indo estudar tanto na Bolívia, como no Paraguai. Temos de revalidar no nosso país esse estudo feito no exterior”, afirmou o parlamentar.

                                                                                                                

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