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Denúncia de tráfico termina em apreensão de pescado em Barra do Garças

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Policiais militares do 2º batalhão em Barra do Garças (509 km de Cuiabá) fizeram na tarde de quinta-feira (7/11), a apreensão de dois peixes, os quais estavam  escondidos em um veículo Grand Siena.

Conforme o boletim de ocorrência, a princípio, a guarnição do bairro Santo Antônio teria sido acionada com a denúncia que, o veículo estaria recheado de entorpecentes.

Imediatamente, os Pm´s se deslocaram para a área central, onde se depararam com o veículo, que era conduzido por C.O.D de 40 anos. Em revista, os militares localizaram no interior do carro, dois exemplares da espécie piraíba, conhecida também na região, como “filhote”.

As piraíbas que tem a sua pesca proibida há pelo menos seis anos, devido ao risco de extinção, foram apreendidas e pesadas somaram, cerca de 20.3 kg.

Fiscais da SEMA foram acionados e fizeram todos os procedimentos administrativos, com relação ao caso.

O pescado ficou em posse dos ficais, para futuras doações, já o condutor do veículo foi detido e encaminhado para a delegacia de polícia.

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Brachyplathystoma filamentosum

Conhecido popularmente como piraíba, piratinga e piranambu (os exemplares jovens da espécie são conhecidos como filhote), é um peixe de água doce da região amazônica da América do Sul. Pode atingir até 2,50 metros de comprimento e 300 quilogramas de peso. Tem ocorrência nas bacias do Araguaia e do Amazonas. É de grande importância comercial, possuindo carne muito apreciada na culinária brasileira. É considerado segundo maior peixe de água doce brasileiro, depois do pirarucu, sendo da família dos grandes bagres. É carnívoro e habita o fundo dos canais dos rios.

Resultado de imagem para Brachyplathystoma filamentosum;

Fonte: Araguaia Notícias

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Seduc lança edital para atribuição de profissionais em unidades especializadas

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) publicou no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso desta terça-feira (19.11) o edital que estabelece critérios e procedimentos complementares para atribuição de classes/aulas e jornada de trabalho dos profissionais da educação básica em unidades especializadas da rede estadual de ensino no ano letivo de 2020.

São consideradas especializadas as unidades de atendimento da Educação Infantil (Creche Escola Estadual Nasla Joaquim Aschar e Creche Escola Estadual Maria Eunice Duarte de Barros, localizadas no município de Cuiabá); Sistema Socioeducativo; Sistema Penitenciário (Escola Estadual Nova Chance); Educação em Tempo Integral (Escolas Plenas); Educação do Campo com alternância em Tempo Integral e Internato (Escola Estadual Terra Nova, no município de Terra Nova do Norte, e Escola Estadual Jaraguá, no município de Água Boa); Classes Hospitalares e em Ambiente Hospitalar; e Atendimento aos Imigrantes.

Confira o edital aqui, página 22

Fonte: GOV MT
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Alunos e professores apostam em limpeza para conscientizar comunidade escolar

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Alunos da Escola Estadual Ernany Mauricio Baracat de Arruda, de Várzea Grande, realizaram uma “operação de limpeza”, na Lagoa do Jacaré, localizado no bairro Cristo Rei. Foram retirados inúmeros sacos de lixo, num trabalho de conscientização coordenado pela professora de Biologia Noelma Cristina Freitas.

Os alunos mostraram aos moradores próximos da lagoa a importância de preservar o local, que antigamente era área de lazer e agora virou um depósito de lixo. O mutirão ocorreu no sábado (16.11).

Noelma Cristina explica que a escola desenvolve um projeto de educação ambiental ao trabalhar com os alunos a importância de cuidar do ambiente no qual estão inseridos. A partir da informação dos próprios alunos, a escola trabalhou o projeto, realizando a ação em prol da limpeza da lagoa.

Durante a limpeza, alguns alunos ficaram encarregados de apresentar aos moradores, músicas e declamação de poemas, chamando a atenção para que todos abracem a lagoa se preocupando com a conservação depois de limpa. Outro objetivo da ação é chamar a atenção dos órgãos públicos para a revitalização do local.

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Os alunos não mediram esforços para fazer um trabalho elogiado por todos. Para o estudante Alisson de Oliveira Barros, é necessária a revitalização da lagoa, pois com a limpeza, é preciso criar consciência dos moradores. “Não adianta limpar e depois jogar lixo novamente. Existe lixo reciclável e lixo que não é biodegradável”, assinala.  

O colega dele, Eduardo Maia, tem o mesmo entendimento, pois acredita que é preciso a participação de todos para não deixar a lagoa cheia de lixo novamente. “Nossos avós tomavam banho lá, mas de lá para cá, a situação só piorou. Isso não pode continuar”, frisa.

Quem também participou da limpeza e saiu satisfeito é o aluno Mateus Pereira dos Santos. Para ele, muito mais do que a retirada do lixo, trata-se de um trabalho de conscientização. “É um momento importante para a região, pois os próprios moradores foram beneficiados. “Um momento importante, com certeza”.

“O que já foi uma área de lazer hoje se transformou num depósito de lixo, de esgoto, um monte de mau-cheiro. No período da chuva, vem a inundação que invadem as casas próximas. Por isso, resolvemos fazer a ação que teve a participação do toda a escola. Todos abraçaram a causal”, comemora a professora Noelma.

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O diretor Valter Benedito da Silva destaca que foi uma aula proveitosa e os alunos tiveram um excelente aprendizado. “Tão bom que a repercussão na escola foi a melhor possível e que chegou aos lares de nossos alunos”.  

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso mantém taxa de desmatamento controlada

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Os dados de desmatamento divulgados pelo instituto Nacional de Pesquisas (Inpe) nesta segunda-feira (18.11) garantem que Mato Grosso receba mais um desembolso por meio do Programa REM Mato Grosso. O Estado ratificou os compromissos ambientais firmados internacionalmente, mantendo as taxas de desmatamento abaixo do gatilho de performance de 1.788 km². De acordo com a taxa Prodes divulgada, Mato Grosso atingiu 1.685 km².

Pela notoriedade na redução do desmatamento, Mato Grosso se credenciou para recebimento dos recursos do Programa REM, projeto internacional financiado pelos governos da Alemanha e do Reino Unido que premia as jurisdições pioneiras na Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de 2004 a 2018 o Estado acumula redução de 87% no desmatamento da Amazônia.

“A atual gestão atua fortemente no combate ao desmatamento por meio combinação de esforços para fazer frente ao desmatamento, de políticas públicas para o fortalecimento das ações de comando, controle, responsabilização, investimento em tecnologia e valorização da floresta em pé, por meio do programa REM (REDD+ para pioneiros) e do Instituto Produzir, Conservar e Incluir”, explica o secretário Adjunto executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Alex Marega.

O gestor reforça que a expectativa é reduzir drasticamente as taxas de desmatamento com o investimento em novas tecnologias como a Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal por meio da constelação de satélites Planet. “Mato Grosso sempre trabalhou muito para manter os índices sobre controle e a nossa expectativa agora é que a tecnologia nos auxilie a evitar o desmatamento, reduzindo drasticamente os índices”, projeta.

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A taxa divulgada pelo Inpe nesta segunda é preliminar e ainda passará por revisões e auditagens. Assim como ocorreu em novembro de 2018, a taxa publicada preliminarmente apontou desmatamento de 1.749 km², sendo que após revisão foi consolidada em abril deste ano em 1.490km². Dessa forma, a Secretaria projeta que que mais uma vez a taxa será mantida ao redor dos 1500 km²

Comando e Controle

A Sema aplicou até julho mais de R$ 380 milhões em multas em uma área total embargada de mais de 70 mil hectares. Desde a deflagração, em agosto, da Ação Integrada de Combate ao desmatamento e queimadas na Amazônia, os órgãos de controle identifificou mais de 71 mil hectares a serem autuados em uma estimativa de multa de mais de 270 milhões. A projeção é que este ano sejam aplicados mais de R$ 700 milhões em autos de infração por crimes contra a flora, mais que o dobro dos autos lavrados em 2018

Tais resultados se devem ao monitoramento diário da cobertura vegetal do Estado por meio da Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal que utiliza a constelação de satélites Planet. O Estado é beneficiário da ferramenta adquirida pelo Programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), com recursos da Alemanha e Reino Unido.

Os alertas permitem detectar desmates de até um hectare e acompanhar a alteração da cobertura vegetal de forma rápida. Com o monitoramento diário será possível que a Sema haja de forma preventiva, identificando rapidamente os desmatamentos que estão se iniciando e atuando de forma imediata no seu combate. A recém-criada Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento está finalizando os ajustes nos procedimentos e no fluxo das rotinas trabalho para viabilizar a notificação imediata dos infratores e aumentar a eficácia das ações fiscalizatórias.

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Floresta em pé

Além das ações de comando e controle, também está em andamento na Sema a regularização ambiental dos assentamentos rurais, por meio da implantação de um módulo específico para a realidade dessas propriedades no sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar). Em relação à regularização fundiária, o Governo de Mato Grosso obteve junto ao Fundo Amazônia/BNDES mais de R$ 72 milhões para investimento no programa Terra a Limpo que irá modernizar a gestão fundiária no estado e contribuir para a regularização fundiária de glebas públicas e assentamentos.

Outra frente de atuação para conter o desmatamento é o desenvolvimento de estratégias integradas para o Desenvolvimento Rural de Baixa Emissão (DBRE). Essas iniciativas estão todas elencadas dentro da Estratégia Produzir, Conservar e Incluir (PCI), lançada na COP 21 em Paris, que inclui 21 metas claras para aliar produção com conservação ambiental e inclusão social. Os marcos foram desenvolvidos por meio de processos participativos que incluíram atores de setores públicos, privados e sem fins lucrativos e buscam o desmatamento líquido zero em todo o estado e zerar emissões líquidas de carbono florestal até 2030, mantendo aproximadamente seis gigatoneladas de CO2 fora da atmosfera, além de manter no mínimo 60% da cobertura vegetal nativa.

Fonte: GOV MT
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