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Economia

Economia desacelera e prévia do PIB aponta queda de 0,68% no primeiro trimestre

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Jair Bolsonaro, presidente da República, atendendo a imprensa
Carolina Antunes/PR

Economia desacalera em 2019 e prévia do PIB do BC aponta queda de 0,84% no 1º trimestre

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que funciona como uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,68% no primeiro trimestre. O número reforça a avaliação de analistas de que a economia brasileira perdeu fôlego ao longo do ano e vai crescer menos em 2019.

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Instituições abordadas pelo Boletim Focus, relatório semanal do BC que faz estimativas sobre a economia brasileira, já revisaram para baixo o crescimento do PIB para este ano em 11 semanas consecutivas . Nesta terça-feira (14), o ministro da Economia, Paulo Guedes admitiu, pela primeira vez, que a expansão econômica ficará em torno de 1,5%. O governo trabalhava com índice superior a 2% no ano. 

Segundo o IBC-BR, a atividade econômica recuou 0,28% em março, enquanto analistas estimavam queda de 0,2% no mês. Os principais setores, indústria e serviços, apresentaram queda no mês, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o Banco Central a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic . O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da economia do País. O indicador oficial é o PIB, calculado pelo IBGE, que será divulgado posteriormente, podendo revelar recessão técnica no Brasil entre o quarto trimestre de 2018 e o primeiro trimestre deste ano. A denominação passa por dois trimestres seguidos de retração da economia.

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Paulo Guedes reiterou que, para crescer, é preciso aprovar as reformas, especialmente a da Previdência, que, segundo ele, trará sustentabilidade fiscal ao País. Projeções do governo e do mercado financeiro parecem alinhadas no quinto mês do ano, indicando pessimismo em relação ao crescimento da economia, já que as expectativas foram de cerca de 2,5% a apenas 1,5% do PIB .

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Fonte: IG Economia
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Economia

Onyx diz que reforma da Previdência será aprovada no início de junho

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Nova Previdência - campanha
Marcos Corrêa/PR

Onyx Lorenzoni acredita que a reforma da Previdência será aprovada no início de junho


O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira acreditar que a reforma da Previdência será aprovada no início de junho – ou seja, daqui a cerca de três semanas. Ele não deixou claro, no entanto, se estava se referindo apenas à aprovação na Comissão Especial ou à votação em plenário, onde o governo precisa conseguir 308 votos.

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“A  reforma da Previdência vai ser aprovada agora no início de junho. Sabe por que? Porque os homens e mulheres, as mulheres e os homens, que estão no parlamento brasileiro sabem que ela é fundamental para o presente e futuro do país que todos nós amamos”, disse Onyx, durante lançamento da segunda fase da campanha publicitária sobre a reforma.

Em meio a uma crise na articulação política, o ministro buscou acenar a parlamentares. Desde que a reforma chegou ao Congresso , o governo tem tido dificuldades para dialogar com o Congresso. Na sexta-feira, o presidente da Comissão Especial da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), disse que o colegiado prepara uma versão alternativa da proposta e afirmou que o governo atrapalha o trabalho do parlamento.

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“Temos diferenças ideológicas? Sim. Temos diferenças de concepção de países? Também. Temos diferenças de concepção de governabilidade? Também. Mas há uma responsabilidade que está acima de cada um de nós, que é a responsabilidade com a pátria que nós amamos, precisamos da reforma da Previdência “, disse o ministro.

Fonte: IG Economia
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Economia

Nova Previdência pode gerar investimentos de até R$ 1,4 trilhão, diz estudo

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Previdência
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 9.5.19

Reforma da Previdência pode gerar investimentos de até R$ 1,4 trilhão

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou nesta segunda-feira projeção em que prevê que R$ 1,4 trilhão em investimentos poderão ser materializados caso a  reforma da Previdência  seja aprovada no Congresso Nacional. O estudo foi apresentado diante do presidente Jair Bolsonaro , que foi homenageado com a Medalha do Mérito Industrial. 

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Segundo a Firjan, R$ 655 bilhões em investimentos públicos e R$ 729 bilhões em investimentos privados poderiam ocorrer com a mudança na situação das contas públicas e da confiança do setor privado.

O presidente da Firjan , Eduardo Eugênio Gouveia Vieira, disse que, além da melhora do déficit público, a reforma vai promover a retomada da confiança e estimular a atividade econômica,  além de uma potencial de redução dos juros e da inflação.

“O Brasil define pelos próximos dois ou três meses seu destino nas próximas duas ou três décadas”, disse Gouveia Vieira, segundo o qual poderiam ser destinados R$ 770 bilhões para a habitação, R$ 221 bilhões para o saneamento, R$ 95 bilhões para segurança, R$ 130 bilhões na saúde, R$ 33 bilhões na educação e R$ 135 bilhões para a finalização de obras que se encontram paralisadas;

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Também estavam presentes ao evento o governador do Rio, Wilson Witzel, o prefeito Marcelo Crivella e os presidentes do BNDES , Joaquim Levy, e da Petrobras, Roberto Castello Branco, além de ministros.

O prefeito do Rio foi o primeiro a discursar. Disse que o país vive um momento extraordinário porque o Brasil precisa evoluir em relação a suas práticas políticas.”Esse copo transbordou”, afirmou, observando que antes havia um dogma de que só era possível ter governabilidade com distribuição de vantagens.

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Já o governador Wilson Witzel agradeceu ao presidente Bolsonaro pela “atenção especial” dada ao Estado do Rio de Janeiro. “Tenho recebido semanalmente os ministros de Vossa Excelência”, disse ele, que destacou expectativas de investimentos nas áreas petrolífera, turística e energética.

O governador disse ainda que se reuniu com parlamentares da bancada do Rio no Congresso Nacional em favor da reforma da Previdência. “Que nós avancemos para que o Brasil possa avançar”, concluiu.

Fonte: IG Economia
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Economia

Moro e CNJ assinam convênio para facilitar solução de conflitos de consumidores

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Ministro da Justiça, Sérgio Moro
Marcos Corrêa/PR – 10.5.19

Objetivo da união de plataformas é facilitar resolução de problemas entre consumidores e fornecedores, diminuindo processos judiciais


O ministro daJustiça, Sergio Moro , assinou nesta segunda-feira (20) um convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para integrar as plataformas dos serviços Consumidor.gov.br e Processo Judicial Eletrônico.

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Com a aproximação entre esses dois sistemas, Moro espera reduzir o número de conflitos entre consumidores e fornecedores que, por falta de uma negociação prévia, são transformados em processos judiciais. 

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Banco Central aderiam ao convênio. Pelas estatísticas do governo, 10% dos processos em tramitação no Judiciário tem origem em desavenças entre consumidores e fornecedores .

Ao falar sobre o acordo, Moro lembrou que as plataformas foram desenvolvidas por outros gestores mas, nem por isso, ele deixaria de reconhecer a importância do mecanismo de solução de conflitos.

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O ministro, que era juiz até assumir o comando do Ministério da Justiça, disse estar ciente também da relevância do Judiciário. “Reconhecemos a importância do Judiciário. Mas se tivermos alternativas mais baratas, especialmente para estes conflitos, por que não incentiva-las”, questionou o ministro.

O presidente da Febraban, Murilo Portugal, afirmou que o índice de resolutividade dos serviços de atendimento ao consumidor dos bancos é de 98%. Mesmo assim, ele entende que ainda é possível melhor a relação entre bancos e clientes com a ampliação dos serviços de solução de conflitos de forma extrajudicial.

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O objetivo da adesão da Febraban teria, então, como objetivo, “reafirmar o compromisso com a sociedade, com o consumidor, de reforçar nossa eficiência. Os avanços muito, mas os desafios são grandes “, disse Portugal.

Fonte: IG Economia
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