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Ex-funcionário e comparsa são presos por roubo em barbearia da Capital

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Assessoria | PJC-MT

Duas pessoas envolvidas no roubo a uma barbearia na Capital, sendo uma delas o ex-funcionário do estabelecimento, tiveram os mandados de prisão preventiva cumpridos pela Polícia Civil, na segunda-feira (13.05), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf).

O suspeito, Ramon de Souza Saith, trabalhava como barbeiro na empresa e é acusado de passar informações privilegiadas aos executores do crime. Identificado como um dos autores do roubo, Junior de Oliveira Ribeiro, 20, teve a ordem de prisão decretada por participar da execução do assalto.

O crime aconteceu no mês de fevereiro, na Barbearia Barba Santa, no bairro Centro Norte, quando dois indivíduos armados invadiram o local no final do expediente. Os funcionários foram obrigados a deitar no chão e dois deles ainda foram agredidos. Os criminosos subtraíram diversos produtos e pertences das vítimas, além de uma motocicleta, foragindo em seguida.

Assim que foi acionada do roubo, a equipe da Derf iniciou as diligências com objetivo de identificar os autores do crime. De acordo com as investigações, Ramon era funcionário da barbearia, e passou informações privilegiadas para seus comparsas praticarem o crime.

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Ramon estava trabalhando quando o assalto ocorreu e na ocasião ele se passou por vítima, sendo rendido junto as outras pessoas que estavam no local.

Com o mandado judicial expedido, os policiais civis localizaram Ramon no seu atual local de trabalho, onde foi detido e levado à Derf Cuiabá. Já o segundo suspeito, Junior, teve o mandado cumprido na Penitenciária Central do Estado (PCE), onde encontra-se recolhido por outro crime cometido.

Junior de Oliveira Ribeiro, já teve anteriormente dois mandados de prisões decretados pela Comarca de Rondonópolis, cumpridos pela Derf Cuiabá por homicídio e tortura praticados naquela cidade. Ele também responde inquérito policial por crime de uso de documento falso.

Os trabalhos continuam com objetivo de identificar e prender o terceiro suspeito, responsável por executar o crime na companhia de Junior.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil incinera 40 quilos de maconha apreendidos em Nova Canaã do Norte

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil de Nova Canaã do Norte (699 km ao Norte) realizou na manhã desta quarta-feira (21.08) a incineração de mais de 40 quilos de maconha, apreendidos em ações das Forças de Segurança do município.

A grande quantidade de entorpecente, avaliada em aproximadamente R$ 80 mil, é resultado de ações de combate ao tráfico de drogas na região, realizadas pelas Polícias Civil e Militar, no primeiro semestre de 2019.

A incineração de entorpecentes é um procedimento legal, previsto na Lei 11.343/2006, de Combate ao Tráfico de Drogas. A droga destruída estava devidamente periciada, lacrada, e em envelopes de segurança

Segundo o delegado de Nova Canaã do Norte, Ruy Guilherme Peral da Silva, a apreensão e incineração da quantidade expressiva de entorpecentes representa um duro golpe no tráfico de drogas em toda região, em razão do alto valor que deixou de ser comercializado.

“O tráfico de drogas é um crime que deve ser fortemente combatido pelas Forças de Segurança, uma vez que fomenta outros crimes como roubos, furtos, homicídios, latrocínios e outros mais que assolam a sociedade”, disse o delegado

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Participaram do evento, representantes do Ministério Público, Vigilância Sanitária, imprensa local bem como foi comunicada a incineração da droga ao Poder Judiciário e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas em Alto Boa Vista

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Assessoria | PJC-MT

Uma mulher envolvida com o comércio de entorpecentes no município de Alto Boa Vista (1059 km a Nordeste) foi presa pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quarta-feira (21.08). A ação resultou na apreensão de 16 porções de pasta base de cocaína. 

A suspeita, F.O.A. de 32 anos, conhecida como “Indinha”, foi autuada em flagrante por tráfico de drogas, após ser surpreendida em uma residência no bairro Campinas, em Alto Boa Vista, praticando a traficância.

Durante diligências para averiguar diversas denúncias de pontos usados para venda de drogas, os policiais civis conseguiram identificar o endereço da suspeita, como local de armazenamento e comércio de drogas.

Com base nos indícios, os investigadores passaram a monitorar as proximidades da casa, sendo observado a todo momento grande movimentação de usuários e pessoas atuantes no tráfico na região.

No decorrer das investigações, também foi possível descobrir que a mulher investigada era envolvida em delitos de roubos e furtos, bem como nesta quarta-feira, ela teria recebido alguns objetos furtados em troca de drogas.

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Ato contínuo, a equipe foi até a casa de F.O.A., onde a traficante recebeu os policiais e autorizou a entrada no imóvel. No local, foi encontrado um pote de plástico contento várias porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para Delegacia de Polícia de Alto Boa Vista, interrogada e autuada por tráfico de drogas. Após confecção dos autos, a presa foi colocado à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Investigação da Polícia Civil leva a operação e descobre crimes ligados a grupo de extermínio

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), cumpriu três mandados de prisão preventiva contra um dos alvos da operação Coverage, realizada na manhã desta quarta-feira (21), pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, Promotoria Militar e DHPP.

Os mandados foram cumpridos concomitantes as prisões efetuadas pelo Gaeco, contra o tenente da Polícia Militar, Cleber de Souza Ferreira, por crimes de homicídios praticados em atividades típicas de grupo de extermínios, vinculados a inquéritos policiais da operação Mercenários, realizada em abril de 2016 pela Polícia Civil de Mato Grosso, que desarticulou uma organização criminosa responsável por homicídios sob encomenda, com fins financeiros, no município de Várzea Grande.

O tenente foi alvo também da operação Assepsia, deflagrada no dia 18 de junho de 2019, pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil, para cumprimento de sete  mandados de prisão e 8 ordens de busca e apreensão, relacionadas a investigação sobre a entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado (GCCO).

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Recentemente, a descoberta de uma pistola 9mm levou a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), a investigar a participação do tenente Cleber de Souza Ferreira, em crimes de homicídios ligados aos inquéritos da operação Mercenários.

A arma foi encaminhada à Perícia Técnica e Identificação Oficial (Politec) pela Polícia Militar, para exame de balística por conta de o tenente ter, em tese, efetuado um disparo de arma durante uma festa junina da Rotam, em 2018. Depois, em 2019, a DHPP pediu perícia em todas as armas calibre 9 mm, que tinham passado pela Politec, nos últimos dois anos, para conexão a eventuais crimes de homicídios.

A  Politec constatou em laudos periciais de balística a utilização da pistola em três homicídios consumados e quatro tentativas de homicídios, ocorridos entre os anos de 2015 e 2016.  

Nessa fase da investigação, a DHPP apurou que a arma pertencia ao tenente Cleber de Souza Ferreira, com registro no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma) na data dos crimes. No entanto, a apuração constatou dificuldade grande de conseguir documentações da procedência da arma.

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Quando da prisão do tenente na operação Assepsia, a GCCO verificou que havia diversas fraudes praticadas pelo tenente com objetivo de dar legalidade a uma arma 9mm, a mesma que foi descoberta recentemente vinculada aos inquéritos da operação Mercenário.

Um dos homicídios ligados a pistola foi contra Elias Venâncio de Farias, morto a tiros no bairro José Carlos Guimarães, em junho de 2015. Os demais crimes, entre tentados e consumados, ocorreram em janeiro de 2016, e todos com apontamentos para uso da pistola.

Diante da descoberta das fraudes, a Polícia Civil comunicou o Ministério Público Militar para as providências cabíveis relacionadas aos militares.

Além do Cleber, a DHPP também cumpriu mandados de prisão contra Claudiomar Garcia de Carvalho e José Edimilson Pires dos Santos, ambos presos desde a primeira fase da operação Mercenários, em 2016.

Fonte: PJC MT
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