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Exportações de soja e milho para a China seguem tendência de alta

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Exportações de soja e milho para a China seguem tendência de alta

Informação é do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil)

Créditos: Foto: Reprodução

14 de Maio de 2019

O surto de Peste Suína Africana (PSA) deve manter aquecidas as exportações de carne suína brasileira para a China no curto prazo e beneficiar a produção de soja e milho voltada para a alimentação destes rebanhos. A informação é do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, que participou nesta terça-feira (14/5), em Xangai, de encontro com dirigentes do grupo do Rabobank, empresários e analistas do mercado.
 
A agenda faz parte da missão liderada pela ministra da Agricultura Tereza Cristina com representantes de entidades do setor agropecuário e empresários brasileiros para estreitar as relações comerciais entre Brasil e China.
 
“A queda de consumo de soja na China para alimentação animal deverá ser compensada com a produção de carnes de frango e suína no Brasil a serem exportadas para os chineses. A soja e o milho ganham com isso”, avaliou o presidente da Aprosoja Brasil após o encontro.
 
De acordo com o Rabobank, o problema sanitário ocorrido na China será compensado pelo consumo de frango e carne bovina. Num primeiro momento, a carne mais beneficiada com a peste suína é a de frango, que teve o preço e o consumo elevados a níveis recordes.
 
Segundo projeções do banco, a soja brasileira deve ser pouco afetada, principalmente, porque o consumo de oleaginosa deve crescer em 2020 e se estabilizar, além do fato de a guerra comercial com os Estados Unidos permanecer, o que favorece a soja brasileira.
 
O presidente da Aprosoja Brasil também questionou o representante do Rabobank sobre a possibilidade de a China elevar suas importações de milho do Brasil. Segundo o banco, essa é uma tendência atual, uma vez que os estoques internos do cereal estão em queda e, no longo prazo, o país tem limitações de área e solo para expandir sua produção. Atualmente, os chineses importam volumes do cereal da Ucrânia.
 
Além do presidente da Aprosoja Brasil, integram a comitiva da ministra Tereza Cristina o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Alceu Moreira (RS) e deputados membros da FPA, representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carne (Abiec), além do diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lucas Beber, do diretor executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, e empresários brasileiros.
 
A comitiva também participou do SIAL 2019, a maior mostra de inovação em alimentos da Ásia, e estreitou contatos entre empresários brasileiros e chineses visando a ampliação do comércio entre os o Brasil e o mercado asiático.
 
Investimentos em logística – Segundo informações do Ministério da Agricultura, a ministra Tereza Cristina e sua comitiva se encontraram com investidores chineses, que se comprometeram a aumentar os investimentos no Brasil. O encontro ocorreu nesta segunda-feira (13/5), em Xangai.
 
Tereza Cristina apresentou dados do setor agropecuário e áreas com potencial de crescimento para um grupo de 40 investidores chineses com projetos no Brasil. O encontro foi organizado pelo Banco do Brasil em parceria com o consulado brasileiro. Os investidores informaram que pretendem aumentar o montante aplicado no Brasil, em setores de sementes, suinocultura, infraestrutura e ferrovias.
 
Os chineses demonstraram interesse em obras ferroviárias, como a Ferrogrão – corredor ferroviário para escoamento de grãos da Região Centro-Oeste, que será construído entre Sinop (MT) e Itaituba (PA), onde fica o Porto de Miritituba. O projeto é orçado em US$ 3,37 bilhões e o edital deve ser lançado no quarto trimestre de 2019.
 
Outra obra citada foi a Fiol (ferrovia que ligará Ilheús (BA) a Figueirópolis (TO), para escoar minério de ferro da região de Caetité e grãos) e a Norte-Sul (principal via para o escoamento de grãos pelo Arco Norte com investimentos estimados em US$ 680 milhões).

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Produtores rurais lotam audiência pública do Fethab milho

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Fortalecimento Institucional

Produtores rurais lotam audiência pública do Fethab milho

Aprosoja-MT também estuda outras medidas de reivindicações contra a cobrança sobre a commoditie

17/07/2019

Mais de 300 produtores de soja e milho participaram da audiência pública que debateu os impactos gerados ao setor com a cobrança do Fethab Milho. A sessão foi realizada nesta terça-feira (16.07), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em Cuiabá, proposta pelo deputado Ulysses Moraes e contou com apoio do Movimento Mato Grosso Forte, oriundo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT).

De acordo com presidente da Aprosoja Mato Grosso, Antonio Galvan, a audiência é mais uma tentativa dos produtores de sensibilizar o Governo do Estado para que a cobrança do Fethab Milho seja revogada. Segundo ele, as safras de milho raramente geram lucro aos produtores, que precisam torcer por problemas em outros centros produtivos para que haja retorno. Além disso, Galvan lembrou que a produção é importante para o Estado, pois movimenta cerca de R$ 11 bilhões, mesmo não gerando lucro a quem produz.

 “Mais uma etapa do nosso Movimento Mato Grosso Forte, para tentar sensibilizar o Governo e a própria Assembleia. Nós não compactuamos com esse Fethab e nunca compactuaremos. Desde o início fomos contra mais essa taxação sobre um produto que em raras safras deixa alguma margem de lucro. Acontecendo alguma desgraça em outro lugar do mundo é que nos sobra algum pouco de renda. Já tentamos diálogo, fizemos o ato do dia 15 de maio com mais de 1.500 produtores e agora essa audiência como mais uma tentativa de por fim a essa cobrança”, afirmou Galvan.

Ainda segundo o presidente, a Aprosoja-MT também estuda outras medidas de reivindicações contra a cobrança sobre a commoditie. Dentre as propostas que serão apresentadas pelo Movimento Mato Grosso Forte para os mais de 5.900 produtores associados à entidade será a redução no plantio de milho.

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“Estamos com uma proposta de redução de área e muitos produtores, cansados e insatisfeitos, com certeza irão aderir a essa ação e reduzir a área plantada. Também sairemos com a campanha para não aquisição de nenhuma máquina agrícola até o final deste ano e um possível manifesto maior com máquinas agrícolas na Capital”, afirmou.

Conforme dados apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) durante a audiência pública, somando as taxas, impostos e contribuições na soja e milho, os produtores desembolsam um total de R$ 405,31 por hectare. “Quando olhamos a cobrança na sua totalidade é muito alta e tem impactado muito na renda do produtor porque essas contribuições vêm crescendo nos últimos anos. É importante lembrar que produtor de Mato Grosso faz soja em primeira safra, paga Fethab, ICMS e todos os demais impostos atribuídos a soja. Logo após planta o milho e agora novamente os impostos. A soma disso tudo hoje dá mais de R$ 400 por hectare”, explicou Daniel Latorraca, superintendente do Imea.

Também presente na audiência pública, presidente da Aprosoja Brasil, Brartolomeu Braz, afirmou que a entidade é solidária a todas as questões que tragam prejuízos a produtores de todo país e que a luta pela retirada do Fethab Milho em Mato Grosso conta com total apoio da Associação nacional. Ele comparou ainda as ações realizadas pelos Governos de Goiás e Mato Grosso, mediante a crise brasileira.

“Sou do Estado vizinho, Goiás. Nós temos um governador que respeita o produtor rural e reconhece nossas dificuldades. Ele nos prometeu não tributar o agro porque o agro precisa de incentivos. Nós temos dados que o melhor programa social do mundo é plantar soja nos munícipios, porque os Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) dessas cidades eram baixos e com a chegada da produção se tornaram altos. Estou falando de toda sociedade, de Nova Mutum, Sorriso, Primavera do Leste. Vão pesquisar o que era esses municípios antes. Vem um governador que acredita que sabe tudo e não tem coragem de mexer na gestão do seu Estado. Precisamos nos unir para enfrentar essa situação. Contem com a Aprosoja Brasil”, afirmou Braz.

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Deputado estadual Ulysses Moraes afirmou que é contra qualquer tipo de taxação em qualquer setor produtivo. Ele avalia a audiência como produtiva e esclarecedora quanto aos dados apresentados que mostram a inviabilidade da cobrança do Fethab milho.

"Onde o governador quer chegar com essa postura de taxação? Porque ele não adota uma postura como a do Governo Federal, de reduzir a tributação. Entendemos que o Fethab Milho deve acabar e, para isso, pretendemos apresentar soluções legislativas e judiciais. A audiência pública foi importante para apresentar para a sociedade, diversos dados sobre esta cobrança que pode inviabilizar a cultura do milho em Mato Grosso. É preciso facilitar e estimular a produção e não cobrar ainda mais", disse o parlamentar.

Ao final da audiência o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Antonio Galvan, deixou um desafio ao Governo de Mato Grosso. “Que sente e dialogue conosco para que possa ir na mídia e falar que realmente dialogou com o setor. Mas caso não haja diálogo e se nossa solicitação (retirada do Fethab milho) não for atendida, vamos realizar um ato muito maior do que fizemos em maio. Vamos trazer nossas máquinas e parar a Capital”, finalizou Galvan.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Sindicado de Primavera do Leste promove debate sobre aumento de impostos

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Fortalecimento Institucional

Sindicado de Primavera do Leste promove debate sobre aumento de impostos

12/07/2019

Audiência pública promovida pelo Sindicato Rural de Primavera do Leste, na quinta-feira (11.07), reuniu autoridades municipais e estatuais, sociedade civil e representantes da indústria, comércio e agropecuária. Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, participou do encontro e elogiou a iniciativa. Cerca de 200 pessoas debateram os melhores caminhos para combater o aumento de impostos no Estado.

Dentre os temas em pauta estavam o PLC 53/2019, em que o Governo de Mato Grosso trata da redução de incentivos fiscais em diversos setores. Conforme Galvan o projeto onera todos os setores e as manifestações foram contrárias.

“Participamos do encontro em Primavera do Leste, com todos os setores de representatividade de classe, como comércio, indústria e agropecuária. O descontentamento é geral, as manifestações de todos os representantes foram unânimes contra o PLC 53/2019, pois vem onerar ainda mais os setores produtivos do nosso Estado. As manifestações foram únicas, tanto das autoridades, quanto da sociedade civil que pode fazer suas colocações”, contou o presidente da Aprosoja-MT.

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Outros assuntos também debatidos no encontro foram as inúmeras taxações aplicadas ao setor produtivo rural, a exemplo do Fethab milho, instituído este ano.

“Governador não tem cumprido suas promessas de campanha, que é o enxugamento da máquina, redução de repasse para os poderes, dentre outras. Se não fizer esse enxugamento, infelizmente nem esses aumentos de arrecadação irão resolver o problema do Estado. A exemplo da criação do Fethab milho que é uma indignação do setor. É um produto que em raras safras deixa alguma margem de lucro. Acredito que deva existir alguns ajustes nos incentivos ficais, mas falar em ajuste e tentar colocar uma reforma tributária no meio é um absurdo”, enfatizou o presidente.

Também representaram a Aprosoja Mato Grosso, o vice-presidente Fernando Cadore, que é produtor rural em Primavera do Leste. Prefeito Leonardo Bortolin também participou do encontro. Dentre as autoridades estatuais estavam os deputados Ulysses Moraes, Dilmar Dal’Bosco e Xuxu Dalmolin.

 

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Aprosoja contribui com construção de novo plano para promover agro brasileiro

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Aprosoja contribui com construção de novo plano para promover agro brasileiro

Veja vídeo

10/07/2019

A construção de uma nova imagem do agronegócio brasileiro tem sido tema de reuniões entre o Ministério de Relações Exteriores e entidades do setor. Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, participou das discussões no Palácio do Itamaraty, na última terça-feira (09.07) e disponibilizou projetos da entidade para colaborar com a construção do “Plano de Estratégia para a Promoção da Imagem do Agronegócio Brasileiro”.

“Todas as Aprosojas do Brasil estão dando apoio para essa iniciativa do Governo Federal. Vamos contribuir, trabalhar junto para construir esse plano da melhor maneira”, disse Galvan.

Dentre os principais assuntos relacionados a promoção da imagem do agro brasileiro no exterior, foram debatidos temas como uso de defensivos e mitos sobre desmatamento. Diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, participou das tratativas e contou que já na primeira conversa a Associação reuniu e apresentou os inúmeros projetos que podem contribuir com a iniciativa do Ministério.

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Consultor técnico da Aprosoja Mato Grosso, Wanderley Dias Guerra, também participou da reunião no Itamaraty e lembrou que é importante a construção dessas respostas (plano de promoção da imagem) já que a Europa está cada dia mais restritiva com questões ambientais.

Mais detalhes no vídeo abaixo:

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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