conecte-se conosco


Política Nacional

Frota “insinua” que recebe fotos dele nu enviadas por Bolsonaro

Publicado

source
homem de gravata arrow-options
Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Alexandre Frota

O deputado Alexandre Frota utilizou as redes sociais na manhã desta quarta-feira (13) para insinuar que o presidente Jair Bolsonaro envia fotos feitas pelo ator em revistas de nudez para ele. Respondendo à provocação de um seguidor, que mandou uma foto dele nu, com outros dois homens em uma piscina, ele perguntou “acham mesmo que tenho vergonha disso?”.

Na mesma publicação, ele disse que os “MAVs” (militantes virtuais) não conseguem esquecer as fotos dele. Alexandre também marcou o perfil do presidente Jair Bolsonaro, o perfil de sátira “Jair me arrependi” e de mais dois perfis da direita no Twitter afirmando: “todos os dias me mandam essa foto”.

Leia também: “Tá fumando muito ou tá no daime”, diz Frota sobre Eduardo Bolsonaro governador

Veja Também:  Marcelo Odebrecht diz que Lula pediu estrada, mas empresa quis porto em Cuba


De modo “enigmático”, a publicação foi feita minutos após outra provocação a Jair Bolsonaro em tom de mistério. No começo da manhã, Frota instigou seguidores a questionarem por que pouco antes da convenção do PSL Bolsonaro teria desistido de ter Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL) como vice-presidente, escolhendo Mourão. “Conta das fotos”, disse o deputado.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Médicos cancelam reuniões de Bruno Covas no hospital

Publicado

source
Bruno Covas arrow-options
Reprodução / TV Globo

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) em entrevista no Hospital Sírio Libanês

O prefeito de São Paulo , Bruno Covas , teve suas reuniões desta sexta-feira (13) canceladas pela equipe médica do hospital Sírio-Libanês . Ele está internado na UTI desde a tarde desta quarta para tratar um sangramento no fígado que ocorreu durante um procedimento de marcação da lesão tumoral que atinge o órgão.

Para evitar esforços, os médicos autorizaram o prefeito a fazer duas reuniões, mas cancelaram outras duas com o secretário Mauro Ricardo, de Governo, e Vitor Sampaio, chefe de gabinete.

Leia também: Bruno Covas passa bem após sangramento no fígado

Apesar das precauções, o boletim médico de Covas diz que ele está em excelente estado clínico e não apresenta mais sinais de sangramento. Ele só continua no hospital para manter seu estado de saúde monitorado.

O prefeito está no hospital desde domingo (8) para passar por exames e fazer a quarta sessão de quimioterapia do tratamento contra um câncer na região do estômago. Na segunda, foram instalados clipes para monitorarem a evolução metastática da lesão que atinge o fígado do prefeito.

Veja Também:  PGR deve cortar cerca de 50 assessores que atuam nas investigações da Lava Jato

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Pena maior para calúnia pode ser vetada, diz Bolsonaro

Publicado

source

Agência Brasil

Jair Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (12) que está disposto a vetar o aumento da pena por calúnia, difamação e injúria divulgadas em redes sociais. O dispositivo está previsto no pacote anticrime, aprovado ontem pelo Senado, e que segue agora para sanção presidencial. Segundo Bolsonaro, os possíveis vetos serão discutidos com o ministro da Justiça, Sergio Moro.

“Eu vou ouvir o Moro agora, porque [o projeto] sofreu mudanças da Câmara, ver o que por ventura podemos vetar. Acho que é bom você ficar ligado, que um dispositivo desse projeto anticrime triplica pena para quem cometeu crime de calúnia, difamação e injúria nas mídia sociais. Imagina o inferno que vai ser. Eu estou disposto a vetar isso daí, mas a gente vai acompanhar nos comentários, para ver o que o povo acha”, afirmou o presidente durante sua live semanal no Facebook.

Leia mais: Padre é preso acusado de estuprar menino em shopping no litoral de São Paulo

O pacote anticrime reúne parte da proposta apresentada no início deste ano pelo ministro Sergio Moro e trechos do texto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes . A matéria traz mudanças na legislação penal, como aumento de penas e novas regras para progressão de regime pelos condenados.

O texto foi aprovado na Câmara na semana passada, sem pontos considerados mais polêmicos. Dentre esses pontos, ficaram de fora do texto final temas como prisão após condenação em segunda instância, que está em discussão por instrumentos diferentes na Câmara e no Senado; e o plea bargain , dispositivo que prevê a redução de penas de acusados que confessarem ter cometido um determinado crime.

Veja Também:  Marcelo Odebrecht diz que Lula pediu estrada, mas empresa quis porto em Cuba

Veja os principais itens do projeto do pacote anticrime aprovado no Congresso Nacional:

Penas maiores : As penas para diversos crimes, como homicídio com armas de fogo de uso restrito ou proibido, injúria em redes sociais, comércio ilegal de armas e tráfico internacional de armas, aumentaram. O tempo máximo de prisão no Brasil também passa de 30 para 40 anos.

Prisão após condenação pelo Tribunal do Júri : Atualmente, um réu pode recorrer em liberdade mesmo depois de condenado pelo Tribunal do Júri. O pacote prevê que o condenado seja preso logo após a condenação nos casos em que a pena estipulada seja de pelo menos 15 anos. A proposta inicial de Moro não previa esse tempo mínimo.

Leia também: Papai Noel acusado de assédio em Minas Gerais diz que tem doença nos testículos

Condicional : Tornam-se mais rígidas as condições para que um preso condenado seja posto em liberdade condicional. Somente os que tiverem comportamento considerado bom, e não satisfatório, como era antes, e sem falta grave nos 12 meses anteriores poderão obter o benefício.

Preso X advogado : Cai a necessidade da autorização do juiz para a gravação da conversa entre o advogado e seu cliente dentro de presídios de segurança máxima.

Progressão de pena : Hoje é necessário cumprimento de, no mínimo, um sexto da pena em regime fechado para requerer progressão para os regimes de prisão domiciliar ou semiaberta. A permanência mínima exigida passa a ser entre 16% e 70%, a depender da gravidade do crime e dos antecedentes do preso. É preciso cumprir no mínimo de 40% da pena, se réu primário, e de 60%, se reincidente. Condenados de organizações criminosas ou milícias deixam de ter direito à progressão de regime e à liberdade condicional, desde que o vínculo seja comprovado.

Veja Também:  Presidente afastado da Fundação Palmares defende fim do Dia da Consciência Negra

Crimes hediondos : Os detentos condenados por crimes hediondos – quando há violência e grande potencial ofensivo – terão regras mais rigorosas para o cumprimento da pena, como restrição a saídas temporárias e à progressão de regime. O projeto também aumenta o número de crimes considerados hediondos, como roubo que resulta em lesão grave, furto com explosivo, homicídio cometido com arma de fogo de uso restrito.

Infiltrados : O texto apresenta as situações em que provas podem ser obtidas por policiais disfarçados e a validação de flagrantes em operações especiais com agentes infiltrados. Poderão ser condenados, por exemplo, aqueles que venderem arma ou munição a um agente policial disfarçado, desde que haja indicativos de conduta criminal preexistente.

Presídios federais : O tempo máximo de permanência de líderes de facções criminosas em presídios federais passa de 360 dias para três anos, com possibilidade de renovação.

Assistência ao policial : Policiais investigados por matar alguém sem confronto ou legítima defesa no exercício de suas funções que não indicarem um advogado pessoal, e se não houver defensor público responsável, terão direito a um advogado pago pela corporação. A regra também vale para militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

*Colaborou Karine Melo

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Alcolumbre promulga novas regras de repasse de emendas parlamentares

Publicado

source

Agência Brasil

 Davi Alcolumbre arrow-options
Roque de Sá/Agência Senado – 19.11.19

Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre.

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre , promulgou na tarde desta quinta-feira (12) a Emenda Constitucional 105 de 2019. A emenda surgiu da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/2019, aprovada na quarta-feira (11). O documento permite a transferência direta de recursos de emendas parlamentares a estados, ao Distrito Federal e a municípios sem vinculação a uma finalidade específica.

Com a emenda, o parlamentar poderá escolher se o dinheiro será transferido com vinculação a um objeto específico ou para uso livre sob certas condições. Antes disso, o município ou estado precisavam fazer convênios com bancos, geralmente a Caixa Econômica Federal (CEF), para executar os projetos. Esse procedimento prolongava o prazo de execução e entrega de uma obra.

Leia mais: Boca de urna indica vitória do Partido Conservador no Reino Unido

A PEC, relatada pelo deputado Aécio Neves (PSDB-MG) na Câmara, foi proposta pela deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), quando ainda era senadora. A promulgação ocorreu em uma sessão solene no plenário do Senado. O deputado tucano esteve na solenidade e afirmou que a medida facilitará que as verbas cheguem mais rápido aos cidadãos, na forma de melhorias.

Veja Também:  PGR deve cortar cerca de 50 assessores que atuam nas investigações da Lava Jato

“Os parlamentares, representando os cidadãos dos seus estados, vão definir qual será a alocação de parcela dos recursos públicos. […] Nós acreditamos na federação e acreditamos nos homens públicos. Acreditamos na política”, disse Aécio Neves. Ele afirmou que a emenda vai reduzir o tempo entre a liberação da verba e a chegada dela nos municípios, algo que, segundo o parlamentar, leva cinco anos em média.

Leia também: Vereador chama colega de “judeu filho da p***” na Câmara de São Paulo; assista

Essa emenda era um pleito dos prefeitos, que pediam menos burocracia no recebimento de recursos públicos. Tanto representantes do governo quanto da oposição apoiaram a aprovação da PEC. Para os gestores municipais, a medida ajuda na execução mais rápida de obras e outras melhorias. Por outro lado, o parlamentar poderá mostrar a seus eleitores, ainda durante o exercício do mandato, o resultado dos seus esforços em obter verbas para a população do seu estado.

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) negou que a aplicação do recurso não será fiscalizada. “Não existe ninguém mais fiscalizado que um prefeito. Tem a Câmara Municpial, o Ministerio Público, o Tribunal de Contas e o controle social, que fazem a fiscalização da boa aplicação do recurso público”, disse o senador. Para ele, houve “uma sensibilidade aflorada” do Congresso ao “oportunizar a desburocratização para aplicação dos recursos públicos”.

Veja Também:  Bolsonaro não desrespeitou Greta ‘do ponto de vista gramatical’, diz porta-voz

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana