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Saúde

Gêmeas com doença dos ossos de vidro impressionam médicos: “Pequenos milagres”

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Uma família na Inglaterra tem passado por situações complicadas com suas novas. Amelia-Grace e Hope-Elizabeth Mowforth são gêmeas que nasceram com osteogênese imperfeita, uma condição rara que deixam os ossos enfraquecidos, também conhecida como a “doença dos ossos de vidro”.

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Reprodução/ DailyMail

As gêmeas não tinham chances de sobreviver, mas já estão com 1 ano e 5 meses e continuam se desenvolvendo bem

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As pequenas de 18 meses de vida foram diagnosticadas com  ossos de vidro ainda na barriga da mãe, Claire Mowforth, de 34 anos, nas primeiras semanas de gestação. Segundo relatos dos pais, as irmãs compartilharam a mesma placenta, situação que geralmente causa complicações.

Quando nasceram, Amelia tinha cinco costelas fraturadas e Hope pesava apenas 900 gramas. “Nos primeiros dias, questionávamos constantemente cada choro, descobrindo se era um choro normal ou se elas estavam com dor devido a uma nova fratura”, conta Claire ao Daily Mail.

Com “chance zero de sobrevivência” da equipe médica, as duas lutaram pela vida desde os primeiros dias. Amelia recuperou-se rápido de seus ossos quebrados no parto e foi para casa em duas semanas. A irmã Hope teve mais complicações: parou de respirar e foi diagnosticada com insuficiência cardíaca, pressão alta e doença pulmonar crônica. Ela foi medicada e se junto à família aos quatro meses.

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“A vida é boa, difícil, mas boa. Tivemos que aprender métodos de manuseio, mas até colocar roupa causou fratura em Hope. Outra fratura ocorreu durante a verificação normal da pressão arterial. Ver as meninas sofrendo fraturas é de partir o coração, estamos constantemente no limite a cada movimento. Elas superaram muito, são nossos pequenos milagres”, desabafou a mãe.

Com um ano e cinco meses, as gêmeas estão se desenvolvendo bem dentro de seus limites. Aos três anos elas serão submetidas a cirurgia para a colocação de varas em suas pernas a fim de fortalecer e endireitar os membros. Além disso, precisarão de infusões a cada três meses para evitar perda de massa óssea.

Além das gêmeas, Claire e seu marido Phil, de 35 anos, são pais da pequena Grace, de sete anos e que ajuda a cuidar das irmãs.

O que é osteogênese imperfeita, a doença dos ossos de vidro?

A osteogênese imperfeita (OI) é uma condição genética causada pela falta ou redução do colágeno. A doença é rara e acomete uma em cada 15 mil pessoas no mundo. É diagnosticada no nascimento e pode ser de grau leve ou grave. As irmãs Mowforth ainda não tiveram seu grau de OI relevado.

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É uma condição incurável e os pacientes podem apenas tomar medicamentos para reduzir a dor e aumentar a densidade óssea. Fisioterapia também é indicada para o controle das dores.

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Confira os principais sintomas da doença dos ossos de vidro :

  • Fraturas com força mínima
  • Ossos com ‘forma alterada’, como pernas inclinadas
  • Brancos dos olhos parecendo azuis ou cinza
  • Articulações invulgarmente flexíveis
  • Dor nas articulações ou nos ossos
  • Fadiga
  • Problemas auditivos, geralmente após a puberdade
  • Baixa estatura

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Sorotipo mais perigoso da dengue deve voltar a circular no Rio neste verão

Publicado

Agência Brasil

O sorotipo 2 do vírus da dengue, responsável pelas epidemias de dengue no Brasil em 2007, 2008 e 2009, deve voltar a circular entre a população do Rio de Janeiro neste verão. O alerta é do especialista da Secretaria de Estado de Saúde do Rio (SES-RJ) Alexandre Chieppe.

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Shutterstock/Divulgação

Dengue

“O sorotipo 2 do vírus da dengue é associado a casos mais graves da doença e, como ele não circula no estado do Rio desde 2008, grande parte da população nunca teve contato com o patógeno, não desenvolveu anticorpos e, por isso, está mais exposta. Temos vírus circulando, um mosquito transmissor adaptado ao ambiente urbano e, agora, a suscetibilidade da população vem completar o tripé que sustenta epidemias de arboviroses, dentre elas as de dengue ”, alertou.

Chieppe disse que 2019 foi o segundo ano com o maior número de casos de dengue notificados desde o início da série histórica, em 1975, com um crescimento de 517% em relação a 2018.

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“Foram registrados mais de 1,5 milhão de casos da doença, principalmente em Minas Gerais, São Paulo e no Espírito Santo, com 754 óbitos. A reentrada do sorotipo 2 do vírus , após anos de circulação dos sorotipos 1 e 4, é a principal explicação para esse aumento. E esse quadro pode vir a se repetir no Rio de Janeiro”, explicou o especialista.

O diagnóstico precoce e o acompanhamento clínico adequado são decisivos para desfechos favoráveis. Além de intensificar ações para conscientização da população em relação à eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti , a Secretaria de Estado de Saúde do Rio disse que está preparada para atender com agilidade e precisão as pessoas que adoecerem.

De acordo com Alexandre Chieppe, a organização da rede de atendimento à população é fundamental para diminuir o risco de complicações e, consequentemente, o número de óbitos. “O plano de contingência da secretaria conta com equipes de resposta rápida, com médicos e enfermeiros disponíveis 24 horas, fluxo de internação de casos graves, acesso a exames laboratoriais e a teste de diagnóstico ”.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

China tem novos casos de pneumonia misteriosa e países entram em alerta

Publicado

Agência Brasil

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shutterstock

Pneumonia misteriosa na China ainda está sendo investigada

A misteriosa pneumonia viral que surgiu no centro da China já infectou 45 pessoas, informaram funcionários chineses da área de saúde nesta sexta-feira, após a confirmação do segundo óbito no país. No total, já foram identificados 45 pacientes, com mais quatro casos em relação ao boletim anterior, revelou a Comissão Municipal de higiene e saúde pública.

Segundo os funcionários, 15 pacientes já receberam alta e cinco estão em estado grave. Trata-se de um novo tipo de coronavírus, uma família com um grande número de vírus. Até o momento, todos os casos na China foram registrados em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de habitantes. Outros casos desta misteriosa pneumonia foram detectados no exterior: dois na Tailândia e um no Japão.

As autoridades desses dois países alegam que os pacientes foram a Wuhan antes de sua hospitalização. A investigação das autoridades constatou que vários pacientes trabalhavam em um mercado da cidade especializado no atacado de frutos do mar e peixes.

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O município tomou várias medidas, ordenando, em particular, o fechamento do mercado em questão, onde foram realizadas operações de desinfecção e análises.

O segundo óbito – um homem de 69 anos – ocorreu na quarta-feira, segundo a Comissão Municipal de Higiene e Saúde. Um chinês de 61 anos já havia morrido na semana passada.
A maioria dos pacientes é do sexo masculino e com idade mais avançada.

As autoridades de saúde locais tentam tranquilizar a opinião pública garantindo que “o risco de transmissão entre humanos, se não foi excluído, é considerado baixo”, mas a epidemia alimenta o medo do ressurgimento do vírus altamente contagioso SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), que matou cerca de 650 pessoas na China continental e em Hong Kong em 2002-2003.

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A China não anunciou restrições de viagem no país. Já as autoridades de Hong Kong (sul) reforçaram suas medidas de detecção nas fronteiras do território autônomo, em particular com detectores de temperatura corporal.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na quinta-feira que “ainda há muito a descobrir sobre o novo coronavírus”. “Não sabemos o suficiente para tirar conclusões definitivas sobre seu modo de transmissão”, ressaltou.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Tomar vitamina B contra picada de insetos funciona? Saiba o perigo dessa prática

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Com a chegada do verão e consequentemente o retorno de mosquitos transmissores de doenças como dengue, febre amarela e zika, a busca por repelentes mais eficazes e seguros aumenta. E se, além do uso tópico – de aplicação direta na pele – você tivesse a opção oral para se proteger? 

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Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

A dengue está entre as doenças mais temidas transmitidas por insetos

A ingestão das vitaminas do complexo B como repelente tornou-se comum no Brasil. Enquanto alguns acreditam que a suplementação pode ser válida em momentos críticos – principalmente em casos de surtos de doenças transmitidas por insetos – existe uma polêmica entre os profissionais de saúde, que consideram os resultados inconclusivos e buscam derrubar o mito.

A defesa está na praticidade. “Costumo tomar quando viajo para acampar para evitar o desconforto dos insetos. Sou alérgica à maioria dos repelentes que me deixam espirrando, por isso prefiro ingerir”, conta a professora de inglês Ingrid Barreto, de 22 anos. Ela, porém, diz que ficou sabendo da alternativa por indicação de amigos e nunca conversou com um médico sobre o assunto. 

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De acordo com o estudo sobre o assunto publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia, a opção de Ingrid pode ser bastante perigosa, já que a vitamina oferece um resultado insuficiente quando comparado aos outros métodos repelentes com diferentes propriedades químicas. 

A  pesquisa citada acima foi feita com militares em missão na Amazônia e considera que “os repelentes, para serem considerados de alta eficácia, devem exercer efeito de proteção prolongada, por oito horas ou mais, contra todos os artrópodes: mosquitos voadores (Aedes, anófeles, borrachudo, pernilongo), carrapatos, barbeiro, pulga, ácaros, entre outros”.

Vitamina B x picada de inseto: onde nasceu essa relação?

O dermatologista Caio Lamunier, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o uso começou a se propagar após a divulgação de alguns estudos na década de 1960, que “afirmavam que ingerir vitaminas do complexo B emitiria uma secreção da vitamina na pele capaz de proteger contra os  mosquito s”. 

Embora a secreção seja real, o profissional de saúde é categórico ao afirmar que a ingestão de vitamina B como forma de afastar mosquitos é um mito. “Já sabemos comprovadamente que a presença dessa vitamina na pele não repele insetos”. Ele destaca que, independentemente da suplementação vitamínica, o diferença de odor dos corpos pode atrair mais ou menos mosquitos .

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Então, como se proteger dos mosquitos? 

De acordo com o Ministério da Saúde, a proteção contra os mosquitos – principalmente nesta época do ano – deve ser feita da maneira mais confiável possível: com o uso de repelentes de uso tópico ou no ambiente, roupas que cobrem a pele e, principalmente, atenção contra os focos de mosquitos. 

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De acordo com o dermatologista, o princípio ativo mais recorrente em repelentes no Brasil, o DEET, é uma proteção eficaz contra o mosquito. “É importante, porém, conferir se há entre 25 e 30 de substância ativa na fórmula. Também é importante reaplicar a cada duas horas, o que pode ser um problema no período noturno”. 

Além do DEET, o Ministério cita “as substâncias Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate (Icaridin ou Picaridin) e Ethyl butylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR 3535), além de óleos essenciais, como Citronela”, como repelentes confiáveis. 

Fonte: IG Saúde
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