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Política Nacional

Gleisi Hoffmann, presidente do PT, não irá à reunião do Foro de São Paulo

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 16.4.19

Presidente do PT, Gleisi Hoffmann não participará do Foro de São Paulo

Pela primeira vez desde que foi eleita presidente do PT em 2017, Gleisi Hoffmann (PR) não participará da reunião anual do Foro de São Paulo. Alvo de intensos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados, o encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina acontecerá entre sexta-feira e domingo, em Caracas, na Venezuela.

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A assessoria de imprensa do PT informou que Gleisi não irá ao Foro de São Paulo por questões de agenda, pois tem outros compromissos nas datas. A secretária de relações internacionais da legenda, Monica Valente, é a atual secretária-executiva do Foro (cargo máximo da organização). Ela representará o partido em Caracas ao lado da secretária de mulheres do PT, Anne Karolyne Moura.

No ano passado, o encontro foi realizado em Havana. Além de Gleisi, a ex-presidente Dilma Rousseff também representou o PT. Na ocasião, elas defenderam a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto final da reunião, anunciou estado de alerta e solidariedade permanente “contra a intervenção nacional na Venezuela”.

Em 2017, o Foro ocorreu em Manágua, capital de Nicarágua. Gleisi, que acabara de ser eleita presidente do PT, fez um discurso na qual afirmava que o partido manifesta “apoio e solidariedade” ao governo do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro “frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela.”

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Na resolução, foi defendida a elaboração de uma nova Constituição no país no sul-americano, exaltado o “triunfo das forças revolucionárias na Venezuela”. O documento ainda dizia que a “revolução bolivariana é alvo de ataque do imperialismo e de seus lacaios”.

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Controvérsia

O apoio ao governo Maduro é controverso no PT. Em janeiro, Gleisi esteve na posse de Maduro para mais uma mandato. A viagem gerou uma discussão com o candidato derrotado a presidente no ano passado, Fernando Haddad , em uma reunião interna do partido.

Haddad foi questionado sobre as críticas que fez a Gleisi numa entrevista por causa da visita e respondeu que via problema no fato de ela não ter ouvido a legenda. A presidente petista rebateu dizendo que o PT já tinha uma posição política em relação ao país sul-americano.

Para a reunião deste ano do Foro de São Paulo, a legenda aprovou em uma reunião de seu diretório com as posições que serão defendidas em Caracas. Com relação à Venezuela, o partido fala em “fim da ingerência estadunidense nos assuntos internos, fim das sanções econômicas, direito à auto determinação do povo venezuelano e apoio aos Diálogos de Negociação entre as partes, auspiciados pelo governo da Noruega”.

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A primeira reunião do que seria o Foro de São Paulo aconteceu em 1990, no hotel Danúbio, em São Paulo — daí o nome, cunhado no ano seguinte. Na época, a esquerda tentava se rearticular na América Latina, em meio ao fim da Guerra Fria e a governos que baixavam pacotes de austeridade para lidar com crises inflacionárias. Convocados pelo PT de Luiz Inácio Lula da Silva, com apoio do cubano Fidel Castro, o encontro reuniu 48 partidos e movimentos e foi encerrado com um comunicado marcado por críticas “às políticas pró-imperialistas e neoliberais”.

Nos últimos dias, Bolsonaro tem usado as redes sociais para atacar o encontro . Na segunda-feira (21), disse que a reunião tinha o objetivo de “discutir um projeto totalitário para a América Latina”. Na semana passada, postou um vídeo de uma reunião interna do PT extraído do filme o “O Processo” dizendo que o partido havia vazado o vídeo de propósito para se vitimizar e que essa era uma das estratégias a ser usada no Foro de São Paulo .

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Nova confusão suspende sessão da Previdência na Alesp pelo 2º dia seguido

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Reprodução/Twitter

Deputadas do PT e PSOL ocuparam Mesa Diretora

Após mais uma confusão na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a sessão que vota a Reforma da Previdência foi suspensa foi suspensa pelo segundo dia seguido após deputadas do PT e do PSOL ocuparem a Mesa Diretora da Casa. Dessa vez houve um desentendimento entre os servidores e as parlamentares com o presidente Cauê Macris (PSDB). Nesta quarta a sessão também precisou ser suspensa após uma discussão entre os deputados.

A confusão começou quando servidores foram impedidos de entrar na galeria do plenário. Como forma de protesto, deputadas do PT e PSOL ocuparam a Mesa Diretora e impediram a abertura da sessão.

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Em resposta, o presidente da Casa, Cauê Macris, disse que só iria liberar a entrada dos servidores quando elas liberassem a mesa. A sessão precisou ser e será reagendada para outra data.

Assista ao vídeo do momento que servidores tentam entrar na galeria do plenário:

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A sessão da noite desta quarta-feira (4) da Assembleia Legislativa de São Paulo teve briga entre deputados. A confusão começou quando o parlamentar Arthur do Val (sem partido), conhecido como Mamãe Falei, discursava na tribuna e passou a atacar servidores simpatizantes do PT que estavam na galeria.

Mamãe Falei , que pertence ao Movimento Brasil Livre ( MBL ) e fui expulso recentemente do DEM, chamou os petista de “vagabundos” e disse que eles estavam ali porque “ganharam mortadela”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Whatsapp diz que baniu contas que dispararam mensagens em massa na eleição

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Allan White/ Fotos Públicas

WhatsApp fez disparo de mensagens durante as eleições de 2018

O WhatsApp comunicou o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) que baniu, em outubro do ano passado, três contas em que tinham indícios de ter feito disparo de mensagens em massa. Por outro lado, disse não ter como recuperar informações sobre contas de outras empresas suspeitas da mesma prática, o que viola os termos de serviço do aplicativo. As informações foram prestadas em uma ação para apurar se a campanha do presidente Jair Bolsonaro fez uso indevido do aplicativo na eleição passada. O Whatsapp, porém, não disse se, nessas contas banidas, houve prestação de serviço ao então candidato.

A ação foi apresentada pelo PDT com base em reportagem do jornal da Folha de S.Paulo , segundo a qual empresas estariam comprando pacotes de disparo em massa de mensagem contra o PT . Isso configuraria doação empresarial a Bolsonaro, o que é proibido desde 2015. Além disso, também representaria “utilização indevida de comunicação digital (perfis falsos) para propaganda eleitoral”.

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Em 10 de outubro deste ano, o então corregedor do TSE, ministro Jorge Mussi, determinou que operadoras de telefonia informassem as linhas de quatro empresas e dos seus sócios: Quick Mobile Desenvolvimento e Serviços, Yacows Desenvolvimento de Software, Croc Services Soluções de Informática, e SMSMarket Soluções Inteligentes, todas suspeitas de fazerem disparo de mensagens em massa por meio do Whatsapp para a campanha de Bolsonaro.

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Após a resposta das operadoras, o atual corregedor, ministro Og Fernandes, determinou que o WhatsApp informasse se houve disparo de mensagens e se adotou medidas para bloqueá-las ou bani-las no período da campanha, que foi de 14 de agosto a 28 de outubro de 2018.

“Por conta do longo período transcorrido desde o intervalo de datas de 14 de agosto de 2018 a 28 de outubro de 2018, o WhatsApp, de modo geral, não tem informações disponíveis relacionadas aos números de telefone indicados pelas operadoras de telefonia como pertencentes às empresas e pessoas mencionadas na decisão”, respondeu o aplicativo.

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Por outro lado, informou ter conseguido recuperar informações sobre contas pertencentes à SMSmarket Soluções Inteligentes e a uma pessoa física. Segundo o Whatsapp, essas contas “foram banidas em 25 de outubro de 2018, depois que a tecnologia de detecção de spam do WhatsApp identificou comportamento anormal, indicativo do envio automatizado de mensagens em massa”.

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Informou ainda que, pelo mesmo motivo, um número não listado pelas operadoras de telefonia também foi banido em 11 de outubro do ano passado. Ele era relacionada à Yacows Desenvolvimento de Software.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Aliança Pelo Brasil é registrado em cartório

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Agência Brasil

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Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro teve nova legenda registrada nesta quinta-feira (5).

O Aliança pelo Brasil , partido idealizado pelo presidente Jair Bolsonaro mês passado, teve sua criação registrada em cartório nesta quinta-feira (5). O responsável pelo registro foi o 2º vice-presidente da legenda, Luiz Felipe Belmonte. Segundo ele, o partido se pautará pelos “princípios cristãos ”.

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“Estamos dando entrada no registro do novo partido Aliança Pelo Brasil. Um partido criado pelo presidente Bolsonaro , junto com seus apoiadores, e que pretende ser um partido que defina uma linha de direção valorizando os princípios cristãos, valorizando a família e valorizando essas questões que são da raiz do povo brasileiro”, disse em sua conta no Twitter. “Tenho certeza que será um grande partido e que terá o apoio de grande parte da população brasileira”, completou.

Bolsonaro criou o partido após anunciar seu desligamento do PSL , legenda com a qual se elegeu presidente da República. O novo partido, no entanto, ainda precisa obter o reconhecimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para formalizar sua criação e participar de eleições. Para isso, precisa recolher a assinatura de, no mínimo, 491.967 eleitores em apoio à nova legenda.

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Na última terça-feira (3), o TSE decidiu reconhecer assinaturas eletrônicas para formalizar a criação de partidos políticos. A decisão pode acelerar o registro da legenda junto ao tribunal. Bolsonaro pretende agilizar o processo de obtenção de registro do partido por meio de certificados digitais.

Apesar da decisão, não há prazo para que a Justiça Eleitoral possa criar aplicativos e programas de computador para efetivar a decisão, que ainda precisará ser regulamentada para passar a ter validade. Segundo a presidente do TSE, Rosa Weber , as soluções não estarão prontas para as eleições municipais de 2020.

Fonte: IG Política
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