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Política Nacional

Glenn Greenwald não é investigado, garante diretor da Polícia Federal

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Fernando Frazão/Agência Brasil

Glenn Greenwaldnão está sendo investigado pela PF


O diretor-geral da Polícia Federal, delegado Maurício Valeixo, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, que o jornalista Glenn Greenwaldo, do site The Intercept Brasil, não é investigado pelo vazamento de conversas atribuídas ao ministro da Justiça, Sergio Moro, e procutadores da República que integram a força-tarefa da Lava-Jato.

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 Segundo Valeixo, “não há na corporação inquéritos em curso para apurar a conduta do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil”.

A Rede Sustentabilidade entrou com uma ação para questionar a existência de eventual investigação sobre o jornalista .

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O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, havia pedido informações a Moro e à PF sobre eventual investigação contra Glenn.

Glenn é fundador e colunista do site The Intercept Brasil, que divulgou trocas de mensagens atribuídas a Moro , na época em que ele era juiz na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, e aos procuradores da força-tarefa. Segundo o site O Antagonista, a PF, que é subordinada a Moro, pediu ao Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) um relatório das atividades financeiras de Greenwald. Até agora, ninguém — Moro, PF, Coaf e Ministério da Economia, ao qual o órgão é ligado — confirmou ou desmentiu a existência da investigação.

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O relator da ação da Rede sobre Glenn Greenwald é o ministro Gilmar Mendes, mas o STF está de recesso no mês de julho. Assim, cabe ao presidente da Corte tomar as decisões consideradas urgentes no período. Após o recebimento das explicações, Toffoli também quer que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradora-Geral da República (PGR) se manifestem em três dias.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro desiste de mudanças no pacote anticrime no Senado

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Agência Brasil

Sergio Moro quer acelerar tramitação do pacote anticrime

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, desistiu de fazer mudanças no pacote anticrime que agora vai seguir para avaliação no Senado. Segundo auxiliares de Moro, objetivo é acelerar a tramitação do pacote. Na última quarta (4), o pacote foi aprovado na Câmara, mas avançou sem as principais medidas do ministro : o excludente de ilicitude, a prisão após condenação em segunda instância e o plea bargain, quando quando acusados confessam crimes em troca de uma pena menor.

Considerado a principal bandeira da bancada lavajatista, a votação foi uma derrota tanto para esse grupo quanto para Moro. No Senado, onde estão os principais defensores do pacote, parlamentares querem condicionar a aprovação da versão que veio da Câmara ao compromisso de que, caso Bolsonaro vete temas a pedido do ministro, eles não sejam derrubados em plenário.

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Moro também ficou descontente com a inclusão da juiz de garantias no texto e argumentos para que o trecho seja vetado estão sendo construídos. A justificativa deve ser a de que não há previsão orçamentária para o aumento dos gastos com a categoria de juízes.

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Para os deputados que criaram a norma, não haverá custo extra, pois os atuais juízes exercerão a tarefa de julgar casos instruídos por colegas e vice-versa.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Doria discute o novo PSDB com Fernando Henrique Cardoso

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IstoÉ

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Reprodução

Dupla se encontrou no apartamento de FHC

Neste domingo 8, o governador de São Paulo, João Doria, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, se reuniram em São Paulo para discutir os rumos do novo PSDB e o futuro da política e da economia brasileira. O encontro aconteceu no apartamento de FHC no Pacaembu.

Doria aclamado

No sábado, 7, o PSDB realizou seu Congresso Nacional, em Brasília, sob o comando do ex-deputado Bruno Araújo, aliado do governador de Sao Paulo, João Doria, que saiu aclamado como candidato a presidente da República pelo partido.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, apoia o projeto do partido em torno de uma candidatura única, de centro. Hoje, o candidato de consenso é Doria.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Metade do País avalia combate à corrupção de Bolsonaro como ruim ou péssimo

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Marcos Corrêa/PR

Recuperação lenta da economia tem ajudado a diminuir queda da popularidade de Bolsonaro

Metade dos brasileiros avalia o combate à corrupção  do governo do presidente Jair Bolsonaro como ruim ou péssimo, diz pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (8). Em agosto deste ano, 44% da população tinha a mesma opinião. Os que dizem que o combate é bom ou ótimo caíram de 34%, em agosto, para 29% agora, em dezembro. A avaliação regular oscilou negativamente de 20% para 19% no mesmo período e 2% não souberam responder.

A recuperação lenta da economia, no entanto, tem ajudado o presidente a não perder tanto de sua popularidade. Os que aprovam a economia do governo do presidente passaram de 20% para 25%, enquanto ruim ou péssimo oscilou de 43% para 44%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A parcela que avalia a economia como regular caiu de 35% para 29% e 2% também não souberam responder.

Quando o assunto é o combate ao desemprego, a notícia também é favorável para o Planalto. Os que avaliam a atuação do governo na área como ruim ou péssima diminuíram de 65% para 59%. A avaliação de bom e regular oscilou positivamente de 13% para 16%, enquanto regular foi de 21% para 24%. Parcela de 1% dos entrevistados não soube responder.

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O Datafolha entrevistou 2.948 pessoas em 176 municípios do país na quinta (5) e na sexta (6). As entrevistas foram feitas pessoalmente, em locais de grande circulação. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais e o indíce é de 95%. Isso significa que os resultados refletem a realidade em 95% dos casos, considerando a margem de erro.

Principais problemas

A pesquisa ainda perguntou aos entrevistados quais áreas do governo eles consideram que tem mais problemas. Em primeiro lugar aparece a área da Saúde, citada por 19% deles. Educação vem em segundo lugar, com 14%, que é seguida por Segurança (13%), Desemprego (13%), Corrupção (8%) e Economia (8%).

Fonte: IG Política
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