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Gorda de top, sim! Jovem costura fecho de sutiã em bandana para seguir tendência

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Uma das últimas tendências que ainda está bombando no mundo da moda é usar bandana  como top ou cropped . A ideia é amarrar o tecido em torno do busto e das costas, dando aquele nó para prendê-lo a corpo. A questão, porém, é que esses lenços no geral possuem um tamanho único e os corpos das mulheres não — afinal, há uma diversidade de biotipos por aí.

top de bandana arrow-options
Reprodução/Twitter/@unidunite_c

Eduarda viralizou no Twitter após mostrar tutorial do top inclusivo, feito com uma bandana e o fecho de um sutiã velho

Para tornar essa moda mais inclusiva, Eduarda Crespo, de 18 anos, resolveu inovar: ela colocou um fecho de sutiã velho na parte de trás da bandana  como um “expansor”. “Ok Twitter, eu fiz um negócio: Sabe aquela coisa que meninas magras fazem, de amarrar uma bandana no corpo e usar de blusa? Eu queria MUITO um daqueles, mas eu sou GORDA. Então eu cortei um sutiã velho e FIZ UMA PRA MIM”, escreveu no Twitter. 

Em entrevista ao Delas , a estudante de artes visuais, que mora em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, contou que a ideia surgiu quando estava limpando o guarda-roupa viu um sutiã velho entre as roupas. Como não conseguia amarrar o lenço no corpo, mas sempre sentiu a vontade de seguir essa tendência  , viu ali uma oportunidade. 

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“Sempre fui gorda  e sempre gostei de me vestir bem, mas como o mercado da moda não é muito inclusivo com o meu tipo de corpo, acabei aprendendo a dar um jeito pra conseguir usar as coisas que eu queria. A primeira tentativa ficou toda tortinha, mas funcionou”, disse.

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Como criar o seu próprio top usando uma bandana?

A postagem recebeu 25,1 mil curtidas na rede social e foi compartilhada mais de 2 mil vezes. Por causa desse sucesso, Eduarda  ainda completou a ideia com um tutorial em cinco passos que reproduzimos abaixo. Primeiro de tudo: o que você vai precisar de: 

  • Uma bandana, claro
  • Um sutiã velho
  • Linha e agulha
  • Uma tesoura

O primeiro passo é dobrar o tecido no meio, medir no seu corpo, cortar o fecho do sutiã (maior do que você acha que vai precisar) e medir mais uma vez. Depois, vai ajustando até ficar de um tamanho confortável e que dê para amarrar.

As próximas etapas é posicionar o fecho em um dos lados, prestando atenção nas medidas para conseguir prender e costurar. Faça o mesmo com o outro lado e pronto! 

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Para as meninas que têm seios maiores, a estudante recomenda colocar alças usando um cordão. A diferença, nesse caso, é que a ponta do lenço vai ficar presa no seu pescoço ao invés de solta na barriga. Por isso, é preciso passar um ponto no tecido para prender as pontas e, por último, passar o fio nessa costura. 


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Por uma moda mais inclusiva

Para Eduarda, ser gorda não significa estar fora de moda e foi pensando nessa questão inclusiva que ela compartilhou o tutorial com o top de bandana

“A moda tem se tornado mais acessível e as linhas plus size vem aumentando bastante, mas ainda são peças muito caras. Pra mim, essa falta de um mercado barato de roupas para corpos gordos é mais um jeito de fazer a pessoa gorda sentir vergonha e repulsa do próprio corpo.”

“É muito difícil resistir a onda de moda magra, bater o pé e dizer ‘eu também tenho o direito de me vestir bem!’, principalmente quando a gente olha pra mídia e não se vê em lugar nenhum, mas é preciso manter em mente que ser gordo não é um problema, e que ninguém pode te dizer o que você pode ou não usar”, finaliza. 

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Noiva desastrada joga buquê na própria cabeça e cai na hora da valsa

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Você se considera uma pessoa desastrada? Se sim, provavelmente vai rever o conceito depois de conhecer Suzy Bartholo, 24 anos, uma noiva que não apenas derrubou o buquê na própria cabeça, como também caiu na hora da valsa.

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Reprodução/Twitter/suzybartholo

Suzy Bartholo, 24 anos, foi assunto no Twitter ao jogar o buquê na própria cabeça e cair na hora da valsa

A noiva de Itajaí, Santa Catarina, compartilhou vídeos dos momentos em seu Twitter e viralizou. “E eu que joguei o buquê na minha cabeça? kkkk”, brinca na leganda da gravação. Veja o vídeo:

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“Era muito pesado, tu viu que eu saio segurando a coroa? Porque foi um peso na cabeça que eu achei que a coroa tinha caído”, escreveu Suzy para uma seguidora. Apesar do susto, nada grave aconteceu.

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E não parou por aí! A publicação recebeu tantos comentários que Suzy também compartilhou outro vídeo memorável do casamento : “Se não bastasse o buquê na cabeça eu também cai na minha valsa”, conta. Confira:

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A repercussão do casamento de Suzy foi tanta que a festa foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil. Como a festa foi no sábado (14),  noiva respondeu que está aproveitando a lua de mel, mas pretende contar em breve os detalhes do dia na rede social.

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“A Dona do Pedaço”: Vivi Guedes escolherá vestido de noiva preto; você usaria?

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Vivi Guedes (Paolla Oliveira) vai se casar novamente. A digital influencer de “A Dona do Pedaço” subirá ao altar com Camilo (Lee Taylor) após ser chantageada por ele com ameaças envolvendo Chichete (Sergio Guizé), seu verdadeiro amor. Com tanto drama envolvendo a união, ela decidiu apostar em um vestido de noiva com significado, na cor preta.

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Vivi Guedes com vestido preto arrow-options
Divulgação/TV Globo/Raquel Cunha

Vivi Guedes escolheu um vestido de noiva preto para dar dramaticidade à união com Camilo, que acontecerá no sábado (21)

A “ousadia” pela escolha do preto para o  vestido de noiva foi a forma que Vivi encontrou para mostrar também sua revolta pelo casamento a contragosto.  Indo para além da cor, porém, esse modelo segue todas as últimas tendências — não que poderia ser diferente falando da blogueira mais amada de “A Dona do Pedaço”, não é? 

Inspirado em um vestido dos anos 80 lançado pela Dior, as mangas bufantes e a capa exagerada, com 10 metros de tafetá, fazem parte da onda retrô que tomou conta do mundo da moda nas últimas temporadas. Além disso, reforçam a questão da dramaticidade.

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Ao site oficial da emissora, as figurinistas da novela, Claudia Kopke e Sabrina Moreira, afirmam que mudaram o estilo original da peça para se adequar à cena, que está prevista para ir ao ar no próximo sábado (21/09).

“Bebemos na fonte desse desfile Dior, da década de 80. O vestido original era vermelho, mas o briefing da novela pedia preto e alteramos a cor. Acrescentamos uma capa e uma cauda, confeccionadas pelas nossas costureiras, e o resultado ficou incrível: uma verdadeira Drama Queen”, comenta Sabrina. 

Para quem quer se inspirar, uma dica é “excluir” os itens que achar que não combinam com a sua própria personalidade. Por exemplo, se você é fã de peças vintage, mas não necessariamente do exagero, pode optar pelo vestido de cetim sem a capa e as mangas.

Dê a sua opinião sobre a peça no teste abaixo: 


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Compare os vestidos de noiva de Vivi Guedes, em “A Dona do Pedaço”

Vivi Guedes com vestido de noiva branco arrow-options
Globo/João Miguel Júnior

Para o primeiro casamento Vivi Guedes , de “A Dona do Pedaço”, escolheu um vestido de noiva que deixa as pernas à mostra

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Para o casamento anterior , Vivi havia sido tão ousada quanto. O  vestido de noiva  (dessa vez, branco) também foi de tafetá, completamente liso e sem nenhum tipo de bordado ou brilho. Curto na frente, longo atrás, os detalhes ficam por conta de babados balonê e do corset. 

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Meu filho é muito ansioso, e agora? Saiba como lidar com a ansiedade infantil

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Falta de ar, coração acelerado, inquietação e irritabilidade são alguns sintomas da ansiedade, doença que afeta 18,6 milhões de brasileiros, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). O que nem todos sabem é que o transtorno não é exclusivo aos adultos. Na verdade, os primeiros sinais podem aparecer logo na primeira infância.

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criança abraçada na perna de adulta arrow-options
shutterstock

Falta de ar, palpitação no peito, medo irracional e inquietação são alguns dos sintomas da ansiedade infantil

“A ansiedade é um estado de humor desagradável que extrapola a normalidade, ou seja, com grande apreensão em relação ao futuro (geralmente próximo)  e intensa preocupação”, explica Fabíola Toffoli, pediatra e parceira da Weleda.

Identifica alguma dessas características em seu filho? Se sim, é hora de ligar o sinal de alerta e buscar ajuda. Quanto mais cedo a ansiedade infantil for diagnosticada, mais rápido são os resultados do tratamento.

Causas e sintomas de ansiedade infantil

Os fatores que podem desencadear a ansiedade infantil são diversos. De acordo com a pediatra, vão desde os mais graves e conhecidos, como a perda de um ente querido ou sofrer bullying e violência física, até fatores aparentemente menos danosos, como a superproteção dos pais que, ao demonstrarem medo com relação a tudo que a criança passa, geram uma sensação constante de risco e de insegurança.

Já os sintomas de ansiedade lembram os que acometem os adultos. Fabíola faz uma lista dos mais comuns entre os pequenos:

  • Palpitações ou dor no peito
  • Sensação de falta de ar
  • Boca seca
  • Alterações gastrointestinais (náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia)
  • Agressividade
  • Choro desproporcional ou aparentemente sem motivo
  • Tremores
  • Sudorese em extremidades
  • Enurese
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Sensação de desmaio
  • Dificuldade para dormir
  • Insônia
  • Sono agitado com pesadelos
  • Cansaço excessivo
  • Tensão muscular
  • Medo exacerbado e agitação
  • Involução do desenvolvimento
  • Baixo rendimento escolar
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Segundo a pediatra, essas manifestações geralmente são relacionadas a algum fator de medo, por exemplo: antes de provas, apresentação de trabalhos escolares, competições, viagens, mudanças de escola, etc.

“Como mecanismos de defesa, as crianças podem evoluir com isolamento e retração social, interferindo em sua vida cotidiana. Muitas vezes, com queda do rendimento escolar, distúrbios alimentares, dificuldade de se relacionar, distúrbios do sono e até depressão”, acrescenta.

Fabíola também fala que a ansiedade gera insegurança, dores físicas e agitação quando a criança está diante de uma situação “gatilho”. Assim, elas passam a evitar determinadas situações e se comportam de forma diferente do habitual. Por isso, é importante sempre observar de que forma seu filho reage aos acontecimentos.

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Meu filho é ansioso, e agora?

criança na terapia arrow-options
shutterstock

Psicoterapia e terapias integrativas, como aromaterapia e meditação, são tratamentos indicados para a ansiedade

O primeiro passo ao perceber sintomas de ansiedade na criança é tranquilizá-la e buscar ajuda profissional. Fabíola sugere recorrer ao pediatra que já conhece o histórico do seu filho para verificar se há algum fator físico ou metabólico associado e encaminhar para o tratamento mais adequado.

A profissional explica que diagnóstico de um quadro de ansiedade é complexo e passa, necessariamente, por uma investigação minuciosa que vai considerar fatores familiares, possíveis medicações que a criança usa, sintomas relatados e fatores ambientais, como escola, dinâmica familiar, amizades e traumas vividos.

A criança começa a ser tratada assim que o diagnóstico é feito. “A base do tratamento é a psicoterapia sendo a terapia comportamental a mais utilizada em pediatria”, explica Fabíola.

Além da psicoterapia voltada para a criança, existem terapias integrativas como técnicas de relaxamento e de respiração, musicoterapia, meditação, leituras, massagens, nutrição, gestão de estresse, cromoterapia e aromaterapia.

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“Nos casos mais intensos, em que somente a psicoterapia não está apresentando a melhora esperada, será necessário o uso de medicações, inicialmente naturais (medicamentos antroposóficos e fitoterápicos) e, se necessário, associar alopáticos (ansiolíticos, antidepressivos)”, diz a pediatra. Nesse caso, o acompanhamento será feito por um médico psiquiatra infantil.

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Como os pais podem ajudar?

pai e filha sorrindo arrow-options
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Estar presente e se colocar aberto ao diálogo é fundamental, demonstrando carinho e segurança à criança

O apoio dos pais é imprescindível para o sucesso do tratamento da ansiedade infantil . Eles precisam ter a consciência para lidar adequadamente com a situação, transmitindo carinho e segurança ao filho. Fabíola diz que é preciso paciência e compreensão, já que a ansiedade infantil é causadora de sofrimento.

Para isso, busque sempre manter o diálogo aberto com a criança para que ela se sinta confortável para contar o que está sentindo. Nesse momento, não menospreze os sentimentos dela. “Lembre que é incontrolável e ela não tem a maturidade suficiente para entender o que se passa”, alerta.

Ensine a criança a aproveitar o presente e desacelere a correria do dia a dia para ser mais presente na vida do seu filho. A pediatra explica que mostrar a ação do tempo também é importante. Vale fazer um calendário para que a criança entenda a passagem dos dias.

Fabíola também fala para mostrar ao filho que as responsabilidades dos pais são cumpridas, demonstrar que nem sempre é possível ganhar e que perder faz parte da vida, além de focar nas soluções dos problemas e medos, tentando substituir o “esse acontecer tal coisa” por “o que posso fazer”.

Momentos em família também são fundamentais para casos de ansiedade infantil . Faça jogos envolvendo todos da casa, escutem música e usem técnicas de respiração em momentos mais ansiosos.

Para completar, outro ponto importante é que os pais reconheçam se também sofrerem de ansiedade e, se for o caso, busquem tratamento. 

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