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Economia

Imóveis desprezados em leilões têm descontos de até 50%; saiba como aproveitar

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Imóveis desprezados em leilões têm descontos de até 50%

 A venda direta de imóveis tem sido uma alternativa para muitas famílias que estão à procura de unidades prontas e com preços abaixo da média. A modalidade é oferecida por bancos como a Caixa Econômica Federal e é voltada para imóveis retomados. Segundo a Caixa, 2.391 imóveis estão disponíveis para venda no estado, com valor médio de R$ 216 mil. As informações sobre o processo de venda podem ser encontradas em  www.caixa.gov.br/ximoveis .

Neste tipo de negociação, o imóvel ofertado já foi a leilão , mas não foi arrematado, sendo então negociado novamente. Segundo especialistas, é possível encontrar unidades com valores até 50% mais baixos, na comparação com os de mercado.

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De acordo com Patricia Curvelo, diretora da Investmais, assessoria de investimentos em ativos imobiliários, em alguns casos, além do valor mais baixo, o interessado pode financiar em até 30 anos e ainda usar o FGTS .

“Outra vantagem da venda direta é que não há disputa como acontece nos leilões . Este modelo tem atraído muitos interessados. Já registramos um aumento de 35% nos negócios fechados pela venda direta”, afirma a diretora. Segundo ela, há ofertas em todo o país, com valores de R$ 150 mil a R$ 4 milhões.

O advogado Leandro Sender lembra que é recomendado contar com uma assessoria jurídica na aquisição de qualquer imóvel, pois diversos aspectos devem ser analisados. “Na venda direta é importante verificar se todos os requisitos do leilão foram devidamente cumpridos”, salienta ele.

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Os custos desse tipo de negociação vão do valor do leiloeiro a impostos e taxas cartorárias e processuais, no caso de posse por vias judiciais.

Precauções antes da compra

Outra precaução é saber se o imóvel está ocupado ou vazio. O comprador deve estar ciente de que uma desocupação pode demorar alguns meses, razão pela qual deve se preocupar. “A responsabilidade pela desocupação é sempre do comprador do imóvel”, lembra Sender.

O advogado Hamilton Quirino destaca outro cuidado: saber se existe alguma ação judicial do mutuário que perdeu o imóvel contra o agente financeiro, para ver se haverá algum entrave no recebimento das chaves.

Quirino salienta também que é preciso examinar detidamente o imóvel (ocupado ou não), para saber o estado de conservação, conferir o preço de mercado do bem selecionado e checar outras despesas pós-compra. “Muitas vezes, o barato pode sair caro”, lembra o advogado.

Além disso tudo, vale pesquisar sobre dívidas do imóvel perante o Condomínio e o IPTU, pois muitos mutuários, devedores das prestações, deixam de pagar os encargos, que acabam sendo assumidos pelo comprador. Se houver dívida, o advogado Leandro Sender orienta que deve ser negociada com o vendedor, que deverá arcar com esses valores.

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Principais dúvidas

Como faço para ter acesso às ofertas dos bancos?

É possível ter acesso pelos sites de leiloeiros e de bancos credores, como a Caixa Econômica.

Quais os custos deste tipo de negociação?

Em geral o interessado terá custos de leiloeiro, impostos e taxas cartorárias e processuais. Este último item se aplica em caso de posse por vias judiciais.

De quem é a responsabilidade pela desocupação do imóvel?

A responsabilidade pela desocupação é sempre do comprador. Assim, reforçamos a importância de ter uma assessoria jurídica apoiando todas as etapas.

Em quanto tempo o imóvel passa a ser do novo proprietário?

Considerando a propriedade, no Rio de Janeiro é possível receber o imóvel em até 60 dias. A conclusão do Registro de Imóveis varia em função da condição da compra (à vista ou por financiamento).

O pagamento na modalidade de venda direta tem que ser à vista ou pode ser parcelado? É possível usar o FGTS ou carta de consórcio?

A aquisição pode ser à vista ou financiada, a depender das condições de oferta do imóvel selecionado. No caso da Caixa Econômica, é possível usar o FGTS em alguns imóveis para o pagamento da entrada. Já o consórcio, por regras específicas da modalidade, não é permitido em imóveis retomados de nenhuma instituição.

Há ofertas de unidades residenciais e comerciais? E para veraneio?

Há ofertas de imóveis residenciais e comerciais, incluindo lotes e áreas para construção. O uso como moradia ou veraneio é de livre escolha do comprador.

Fonte: IG Economia
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Presidente da Netflix: US$ 520 milhões em série será pechincha no futuro

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IstoÉ Dinheiro

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Emily Canto Nunes/iG São Paulo

Reed Hastings mostrou serenidade ao falar do aumento da concorrência no setor de streaming

The Crown ” é uma série de época que trata dos bastidores do início do reinado de Rainha Elizabeth II a frente do Reino Unido.

Uma das principais séries exclusivas da Netflix, a produção é também uma das mais caras da televisão americana, devido sua reconstituição de época e grandeza do roteiro, o custo total de uma temporada do seriado é de cerca de R$ 520 milhões (100 milhões de libras).

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O valor porém assusta analistas da Netflix, uma vez que a empresa tem atualmente US$ 12,3 bilhões em dívidas no longo prazo e descarta qualquer possibilidade de angariar renda de outras maneiras – como um plano de assinatura grátis com propagandas.

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Netflix/Divulgação

The Crown é uma das séries mais caras da Netflix


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Quem não está preocupado com isto no momento é o presidente do serviço de streaming, Reed Hastings , que acalma os investidores com o que normalmente deveria significar problema para empresas: aumento da concorrência.

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Durante conferência da indústria de televisão RTS no Reino Unido, Hastings disse o mundo do streaming será “totalmente novo” em novembro com a chegada dos streamings da Disney e Apple. 

Segundo ele, o arrefecimento na competição fará com que empresas explorem melhor conteúdos e talentos disponíveis, e completou dizendo que neste novo cenário, o dinheiro gasto com The Crown será uma pechincha para os novos padrões da indústria. “Parecerá uma pechincha”, disse.

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O executivo disse também que neste ano gastou 400 milhões de libras em produções no Reino Unido , e que a tendência é crescer. Quando questionado se o número poderia dobrar para 2020, ele disse que “provavelmente não”, mas que os investimentos terão um “grande aumento”.

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Fonte: IG Economia
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Veja as contas que você pode ficar sem pagar para sair do vermelho

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

Leia também: O que fazer com os R$ 500 do FGTS: pagar dívida, deixar parado ou gastar?

Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.
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De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

Leia também: Vagas de emprego: veja mais de 840 oportunidades em todo o Brasil

Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.

Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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Na hora do aperto, quais contas escolher para não pagar? Especialista ensina

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

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Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.
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De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

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Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.

Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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