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Mãe e filho hostilizados no Gre-Nal são recebidos no CT do Grêmio

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Bernardo e Taís encontram jogadores do Grêmio arrow-options
Reprodução/Twitter Grêmio

Bernardo e Taís encontram jogadores do Grêmio

O Grêmio abriu as portas na tarde desta terça-feira (23) para receber os torcedores tricolores Taís e Bernardo (mãe e filho). Depois de passarem maus momentos no último Gre-Nal, ambos puderam conhecer os jogadores gremistas e ainda levaram para casa algumas lembranças.

Mãe e filho foram recepcionados no CT Luiz Carvalho e receberam o carinho dos atletas gremistas e do técnico Renato Gaúcho . Para deixar de lado definitivamente as memórias ruins do último Gre-Nal , o garoto foi presenteado com camisas do Grêmio e ainda pôde conversar com seus ídolos.

A atitude do Tricolor de promover o encontro se deu após  Taís e Bernardo terem sido hostilizados por torcedores colorados no clássico entre Internacional e Grêmio, que aconteceu no último sábado, no estádio Beira-Rio.

Entenda o caso

Logo após o empate em a 1 a 1 no Gre-Nal do último sábado, Taís – que estava no Beira-Rio juntamente com Bernardo – pegou uma camisa do Grêmio e passou a agitá-la. O fato aconteceu no setor destinado à torcida do Internacional . A atitude causou revolta em alguns torcedores rivais, que retiraram a camisa do Grêmio das mãos de Taís com violência e deixaram o garoto Bernardo aos prantos. Todas as imagens foram flagradas pela RBS TV.

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O Ministério Público e a Polícia Civil abriram investigações para apurar o caso acontecido no Gre-Nal . Uma das torcedoras do Inter envolvidas na confusão foi suspensa provisoriamente pelo clube colorado.

Fonte: IG Esportes
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Ceará empata com Botafogo e permanece na Série A

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O Ceará empatou por 1 a 1, no estádio Nilton Santos, neste domingo (8) com o Botafogo e se manteve na Série A do Campeonato Brasileiro.

Na 38° rodada, a última da competição, a equipe carioca abriu o placar com Marcos Vinícius, aos 38 minutos. Os cearenses empataram na segunda etapa, de pênalti, Thiago Galhardo fez aos 20 minutos.

Com este resultado, a equipe alvinegra terminou a competição com 43 pontos, na décima quinta colocação. O glorioso não conseguiu uma vaga na Copa Sulamericana do ano que vem. Como o Fluminense venceu o Corinthians por 2 a 1, na Arena Corinthians, os tricolores ficaram com a última vaga da competição internacional.

Já o Ceará fez o que precisava no Rio de Janeiro para se manter na primeira divisão mas, mesmo se não fizesse, não cairia.

Em função da derrota do Cruzeiro, no Mineirão, por 2 a 0, para o Palmeiras. A raposa foi rebaixada pela primeira vez na história do Campeonato Brasileiro. 

Com este ponto conquistado, o Ceará encerra o Brasileirão com 39 pontos na décima sexta colocação.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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Coluna – A poderosa Ting Zhu

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Quem é apaixonado pela seleção brasileira ainda deve ter pesadelos com o nome de Ting Zhu. Afinal, ela foi a principal responsável pela virada chinesa que eliminou o Brasil nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016 diante de um Maracanãzinho lotado. Aquela vitória épica abriu caminho para a conquista da medalha de ouro pela China. Zhu seria escolhida, com méritos, a melhor jogadora da Olimpíada.

O desempenho da ponteira da seleção chinesa na Rio 2016 era só um cartão de visitas. De lá pra cá a China cresceu, contando não apenas com Zhu, é claro, mas com um time jovem e competente e com Lang Ping, uma técnica estrategista e vitoriosa. Mas Ting Zhu é o ponto de desequilíbrio a favor das chinesas. Elas chegarão a Tóquio dividindo com a Sérvia e com a Itália o posto de seleções a serem batidas nos Jogos Olímpicos.

A atleta é a jogadora de vôlei mais bem paga do mundo. Em 2017, quando renovou o contrato com o Vakfibank, passou a receber cerca de R$ 5 milhões por temporada. Mas neste ano, de olho na preparação para a Olimpíada, a atleta atendeu ao pedido de Lang Ping para que atuasse em seu país. Por isso, depois de três anos de sucesso, deixou a liga mais importante do mundo, a turca, e se transferiu para o Tianji, a principal equipe da China.

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No Mundial de Clubes de Shaoxing, que termina amanhã em Shaoxing (China), o Tianjin não avançou às semifinais. O resultado se deve muito à ausência de Ting Zhu, lesionada, na partida contra o Vakfibank, que valia a classificação. Se avançasse à fase final, a jogadora era aposta certeira para o prêmio MVP (jogadora mais valiosa) da competição, o que já aconteceu em outras duas oportunidades.

No voleibol moderno a estatura é essencial, vide as excelentes Tijana Boskovic, da Sérvia e com 1,93m, e Paola Egonu, da Itália e com os mesmos 1,93m. Ting Zhu tem 1,98m. As três são jovens, se destacam por onde passam e são derrubadoras de bolas natas. Então o que faz a chinesa estar um passo à frente das colegas? Justamente a posição em que atua. Enquanto Egonu e Boskovic são opostas e jogam livres para atacar, Zhu é ponteira passadora. Ou seja, além do ataque ela tem a responsabilidade de recepcionar os saques e se sai bem na função. A altura facilita o bloqueio eficiente. Na rede, a chinesa tem um arsenal de golpes, alternando potência com técnica apurada. É a jogadora mais completa em atividade no vôlei feminino atual.

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O mais impressionante é que a ponteira tem apenas 25 anos e um longo caminho pela frente. Se as lesões não atrapalharem, ela poderá servir à China em, pelo menos, outras duas Olimpíadas e dois Mundiais, além de diversas edições da Liga das Nações, Copa dos Campeões e Copa do Mundo. Serão diversas oportunidades para engrossar ainda mais um currículo invejável que já conta com prêmios de melhor atleta, melhor ponteira e maior pontuadora nas principais competições de clubes e de seleções. Para usar uma expressão da moda no futebol, Ting Zhu está em outro patamar.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Braziliam Storm surfa pelo quarto título mundial

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A partir do próximo domingo (8) os olhos dos amantes do surfe estarão voltados para a ilha de Oahu, no Havaí, onde acontece o Billabong Pipe Masters, última etapa do Circuito Mundial masculino da modalidade e o palco no qual será coroado o próximo campeão mundial.

Após a disputa de 10 etapas nos últimos sete meses, três brasileiros, um norte-americano e um sul-africano estão vivos na disputa promovida pela Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês).

Favoritismo brasileiro

O grande favorito a ficar com o título é o potiguar Ítalo Ferreira. Após a conquista das etapas de Gold Coast (Austrália) e de Peniche (Portugal), o brasileiro lidera o ranking do campeonato mundial com 51.070 pontos.

 Título conquistado pelo brasileiro Ítalo Ferreira, nos Jogos Mundiais de Surfe, no Japão.

Ítalo Ferreira celebra conquista do Mundial da Associação Internacional de Surfe, no Japão – Twitter/Olympic Channel

“Ítalo tem a vantagem dos pontos. Assim, caso todos os candidatos caiam na mesma etapa da competição, o título é do Ítalo. Entendo que chegar como líder na última etapa pode ser uma vantagem, mas pode se tornar uma desvantagem caso se torne uma fonte de pressão”, afirma Marcelo Boscoli, ex-surfista profissional, e que já atuou como comentarista da WSL no Circuito Mundial.

Outro brasileiro que chega com moral lá no alto é Gabriel Medina. O atual campeão mundial ocupa a segunda posição da corrida pelo título com 50.005 pontos e duas etapas conquistadas: Jeffreys Bay (África do Sul) e Lemoore (EUA). E o atleta, natural de São Sebastião (SP), torce por um tropeço de Ítalo para garantir o terceiro Mundial de sua carreira.

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LEMOORE, CA, UNITED STATES - SEPTEMBER 21: Two-time WSL Champion Gabriel Medina of Brazil surfing in the final of the 2019 Freshwater Pro on September 21, 2019 in Lemoore, CA, United States. (Photo by Jackson Van Kirk/WSL via Getty Images)

Gabriel Medina dá aéreo na etapa de Lemoore (EUA), disputada no surf ranch de Kelly Slater – Jackson Van Kirk

Na opinião de Marcelo Boscoli, Medina tem a vantagem de ter o melhor retrospecto em Pipeline: “Medina deve ser considerado favorito em qualquer situação. Ele é o postulante ao título atual que mais vezes viveu esta situação, chegar ao Havaí vivo na disputa. Além disso, tem o melhor retrospecto entre os que ainda lutam pelo Mundial. É frio e alcançou os melhores resultados em etapas decisivas”.

Um intruso na disputa brasileira é o sul-africano Jordy Smith. O surfista, que busca um inédito título mundial, ocupa a terceira posição do ranking com 49.985 pontos. Mesmo não tendo conquistado nenhuma etapa, ele foi muito constante durante toda a temporada, com a presença em três semifinais e duas finais.

HOSSEGOR, FRANCE - OCTOBER 7: Jordy Smith of South Africa advances to Round 4 of the 2019 Quiksilver Pro France after winning Heat 1 of Round 3 at Le Graviere on October 7, 2019 in Hossegor, France. (Photo by Damien Poullenot/WSL via Getty Images)

Sul-africano Jordy Smith pega tubo na etapa da França – WSL / Damien Poullenot

Mas a presença do sul-africano em Pipeline ainda é incerta, pois ele sofreu uma lesão, no final de novembro, durante uma etapa do WQS (divisão de acesso) disputada no Havaí.

Em busca do título inédito

O terceiro representante do Brasil que busca a coroa de rei do surfe em 2019 é Filipe Toledo. Com a vitória na etapa do Rio de Janeiro (Brasil), o surfista natural de Ubatuba (SP) tem a quarta posição do ranking com 49.145 pontos. Ele também é um dos candidatos ao título que nunca garantiu um Mundial.

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O brasileiro Filipe Toledo, conquista bicampeonato da etapa de Saquarema no circuito mundial de surfe

Filipe Toledo celebra conquista da etapa de Saquarema – Fernando Frazão/Agência Brasil

Fechando a lista de concorrentes aparece o norte-americano Kolohe Andino. Com 44.665 pontos tem pouquíssimas chances na disputa. Ele só leva o troféu Mundial para casa caso tenha uma performance fenomenal em Pipeline e conte com atuações desastrosas de seus quatro adversários.

HOSSEGOR, FRANCE - OCTOBER 3: Kolohe Andino of the United States will surf in Round 2 of the 2019 Quiksilver Pro France after placing third in Heat 3 of Round 1 at Le Culs Nus on October 3, 2019 in Hossegor, France. (Photo by Damien Poullenot/WSL via Get

Norte-americano Kolohe Andino em ação em Hossegor (França) – Damien Poullenot/WSL

Tóquio 2020

Além de ser o palco no qual será coroado o próximo campeão do Circuito Mundial, Pipeline também servirá para definir os atletas que representarão o Brasil no surfe na próxima edição dos Jogos Olímpicos, que acontecem em Tóquio em 2020.

RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JUNE 23: Filipe Toledo of Brazil wins the 2019 Oi Rio Pro for the third time in his career and the second year in a row after winning the final at Barrinha, Saquarema on June 23, 2019 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by

Torcida vai ao delírio com a conquista da etapa do Brasil por Filipe Toledo – Damien Poullenot

Uma das possibilidades de classificação é através do ranking da WSL. Os 10 melhores colocados no final da temporada garantem uma vaga (com um limite de dois atletas por país).

Desta forma, os dois primeiros brasileiros no raking da WSL carimbam o passaporte para os Jogos de 2020.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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