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Mães servidoras partilham experiências e histórias inspiradoras em palestra

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Histórias de superação, conquistas e aprendizados da maternidade ao ambiente de trabalho foram compartilhadas pelas profissionais durante o Politec Talks, Mulheres e Mães compartilhando experiências, que aconteceu nesta sexta-feira (17.05), em comemoração ao dia das mães.  

O evento foi realizado pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Segurança Pública, e consiste em apresentações que buscam fomentar mudanças de atitude por meio de temáticas inspiradoras.  

As participantes realizaram mini palestras com os temas: “Mães Heroínas?”; “Missão & Retorno”; “Profissional sim, mãe também”; “Mulher na Segurança: uma questão de coragem”, “Mãe: Desafio a todo momento”.

A Perita Oficial Médica Legista, Alessandra Carvalho Mariano, abriu o evento com a partilha dos desafios de conciliar a carreira de médica com a criação da filha de cinco anos, que agora passa pelo processo de alfabetização.

“Escolhi abrir mão da minha carreira na urgência e emergência para me dedicar à criação da minha filha. Graças a Deus eu tive a oportunidade de estudar e ser aprovada em dois concursos públicos, para médica legista na Politec e docente da faculdade de medicina da UFMT, com hora para entrar e sair que era tudo o que eu precisava”.  

“Profissional sim, mãe também” foi a palestra da papiloscopista Valeria Rodrigues Fonseca, lotada na Coordenadoria de Identificação Criminal. Ela falou sobre os sentimentos vivenciados durante o período de transição da licença maternidade para o retorno ao trabalho, quando seu primeiro filho ainda tinha seis meses de idade.

“Há treze anos anos, quando tive meu primeiro filho, não sabia lidar muito bem com o sentimento de ter trabalhar e deixar o bebê. Frustação, emoções, culpa, e escolhas na maioria muito difíceis me deixaram em parafuso. Consegui me estabilizar emocionalmente tendo a referência da minha figura materna, onde mesmo na sua ausência por trabalhar o dia todo, nos momentos em que estava com os filhos eram sempre intensos.  No meu trabalho, aprendi a reverter experiências e sensações negativas em ações sociais positivas, com determinação e profissionalismo, ao ver o exemplo de uma colega papiloscopista, como ocorreu quando a auxiliei na identificação de criança vítima de maus tratos’’, relembrou.  

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A técnica em necropsia, Marcelia Oliveira da Costa, descreveu o exemplo de coragem e profissionalismo que requer a carreira de técnica em necropsia, e a conquista do espaço da mulher dentro da Segurança Pública.

“Temos vivido um momento ímpar na história do IML , nós nunca tivemos tantas mulheres como técnicas em necropsia. Profissão que assusta, é um desafio para nós. Sobretudo, é um ato de coragem. Atender a ocorrência, prestar auxílio à família das vítimas, tratar daquele corpo, aplicar todos os métodos e procedimentos que são necessários para a elucidação daquele caso da melhor maneira possível. Dedicação de tempo para que o legista consiga ver de forma clara, contribuindo para a investigação, e consequentemente, para que a pessoa responsável por aquele crime seja punida’’.

“Nós, técnicas em necropsia, vivemos o tempo todo no limiar entre sentir e não sentir. Eu preciso sentir o suficiente para que a gente trate aquele cadáver que é um ser humano que foi filho de alguém, pai de alguém, e sobretudo, mãe de alguém. E, não sentir, de forma que eu consiga trabalhar, é de extrema importância para a perícia. Das seis mulheres que entraram no último concurso, ninguém desistiu. Ali, temos mulheres e mães muito fortes, corajosas, que escolheram fazer o que fazem, todos os dias e em todos os plantões, com sensibilidade’’, completou.

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A técnica de desenvolvimento econômico e social, lotada na Corregedoria Setorial, Debora Soares Floriano, relatou sua experiência com o filho adolescente que é portador de necessidades especiais.

“Eu  sou mãe de um adolescente de 14 anos e portador de necessidades especiais e diagnosticado com autismo e síndrome de down. Junto com o diagnóstico veio o luto o questionamento. Mas também a luta, que é incessante. Vivemos o desafio da inserção social, que a sociedade tem dificuldade de lidar com o que é diferente e foge dos padrões. Cerca de 24% dos brasileiros possuem algum tipo de deficiência, física, mental ou comportamental. E ninguém está livre de apresentar um diagnóstico desses. Com ele eu aprendi, que a gente vive um dia de cada vez”, disse.

A Perita Oficial Criminal, Rosangela Guarienti Ventura, lotada na Gerência de Perícias de Meio Ambiente, destacou a importância da figura materna no ambiente de trabalho, ao relatar o apoio e incentivo que recebeu dos colegas durante a sua gestação.

“No ambiente de trabalho, várias vezes os argumentos que a gente utiliza para convencer os nossos colegas tecnicamente é com a aquela cumplicidade materna de diálogo, de apoio, e de transmitir o sentimento de segurança de que a pessoa precisa. O apoio dos colegas de trabalho é fundamental, para que as mães sejam acolhidas no ambiente de trabalho e se sintam produtivas”, aconselhou.

Fonte: GOV MT
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Sema realiza encontro com especialistas em Táxon da UFMT

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Servidores da Sema se reuniram com especialistas em Táxon da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para discutirem sobre o levantamento de fauna em área de impacto de empreendimento e manejos de animais livres. O Táxon é a unidade utilizada na Biologia para ordenação e classificação dos seres vivos.

O encontro ocorreu na última semana e reuniu especialistas de diversas áreas como: Herpetofauna (estudo de répteis e anfíbios), Avifauna (conjunto de aves de uma região), Mastofauna (conjunto de Mamíferos existentes em uma região), Entomofauna (fauna constituída de insetos) e ecologia de comunidades aquáticas. 

A finalidade da reunião, que reuniu 16 especialistas e servidores, foi otimizar os procedimentos adotados pela Sema nas coordenadorias que fazem a autorização do licenciamento do manejo de fauna.

“A reunião é importante pois existem minúcias de cada Táxon que a gente tem que observar para que os relatórios emitidos pelas consultorias de empreendimentos estejam de acordo com os procedimentos da Sema. A Secretaria, enquanto órgão gestão, deve orientar empreendedores e empresas de consultorias a otimizar relatórios e o que observar em cada Táxon. Também é interessante para nos atualizarmos a respeito da metodologia e condutas de campo”, destaca a analista de Meio Ambiente Danny Moraes.

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Fonte: GOV MT
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Três pessoas são conduzidas para delegacia por caça e pesca ilegal

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Fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) apreenderam 10 cacharas, 8,5 quilos de carne de jacaré, 1,9 quilo de carne de ave silvestre da espécie mutum, uma cutia e 2 armas de fogo, em Porto Alegre do Norte MT. A ação foi realizada em parceria com policiais militares da 2° Companhia Ambiental Sul de Rondonópolis.

A operação ocorreu nesta segunda-feira (24.06) no lago do Bosaipo as margens do rio Tapirapé. As cacharas tinham medidas máximas de 57 cm, e segundo a lei de pesca do estado de Mato Grosso os peixes da espécie só podem ser capturados se tiverem entre 83 cm e 112 cm.

Três infratores foram autuados e conduzidos para Delegacia de Polícia Judiciária Civil do município e devem responder por crime ambiental, pesca e caça depredatória e porte ilegal de arma de fogo.

Os peixes e as carnes apreendidas foram entregues na delegacia de polícia civil, que ficou responsável pela doação. Os infratores receberam multa de R$ 27,3 mil.

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Regras da pesca

Embora esteja fora do período de defeso da piracema estadual, os pescadores profissionais e amadores precisam seguir algumas regras determinadas pela Lei Estadual nº 9.096/2009, que estabelece a proibição para uso de apetrechos de pesca como: tarrafa, rede, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho, garateia pelo processo de lambada, substâncias explosivas ou tóxicas, equipamento sonoro, elétrico ou luminoso. As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838/ou via WhatsApp no (65) 99281-4144. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7394 (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT
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Polícia Militar prendeu mais de 3.280 pessoas por crimes envolvendo drogas neste ano

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Nesta quarta-feira (26.06), dia mundial de combate às drogas, a Polícia Militar de Mato Grosso reforça o compromisso com a população no enfrentamento ao tráfico e uso de entorpecentes. Neste ano a Polícia Militar já prendeu mais de 3.280 pessoas por tráfico, uso ou posse de entorpecentes em Mato Grosso.

Em sua maioria, os presos são pessoas do sexo masculino, somando um total de 2.848 homens presos, e 439 mulheres, por envolvimento com o tráfico ou uso de drogas.

Os menores de idade ainda são os mais recrutados e aliciados por traficantes a se envolverem com os crimes relacionados a entorpecentes. No total, foram 693 jovens e adolescentes apreendidos. Foram 1.818,4 kg de drogas apreendidas por policiais militares, sendo 83% maconha, 12% pasta base de cocaína e 5% cocaína. 

Na região de fronteira, a PM também atua de forma ostensiva em busca daqueles que insistem em trazer entorpecentes para serem comercializados ou consumidos no estado. Em 109 ocorrências registradas nestes últimos meses, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), já apreendeu 2.848,25 kg de drogas, 106 veículos foram recuperados também nestas ações, a maioria dos veículos relacionados ao transporte de drogas. 

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Ao longo de sua história, a PM vem atuando em duas frentes no combate às drogas: a preventiva com projetos sociais e educativos e a repressiva, por meio de ações energéticas de enfrentamento aos crimes de tráfico e uso ilícito de drogas. 

A Polícia Militar educa e conscientiza crianças, jovens e adultos a ficarem longe do mundo das drogas e da criminalidade com ações preventivas por meio de 36 projetos sociais espalhados em diversos municípios do estado, atendendo cerca de 3.500 pessoas através de iniciativas como o Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), os projetos  Jiu Jitsu e Escolinha de Futebol Rotam; Judô Bope, Lobo Guará, Guardiões do Futuro, PM Júnior, Águia do Tatame ; dentre outras ações sociais.

O maior programa público de prevenção às drogas, o PROERD, atua em Mato Grosso há 18 anos, e atende hoje 340 mil crianças. São ações educativas ministradas por policiais militares especializados, com conteúdos de prevenção ao uso de drogas e à criminalidade, os policiais que são instrutores nas salas de aula se tornam parceiros da comunidade escolar, promovendo segurança e contribuindo na formação dos estudantes. 

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Fonte: GOV MT
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