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Mais integração para desmistificar informações distorcidas é proposta de encontro na Argentina

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Mais integração para desmistificar informações distorcidas é proposta de encontro na Argentina

Diretor da Aprosoja fala sobre fogo na Amazônia e nos investimentos de produtores na preservação ambiental no Brasil

06/09/2019

Promover mais integração entre os países produtores de soja do Mercosul para desmistificar notícias e números distorcidos a respeito do setor foi um dos alinhamentos extraídos do evento “Reformular a Soja para Impulsionar uma Cadeia de Conhecimento”, na cidade de Rosário, Argentina, com a participação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Na quarta-feira (4), o diretor administrativo da entidade, Lucas Beber, concedeu palestra contextualizando sobre a produção e o mercado da soja no Brasil e seus desafios.

Durante o painel “Atualização e Perspectiva do Mercado da Soja nos Países do Mercosul”, o diretor apresentou números sobre a produção do Brasil e de Mato Grosso, falou a respeito da rentabilidade do produtor – em queda, embora haja mais investimento em tecnologia e aumento da produtividade, como frisou –, dos problemas logísticos e quanto à taxação das commodities especificamente em Mato Grosso.

“Porém, um dos temas que mais fui questionado foi a questão ambiental, sobretudo quanto às queimadas na Amazônia”, informou Lucas Bebber. Sobre o assunto, o diretor reforçou a conduta dos produtores de soja dentro do que prevê a lei, já que o país é detentor de um dos códigos florestais mais moderno e rígido do mundo, e que há preservação em metade da área nativa dentro das propriedades, o que gera custo.

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“O produtor brasileiro é responsável e gasta mais de R$ 20 bilhões por ano somente para proteger as reservas florestais de suas propriedades. Enquanto em alguns países, os produtores são remunerados para proteger, quando querem proteger, nós somos obrigados e temos total responsabilidade”, respondeu ao público do evento, realizado pela entidade Agricultores Federados Argentinos (AFA). O diretor também informou sobre as nascentes existentes em Mato Grosso, cujo percentual de preservação é de 95% e muitas delas se encontram dentro de propriedades rurais.

Por fim, o representante da Aprosoja reforçou que apenas 7,8% do território nacional são ocupados com a produção de grãos e que os focos de incêndio existentes na Amazônia hoje têm, na sua opinião, origem natural – em virtude do período de seca e da grande massa vegetal existente – ou são fruto de prática criminosa com viés ideológico, conforme averiguado.

“O evento foi uma oportunidade para desmistificar todos esses mitos e mostrar que os números não chegam nem perto do real, são muito inferiores ao que tem sido mostrado. Junto das associações de produtores dos outros países, chegamos à conclusão que precisamos estar mais alinhados justamente para combater as notícias ruins e distorções de números, além de buscar mais alternativas de rentabilidade para os produtores do Mercosul”, finalizou Lucas Beber.

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MERCADO – Na quinta-feira, os representantes das cadeias de soja do Mercosul reuniram-se para tratar de assuntos como contrato de compra e venda, qualidade e classificação do grão e a proposta de um novo modelo de remuneração baseado na qualidade do teor da proteína.

 

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Regularização fundiária leva cerca de 500 pessoas à AL para debate com o MAPA

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Política Agrícola e Logística

Regularização fundiária leva cerca de 500 pessoas à AL para debate com o MAPA

Produtores querem a garantia da emissão de 600 mil títulos prometida pelo governo

16/09/2019

A falta de resolutividade em órgãos federais para análise e emissão de títulos de propriedade, assim como a instabilidade quanto às demarcações de terras indígenas e a demora para liberação do cadastro ambiental rural mobilizaram cerca de 500 pessoas a comparecerem à Assembleia Legislativa de Mato Grosso na manhã de sexta-feira (13). Composto majoritariamente por produtor rural, o público acompanhou a audiência sobre regularização fundiária na Amazônia Legal, promovida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

“Tínhamos a proposta do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), assinada em contrato 20 anos atrás, de que nós teríamos nosso título de propriedade. Mas o governo nunca cumpriu a parte dele. Não é só meu caso, mas todos os assentados do país hoje vivem à margem da lei, porque não têm esse título. E, aí, nós não somos ninguém, não temos nada”, desabafou o produtor rural Gilberto Cattani, do assentamento Pontal do Marape, em Nova Mutum.

A situação descrita pelo agricultor ilustra o que passam milhares de produtores rurais em Mato Grosso. Eles vivem a expectativa do cumprimento da promessa do governo federal de emitir, até o final da atual gestão, 600 mil títulos. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, comentou, a partir das reclamações que recebe na entidade, não conseguir mensurar a quantidade de áreas no Estado que vive essa situação.

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“É inimaginável, porque toda hora recebemos reclamações. Por exemplo, documentos de áreas aqui no norte do Estado com condição resolutiva expedida pelo Incra no passado. Mas os bancos não aceitam isso como garantia. E quando se procura o órgão aqui, ninguém consegue dar resposta a esse produtor”, exemplificou o líder do setor.

Galvan ainda acrescentou os embates ambientais que os produtores vivenciam em Mato Grosso. Conforme ele, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vem autuando agricultores que produzem hoje, sob sua posse, em áreas pretensas ou requisitadas para se tornarem reservas indígenas, sem que ainda exista o decreto. “Eles não podem ser atuados, não estão fazendo nada de ilegal”, apontou.

Ao longo da audiência, o secretário especial para Assuntos Fundiários do MAPA, Luiz Antônio Nabhan Garcia, disse que as áreas sobre as quais ainda não houver decreto presidencial para desapropriação não devem ser alvo de autuações. Também reiterou o compromisso da concessão dos 600 mil títulos de propriedades até o final de 2022.

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“O nosso compromisso é entregar 600 mil títulos para agricultores familiares da reforma agrária, mas, também, ter uma entrega de títulos do “Amazônia Legal”, que hoje é o “Terra Legal”, e passou a abranger todo o país. O objetivo é trazer a tranquilidade necessária, o acesso aos financiamentos em bancos. Ter o título de propriedade é ter dignidade. As pessoas que estão trabalhando na terra e que estão cumprindo o que a lei determina vão receber título”, assegurou o secretário especial.

“Quem está produzindo, independente de ser ou não o originário da área, esse deve permanecer. O Incra tem que fazer sim uma varredura para ver as áreas que estão desocupadas para oferecer para quem quer trabalhar, mas não tirar quem está produzindo”, taxou Galvan.

Ainda participaram da audiência pública integrantes nacionais e regionais dos órgãos afins – Incra, Ibama, Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) –, parlamentares federais e estaduais, integrantes de outras instituições, além de centenas de produtores rurais.

 

 

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Agrocientista tem período de submissão ampliado até 4 de outubro

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Agrocientista tem período de submissão ampliado até 4 de outubro

Edital 02/2019 foi lançado em 16 de agosto para concessão de bolsas e auxílio à pesquisa

13/09/2019

O edital 02/2019 do Programa Agrocientista, realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) em parceria com o Fundo de Apoio à Cultura da Soja (Facs), teve o período de submissão ampliado até o dia 4 de outubro. O edital foi lançado no dia 16 de agosto.

A iniciativa tem por finalidade estabelecer as diretrizes para duas modalidades de auxílios concedidos para o desenvolvimento das culturas de soja e milho no Estado, a concessão de bolsas de estudo e o auxílio ao desenvolvimento de pesquisas.

Todas as informações necessárias podem ser obtidas no link http://www.aprosoja.com.br/aprosoja/projeto/agrocientista.

O programa visa a concessão, implementação e acompanhamento das Bolsas de Estudo e do auxílio para o desenvolvimento de pesquisas científica, tecnológica e/ou de inovação, de forma a promover e incentivar a formação de Recursos Humanos nas áreas voltadas para o desenvolvimento das culturas da soja e do milho em Mato Grosso.

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Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

Reunião foi na quarta-feira com presença da Sema-MT

13/09/2019

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) participou de audiência sobre temas ambientais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na oportunidade, a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazaretti, prestou informações aos parlamentares acerca das ações desenvolvidas pelo Executivo estadual para a prevenção e combate a incêndios florestais. A reunião aconteceu na última quarta-feira (11).

Gerente de Política Agrícola da Aprosoja-MT, Thiago Rocha representou a entidade no encontro, que contou com a participação de parlamentares e do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Normando Corral.

Na oportunidade, o gestor da Aprosoja abordou um tema de relevância para os produtores e para a economia do Estado: a Autorização Provisória de Funcionamento (APF) e como seus bloqueios têm travado a obtenção de crédito para a atividade agrícola, bem como, os reflexos danosos que isso trará à economia mato-grossense em curto prazo, como ponderou. Vários parlamentares se mostraram sensíveis à situação, em especial o presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho.

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Como sugestão, Rocha indicou que o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Estado sejam convidados a debater a questão no parlamento estadual, para que se busque uma solução conjunta para o impasse.

"Muitos produtores têm ficado sem a APF em virtude de divergências com as imagens de satélite. Há um caminho para questionar administrativamente os equívocos processuais. Porém, a Secretaria não consegue analisar os recursos a contento em virtude da alta demanda. Enquanto isso, o custeio e o investimento para a produção ficam comprometidos", disse o gestor.

Ele destacou ainda que a APF não é imprescindível para a gestão ambiental, já que por essência trata dos dados relativos ao uso do solo, o que já é contemplado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR).

"O Estado precisa focar suas ações no SIMCAR, isso certamente trará maior eficiência para o órgão. O embaraço burocrático não é bom para a economia, não é bom para o meio ambiente, tampouco para o social. Agricultores familiares estão sofrendo por não conseguirem acessar os recursos do Pronaf, por exemplo. O problema precisa ser enfrentado com urgência", asseverou o gestor.

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A partir das diretrizes traçadas pela Diretoria da Aprosoja-MT, o tema tem prioridade máxima para à entidade, pois compromete diretamente a atividade de milhares de produtores, sendo assim, as áreas técnica e institucional não pouparão esforços para encontrar uma solução para o problema.

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

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