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Saúde

Mais Médicos é reforçado em mais de mil municípios

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Agência Brasil

Médicos em frente a hospital
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Ministério da Saúde deu preferência a profissionais que atendam na atenção básica

A partir desta segunda-feira (24), mais de mil municípios, localizados em todo o país, além de dez Distritos Sanitários Especiais Indígenas, começarão a receber 1.975 profissionais selecionados para o Mais Médicos, durante o 18º ciclo do programa.

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Segundo o Ministério da Saúde, o reforço no Mais Médicos beneficiará mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil. Algumas delas com histórica dificuldade de acesso, caso de localidades ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas.

Os profissionais selecionados terão até o dia 28 de junho para comparecer aos municípios e iniciar as atividades nas unidades de saúde .

Nesta primeira fase do 18º ciclo do programa, foram priorizados profissionais “formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM)”, preferencialmente “com perfil de atendimento para a Atenção Primária”.

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Para realizar a seleção desta fase do Mais Médicos , o Ministério da Saúde estabeleceu “critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade”.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Cresce número de idosos com HIV no Brasil; entenda motivo e como se prevenir

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Minha Saúde

Grande parte das campanhas de conscientização sobre HIV e Aids tem os jovens como público-alvo, o que criou a impressão de que somente eles estão expostos ao risco de contrair o vírus. Mas pessoas mais velhas também estão vulneráveis. Prova disso é que, a cada ano, está aumentando o número de idosos com HIV no Brasil. E o agravante é que isso não acontece apenas pelo envelhecimento dos pacientes, segundo os médicos.

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Em 11 anos, o número de HIV em idosos triplicou

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre HIV /Aids, o número de pacientes diagnosticados com HIV com mais de 60 anos em 2007 era de 168. Após 11 anos, o número triplicou.

Em 2018, foram registrados 627 diagnósticos. “O HIV não tem idade e atinge todas as faixas etárias. Tanto idosos como jovens correm riscos e os dados mostram isso”, afirma a infectologista e diretora médica da Gilead Sciences, Anita Campos.

Por que o número de idosos com HIV aumentou?

Os especialistas apontam que o aumento no número de casos se deve em parte ao envelhecimento daqueles que foram infectados quando ainda eram jovens ou adultos. “Com os medicamentos e tratamentos atuais, pessoas com HIV têm uma expectativa de vida tão longa quanto qualquer um.

Por isso, é esperado que os pacientes que tenham o vírus desde jovens se tornem idosos”, explica Vivian Avelino-Silva, infectologista do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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Por outro lado, o crescimento também é resultado das novas infecções nas pessoas já em idade mais avançada. Vivian acredita que alguns fenômenos sociais que estão surgindo facilitam novas parcerias sexuais, o que vale para todas as idades.

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Já Anita destaca que os avanços tecnológicos na área de saúde, os tratamentos de reposição hormonal e as medicações para impotência têm permitido o redescobrimento do sexo entre idosos. “Mas ainda há grande ocorrência de práticas sexuais inseguras, já que os idosos não têm o costume de usar camisinha. Isso contribui para que essa população se torne mais vulnerável à infecção pelo HIV e outras ISTs”, afirma.

Mas ainda há grande ocorrência de práticas sexuais inseguras, já que os idosos não têm o costume de usar camisinha. Parte do problema se deve ao fato de que os idosos de hoje em dia ainda vêm de uma geração com dificuldade para conversar abertamente sobre sexualidade.

Muitos iniciaram a vida sexual em uma época em que pouco se falava sobre aids. Por isso, nunca tiveram o hábito de usar preservativo nem se consideram um grupo vulnerável ao vírus. Muitos também viveram uma época em que as dificuldades de ereção e os efeitos da menopausa eram quase intransponíveis, o que os afastava ainda mais do sexo.

Prevenção

No entanto, hoje o cenário é diferente. Com as medicações corretoras desses problemas, os idosos passaram a se sentir mais encorajados a ter relações sexuais. “Precisamos falar abertamente sobre a prevenção e oferecer mais opções para que a pessoa possa usar as que mais se encaixem no seu estilo de vida e nas suas escolhas de felicidade. O Ministério da Saúde hoje fala em uma ‘mandala’ da prevenção, e não mais apenas na camisinha”, afirma Vivian.

Precisamos falar abertamente sobre a prevenção e oferecer mais opções para que a pessoa possa usar as que mais se encaixem no seu estilo de vida e nas suas escolhas de felicidade. A mandala da prevenção é o esquema que representa a prevenção combinada. Trata-se uma estratégia que associa vários métodos de prevenção de forma simultânea.

Entre os métodos estão o teste regular para HIV e outras ISTs, a profilaxia pré-exposição (PrEP) e a profilaxia pós-exposição (PEP), a prevenção da transmissão vertical (quando o vírus é passado para o bebê durante a gestação), a imunização para hepatites A e B e para o HPV, programas de redução de danos, uso dos preservativos masculino e feminino e o tratamento de pessoas que já vivem com o HIV.

Anitta destaca que é necessário que haja diálogo em casa e nos consultórios médicos. Também é preciso criar estratégias educativas através da adoção de políticas de saúde pública que concentrem a atenção na população mais velha e na realização de programas de prevenção.

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“Assim, vamos conseguir promover uma mudança no comportamento dos idosos, principalmente quanto às formas de prevenção do HIV em idosos. É preciso fazer com que percebam sua vulnerabilidade e entendam a necessidade de se fazer sexo seguro”, reforça a médica.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Doença faz jovem de 15 anos aparentar ser mais velha: “Tratada como aberração”

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Women's Health

Já imaginou ser jovem, mas ter a aparência de uma idosa? É o que acontece com a adolescente chinesa de 15 anos, Xiao Feng, que possui a “doença do envelhecimento”, condição rara conhecida como síndrome de Hutchinson-Gilford ou progéria, que faz a pele do corpo inteiro ficar enrugada. 

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Reprodução

Xiao Feng, de 15 anos, tem uma doença rara que a faz aparentar ser bem mais velha que a sua idade real

Por causa da doença , Xiao Feng abandonou a escola por conta da vergonha de sair em público. “Eu sou tão diferente dos meus colegas de sala que parei de ir à escola. Eu não tinha mesmo muitos amigos na escola. Sentada ao lado dos colegas, eu parecia avó deles”, desabafou a jovem, de acordo com o Daily Star .

“As pessoas me chamam de tia na rua e na escola sou tratada como aberração”, completa. “Quero ter uma vida normal e me tornar médica. Sonho com isso”, afirma.

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A “doença do envelhecimento”

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Reprodução

Por conta da doença, a chinesa diz que, ao lado dos colegas da escola onde estudava, pareceria ser “avó deles”

A condição é hereditária. A mãe de Xiao também luta contra a doença. “Não fomos à escola, não sabíamos nada sobre desordens genéticas. Quando ela nasceu já era tarde demais para nos arrependermos”, comenta o pai da jovem. A chinesa lançou campanha na web para arrecadar o equivalente a R$ 300 mil a fim de custear o tratamento.

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Quais são os sintomas?

Com quadro de progéria, a criança ou o adolescente passa a apresentar todos os sinais típicos da velhice , como pele seca e enrugada, calvície e costas curvadas. Com baixa estatura, os portadores de doença também não apresentam períodos menstruais ao crescer e são estéreis. Outros males típicos da velhice como cardíacas, renais e pulmonares também podem aparecer.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Indícios de câncer de pele? Saiba quando manchas e pintas podem indicar a doença

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Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que, no Brasil, o câncer de pele não melanoma é o mais frequente e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos no País. A doença se desenvolve, principalmente, no rosto, pescoço e orelhas, que são as áreas do corpo que ficam mais expostas ao sol, mas pode surgir em outras regiões também.

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O câncer de pele deve ser diagnosticado o quanto antes; saber reconhecer os sinais da doença é extremamente importante

“O câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e pessoas de pele negra, com exceção daquelas já portadoras de doenças cutâneas anteriores. Pessoas de pele clara e sensíveis à ação dos raios solares constituem o principal grupo de risco para o problema”, destaca Auro Del Giglio, oncologista do HCor.

Atenção aos sinais

Saber reconhecer os sintomas do câncer é fundamental para procurar ajuda médica o quanto antes. De acordo com o INCA, manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram merecem atenção especial. Além disso, é importante observar se há feridas que não cicatrizam em até um mês. 

Giglio também explica que as pintas que merecem um olhar cuidadoso são aquelas que têm pigmentação irregular, bordas assimétricas e que mudam de características com o tempo, aumentando de tamanho, espessura ou cor. É válido ressaltar que qualquer lesão cutânea que apareça deve ser sempre avaliada por um médico o mais rápido possível.

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Se você notar alguma mancha, pinta ou lesão que muda de tamanho, espessura ou cor, é importante procurar ajuda médica

É claro que somente um exame clínico ou uma biópsia podem dar o diagnóstico correto, mas é importante observar, ainda, se a pele apresenta alguma lesão de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente, além de uma pinta preta ou castanha que muda sua cor e textura.

Como prevenir o câncer de pele?

Antes de tudo, vale falar que o principal fator de risco para o surgimento da doença é a exposição solar associada diretamente com a radiação ultravioleta, que é considerada a principal causadora de alterações genéticas que, ao se acumularem, levam ao desenvolvimento de neoplasias (crescimento anormal e progressivo de tecido).

Por isso, uma medida relativamente simples é o uso de protetor solar no dia a dia. “Por mais leve que o sol possa parecer ao final da tarde ou no início da manhã, raios solares sempre trazem riscos à saúde cutânea. Tanto que, nos horários de pico solar, entre 10h e 15h, é recomendável evitar exposição solar, mesmo com uso de protetor”, pontua o oncologista.

Segundo Andrea Oliveira,  cirurgiã plástica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo e membro do Grupo Brasileiro de Melanoma, o uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas. No entanto, ele também deve ser utilizado nas atividades rotineiras.

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Conforme explica a cirurgiã plástica, “a exposição solar diária, durante as atividades do dia a dia, como na locomoção a pé, no carro ou transporte coletivo, nas atividades de educação física e, especialmente, dos trabalhadores ao ar livre, é muito mais danosa à saúde da pele do que a exposição intencional.”

De forma geral, Giglio diz que, além do protetor solar , é importante reduzir a exposição solar, em especial nos horários de pico de incidência solar, e usar roupas com fotoproteção, chapéus, óculos escuros e, sempre que possível, fazer a restrição da exposição à radiação UV adicional, sendo as câmaras de bronzeamento artificial a fonte mais comum. 

Os cuidados, no entanto, são válidos para o ano todo. “Os níveis de radiação ultravioleta em São Paulo, no inverno, são quase tão altos quanto os de Paris no verão”, compara Rodrigo Munhoz, diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Por isso, é importante incluir na rotina o uso de protetor em partes expostas, mas não esquecer das mãos, nuca, orelhas e nariz.

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Por fim, caso você note alguma pinta, mancha ou lesão na pele, procure um dermatologista, que poderá avaliar e fazer o diagnóstico e, em caso positivo de câncer de pele , dar início ao tratamento o quanto antes. A detecção precoce é super importante. E o INCA dá a dica: as pessoas precisam conhecer o próprio corpo e estar atentas a quaisquer alterações em sua pele. 

Fonte: IG Saúde
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