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Economia

Mudanças no texto-base da reforma reduzem economia em R$ 281 bilhões em 10 anos

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Mudanças feitas pelo relator e deputados federais na proposta de reforma da Previdência, cujo texto-base já foi aprovado em primeiro turno pela Câmara , reduzem em R$ 281 bilhões a economia de despesas previstas para ser feita em dez anos.  Os cálculos são do Instituto Fiscal Independente (IFI).

Discussões sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 10.7.19

Discussões sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados

Com as concessões, a economia com a reforma será de R$ 714 bilhões, segundo o IFI. Se nenhuma alteração tivesse sido feita na proposta original encaminhada pelo Executivo à Câmara, a economia seria de R$ 995 bi, calcula o instituto.

Felipe Salto, um dos autores do levantamento, diz que, a  criação de uma nova regra de transição para os servidores, que foi estendida à iniciativa privada, a alteração do tempo mínimo de contribuição para as mulheres, que caiu de 20 anos para 15 anos, e a retirada das mudanças na aposentadoria rural respondem pela maior parte da perda. 

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No caso das aposentadorias por idade, pelos cálculos do instituto a economia prevista para ser feita em dez anos caiu de R$ 143,4 bilhões para R$ 91,7 bilhões; nas aposentadorias por tempo de contribuição, de R$ 352,2 bilhões para R$ 300,4 bilhões.

Esses dois efeitos ocorreram porque o governo criou uma nova regra de transição para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que abarca os servidores públicos, e essa regra foi estendida para o regime geral, da iniciativa privada, o RPPS.

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O cálculo inicial era de economia de R$ 152,7 bilhões no RPPS e caiu para R$ 84,6 bilhões. Teve ainda a retirada da aposentadoria rural, cuja economia seria de R$ 50 bilhões, e agora é zero.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro quer Bolsa Família pautado por ‘meritocracia’

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Jefferson Rudy/Agência Senado – 1.1.14

Bolsa Família

O governo Jair Bolsonaro estuda implementar um regra de “meritocracia” por desempenho de alunos para a distribuição de renda para famílias pobres por meio do novo Bolsa Família. A ideia é conceder um percentual a mais no benefício para estudantes que concluírem o 3º ano, 6º ano, 9º ano do Ensino Fundamental, e o 1º ano, 2º ano e 3º ano do Ensino Médio.

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A medida faz parte da reformulação do programa criado em 2003 na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deverá ser rebatizado como Renda Brasil. O novo nome, no entanto, depende do aval do presidente Bolsonaro. Há a expectativa de que versão do atual governo para o Bolsa Família possa a ser apresentado ainda neste ano.

A proposta de incentivo está sendo desenhada pelo Ministério da Cidadania, mas ainda passa pelos acertos finais com a Casa Civil e Ministério da Economia. Procurada, a pasta comandada pelo ministro Osmar Terra, responsável pelo Bolsa Família, não deu detalhes da transferência de recursos.

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Desde agosto, os três ministérios discutem uma ampla reformulação do Bolsa Família como forma de criar uma “marca social” do governo Bolsonaro até agora caraterizado por ajustes fiscais, como a reformas da Previdência , já em vigor, e as promessas de reformas tributárias e administrativas.

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Outras medidas que estão em debate é a injeção de mais recursos e a aplicação de novos critérios para a transferência de renda para famílias pobres. Além da regra de meritocracia para alunos, também estão sendo avaliados o repasse de benefício para famílias com crianças na primeira infância, com até 36 meses, e para jovens até 21 anos.

Em 2019, o orçamento do Bolsa Família é de R$ 29,4 bilhões. Em outubro, o programa beneficiou 13,5 milhões de famílias, que receberam R$ 189,86, totalizando um total de R$ 2,5 bilhões.

Em 2020, o governo reservou R$ 30 bilhões para o programa. Nesses valores, porém, não está previsto uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, que é criar um 13º pagamento para o Bolsa Família .

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Esse pagamento não está previsto hoje e o governo precisa editar uma medida provisória para que ele passe a valer.

Fonte: IG Economia
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Economia

Críticas de Bolsonaro fazem vendas de livro de economista “do PSOL” dispararem

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Maria Erlich Fotografia / Facebook de Laura Carvalho

Para criticar ministro da Economia argentino, Bolsonaro publicou foto de livro nas redes sociais

Ao tentar criticar o novo ministro da Argentina para seus seguidores no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro acabou fazendo propaganda de um livro de economia considerado por ele como “esquerdista” na noite da sexta-feira (6).

“Ministro da Economia da Argentina, Martin Guzmán, recomenda o livro da Laura Carvalho, economista do PSOL na última campanha”, afirmou Bolsonaro, postando uma foto da capa do livro “Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico”.

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Nos comentários, alguns apoiadores pediam que o presidente indicasse obras como as do filósofo Olavo de Carvalho ou parasse de “picuinhas”, mas outras pessoas elogiaram o trabalho da docente da USP e a propaganda feita pelo presidente. “Valeu pela dica, comprando aqui”, afirmou um internauta.

Após a publicação de Bolsonaro, a própria Laura Carvalho utilizou as redes sociais para mostrar incredulidade diante da propaganda gratuita feita pelo presidente. “Esse momento é meu”, brincou a professora da USP. Poucas horas depois, o livro disparou no número de vendas online e se tornou a 51ª publicação mais vendida na Amazon.

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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) utilizou as redes sociais para fazer brincadeira com o deslize de Bolsonaro. “”Tem horas que só rindo. Sobrou até para Laura Carvalho, que virou ‘economista do PSOL’. Temos orgulho de ter contado com suas contribuições na formulação do programa que apresentamos ao paós nas eleições de 2018”, afirmou o partido. 

Veja publicação do presidente:


Fonte: IG Economia
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Economia

Preço do etanol bate recorde nas usinas de SP

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Agência Petrobras

Preços do etanol estão em alta e devem subir ainda mais quando chegar o período de entressafra

Pela primeira vez na história, os preços do etanol hidratado nas usinas de São Paulo superaram a marca dos R$ 2 por litro, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Os preços do combustível subiram 2,48% nesta semana no principal estado produtor do país.

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Ainda conforme o Cepea estão sendo registradas valorizações semanais no preço do etanol nas usinas de São Paulo desde meados de setembro. Além disso, a cana-de-açúcar caminha para a entressafra e o consumo do combustível vegetal se mantém alto, o que deverá levar a novas altas no preço.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ( ANP ) diz que o consumo de etanol hidratado registra alta em torno de 20% em 2019 no Brasil em relação ano passado, o que tem levado as usinas a aumentar a produção, atingindo volumes recordes.

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Tendência de alta no preço do etanol

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Preços dos combustíveis em geral no Brasil continuam el alta, o que influencia no custo de vida no País

Mesmo assim, desde a semana de 9 a 13 de setembro até agora, o preço do etanol nas usinas de São Paulo subiu 18,6%, atingindo R$ 2,0097 por litro, em médio, ainda segundo o Cepea, que mede os valores do combustível desde 2002.

LEIA MAIS: Preços médios dos combustíveis voltam a subir

Conforme a ANP, nos postos de combustíveis do Brasil, em média, os preços do etanol hidratado subiram 1,8% nesta semana, chegando nos R$ 3,06 por litro, ante R$ 4,489 da gasolina e R$ 3,718 do diesel.

Fonte: IG Economia
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