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NOTA DE PESAR – Marcelo Schenkel

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Fortalecimento Institucional

NOTA DE PESAR – Marcelo Schenkel

Velório acontece na Igreja Luterana

06/09/2019

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoj-MT) comunica e lamenta o falecimento de Marcelo Luís Schenkel, 38 anos, ocorrido nesta quinta-feira (05). Ele é filho do produtor associado pelo núcleo de Gaúcha do Norte, Lírio Schenkel.

Marcelo teve morte súbita. O velório ocorre até às 17h na Igreja Luterana, onde haverá um culto antes do sepultamento.

A diretoria e todos os colaboradores da Aprosoja Mato Grosso se solidarizam com a dor dos familiares, amigos e dos que com ele conviveram nas esferas profissional e pessoal.

 

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Regularização fundiária leva cerca de 500 pessoas à AL para debate com o MAPA

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Política Agrícola e Logística

Regularização fundiária leva cerca de 500 pessoas à AL para debate com o MAPA

Produtores querem a garantia da emissão de 600 mil títulos prometida pelo governo

16/09/2019

A falta de resolutividade em órgãos federais para análise e emissão de títulos de propriedade, assim como a instabilidade quanto às demarcações de terras indígenas e a demora para liberação do cadastro ambiental rural mobilizaram cerca de 500 pessoas a comparecerem à Assembleia Legislativa de Mato Grosso na manhã de sexta-feira (13). Composto majoritariamente por produtor rural, o público acompanhou a audiência sobre regularização fundiária na Amazônia Legal, promovida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

“Tínhamos a proposta do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), assinada em contrato 20 anos atrás, de que nós teríamos nosso título de propriedade. Mas o governo nunca cumpriu a parte dele. Não é só meu caso, mas todos os assentados do país hoje vivem à margem da lei, porque não têm esse título. E, aí, nós não somos ninguém, não temos nada”, desabafou o produtor rural Gilberto Cattani, do assentamento Pontal do Marape, em Nova Mutum.

A situação descrita pelo agricultor ilustra o que passam milhares de produtores rurais em Mato Grosso. Eles vivem a expectativa do cumprimento da promessa do governo federal de emitir, até o final da atual gestão, 600 mil títulos. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, comentou, a partir das reclamações que recebe na entidade, não conseguir mensurar a quantidade de áreas no Estado que vive essa situação.

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“É inimaginável, porque toda hora recebemos reclamações. Por exemplo, documentos de áreas aqui no norte do Estado com condição resolutiva expedida pelo Incra no passado. Mas os bancos não aceitam isso como garantia. E quando se procura o órgão aqui, ninguém consegue dar resposta a esse produtor”, exemplificou o líder do setor.

Galvan ainda acrescentou os embates ambientais que os produtores vivenciam em Mato Grosso. Conforme ele, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vem autuando agricultores que produzem hoje, sob sua posse, em áreas pretensas ou requisitadas para se tornarem reservas indígenas, sem que ainda exista o decreto. “Eles não podem ser atuados, não estão fazendo nada de ilegal”, apontou.

Ao longo da audiência, o secretário especial para Assuntos Fundiários do MAPA, Luiz Antônio Nabhan Garcia, disse que as áreas sobre as quais ainda não houver decreto presidencial para desapropriação não devem ser alvo de autuações. Também reiterou o compromisso da concessão dos 600 mil títulos de propriedades até o final de 2022.

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“O nosso compromisso é entregar 600 mil títulos para agricultores familiares da reforma agrária, mas, também, ter uma entrega de títulos do “Amazônia Legal”, que hoje é o “Terra Legal”, e passou a abranger todo o país. O objetivo é trazer a tranquilidade necessária, o acesso aos financiamentos em bancos. Ter o título de propriedade é ter dignidade. As pessoas que estão trabalhando na terra e que estão cumprindo o que a lei determina vão receber título”, assegurou o secretário especial.

“Quem está produzindo, independente de ser ou não o originário da área, esse deve permanecer. O Incra tem que fazer sim uma varredura para ver as áreas que estão desocupadas para oferecer para quem quer trabalhar, mas não tirar quem está produzindo”, taxou Galvan.

Ainda participaram da audiência pública integrantes nacionais e regionais dos órgãos afins – Incra, Ibama, Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) –, parlamentares federais e estaduais, integrantes de outras instituições, além de centenas de produtores rurais.

 

 

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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Agrocientista tem período de submissão ampliado até 4 de outubro

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Agrocientista tem período de submissão ampliado até 4 de outubro

Edital 02/2019 foi lançado em 16 de agosto para concessão de bolsas e auxílio à pesquisa

13/09/2019

O edital 02/2019 do Programa Agrocientista, realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) em parceria com o Fundo de Apoio à Cultura da Soja (Facs), teve o período de submissão ampliado até o dia 4 de outubro. O edital foi lançado no dia 16 de agosto.

A iniciativa tem por finalidade estabelecer as diretrizes para duas modalidades de auxílios concedidos para o desenvolvimento das culturas de soja e milho no Estado, a concessão de bolsas de estudo e o auxílio ao desenvolvimento de pesquisas.

Todas as informações necessárias podem ser obtidas no link http://www.aprosoja.com.br/aprosoja/projeto/agrocientista.

O programa visa a concessão, implementação e acompanhamento das Bolsas de Estudo e do auxílio para o desenvolvimento de pesquisas científica, tecnológica e/ou de inovação, de forma a promover e incentivar a formação de Recursos Humanos nas áreas voltadas para o desenvolvimento das culturas da soja e do milho em Mato Grosso.

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Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

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Aprosoja alerta ALMT sobre impactos da APF à economia do Estado

Reunião foi na quarta-feira com presença da Sema-MT

13/09/2019

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) participou de audiência sobre temas ambientais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na oportunidade, a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazaretti, prestou informações aos parlamentares acerca das ações desenvolvidas pelo Executivo estadual para a prevenção e combate a incêndios florestais. A reunião aconteceu na última quarta-feira (11).

Gerente de Política Agrícola da Aprosoja-MT, Thiago Rocha representou a entidade no encontro, que contou com a participação de parlamentares e do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Normando Corral.

Na oportunidade, o gestor da Aprosoja abordou um tema de relevância para os produtores e para a economia do Estado: a Autorização Provisória de Funcionamento (APF) e como seus bloqueios têm travado a obtenção de crédito para a atividade agrícola, bem como, os reflexos danosos que isso trará à economia mato-grossense em curto prazo, como ponderou. Vários parlamentares se mostraram sensíveis à situação, em especial o presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho.

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Como sugestão, Rocha indicou que o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Estado sejam convidados a debater a questão no parlamento estadual, para que se busque uma solução conjunta para o impasse.

"Muitos produtores têm ficado sem a APF em virtude de divergências com as imagens de satélite. Há um caminho para questionar administrativamente os equívocos processuais. Porém, a Secretaria não consegue analisar os recursos a contento em virtude da alta demanda. Enquanto isso, o custeio e o investimento para a produção ficam comprometidos", disse o gestor.

Ele destacou ainda que a APF não é imprescindível para a gestão ambiental, já que por essência trata dos dados relativos ao uso do solo, o que já é contemplado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR).

"O Estado precisa focar suas ações no SIMCAR, isso certamente trará maior eficiência para o órgão. O embaraço burocrático não é bom para a economia, não é bom para o meio ambiente, tampouco para o social. Agricultores familiares estão sofrendo por não conseguirem acessar os recursos do Pronaf, por exemplo. O problema precisa ser enfrentado com urgência", asseverou o gestor.

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A partir das diretrizes traçadas pela Diretoria da Aprosoja-MT, o tema tem prioridade máxima para à entidade, pois compromete diretamente a atividade de milhares de produtores, sendo assim, as áreas técnica e institucional não pouparão esforços para encontrar uma solução para o problema.

 

Fonte: Ascom/Aprosoja-MT

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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