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Operação realiza ações repressivas e preventivas de combate à criminalidade no interior do Estado

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Assessoria | PJC-MT

O enfrentamento e a prevenção à criminalidade foram focos da operação Herácles, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil, nos meses de julho e setembro, em 11 Regionais do interior do Estado. A operação coordenada pela Diretoria do Interior cumpriu 30 ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar, além da apreensão de grande quantidade de entorpecentes, objetos de origem ilícita e a abordagem de centenas de pessoas e veículos.

Os trabalhos foram realizados pelas Delegacias Regionais de Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Guarantã do Norte, Juína, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Nova Mutum, Rondonópolis, Tangará da Serra e Vila Rica.

A operação de cunho repressivo e preventivo foi deflagrada em duas etapas, com o objetivo de intensificar as ações policiais visando coibir os crimes contra o patrimônio, tráfico Ilícito de entorpecentes, homicídio entre outros, além de dar cumprimento a mandados judiciais contra pessoas foragidas da Justiça ou alvos de investigações policiais.

O trabalho desenvolvido em diversas cidades do interior também teve como um dos focos principais os municípios que sofreram com a suspensão temporária de Delegacias (Luciara, Novo Santo Antonio, Alto Paraguai, Nova Marilândia, Santo Afonso, Nova Lacerda, Bom Jesus do Araguaia, Ponte Branca, São José do Povo, Tesouro, Carlinda, Castanheira, União do Sul, Acorizal, Jangada e Nossa Senhora do Livramento).

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Para operação, foi empregado um efetivo de 88 policiais civis, entre investigadores escrivães e delegados e 22 viaturas, além de contar com apoio da Polícia Militar. No total, foi realizada a abordagem de 235 pessoas e checagem de mais de 60 veículos, além do cumprimento de 30 ordens judiciais, sendo 5 mandados de prisão e 25 e busca e apreensão domiciliar. 

Na segunda fase da operação, na Regional de Nova Mutum, foram cumpridos 9 ordens judiciais entre mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar, em ações desencadeadas pelas Delegacias de Arenápolis, Nortelândia, e Municipal e Regional de Nova Mutum.

Os trabalhos resultaram em duas pessoas presas, uma em flagrante e outra por força de mandado, além da apreensão de diversos aparelhos celulares de outros investigados, com objetivo de obter indícios da prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

Em Alta Floresta, dois homens que planejavam roubar uma aeronave na cidade foram presos. Os suspeitos, V.S.R.J, 23 anos, e F.F.A., 24 anos, são do estado de Goiás e estavam na cidade com a intenção de conseguir um avião para levar até a Bolívia.

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Os suspeitos despertaram atenção, após percorreram aeroportos do município na tentativa de conseguir fretar uma aeronave. A Polícia Civil foi acionada e ao abordar os suspeitos encontrou com eles um revólver cromado calibre 38, com 13 munições, R$ 5.861,00, 3 celulares, GSP, e outros objetos.

Ainda dentro da operação, uma carga de mais de 250 quilos de cloridrato e cocaína foi apreendida em uma ação integrada da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal, realizada, em Nova Bandeirantes (1.026 km ao Norte). No total, foram apreendidos 241 tabletes da substância, localizados em uma propriedade rural do município.

Palestras

Além das ações repressivas, a operação também realizou atividades preventivas como palestras em escolas e empresas.

As ações preventivas têm o objetivo de alertar a população sobre a prática de diferentes crimes e situações de riscos que podem causar. As palestras abordaram diferentes temas como combate às drogas, abuso sexual infantil, e combate a violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil fecha ponto de venda de entorpecentes e apreende adolescente

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Assessoria/PJC-MT

Em ação investigativa, a Polícia Judiciária Civil de Nova Xavantina fechou um ponto de venda de entorpecentes, apreendeu um adolescente e porções de drogas na tarde de quarta feira (16.10), no município.

Após receber várias denúncias de que uma residência no bairro Henry 2 estaria sendo utilizada como ponto de venda de entorpecente e havia a presença de menores de idade comercializando drogas no local, equipes da delegacia municipal passaram a monitorar a casa, onde foi apreendido o adolescente M.S, 17 anos. Em buscas pelo imóvel, foram localizadas quatro porções de substância análoga à maconha e outras porções de pasta base de cocaína totalizando aproximadamente 170 gramas de entorpecentes.

O adolescente apreendido tem outras passagens por atos infracionais análogos a roubo, tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, ameaça e lesão corporal.

O delegado Raphael Diniz Garcia realizou a apreensão em flagrante do adolescente, que foi autuado por ato infracional a tráfico de drogas e associação para o tráfico e colocado à disposição da justiça local.

 

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Fonte: PJC MT
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Polícia Civil recebe equipamentos de informática em parceria com Ministério Público

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Assessoria/PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil recebeu nesta quarta-feira (16.10) a doação de equipamentos de informática do Ministério Público Estadual. O termo de doação foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, pelo delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval de Resende e pela diretora de Execução Estratégica da PJC, Daniela Silveira Maidel.

Foram entregues 37 computadores completos, 38 CPUs, 25 impressoras e 212 nobreaks. Os equipamentos serão destinados às delegacias do interior do estado para reforçar o trabalho desenvolvido pelas equipes policiais.

“Esses computadores vêm em boa hora, pois a Polícia Civil já estava com seu estoque quase zerado em relação à quantidade de computadores. Esses equipamentos são cruciais para que os trabalhos ocorram da melhor forma”, destacou o delegado-geral da Polícia Civil.

O procurador-geral de Justiça também falou sobre a importância da parceria. “Sabemos das demandas das delegacias. Esses equipamentos vão ajudar no trabalho de investigação que, ao final do inquérito, segue para o Ministério Público verificar se oferece ou não a denúncia”, destacou.

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Os computadores doados eram utilizados pela Procuradoria-Geral de Justiça e Promotorias do interior. Todos os equipamentos estão em boas condições de uso.

Com informações da Assessoria MPE-MT

Fonte: PJC MT
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Projeto Ainda Posso Sonhar oferta auxílio psicológico a vítimas de violência

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Assessoria | PJC-MT

Acreditando na reconstrução da identidade da vítima de violência doméstica, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá (DEDM), da Polícia Judiciária Civil, lançou nesta semana o projeto “Ainda Posso Sonhar”, com objetivo de proporcionar atendimento às mulheres que apresentaram sequelas psicológicas em decorrência de um relacionamento violento com o parceiro

O projeto realizado por meio de terapias em grupo direcionadas às vítimas de violência doméstica busca trazer esperança às mulheres que procuram a Delegacia da Mulher, e que, após serem agredidas, seja de forma física, moral, psicológica, sexual ou patrimonial, econômica, não conseguem enxergar um novo futuro.

As terapias são voltadas para que a vítima trabalhe a autoestima, autoafirmação e encontre um novo sentido para a vida, o que a Delegacia da Mulher chama de reconstrução da identidade. Entre outros fatores, o trabalho buscará com que a vítima volte a se amar, antes de amar outra pessoa, e desta forma não entre em um novo relacionamento abusivo.

A primeira turma é formada por 20 mulheres que já passaram por atendimento da Delegacia Especializada. As vítimas cadastradas participarão de 10 sessões de terapia em grupo, que serão realizadas até dezembro deste ano. As reuniões em grupo acompanhadas por uma psicloga ´serão realizadas uma vez por semana, em uma sala na delegacia. A previsão é que uma nova turma seja formada em 2020.

A delegada titular da DEDM, Jozirlethe Magalhães Criveletto, pontua que o trabalho é uma iniciativa da unidade policial na busca por auxiliar as mulheres vítimas de violência, para que elas entendam que ainda podem fazer projeções para o futuro e mudar a história de cada uma.

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“Esse atendimento é uma ansiedade que tínhamos há muito tempo, porém, não contávamos com profissionais especializados para realização do trabalho. Este ano, a Delegacia da Mulher foi agraciada com profissionais de psicologia, que passaram a integrar o setor de acolhimento às vítimas e que também enxergaram essa necessidade”, disse a delegada.

Atuando à frente do projeto, a psicóloga,Eliane Montanha Rojas, explica que quando a mulher passa por uma situação de violência, o primeiro passo é assumir que está sendo vítima e procurar por ajuda, uma vez que nem todas conseguem enxergar que estão sendo submetidas a diferentes tipos de agressões.

Segundo a psicóloga, algumas vítimas negam a situação para si mesmas, porque não se sentem preparadas para a separação, devido à cultura patriarcal, em que a mulher tem a posição de submissão e de responsável por manter a família.

“O violador, geralmente, não começa a agredir a vítima com lesões, que já é um estágio avançado. A violência inicia quando o agressor começam ultrapassar limites, seja moral, psicológico, sexual, patrimonial, ou econômico, sem que a mulher perceba. O segundo passo da vítima é superar os traumas causados, o que é o objeto de trabalho do projeto”, disse.

O delegado regional de Cuiabá, Rodrigo Bastos, esteve presente no lançamento do projeto e destacou o pioneirismo do trabalho desenvolvido pela Delegacia da Mulher de Cuiabá. “É uma unidade de referência na defesa dos direitos da mulher, que traz um projeto inovador, mostrando que a Polícia Civil junto ao Governo do Estado, está empenhada em avançar nesse tema tão importante que é o combate a violência doméstica”, disse.

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O delegado titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher Criança e Idoso de Várzea Grande, Cláudio Alvares Sant’Ana, ressaltou que o projeto é inovador, uma vez que muda o paradigma da Polícia Civil de que o atendimento à vítima é apenas instaurar o inquérito policial e prender o agressor.

“É uma mudança de percepção, em que é possível verificar a importância do atendimento psicológico e mental da vítima. A violência, seja um xingamento ou uma ameça, traz danos a imagem e a alma da mulher, que só prender o agressor não vai curar”, disse o delegado.

Estatísticas da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) apontam que de janeiro a setembro deste ano foram registradas 3.212 ocorrências de ameaça contra vítimas femininas (18 a 59 anos). No mesmo período, foram registrados 349 casos de injúria e 771 ocorrências de difamação.Conforme Jozirlethe, a Delegacia da Mulher de Cuiabá atende cerca de 20 vítimas de violência doméstica por dia, e até então, o que era oferecido a essas mulheres era apenas o trabalho de competência da Polícia Civil, como investigação, medida protetiva punição ao agressor.

“Porém essas vítimas não recebiam o futuro diferente que elas vinham buscar. É um grande desafio essa nova área de atuação, mas entendemos que aqui é uma casa de acolhimento e com muito amor vamos oferecer à vítima a oportunidade de seguir um futuro melhor”, reforçou a delegada.

Fonte: PJC MT
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