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Saúde

Para diminuir o risco de morte, você precisa ter um cachorro; saiba o motivo

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Uma pesquisa revelou que ter um cachorro diminuiu em 24% a chance de mortalidade de uma pessoa. Os benefícios para a saúde causados pelo animal de estimação foram revelados em um levantamento feito com quatro milhões de pessoas em diversos países, que foi publicado na revista “Circulation” da Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês).

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Pesquisa mostra que ter um cachorro reduz em 24% a chance de mortalidade de uma pessoa; veja detalhes

Segundo a endocrinologista Carolina Kramer, principal autora da trabalho científico, a análise mostrou que ter um cachorro pode proteger uma pessoa contra a morte por qualquer causa. Além disso, o impacto de um cão na saúde de uma pessoa que já tem algum problema no coração é ainda maior: há redução de 31% do risco de morrer por alguma doença cardiovascular.

Outra pesquisa que também faz parte da mesma publicação científica mostra que na Suécia donos de cachorros apresentam condições de saúde melhores do que àqueles que não têm o animal de estimação.

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Neste caso, a pesquisa mostrou que pessoas que sofreram ataques cardíacos, moravam sozinhas e tinham cães tiveram um risco 33% menor de morte em comparação a pessoas que não possuíam um cão. Os sobreviventes de AVC que moravam sozinhos tiveram um risco de morte reduzido em 27%.

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Os pesquisadores de ambos os estudos esclarecem, porém, que não podem fazer uma ligação direta entre o fato de ter um cachorro e apresentar um aumento na expectativa de vida. Eles, na realidade, sugerem essa relação, já que o resultado depende de outros fatores.

“É o cachorro ou são os comportamentos do dono? É por que você está se exercitando ou porque há uma diferença no tipo de pessoa que tem um cachorro em comparação com alguém que não tem? Eles são mais saudáveis ou mais ricos? Ainda sabemos”, reforçou a médica Martha Gulati, da American College of Cardiology, à “CNN”.

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A AHA destaca também que ter um animal é um compromisso e algo que gera também responsabilidades financeiras. Por isso, a atitude de adotar, comprar ou resgatar um cachorro não pode ter como objetivo principal a redução de riscos de morte.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mulher tem braço direito amputado após contrair infecção que pode levar à morte

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Após acordar com uma dor insuportável no braço direito, Keirra Eames, do estado de Utah, nos Estados Unidos, achou que havia deslocado o ombro. No entanto, ela descobriu que, na verdade, havia contraído uma infecção bacteriana, conhecida como fasciíte necrosante, que se espalha rapidamente pelo corpo e pode levar à morte.

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Reprodução/Facebook e The Sun

A americana Keirra Eames teve o braço direito amputado após contrair uma infecção bacteriana que pode levar à morte

A mulher ficou em coma por 11 dias enquanto os cirurgiões tentavam impedir que a infecção se espalhasse. Na ocasião, os médicos alertaram ao marido e outros parentes que ela poderia não sobreviver ao passar pelo primeiro procedimento cirúrgico. A cirurgia foi para remover parte massa muscular do seu braço , mas a sepse continuou a se espalhar.

“Eu estava em estado crítico quando meus rins começaram a se fechar e a parte superior do meu braço estava preta. Os médicos removeram 40% do meu braço, mas não houve melhora e a infecção não estava diminuindo”, diz Keirra, em entrevista à Caters News Agency , segundo informações do The Sun

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“Meus órgãos estavam se fechando e havia líquido no meu cérebro, os médicos tentaram reduzi-lo com a cirurgia, mas, quando me deitaram, minha cabeça começou a ficar roxa”, ressalta. Ela ainda diz que três coágulos de sangue se desenvolveram no outro braço e ela foi transferida para outro hospital de helicóptero.

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Keirra também destaca que sua família foi avisada sobre suas probabilidades antes da cirurgia para remover os coágulos em seu braço bom. Em janeiro, passou pelo procedimento para amputar o braço direito. Ela disse que, quando percebeu que seu braço havia sumido, “se sentiu impotente”, mas está aprendendo a se adaptar em casa desde que foi liberada do hospital.

O que é fasciíte necrosante?

No caso da fasciíte necrosante , diagnóstico preciso, tratamento rápido com antibióticos e cirurgia imediata são pontos essenciais para impedir a propagação da infecção. Geralmente, as bactérias entram no corpo através de uma ruptura na pele, como cortes e arranhões, queimaduras, picadas de insetos, perfurações ou feridas cirúrgicas.

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Além de uma área vermelha inchada da pele, fortes dores além da área da pele infectada e febre podem ser sinais da condição. Ao sentir alguns dos sintomas mencionados, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) orienta buscar ajuda médica imediatamente, uma vez que a infecção pode matar.

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Os sintomas posteriores da infecção podem incluir úlceras, bolhas ou manchas pretas na pele, alterações na cor da pele, pus, tontura, fadiga, diarréia ou náusea. A fasciíte necrosante pode causar sepse e falência de órgãos ou complicações ao longo da vida decorrentes de cicatrizes graves e perda de membros, como o caso do braço amputado de Keirra.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Falar mais ajuda na gagueira? Confira 12 dicas para controlar o distúrbio

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A gagueira é um distúrbio da fala de tanto de origem inata como resultante de lesões neurológicas que atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, ou seja, 5% da população. E, embora não possa ser curada após a idade adulta, ela pode ser controlada e tratada com fonoaudiologia.

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Homem praticando a fala em frente ao espelho arrow-options
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Controlar a gagueira requer prática – ou seja, você terá de falar cada vez mais para superar o distúrbio

“Inicialmente, é realizada uma avaliação para caracterizar a fluência do paciente e depois é traçado um planejamento terapêutico individual”, explica Tatiane Cristina Gonçalves, fonoaudióloga graduada pela Universidade de Ribeirão Preto e especialista em linguagem.

Dentre os vários tratamentos para a gagueira , segundo Tatiane, estão exercícios de respiração, de coordenação entre respiração e fala, articulação e emissão suave da fala. Mas os esforços não param nas sessões de fonoaudiologia .

Fora do consultório, existem outras abordagens e técnicas que você pode colocar em prática para controlar o distúrbio da fala . Afinal, existem diversos fatores que podem desencadear o problema, como a autoconfiança.

“Muitas pessoas apresentam gagueira por temerem o julgamento, temerem o que estão falando dela. Aí, quando perdem o equilíbrio emocional, elas gaguejam”, exemplifica Junior Fernandez, analista comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching e um dos fundadores da escola de oratória Vox2you.

Esse aspecto emocional, segundo ele, é tão importante quanto o aspecto clínico do problema, tornando fundamental o desenvolvimento da confiança.

12 dicas para controlar a gagueira fora do fonoaudiólogo

Homem pensando em frente ao espelho arrow-options
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Além da fonoaudiologia, existem algumas práticas que você pode adotar no dia a dia para controlar a gagueira

E se você está curioso sobre como pode controlar este distúrbio fora do consultório, as dicas a seguir, formuladas por Malcom Fraser e publicadas em seu livro “Autocuidado para pessoas com gagueira”, podem ser de grande ajuda.

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1. Fale lenta e conscientemente

Gagueje você ou não, falar mais devagar e com atenção é melhor do que se apressar para terminar as frases. Procure manter a calma, induzindo a um modo de falar que soará mais relaxado e variado, respondendo melhor aos procedimentos terapêuticos.

2. Enuncie suavemente, prolongando o som inicial das palavras que teme

Quando for falar, seja durante uma sessão de fonoaudiologia ou com os amigos, mantenha a firmeza da sua voz, fazendo ela fluir suavemente pelos sons das palavras e movimentando levemente os lábios, a língua e a mandíbula.

3. Não tente esconder a gagueira

Fingir que você não tem um problema só fara você perpetuá-lo. Seja aberto com relação ao seu distúrbio: assim, você irá sentir-se menos envergonhado em ter dificuldades para falar.

4. Elimine as expressões ou movimentos anormais que faz quando gagueja

Esta regra se refere àqueles tiques e movimentos que caracterizam sua gagueira, os chamados “sintomas secundários”. Alguns exemplos são piscar os olhos, bater os pés, movimentar a cabeça de forma brusca etc.

5. Interrompa os hábitos de fuga ou substituição que desenvolveu

Complementando a dica 3, é preciso se desvencilhar de todos os métodos que adquiriu para mascarar seu distúrbio da fala. Evitar situações que desencadeiam o problema só farão ele tornar-se mais forte.

6. Mantenha contato visual com seu interlocutor

Olhar de forma natural para a pessoa com a qual está conversando irá ajudá-lo. Estabeleça contato olho no olho, sem desviar quando sentir que vai gaguejar – assim você reduzirá sua insegurança com relação ao problema.

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7. Identifique o que seus músculos de fala fazem de errado quando gagueja

Seguir este conselho te ajudará a diagnosticar melhor qual o seu problema para, em seguida, corrigi-lo durante as sessões de fonoaudiologia e no dia a dia. Fique de olho em como sua língua e os músculos da sua boca travam ou destravam durante as crises.

8. Use a modificação de bloqueios para eliminar seu comportamento de fala inadequado

Praticar estes procedimentos, que ajudam a solucionar problemas antes, durante e após crises de gagueira, te ajudará a contornar o distúrbio da fala quando ele ameaçar dar as caras.

9. Siga em frente enquanto fala

Não pare de falar quando começar a gaguejar. Procure manter a continuidade da sua fala ao máximo, sem tentar corrigir erros nem voltar atrás. O único momento no qual deve repetir alguma coisa é quando quiser enfatizar um ponto ou pensamento.

10. Tente falar com boa melodia e inflexão

Mantenha sua voz firme, sem deixá-la artificial ou monótona. Procure variar o ritmo e a entonação para ficar com uma dicção mais natural, relaxante e agradável.

11. Preste atenção também nos seus acertos durante a fala

Não se concentre apenas na gagueira. Lembre-se de observar quando consegue falar fluentemente, pois isso fará com que sua autoconfiança aumente. Passe algum tempo falando ou lendo em voz alta em frente ao espelho quando estiver relaxado e sozinho, para praticar sua fluência.

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12. Aproveite ao máximo as oportunidades que tiver para falar

Quanto mais oportunidades de conversação você aproveitar, mais progresso fará. Isso não quer dizer que você deva exagerar e falar a todo momento, apenas que deve se esforçar para criar oportunidades de praticar com outras pessoas para, com o tempo, dominar a sua gagueira .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

É verdade que estalar o corpo faz mal? Saiba quando há riscos e como evitá-los

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Você é viciado em estalar os dedos? Consegue fazer isso com o pescoço para “relaxar”? Independente da parte do corpo, quando o assunto é provocar estalos para o alívio de qualquer tensão, não faltam alertas. Risco de artrose, perda de movimentos e possibilidade de “engrossar” as articulações são alguns dos mitos que rondam o hábito. 

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Quiropraxista explica em quais situações estalar qualquer parte do corpo pode ser prejudicial e representar perigos à saúde

De acordo com o quiropraxista e diretor da clínica Mais Coluna David Porto, o ajuste das articulações – que causa o som de estalo – pode, sim, ser bastante prejudicial, mas só quando provocado pela própria pessoa ou por um profissional pouco capacitado, podendo gerar ou agravar lesões. 

Segundo ele, o barulho característico desses movimentos acontece quando existe um afastamento das faces articulares que estão sob pressão negativa. Ou seja, para o profissional de saúde, é como “o barulho de um desentupidor de pia quando puxamos com força”.  

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“Apesar de o estalo causar uma sensação de alívio momentâneo em muitos casos, quando executado de forma errada pode gerar sérios danos às estruturas da coluna vertebral, bem como causar vício em se ‘auto estalar’, o que piora o quadro”, afirma David. “Uma coisa é provocar o estalido, a outra é movimentar a articulação para o lado certo e respeitar seu limite”, completa.

Também existem partes do corpo que merecem uma atenção redobrada quanto aos riscos de lesões: coluna vertebral e pescoço – no qual, além das articulações, existem artérias importantes – além de áreas que recebem impacto específico em algumas atividades, como os joelhos.

David, porém, garante que – quando proporcionados da maneira correta – os estalos podem trazer benefícios duradouros ao paciente. “O estímulo mecânico provoca um efeito reflexo de relaxamento muscular e de analgesia local. Pode ser realmente saudável se realizada por um quiropraxista graduado, que promove o conforto e o ajuste de partes importantes do corpo”, diz.

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Fonte: IG Saúde
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