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Policia Federal

PF apreende menor com 10 kg de maconha no Paraná

Publicado

Foz do Iguaçu/PR – Na quinta-feira (7/11), em uma fiscalização de rotina da Polícia Federal, foi feita abordagem a um ônibus que seguia para Belo Horizonte/MG, na BR-277, em Santa Terezinha de Itaipu/PR. 

Ao fazer uma revista geral nas malas, a cadela da UOCS (Unidade Operacional de Cães de Serviço) logo identificou a presença de drogas em uma delas. Um menor foi identificado como responsável pela bagagem.

Ao abrirem a mala, os policiais encontraram maconha prensada e em flor (capullo), prensada também. Após ser pesada, totalizou mais de 10 kg.  Além da droga, o menor também apresentou documento falso.

A ocorrência foi levada para a Polícia Civil em Foz do Iguaçu/PR.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
Contato: (45) 3576-5515

Fonte: Polícia Federal
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PF prende dupla venezuelana com cápsulas de cocaína no estômago

Publicado

Fortaleza/CE – A Polícia Federal prendeu nesse sábado (9/11), no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza/CE, dois homens, 53 e 37 anos, naturais da Venezuela, com cápsulas de cocaína no estômago.  

Policiais federais perceberam que os venezuelanos demonstravam nervosismo, inquietação e impaciência, durante fiscalização de rotina no combate ao tráfico de drogas. Ao serem entrevistados, confirmaram que haviam ingerido cápsulas contendo cocaína. O destino final da droga seria Paris/França.

Em razão do risco de morte, policiais federais conduziram os estrangeiros ao hospital para acompanhamento médico e expulsão da droga. Com a medicação, um venezuelano expeliu 70 e o outro 80, num total de 150 cápsulas contendo cocaína.

Após receberem alta médica, a dupla foi conduzida à sede da PF no Ceará e autua por tráfico internacional de drogas.          

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará

Contato: (85) 3392-4867/9.8.970-0624

Fonte: Polícia Federal
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PF investiga fraudes no recebimento de benefícios do programa Bolsa Família

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Corumbá/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (12/11) a Operação Sodalitia, que investiga suspeitas de fraudes no recebimento de benefícios do programa Bolsa Família. As irregularidades detectadas envolveriam o não-preenchimento dos requisitos necessários para ter direito ao recebimento do benefício assistencial pelo Governo Federal, devido à falta de fiscalização da situação socioeconômica dos requerentes, que deveria ser feita a contento pela Prefeitura de Ladário/MS.

Cerca de 30 policiais federais estão cumprindo três mandados de busca e apreensão, emitidos pelo Juízo da Vara Federal de Corumbá/MS, na Secretaria Municipal de Assistência Social, no CRAS – Centro de Referência de Assistência Social e no CREAS – Centro de Referência Especializada em Assistência Social, de Ladário/MS. As buscas visam verificar a existência de benefícios concedidos ou mantidos indevidamente em favor de indivíduos que não preencham os requisitos do benefício, tais como a composição familiar e a renda per capita. 

No transcorrer das investigações, foram coletados indícios de que o benefício teria sido concedido amplamente, ou seja, a qualquer pessoa que declarasse, por conta própria, preencher os requisitos do programa. Não havia verificação da veracidade das informações prestadas e também não teriam sido realizadas devidamente as inspeções posteriores nas residências, por meio de visitas e entrevistas por parte da Secretaria Municipal de Assistência Social junto aos beneficiários do programa.

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Tal situação teria permitido que o benefício fosse concedido e continuado o pagamento para pessoas que, na realidade, não teriam direito ao Bolsa Família, o qual é destinado exclusivamente a famílias em situação de pobreza ou de extrema pobreza.

É importante ressaltar que a ação da Polícia Federal na data de hoje não acarretará na suspensão do Bolsa Família ou de qualquer benefício ou serviço prestado pelo Município de Ladário/MS. 

O nome da operação remete aos primórdios da assistência social no mundo, quando, na Roma Antiga, havia os SODALITIA, que eram espécies de associações (collegia) que cuidavam da assistência dos idosos, doentes e pobres.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3368-1105

E-mail: cs.srms@dpf.gov.br

 

Fonte: Polícia Federal
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PF investiga gerente que extorquia empresas contratadas para prestar segurança às agências bancárias

Publicado

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (12/11) a Operação Saruman, para combater atuação de um gerente da Caixa Econômica Federal, que estaria, na qualidade de fiscal de contrato, extorquindo empresa de segurança privada contratada pelo banco para prestar segurança às diversas agências bancárias em Minas Gerais.

Foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão, dois em Belo Horizonte e um em Varginha/MG. Um dos mandados foi cumprido na gerência do banco.

O gerente era responsável pela elaboração dos editais de licitação, contratação e posterior fiscalização dos serviços de diversas empresas de segurança privada contratadas para prestar segurança às agências no Estado. Nessa função, passou a exigir vantagens de empresários, sob pena de inviabilizar o recebimento de faturas apresentadas para pagamento pelos serviços. Há, ainda, suspeitas de falsificação em guias de recolhimento de FGTS, visando a desonerar as empresas contratadas e, por conseguinte, possibilitar o pagamento de propinas. Estima-se que somente uma das empresas contratadas tenha pago em torno de R$ 1 milhão a título de propina para o investigado. Pelos serviços contratados, o banco paga mais de R$ 9 milhões por mês para prover a segurança de suas agências em Minas Gerais.

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A Polícia Federal conta com o apoio da Corregedoria da CEF nesta operação, sendo que o inquérito policial visa, agora, a descobrir se outras oito empresas contratadas pelo banco no Estado também foram vítimas da atuação criminosa do investigado.

O envolvido responderá pelo crime de concussão, previsto no artigo 316 do Código Penal, com pena máxima de oito anos, havendo possibilidade de envolvimento de outras pessoas, inclusive outros servidores do banco, configurando uma associação criminosa que poderá elevar a pena para mais de 12 anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

cs.srmg@dpf.gov.br | www.pf.gov.br

(31) 3330-5270

Fonte: Polícia Federal
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