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PF combate o contrabando de agrotóxicos

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Naviraí/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta terça (11/6) a Operação Descontaminação com o objetivo de desarticular associação criminosa voltada à prática do contrabando de agrotóxicos estrangeiros. Policiais federais dão cumprimento a dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, localizadas nas cidades de Coronel Sapucaia/MS e Tangará da Serra/MT.

As investigações iniciaram-se a partir da apreensão de agrotóxicos em poder de um dos investigados feita pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). No decorrer do trabalho investigativo, foi possível identificar outros envolvidos na atividade criminosa, como fornecedores e destinatários dos agrotóxicos estrangeiros.

 O nome da operação é uma alusão ao combate ao contrabando de agrotóxicos.

 

Fonte: Polícia Federal
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PF desarticula esquema de fraude tributária no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal e Receita Federal, deflagrou nesta quarta-feira (26/6) a Operação Saldos de Quimera, com o objetivo de desarticular esquema de fraude tributária praticada em face da União.

A operação contou com a participação de 14 policiais federais e 4 integrantes da Receita Federal, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, em dois escritórios de advocacia, localizados nos municípios de Vitória/ES e Rio de Janeiro/RJ, que resultaram na apreensão de equipamentos com registros informatizados, dentre outros.

As investigações apontaram um esquema supostamente utilizado pelo escritório do Rio de Janeiro de venda de créditos inexistentes (podres) às empresas com domicílio fiscal no Espírito Santo e outros estados do Brasil, para fins de compensação tributária, tendo resultado até o momento no prejuízo de aproximadamente R$ 423 milhões aos cofres públicos da União.

 Os investigados vinham atuando como intermediários entre os contribuintes e a Receita Federal, induzindo a erro seus clientes por meio de falaciosa tese jurídica que indicaria a possibilidade de compensação tributária mediante os créditos tributários inexistentes. Os usuários desses créditos imaginavam estar obtendo benefício ao pagar aos fraudadores menos que o tributo devido, porém, continuavam com a dívida perante o fisco, além de pagar vantagem indevida pelo valor de compensação inexistente.

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 Os investigados, poderão responder pelos crimes de estelionato disposto no art.171 do Código Penal, bem como de sonegação fiscal disposto no art.1º, inciso I da Lei 8.137/90.

Será concedida entrevista coletiva, às 14h, na Sede da Polícia Federal em São Torquato, Vila Velha, com a presença de representante da Receita Federal.

 

 

 

Fonte: Polícia Federal
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PF combate crimes previdenciários no Ceará

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Fortaleza/CE – A Polícia Federal, em conjunto com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deflagrou nesta quarta-feira (26/6) a Operação Frenesi, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudar benefício previdenciário de aposentadoria por idade rural.

Cerca de 90 policiais, com o apoio de cinco servidores da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deram cumprimento a 16 mandados de busca e apreensão, 2 de prisão preventiva e 1 de prisão temporária expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal, nas cidades de Fortaleza, Redenção, Maracanaú, Acarape e Pacatuba. A Justiça determinou o arresto de bens móveis e imóveis, e bloqueio de valores em contas bancárias em nomes dos envolvidos.

As investigações iniciaram em 2014 a partir de notícias recebidas pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, dando conta de possível esquema fraudulento para concessão de benefícios rurais. O servidor da autarquia previdenciária que estaria à frente de organização envolvendo seus familiares e terceiros foi identificado.

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Para o cometimento dos crimes, o chefe da organização atuava concedendo benefícios rurais de aposentadoria por idade para pessoas da área urbana, que nunca foram trabalhadoras rurícolas, em troca de propinas pagas com empréstimos consignados no benefício.

Até o momento foram analisados pela CGINT cerca de 600 benefícios deferidos pelo servidor do INSS que causaram um prejuízo de cerca de R$ 15 milhões. Com a deflagração desta operação e consequente desmantelamento da organização, estima-se que se esteja evitado cerca de R$ 157,4 milhões de prejuízos aos cofres públicos.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, estelionato majorado e inserção de dados falsos em sistemas corporativos do Governo Federal.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h30, na Sede da Superintendência da Polícia Federal no Ceará.

O nome da operação é uma alusão à frenética atuação do servidor para alcançar seus objetivos, ao realizar os procedimentos fraudulentos de concessão de benefícios previdenciários, havendo casos em que o despacho concessório se deu em menos de quatro minutos.

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Fonte: Polícia Federal
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PF desarticula rede de casas de apoio à facção criminosa em Campo Grande/MS

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (26/6) a Operação Krimoj, que investiga uma rede de casas de apoio ligadas a facções criminosas na cidade de Campo Grande/MS. A ação foi realizada em conjunto com o Departamento Penitenciário Federal (DEPEN/MJSP). Aproximadamente 30 policiais federais e 15 agentes federais de execução penal compõem as equipes que cumprem seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Federal de Campo Grande/MS.

As investigações tiveram início em fevereiro deste ano, quando bilhetes com ameaças de morte a servidores públicos federais, oriundos de membros da facção criminosa, foram interceptados na Penitenciária Federal de Campo Grande/MS. A investigação revelou uma rede de casas de apoio a integrantes de facções criminosas instaladas na capital do Mato Grosso do Sul, onde poderiam estar armazenadas informações sobre a atuação destas facções. Foram identificadas casas de apoio a diversos grupos criminosos. Tais casas eram mantidas pelas facções, as quais financiavam os custos com aluguéis, verbas para manutenção dos imóveis, passagens aéreas para os ocupantes de outros Estados, entre outros valores de custeio dos locais.

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Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa e ameaça.

O nome da operação (KRIMOJ) é a tradução da palavra CRIMES em Esperanto, em alusão aos diversos crimes praticados pelas facções criminosas e também pelo fato de as casas de apoio serem mantidas para a troca de informações entre os membros das facções.

COLETIVA DE IMPRENSA – Os coordenadores da OPERAÇÃO KRIMOJ concederão entrevista coletiva à imprensa, às 10h, na Superintendência da PF em Campo Grande/MS.

 

Fonte: Polícia Federal
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