conecte-se conosco


Nacional

Prazo para a renovação de contratos do Fies acaba nesta quarta-feira

Publicado


Fies
Divulgação

O Fies ajuda o estudante a financiar o valor do seu curso; estimativa é de que cerca de 600 mil contratos sejam renovados

Hoje (5)  é o último dia para renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2019. Para a renovação, os estudantes precisam validar as informações prestadas pelas instituições de ensino no Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies).

Os contratos do Fies precisam ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino para depois ter as informações validadas pelos estudantes, no sistema.

Também encerra hoje o prazo para os estudantes estenderem o prazo de utilização do financiamento e pedirem a transferência integral de curso ou de instituição.

Caso a renovação tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro (Banco do Brasil ou Caixa Econômica), para finalizar o processo.

Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Veja Também:  Órgão do MPF diz que combate à corrupção não pode ‘quebrar princípios’

A estimativa do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação é de que neste semestre, cerca de 600 mil contratos sejam renovados.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Em clima de renovação, Cúpula do Mercosul começa na Argentina

Publicado

Agência Brasil

Ernesto Araújo arrow-options
Isac Nóbrega/PR

O chanceler Ernesto Araújo representa o Brasil na cúpula do Mercosul; Bolsonaro deve ir para a Argentina nesta quarta

Com propostas de renovação e abertura para novos acordos de livre comércio com todo o mundo, o presidente Jair Bolsonaro e os demais presidentes dos países que integram o Mercosul e nações associadas realizam nesta quarta-feira (17), em Santa Fé, Argentina, a 54ª. Cúpula de Chefes de Estado do bloco sul-americano, com o objetivo de consolidar os novos rumos da instituição.

Leia também: UE confirma alemã Von der Leyen como presidente da Comissão Europeia

Durante a cúpula do Mercosul , o presidente argentino Maurício Macri passará o posto de presidente pro tempore (cargo rotativo) do bloco ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro. A presidência pro tempore do Mercosul é cargo exercido durante seis meses por um chefe de Estado de um dos países-membros.

Em sessão preparatória para a cúpula de chefes de estado, os ministros de Relações Exteriores do Mercosul e de países convidados reuniram-se nesta terça-feira (16), na mesma cidade argentina, para dar os últimos retoques da nova dinâmica do bloco sul-americano. “Estamos fazendo coisas muito ambiciosas”, disse o chanceler Ernesto Araújo, em uma referência ao recente acordo fechado com a União Europeia e aos acordos previstos para este ano com o EFTA (grupo de países formados por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça) e Canadá e no próximo ano com a República da Coreia.

Veja Também:  Polícia está perto de resolver o caso Flordelis, diz TV

“Nossa proposta é consolidar esse novo Mercosul. Estamos renovando [o bloco] em grande parte a partir propostas brasileiras”, disse Araújo. “E também criar avanços muito específicos que vão fazer a diferença na vida de outras pessoas”, acrescentou, ao citar o acordo aprovado ontem que retira a cobrança de taxas extras para quem usa o telefone celular pelo sistema roaming em viagens dentro do Mercosul. “Isso faz uma redução muito grande de custos, facilitação de negócios, inclusive, facilitação para a vida de turistas, todo mundo que viaja para outros países”, disse o chanceler brasileiro. A eliminação da cobrança do roaming no Mercosul depende porém da aprovação do Congresso Nacional de cada país.

Leia também: Ministro francês renuncia após ser acusado de oferecer jantares caros

Ao falar sobre futuros acordos a serem assinados pelo Mercosul, Ernesto Araújo disse que a expectativa do governo brasileiro é “conseguir acordos bons para o Brasil e para outros países [do Mercosul] no comércio internacional ”.

A cúpula de Chefes de Estado do Mercosul se realizará no Centro de Convenções Estação Belgrano, em Santa Fé. Além dos presidentes Jair Bolsonaro e Maurício Macri, também estarão presentes os presidentes do Uruguai, Tabaré Vázquez, e do Paraguai, Mario Abdo Benítez. Presidentes de dois estados associados estarão igualmente presentes: do Chile, Sebastián Piñera, e da Bolívia, Evo Morales.

Reunião do Mercosul arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Reunião do Mercosul acontece na Argentina desde a terça-feira (16)

Veja Também:  CET interdita viaduto Aliomar Baleeiro e metrô Sé tem ação sobre BPC hoje, em SP


Venezuela

O chanceler argentino Jorge Faurie disse na terça, após a reunião dos ministros das Relações Exteriores do Mercosul, que a Venezuela poderá se reintegrar ao bloco “no momento em que recupere a sua democracia em plenitude”. Ele afirmou, porém, que isso levará “um longuíssimo tempo”.

Leia também: Militares e civis fecham acordo para dividir poder no Sudão

Países do Pacífico

O secretário das Relações Econômicas da chancelaria argentina, Horacio Reyser, disse que é intenção do Mercosul  uma aproximação estratégica com a Aliança do Pacífico. A Aliança do Pacífico é um bloco comercial latino-americano criado formalmente em 2012, no Chile. Os membros-fundadores foram Chile, Colômbia, México e Peru. A Costa Rica incorporou-se ao grupo em 2013. “Nós [argentinos] já temos livre comércio com três dos quatro países da Aliança do Pacífico: Chile, Colômbia e Peru”. Segundo ele, está faltando apenas o livre comércio com o México.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

MPF pede remoção de famílias em barragem com risco de colapso, no interior de SP

Publicado

Iaras arrow-options
Reprodução

Município de Iaras, no interior de São Paulo

O Ministério Público Federal (MPF) pediu, nesta quarta-feira (17), que as famílias que vivem no entorno de uma barragem em Iaras, no interior de São Paulo, sejam removidas do local. O órgão quer que a empresa responsável e a União realizem obras emergenciais e iniciem o processo de esvaziamento da estrutura, que está sob risco elevado de colapso. 

Leia também: Não há risco de novo rompimento de barragem na Bahia, diz Defesa Civil

O MPF entrou com uma ação civil pública, em que afirma que a barragem – localizada no assentamento rural Zumbi dos Palmares- está em condição de abandono. A Procuradoria também pede que a Justiça determine a remoção imediata das famílias que seriam atingidas caso a estrutura rompesse. 

Segundo um laudo do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), há a necessidade de obras emergenciais no local, que custariam em torno de R$ 1,9 milhões. No entanto, o Incra, empresa responsável pela barragem, se nega a fazer a inspeção e alega “restrições orçamentárias”.

Veja Também:  Cientistas criam material que permite cultivo de alimentos em Marte

A empresa afirma ainda que o modo mais barato de prevenir o rompimento seria esvaziar a estrutura, mas argumenta que também não tem a verba para a contratação do serviço, que custa cerca de R$ 260 mil. Segundo o Tribunal de Contas, o Incra é responsável por milhares de barragens que estão abandonadas. 

Na ação, o MPF pediu que a União e o Incra apresentem os Planos de Segurança da Barragem (PSB) e de Ação de Emergência (PAE), que seriam obrigatórios. O Procurador da República Fabrício Carrer também rebateu os argumentos da empresa e afirmou que a falta de verba não é motivo para omissão em relação ao caso. 

“A autonomia orçamentária das autarquias não impede que haja dotações extraordinárias concedidas pelo ente criador [governo federal] ou mesmo intervenção direta para a realização das obras. O próprio controle hierárquico exercido pela União possibilitaria a intervenção do ente em sua autarquia, visando corrigir a ilegalidade ora apontada”, escreveu. 



Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

“Sempre houve homossexualidade no Exército”, afirma Mourão

Publicado

IstoÉ

Mourão arrow-options
Reprodução/TV Globo

Vice-presidente da República participou do programa na noite desta terça-feira (16)

O vice-presidente Hamilton Mourão disse em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, nessa terça-feira (16) que há homossexuais nas Forças Armadas. “Transgênero só existe um caso ou dois, se houve. Homossexualidade sempre houve, agora, dentro da disciplina e da hierarquia”.

Leia também: PDT e PSB punem infiéis, mas poupam filiados que são réus na Justiça

Mourão também negou que houve ditadura e classificou a época como um “período de presidentes militares”. Mourão ainda elogiou o Coronel Brilhante Ustra, considerado pela Justiça como único torturador no regime militar. “Foi um exemplo de soldado pra mim”, afirmou.

Questionado sobre a fala polêmica em 2017 em que falou sobre intervenção militar em um evento da maçonaria, o vice-presidente afirmou que só sofreria alguma punição “se pregasse abertamente”.

Mourão ainda disse que ficou surpreso com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de indicar seu filho, Eduardo Bolsonaro , para a embaixada norte-americana. “Decisão (de presidente ) não se discute”, afirmou.

Veja Também:  Um quarto dos brasileiros não acredita que homem foi à Lua, revela Datafolha

Leia também: Caso Flordelis: reconstituição do crime ainda depende de aval do STF

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana