conecte-se conosco


Nacional

Protestos pela educação acontecem em 16 estados e no DF; siga ao vivo

Publicado

source
Protesto pela Educação na Esplanada dos Ministérios arrow-options
Renato Costa/Agência O Globo

Em Brasília, concentração de manifestantes começou por volta das 9h

As manifestações a favor da educação e contra os cortes do governo federal no setor começaram na manhã desta terça-feira (13) em todo o País. Ao menos 32 cidades em 15 estados e o Distrito Federal já registraram protestos.

Leia também: Greve geral pela educação leva professores e apoiadores às ruas nesta terça

Em Brasília os protestos pela educação começaram às 9h e reúnem estudantes e lideranças indígenas.  O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, convocou as Forças Armadas para auxiliar a Força Nacional na proteção da Esplanada dos Ministérios. A intenção é evitar que grevistas cheguem até o prédio do Ministério da Educação. 

Protestos também já foram registrados em 16 dos 26 estados. São eles: Ceará, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Bahia, Sergipe, Alagoas, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Ao longo do dia, mais protestos devem acontecer. Ao todo, são esperadas mais de 5 milhões de pessoas nas ruas do Brasil. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, as manifestações só devem começar por volta das 15h.

Veja Também:  Após fiança, Justiça manda soltar mulher que recusou taxista negro

Leia também: Ministro da Educação diz que busca solução para Escola sem Partido

Os atos foram convocados por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Esta é a terceira mobilização a nível nacional contra o contingenciamento de verbas anunciado pelo ministro da Educação , Abraham Weintraub.O primeiro, em 15 de maio, mobilizou a sociedade civil em pelo menos 222 municípios em todos os estados, incluindo o Distrito Federal. O segundo, no dia 30 do mesmo mês, ocorreu em ao menos 136 cidades de 25 estados e o DF.

Acompanhe ao vivo:


Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Marcha pelo fim da violência contra as mulheres toma avenida Paulista

Publicado

source

Agência Brasil

Centenas de mulheres participaram na manhã deste domingo (8), na avenida Paulista, da terceira edição da Caminhada pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A mobilização ocorre em mais 26 cidades brasileiras e em alguma localidades do exterior.

A caminhada é uma ação pelos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e foi organizada pelo Grupo Mulheres do Brasil.

As participantes da marcha reuniram-se na Praça do Ciclista, onde ocorria também a exposição ao ar livre Corpos das Penhas , que simulavam corpos de mulheres e incluíam informações como o nome da vítima, idade, número de filhos e o tipo de arma com que cada uma foi assassinada. Todas as informações ilustram casos reais.

“O objetivo dessa caminhada é levar para a sociedade uma conscientização ampla da gravidade do problema que é a violência contra a mulher, sob todas as suas formas”, disse Raquel Preto , que representa o Comitê de Combate à Violência do Grupo Mulheres do Brasil.

“Tomar um empurrão do marido, ou um tapa, não é normal. Essa naturalização não pode existir. E é esse o objetivo de uma caminhada como essa: deixar muito claro para toda mulher que não é natural apanhar, tomar um soco ou ser estuprada”, acrescentou.

Veja Também:  Falso padre prometeu cura espiritual para leucemia que vítima não tinha

A cada duas horas, uma mulher é vítima de feminicídio . A cada hora, quatro meninas são vítimas de estupro. Então, não podemos ficar quietas. Temos que nos manifestar para pedir políticas públicas que visem combater o fim da violência contra a mulher”, disse Elizabete Scheibmayr, que também representa o Comitê de Combate à Violência do Grupo Mulheres do Brasil.

 3ª Caminhada pelo fm da violência contra as mulheres em São Paulo

3ª Caminhada pelo fim da violência contra as mulheres em São Paulo – Rovena Rosa/Agência Brasil

Raquel e Elizabete incentivam as mulheres que forem vítimas de violência a procurar as redes de apoio disponíveis para se fortalecer e para que denunciem a violência. “A primeira coisa é ter coragem, saber que há uma rede de apoio e denunciar a violência. E quem também vê a violência precisa denunciar. Tem que meter a colher sim”, disse Elizabete.

“A mulher deve procurar ajuda. Ela deve ir a uma delegacia de polícia, a um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), que oferece serviços sociais de apoio. Se ela for vítima de violência sexual, deve procurar um hospital, procurar apoio de amigas e familiares e ter força para denunciar e não aceitar mais o ciclo de violência”, acrescentou.

Veja Também:  Desembargadora que acusou Marielle de ser criminosa pede suspensão de processo

Vestidas com uma camiseta laranja com dizeres que pediam o fim do feminicídio e da violência e com gritos de Juntas, Somos Mais Fortes e Eu Meto a Colher, Sim , as mulheres caminharam até a Casa das Rosas, onde o ato foi encerrado com uma salva de palmas.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Índio Guajajara está em estado grave após atentando que matou dois no Maranhão

Publicado

source
Fachada do hospital arrow-options
Karlos Geromy / Secretaria de Saúde do Maranhão

Unidade hospitalar onde indígena em estado grave está internado

Um dos índios da etnia Guajajara está em estado grave após ser vítima de um atentado a tiros  neste sábado (7), informou o governo do estado do Maranhão. O atentado, que ocorreu na BR-226, deixou mais um ferido, mas este deve receber alta ainda neste domingo. Outros dois índios morreram no ataque .

“O indígena Nico Alfredo Guarajara encontra-se recebendo toda assistência médica no Hospital Macrorregional de Presidente Dutra. Ele deu entrada na unidade na noite de sábado (7), onde foi submetido a uma laparotomia exploratória e às correções de lesões na bexiga e intestino. O paciente encontra-se estável, porém ainda em estado considerado grave. Ele será submetido a novo procedimento cirúrgico na terça (10)”, diz a nota do governo.

O estado também informa que a outra liderança ferida foi encaminhada à UPA de Barra do Corda, e corresponde bem ao tratamento, com “previsão de alta hospitalar ainda hoje”.

Veja Também:  Frente fria muda o tempo nesta sexta em São Paulo

Leia também: Índios sofriam ameaças após assaltos na região, diz membro da Funai no Maranhão

O atentado ocorreu neste sábado, entre as aldeias Boa Vista e El Betel, no município de Jenipapo dos Vieiras, localizado a 506 km de São Luís, capital do Maranhão.

No Twitter, o governador do Maranhão, Flávio Dino, disse que os secretários de Segurança Pública e de Direitos Humanos do estado “estão pessoalmente presentes nos locais dos assassinatos” para “colaborar com as autoridades do governo federal e dialogar com as lideranças indígenas”.

Em nota, a Fundação Nacional Nacional do Índio (Funai) lamentou o ocorrido.

“Indígenas foram atingidos por tiros originados de um veículo Celta, de cor branca, e vidros espelhados. A equipe da FUNAI está na região, com os indígenas, providenciando o registro da ocorrência. A Secretaria de Estado de Segurança Pública foi acionada e já acompanha o caso, bem como a Secretaria de Estado de Direitos Humanos. Foi cientificada a Polícia Federal que já investiga o caso”, diz o comunicado.

Leia também: Após ataque a indígenas, Moro diz que pode enviar Força Nacional ao Maranhão

Veja Também:  Guia turístico filma tubarão em Fernando de Noronha; assista

A Funai acrescenta que, como forma de protesto, os indígenas interditaram a rodovia BR-226 nos dois sentidos e a passagem de veículos encontra-se bloqueada naquela região.

Nas redes sociais, políticos se posicionaram sobre o atentado. Para a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva o “banho de sangue” na Amazônia exige “uma resposta firme e urgente das autoridades brasileiras”.

“O assassinato de 2 indígenas Guajajara não pode ficar impune. É preciso conter a barbárie e chegar aos responsáveis por esses atos criminosos. Minha solidariedade ao povo Guajajara”, escreveu Marina.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Índios sofriam ameaças após assaltos na região, diz membro da Funai no Maranhão

Publicado

source
homem morto imagem  borrada arrow-options
Foto: Reprodução/Internet

Um carro passou e atirou contra dois indígenas que estavam em uma moto na estrada

A morte de dois indígenas em ataque na BR-226 no Maranhão no sábado pode ter relação com os constantes assaltos que acontecem no trecho da rodovia federal no município de Jenipapo dos Vieiras. Segundo o coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Imperatriz (MA), Guaraci Mendes, os i ndígenas da região vêm recebendo ameaças devido a associação deles com os assaltos que acontecem na rodovia federal localizada no município de Jenipapo dos Vieiras.

“Pessoas mal intencionadas se aproveitam da má preservação da BR dentro do território (indígena) para cometer ilícitos. Aproveitam também a falta de policiamento. Então isso (assaltos) acaba se associando à imagem dos indígenas, e por conta disso eles (índios) vinham recebendo ameaças”, disse Guaraci Mendes ao site G1.

Leia também: Dois índios Guajajara morrem durante atentado em BR no Maranhão 

O ataque que provocou a morte dos caciques Firmino Silvino Guajajara, de 45 anos, atingido por quatro disparos, e Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos. Eles são da Terra Indígena Cana Brava e Lagoa Comprida respectivamente. Eles voltavam de uma reunião entre a Funai e a Eletronorte, na aldeia Coquinho, no município de Jenipapo dos Vieiras, para tratar da compensação aos índios pela passagem de linhas de energia elétrica dentro das terras indígenas. Firmino morreu no local, enquanto Raimundo chegou a ser levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jenipapo dos Vieiras, mas não resistiu.

Veja Também:  Guia turístico filma tubarão em Fernando de Noronha; assista

Duas pessoas ficaram feridas. Segundo oa Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihop), Nico Alfredo, da aldeia Mussun, foi atingido por um tiro no glúteo e está com suspeita de hemorragia interna. Já Neucy Cabral Vieira, da aldeia Nova Vitoriano, foi ferido em uma das pernas e teve alta neste domingo.

Leia também: Após ataque a indígenas, Moro diz que pode enviar Força Nacional ao Maranhão 

O trecho da BR-226 na altura das aldeias indígenas Boa Vista e El Betel, localizado entre os municípios de Barra do Corda e Grajaú, segue interditado neste domingo, segundo Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA). A via foi bloqueada por índios da etnia Guajajara após o atentado no sábado. Segundo a PRF, não há previsão para que a via seja liberada. Por conta do bloqueio, foi registrado um congestionamento de veículos de mais de 1,5 quilômetro.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, um indígena identificado como ‘Nelsi’ contou que foi surpreendido por um veículo de cor branca que disparou diversas vezes contra a motocicleta onde ele e o índio Firmino Guajajara estavam.

Veja Também:  Adolescente morre ao usar celular ligado na tomada para ouvir música

“Ele [o carro] passou devagarzinho perto de nós ali e quando chegou perto de nós ele atirou, deu dois tiros. E ele ainda atirou nele ali (Firmino Guajajara)”, diz o índio.

Outro caso

Há um mês, outro indígena da etnia Guajajara foi assassinado no Maranhão. O líder e integrante do grupo Guardiões da Floresta,

Paulo Paulino Guajajara, foi morto durante uma emboscada na Terra Indígena Arariboia, na região de Bom Jesus das Selvas. No mesmo episódio, o líder indígena Laércio Souza Silva ficou ferido. A investigação ficou a cargo da Polícia Federal.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana