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Economia

Segurança de dados no cadastro do lixo de SP sob suspeita

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Seus dados estão seguros? arrow-options
Greenpeace/Reprodução

Preocupações como separar o lixo são consideradas “muito femininas” para boa parte dos homens. Fazê-las pode dar um sentimento de que eles são gays

Os riscos de os dados de pequenos e grandes geradores de lixo de São Paulo vazarem gerou polêmica com a revelação de que a empresa responsável pelo recebimento e gerenciamento de informações também vende soluções ambientais para pessoas jurídicas. 

A gestão Bruno Covas (PSDB) firmou uma parceria com a empresa Green Platforms armazenar os dados. A empresa participou de uma chamada pública de 2017 e cedeu o serviço à Prefeitura. 

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A polêmica surgiu quando foi divulgado que, além de grandes empresas da capital, microempreendores com MEIs , Eirele e outros também deveriam se cadastrar. Como a maioria não havia se cadastrado – caso contrário a Prefeitura deve aplicar multas de até R$1.600 – o prazo foi estendido para o dia 30 de setembro. 

Segundo a Prefeitura, mesmo com a solicitação de que todas as empresas se cadastrem, a fiscalização só irá multar as grandes geradoras em situação irregular. O cadastro é gratuito, porém, esses grandes geradores deverão pagar uma taxa anual estabelecida pela prefeitura de R$ 228 e e para os Transportadores de R$ 117.

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Na segunda-feira (9), o jornalista Marcelo Soares divulgou uma série de tweets divididos em cinco partes, em que denominou “a história não contada do cadastro do lixo da @prefsp”. 

“Em 2018, a prefeitura aceita uma ‘doação’ de software de uma empresa privada chamada Green Platforms Gerenciamento de Dados”, escreve ele. 

Ainda segundo o jornalista, que também questionou “por que diabos o cidadão que quer estar em dia com a @prefsp precisa cadastrar seus dados particulares num site privado e que, além de tudo, deuxou registrado em contrato com a @prefsp que não se responsabilizaria pela guarda desses dados?”. 

Em nota enviada ao iG , a Green Platforms informa que como em contrato assinado com a Amlurb – Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, os dados cadastrais das empresas pertencem e são exclusivamente utilizados pela Prefeitura.

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“Ressaltamos ainda que a lei número 13.478, que exige o cadastramento de todas as empresas do município, existe desde 2002, porém, não era corretamente cumprida, e até 2018 haviam poucas empresas cadastradas”, diz a nota. 

Ainda conforme a empresa, a digitalização do cadastro permitiu que a Amlurb, em cinquenta dias, obtivesse avanços maiores que toda a Política Nacional de Resíduos Sólidos nos últimos dez anos.

“A doação do software à Prefeitura de São Paulo se deve por se tratar da maior e mais importante cidade da América Latina, com o objetivo de validar a solução técnica, inovadora e inédita mundialmente para outros mercados afim de reduzir o descarte ilegal de resíduos, o envio incorreto a aterros e trazer transparência aos processos”, defende. 

A empresa não respondeu, no entanto, como foi o processo de parceria com a Prefeitura de São Paulo para digitalizar o cadastro; qual a contrapartida da prefeitura para com a empresa e se a empresa tem outro negócio com o poder público. 

Fonte: IG Economia
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Economia

Mega-sena acumula e prêmio sobre para R$ 32 milhões

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Cartelas da mega-sena arrow-options
Agência Brasil

Prêmio da próximo semana é previso em R$ 32 milhões

A Caixa realizou na noite deste sábado (18) em São Paulo o concurso 2.225 da Mega-Sena . e ninguém acertou a seis dezenas sorteadas. Com isso, o prêmio, que era de R$ 27 milhões, acumulou e a previsão é de que ele suba para R$ 32 milhões.

Os números sorteados foram: 01-32-37-44-46-47.

A Quina teve 34 acertadores, sendo que cada um levou R$ 81.317,28. Outras 3.100 pessoas ganharam R$ 1.274,09 cada na Quadra.

O próximo sorteio acontece na segunda-feira (21).

Fonte: IG Economia
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Economia

Mais 11 lotes de cervejas da Backer estão contaminados, diz governo

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Garrafas da cerveja Belorizontina arrow-options
Divulgação

Substância tóxica foi encontrada em 32 lotes

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou no início da noite deste sábado (18), os resultados de análises que detectaram a presença do contaminante dietilenoglicol em mais 11 lotes de cervejas Backer.

Até o momento, dez produtos da Cervejaria Backer testaram positivo para as substâncias tóxicas: Belorizontina, Capixaba, Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Corleone e Backer Trigo. Até o momento, as análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária constataram 32 lotes contaminados.

Diante do risco iminente à saúde pública, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição de todas as marcas de cerveja Backer com data de validade igual ou posterior a agosto de 2020.

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O Mapa também definiu, com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a realização dos procedimentos de intimação da empresa para recall dos produtos em que já foi constatada a contaminação, bem como dos produtos que ainda não tiveram a idoneidade e segurança para o consumo comprovadas para o consumidor. A medida é preventiva e vale para todo o Brasil.

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Veja os lotes contaminados:

Lista de lotes arrow-options
Ministério da Agricultura/Divulgação

Total é de 32 lotes

Óbitos

O dietilenoglicol é uma substância tóxica e que não pode entrar em contato com alimentos e bebidas. A presença da substância na cerveja está associada à ocorrência de óbitos e intoxicações em Minas Gerais.

Na quinta-feira (16), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, a quarta morte por ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica encontrada em cervejas produzidas pela Backer, em Belo Horizonte. A vítima é uma mulher que morreu no dia 28 de dezembro em Pompéu, interior do estado. Já são 18 casos, incluindo mortes e internações por intoxicação.

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A primeira das quatro mortes por intoxicação já reconhecidas pela Polícia Civil foi registrada na noite de 7 de janeiro, em Juiz de Fora. Exames a que a vítima foi submetida antes de morrer confirmaram a presença de dietilenoglicol no sangue. O homem, cujo nome e idade não foram oficialmente confirmados, foi sepultado no município mineiro de Ubá.

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Todos os pacientes internados devido à síndrome nefroneural apresentaram insuficiência renal aguda de evolução rápida, ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas, e alterações neurológicas centrais e periféricas, que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas.

Investigação

A Polícia Civil não descarta nenhuma hipótese, nem mesmo a suspeita de que um ex-funcionário demitido pela Backer possa ter agido por vingança. “Não posso afirmar se foi uma sabotagem ou um erro. Ainda não é o momento da investigação para isso”, disse o delegado Flávio Grossi. “Hoje, o que afirmamos é que os elementos tóxicos encontrados nas garrafas [de cerveja], no sangue das vítimas e dentro das empresas [provém] de produtos em comum. Crime acreditamos que houve. Por isto instauramos um inquérito policial”, disse o delegado.

Fonte: IG Economia
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Passageiro poderá receber indenização de R$51,39 por corridas canceladas em apps

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Um Projeto de Lei (PL) de autoria do senador Almir Gurgacz (PDT-RO) quer que passageiros de aplicativos de transporte – como Uber, 99 e Cabify – recebam uma indenização em casos de cancelamentos ou atrasos por parte dos motoristas. O texto não deixa claro se a multa deverá ser paga pelos motoristas ou pelas empresas.

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uber arrow-options
shutterstock

uber

O valor, de acordo com o PL, teria dois cálculos diferentes: no caso de cancelamento da corrida, o passageiro teria direito à indenização de 5% do salário mínimo, equivalente a R$51,39 em 2020. Já no caso de atrasos sofridos pelo passageiro , a multa seria no valor de 1% do salário mínimo. Ou seja, R$10,39.

O projeto também possui pontos que buscam aumentar a responsabilidade das empresas pela segurança dos motoristas , propondo uma espécie de seguro que repare prejuízos materiais sofridos pelos profissionais no exercício do trabalho. O serviço deverá ser, obrigatoriamente, custeado pelas companhias .

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Outro destaque é que cada empresa deve, de acordo com a Proposta, rastrear os veículos a fim de identificar eventuais desvios de rota ou comportamentos suspeitos que possam exigir um contato emergencial com autoridades de segurança.

No site do Senado, onde os detalhes do PL estão disponíveis, uma enquete avalia a aprovação popular sobre a medida. Enquanto 1.356 pessoas desaprovam, apenas 56 votaram a opção “sim”. No momento, o Projeto aguarda o recebimento de emendas que podem alterar detalhes importantes. 

Fonte: IG Economia
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