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Política Nacional

Senado usa frase que causou polêmica ao homenagear general Villas Bôas

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Roque de Sá/Agência Senado – 12.8.19

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o general Villas Bôas e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge

Em homenagem ao ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, o Senado exibiu nesta segunda-feira (12), em telão no plenário, uma frase dele que causou polêmica ao ser
publicada na véspera do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de um habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em abril do ano passado.

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“Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”, escreveu Villas Bôas no Twitter, em 3 de abril de 2018, quando ainda comandava o Exército, no governo Michel Temer.

Na ocasião, petistas se incomodaram com a declaração, interpretada como uma pressão indireta do general ao STF contra o pedido de liberdade. Dois dias depois da publicação, o
habeas corpus preventivo foi negado a Lula.

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Em 3 de abril do ano passado, Villas Bôas ainda escreveu no Twitter: “Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”.

A frase ficou em destaque no telão durante toda a solenidade. Não foi uma escolha do general, que hoje é assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). O autor do requerimento para prestar a homenagem a Villas Boâs, senador Chico Rodrigues (DEM-RR), foi o responsável pela projeção.

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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB); o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); a procuradora-geral da República, Raquel Dodge , e outras autoridades participaram da cerimônia proposta para homenagear os mais de 50 anos de serviço militar de Villas Bôas.

Dodge destacou que Villas Bôas tem “os méritos de ser artífice da paz no Brasil” e de ser defensor da democracia.

“Tenho certeza de que muitas das autoridades civis e militares aqui presentes, todas, em algum dia, em algum momento, receberam um telefonema do general Villas Bôas, um
chamamento à ação, um chamamento à coalizão, um chamamento ao diálogo, nas horas mais difíceis enfrentadas por esta nação, nas horas de crise. Foi nessas horas que ele soube
definir estratégias, que ele soube unir pessoas, unir autoridades, unir instituições, fortalecer a nossa democracia”, disse Dodge.

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O atual comandante do Exército , Edson Leal Pujol, enalteceu a atuação de Villas Bôas pela maneira ponderada:

“Sou testemunha, nos últimos períodos em que a Nação viveu períodos turbulentos, das discussões e das ponderações realizadas internamente dentro da nossa força, com o senhor
conduzindo as discussões e os estudos de forma equilibrada e ponderada, honrando, de forma irretocável, aqueles que nos antecederam à frente da força do Exército Brasileiro,
sempre orientado pelos princípios democráticos e pelos valores éticos e morais”, afirmou.

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Villas Bôas agradeceu a homenagem. “Faço questão de expressar que tudo o que foi feito no meu período de comando foi porque eu tinha a certeza e a confiança de qual seria a
atitude de todo o Exército ladeado pela Marinha e pela Força Aérea. Eu tinha absoluta confiança da coesão do Exército e dos seus propósitos, valores e atitudes”, disse.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro desiste de mudanças no pacote anticrime no Senado

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Agência Brasil

Sergio Moro quer acelerar tramitação do pacote anticrime

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, desistiu de fazer mudanças no pacote anticrime que agora vai seguir para avaliação no Senado. Segundo auxiliares de Moro, objetivo é acelerar a tramitação do pacote. Na última quarta (4), o pacote foi aprovado na Câmara, mas avançou sem as principais medidas do ministro : o excludente de ilicitude, a prisão após condenação em segunda instância e o plea bargain, quando quando acusados confessam crimes em troca de uma pena menor.

Considerado a principal bandeira da bancada lavajatista, a votação foi uma derrota tanto para esse grupo quanto para Moro. No Senado, onde estão os principais defensores do pacote, parlamentares querem condicionar a aprovação da versão que veio da Câmara ao compromisso de que, caso Bolsonaro vete temas a pedido do ministro, eles não sejam derrubados em plenário.

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Moro também ficou descontente com a inclusão da juiz de garantias no texto e argumentos para que o trecho seja vetado estão sendo construídos. A justificativa deve ser a de que não há previsão orçamentária para o aumento dos gastos com a categoria de juízes.

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Para os deputados que criaram a norma, não haverá custo extra, pois os atuais juízes exercerão a tarefa de julgar casos instruídos por colegas e vice-versa.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Doria discute o novo PSDB com Fernando Henrique Cardoso

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IstoÉ

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Reprodução

Dupla se encontrou no apartamento de FHC

Neste domingo 8, o governador de São Paulo, João Doria, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, se reuniram em São Paulo para discutir os rumos do novo PSDB e o futuro da política e da economia brasileira. O encontro aconteceu no apartamento de FHC no Pacaembu.

Doria aclamado

No sábado, 7, o PSDB realizou seu Congresso Nacional, em Brasília, sob o comando do ex-deputado Bruno Araújo, aliado do governador de Sao Paulo, João Doria, que saiu aclamado como candidato a presidente da República pelo partido.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, apoia o projeto do partido em torno de uma candidatura única, de centro. Hoje, o candidato de consenso é Doria.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Metade do País avalia combate à corrupção de Bolsonaro como ruim ou péssimo

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Marcos Corrêa/PR

Recuperação lenta da economia tem ajudado a diminuir queda da popularidade de Bolsonaro

Metade dos brasileiros avalia o combate à corrupção  do governo do presidente Jair Bolsonaro como ruim ou péssimo, diz pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (8). Em agosto deste ano, 44% da população tinha a mesma opinião. Os que dizem que o combate é bom ou ótimo caíram de 34%, em agosto, para 29% agora, em dezembro. A avaliação regular oscilou negativamente de 20% para 19% no mesmo período e 2% não souberam responder.

A recuperação lenta da economia, no entanto, tem ajudado o presidente a não perder tanto de sua popularidade. Os que aprovam a economia do governo do presidente passaram de 20% para 25%, enquanto ruim ou péssimo oscilou de 43% para 44%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A parcela que avalia a economia como regular caiu de 35% para 29% e 2% também não souberam responder.

Quando o assunto é o combate ao desemprego, a notícia também é favorável para o Planalto. Os que avaliam a atuação do governo na área como ruim ou péssima diminuíram de 65% para 59%. A avaliação de bom e regular oscilou positivamente de 13% para 16%, enquanto regular foi de 21% para 24%. Parcela de 1% dos entrevistados não soube responder.

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O Datafolha entrevistou 2.948 pessoas em 176 municípios do país na quinta (5) e na sexta (6). As entrevistas foram feitas pessoalmente, em locais de grande circulação. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais e o indíce é de 95%. Isso significa que os resultados refletem a realidade em 95% dos casos, considerando a margem de erro.

Principais problemas

A pesquisa ainda perguntou aos entrevistados quais áreas do governo eles consideram que tem mais problemas. Em primeiro lugar aparece a área da Saúde, citada por 19% deles. Educação vem em segundo lugar, com 14%, que é seguida por Segurança (13%), Desemprego (13%), Corrupção (8%) e Economia (8%).

Fonte: IG Política
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