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Saúde

Sobe para 17 o número de casos de intoxicação por cerveja contaminada

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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais anunciou na noite de segunda-feira (13) que o número de casos suspeitos de intoxicação pela substância tóxica dietilenoglicol encontrada em cervejas da marca Belorizontina subiu para 17, dos quais quatro estão confirmados.

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Divulgação

A suspeita é de intoxicação pela substância tóxica dietilenoglicol encontrada nas cervejas da marca Belorizontina

Os casos ainda não confirmados, 13, apresentaram sintomas condizentes com os da síndrome nefroneural  , com insuficiência renal grave e alterações neurológicas, e estão em investigação.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou que todas as cervejas e chopes da Cervejaria Backer produzidas entre outubro de 2019 e 13 de janeiro de 2020 sejam recolhidas. A Backer é a cervejaria responsável por produzir a Belorizontina  .

Além do recall das cervejas, a comercialização dos rótulos produzidos pela Backer está suspensa até que seja descartada a possibilidade de contaminação dos produtos. Segundo o Mapa, no entanto, até o momento não foi confirmada a presença de etilenoglicol ou dietilenoglicol em outras marcas da empresa.

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“Estes produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, diz nota do ministério.

Na sexta-feira (10), o Ministério anunciou a interdição da cervejaria. Na ocasião, foram apreendidos 16 mil litros de cerveja. No mesmo dia, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também suspendeu preventivamente a distribuição e comercialização de dois lotes da Belorizontina: o L1 1348 e L2 1348.

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A Polícia Civil anunciou na manhã de segunda-feira (13) que um terceiro lote está contaminado. Além disso, outro material, o monoetilenoglicol, teria sido encontrado em amostras do produto. O novo lote contaminado é o L2 1354.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

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Na segunda-feira (20), o Ministério da Saúde, confirmou uma morte por febre hemorrágica em Sorocaba, interior de São Paulo. A doença não era registrada no país há mais de 20 anos.

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shutterstock

A febre hemorrágica é considerada extremamente rara e de alta letalidade

A morte do paciente adulto aconteceu no dia 11 de janeiro, mas ainda não foi confirmada a origem da contaminação. Segundo o ministério, o paciente passou por três hospitais diferentes entre o início dos sintomas (30/12/2019) e o óbito (11/01/2020), e não houve histórico de viagem internacional.

“Os funcionários dos hospitais por onde o paciente passou estão sendo monitorados, e avaliados, assim como os familiares do caso confirmado em São Paulo”, afirma o ministério em nota.

Além disso, a nota explica que o caso foi isolado e não apresenta risco. “Nesse momento, não há risco para trânsito de pessoas, bens, mercadorias a nível nacional ou internacional”.

Considerada rara e de alta letalidade, o caso foi notificado à Organização Mundial da Saúde e à Organização Pan-americana de Saúde.

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Sintomas da doença

O período de incubação da doença é longo, em média de 7 a 21 dias, e começa com febre, mal-estar, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, dor de garganta, no estômago e atrás dos olhos, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz, constipação e sangramento de mucosas, como boca e nariz.

Com a evolução da doença , pode haver comprometimento neurológico (sonolência, confusão mental, alteração de comportamento e convulsão).

Contaminação e transmissão

Segundo o Ministério da Saúde, as pessoas contraem a doença possivelmente pela inalação de partículas formadas a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados.

A transmissão dos arenavírus de pessoa a pessoa pode acontecer quando há contato muito próximo e prolongado ou em ambientes hospitalares, quando não se utilizam equipamentos de proteção, por meio de contato com sangue, urina, fezes, saliva, vômito, sêmen e outras secreções ou excreções.

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Histórico no Brasil

O último registro de febre hemorrágica brasileira foi há mais de 20 anos. Nesse período, foram quatro casos em humanos, sendo três adquiridos em ambiente silvestre no estado de São Paulo e um por infecção em ambiente laboratorial, no Pará.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ter sempre um remédio na bolsa pode ser prejudicial. Entenda os riscos

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O hábito de sair com uma pequena farmácia na bolsa – para evitar aquela dor de cabeça no trabalho ou um enjoo repentino, se sentir mais seguro ou até mesmo ajudar os colegas que estão doentes – é um hábito comum entre brasileiros.

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Automedicação é mais comum contra dores de cabeça e febres

O costume de ter sempre um remédio à mão, porém, indica o risco de automedicação e pode oferecer riscos sérios para a saúde.

De acordo com  Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), no Brasil, 79% das pessoas com mais de 16 anos admitem tomar medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica. A pesquisa ainda aponta que, destes, 56% são remédios para dor de cabeça e 32% para combater a febre. 

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“Diversos medicamentos podem causar dependência . Se o medicamento “tratar” determinado problema, uma dor de cabeça por exemplo, toda vez que ela aparecer, esse medicamento será lembrado e o uso pode ser abusivo, gerando efeitos colaterais”, explica Alessandra Bongiovani, Mestre em Saúde do Adulto. 

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E o enorme perigo está nos medicamentos considerados “cotidianos”, cuja automedicação parece não oferecer riscos. “Todo medicamento tem efeitos colaterais, um dos mais perigosos, são os anti-inflamatórios , inclusive alguns têm venda proibida em determinados países”, alerta Alessandra. “Eles podem provocar desde uma gastrite, até úlceras gastroduodenais e não incomum, hemorragias digestivas, que são potencialmente graves”. 

Outro hábito comum – e desaconselhado pelos profissionais de saúde – é o costume de acumular muitos remédios em casa “para alguma necessidade”. Em geral, eles são sobras de outros tratamentos ou compras sem prescrição. “Seria ideal que a indústria farmacêutica se preocupasse com isso também, produzindo cartelas menores de determinados medicamentos”, comenta Alessandra.

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“O correto é armazenar os medicamentos de forma organizada, separando os medicamentos para adultos e crianças, e sempre deixar em local de difícil acesso para as crianças e idosos”, orienta a profissional. “Estes últimos são uma preocupação a parte, pois é muito comum a automedicação e seus efeitos nocivos”, diz. 

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Caso Backer: Sobe para 21 os casos de intoxicação por cerveja em Minas Gerais

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De acordo com o novo boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, subiu para 21 os casos notificados de suspeita de intoxicação exógena por dietilenoglicol, após o consumo de cervejas Backer . Isto seria o motivo para que pessoas apresentassem os sintomas da síndrome nefroneural. São 19 homens e duas mulheres.

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Lote de cerveja da fabricante Backer está contaminado e já são 21 pessoas intoxicadas, além de quatro mortos

Até o momento, quatro pessoas morreram em decorrência da síndrome. O dietilenoglicol foi encontrado em apenas uma das vítimas fatais e em três que estão internadas. O delegado Flávio Grossi, que preside o inquérito, pediu a exumação do corpo de uma mulher de 60 anos, que morreu em 28 de dezembro do ano passado, para tentar encontrar a substância.

Nesta segunda-feira (20), quatro testemunhas prestaram depoimentos à Polícia Civil. De acordo com o órgão, elas são parentes das vítimas — algumas hospitalizadas e uma morta. O objetivo é entender sobre os acontecimentos que antecederam à intoxicação.

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Também nesta segunda, outras equipes da Polícia Civil estiveram na cervejaria para sanar dúvidas acerca da linha de produção. Mais amostras de cervejas Backer foram recolhidas. As amostras recolhidas na semana passada, tanto da cervejaria, quanto da empresa química que vendia o monoetilenoglicol, continuam sendo analisadas pelas equipes de peritos do Instituto de Criminalística (IC). Ainda não há previsão para a conclusão dos laudos, informou a polícia, por meio de nota.

Fonte: IG Saúde
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