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Economia

Vale a pena usar saque do FGTS para acertar contas da casa e fazer reforma?

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medida provisória publicada em 24 de julho trouxe mudanças para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Entre elas, está a criação da modalidade de saque-aniversário, que estará disponível a partir de 2020 (e tem suas próprias regras e valores) e, ainda neste ano, um saque imediato de até R$ 500 por conta ativa ou inativa. Os calendários variam, sendo  a partir de 13 de setembro para correntistas da Caixa e, para os demais, de outubro em diante.

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Reformas de fim de ano devem ser antecipadas com a liberação do saque imediato do FGTS

Os valor é baixo mas, ainda assim, há a expectativa de que estimule reformas residenciais em geral e, até mesmo, a quitação de contas atrasadas . Se o trabalhador tiver duas contas de FGTS poderá receber R$ 1 mil. Em uma família, o valor pode subir para R$ 1.500, R$ 2 mil, dependendo da quantidade de contas e moradores.

A rede de varejo de materiais de construção Disensa espera aumentar as vendas com produtos usados em reformas. Tanto que já planejou suas ações de marketing para o fim do ano, dirigidas ao público que pretende usar o “dinheiro extra”.

“Com a antecipação do FGTS, acreditamos que o aumento das vendas voltadas a reformas de fim de ano acontecerá mais cedo. Pensando nisso, intensificaremos as promoções nos próximos meses com a realização de festivais mensais focados nas categorias de pintura, hidráulica, acabamentos e iluminação”, adianta Natália Cid, gerente geral de varejo da Disensa no Brasil.

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Segundo ela, a empresa prevê ainda fechar o segundo semestre deste ano com um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para se ter uma ideia de valores, na Disensa, por exemplo, é possível comprar um galão de 18 litros de tinta branca por R$ 140, ou pisos a partir de R$ 12 o metro quadrado.

Dívidas primeiro

Por outro lado, quem aderir ao saque-aniversário perderá o direito ao saque total em caso de demissão sem justa causa, mantendo apenas a retirada da multa rescisória de 40% paga pelo empregador. O trabalhador, vale ressaltar, mantém seu direito ao saque do FGTS por motivos de aposentadoria, doença ou aquisição de moradia própria.

Tiago Sayão, professor de Economia do Ibmec RJ, observa que os recursos do FGTS devem ser utilizados com extrema cautela. Segundo ele, o pagamento de dívidas deve ser prioridade para aqueles que estejam inadimplentes.

“O fundo é como uma poupança que te resguarda no caso de não haver mais o fluxo mensal de dinheiro de um emprego. Caso haja necessidade de reforma muito específica e emergencial, a utilização do FGTS pode representar uma oportunidade de solução. Mas é importante destacar que o valor da reforma não deve ultrapassar o valor do saque do benefício. Caso contrário, a reforma pode se transformar em dívida”, alerta o professor.

Compra de imóvel

Para a compra de imóveis, a Caixa esclarece que nada mudou. É possível usar o FGTS como entrada no financiamento para: amortizar o saldo devedor; pagar até 80% do valor da prestação; pagamento parcial das parcelas em atraso do financiamento habitacional; ou liquidar o saldo devedor.

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“A mudança nas regras do PIS e do FGTS incluem apenas novas modalidades para utilização do recurso, porém sem alterar as regras antigas como a utilização para compra de imóveis com valor até R$ 1,5 milhões”, explica Sayão.

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O site da Caixa informa as regras para o uso do FGTS na compra da casa própria. Em geral, o comprador deve ter, no mínimo, três anos de serviço, considerando todos os períodos de trabalho, consecutivos ou não, sob o regime do FGTS e não ser titular de financiamento imobiliário ativo, concedido no âmbito do SFH, em qualquer parte do território nacional.

Também, não pode ser proprietário, possuidor, promitente comprador, cessionário, usufrutuário de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado no mesmo município ou Região Metropolitana de onde trabalha, nem de onde mora.

Aprenda a consultar o saldo do FGTS e já calcule quanto poderá sacar

Vale a pena?

O presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador, Mario Avelino, não recomenda usar o saque-aniversário para amortizar prestação do financiamento.

“Só recomendo o saque-aniversário a quem tem uma boa reserva no Fundo de Garantia e pretende sacar anualmente para investir em uma outra opção que dê melhor rendimento. O ideal, sempre, é manter a reserva para uma situação de necessidade, como demissão ou uma situação de doença grave, seja do titular da conta ou de um dependente”.

Fonte: IG Economia
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Economia

Presidente da Netflix: US$ 520 milhões em série será pechincha no futuro

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IstoÉ Dinheiro

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Emily Canto Nunes/iG São Paulo

Reed Hastings mostrou serenidade ao falar do aumento da concorrência no setor de streaming

The Crown ” é uma série de época que trata dos bastidores do início do reinado de Rainha Elizabeth II a frente do Reino Unido.

Uma das principais séries exclusivas da Netflix, a produção é também uma das mais caras da televisão americana, devido sua reconstituição de época e grandeza do roteiro, o custo total de uma temporada do seriado é de cerca de R$ 520 milhões (100 milhões de libras).

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O valor porém assusta analistas da Netflix, uma vez que a empresa tem atualmente US$ 12,3 bilhões em dívidas no longo prazo e descarta qualquer possibilidade de angariar renda de outras maneiras – como um plano de assinatura grátis com propagandas.

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Netflix/Divulgação

The Crown é uma das séries mais caras da Netflix


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Quem não está preocupado com isto no momento é o presidente do serviço de streaming, Reed Hastings , que acalma os investidores com o que normalmente deveria significar problema para empresas: aumento da concorrência.

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Durante conferência da indústria de televisão RTS no Reino Unido, Hastings disse o mundo do streaming será “totalmente novo” em novembro com a chegada dos streamings da Disney e Apple. 

Segundo ele, o arrefecimento na competição fará com que empresas explorem melhor conteúdos e talentos disponíveis, e completou dizendo que neste novo cenário, o dinheiro gasto com The Crown será uma pechincha para os novos padrões da indústria. “Parecerá uma pechincha”, disse.

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O executivo disse também que neste ano gastou 400 milhões de libras em produções no Reino Unido , e que a tendência é crescer. Quando questionado se o número poderia dobrar para 2020, ele disse que “provavelmente não”, mas que os investimentos terão um “grande aumento”.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Veja as contas que você pode ficar sem pagar para sair do vermelho

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

Leia também: O que fazer com os R$ 500 do FGTS: pagar dívida, deixar parado ou gastar?

Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.
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De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

Leia também: Vagas de emprego: veja mais de 840 oportunidades em todo o Brasil

Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.

Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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Economia

Na hora do aperto, quais contas escolher para não pagar? Especialista ensina

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Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

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Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.
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De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

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Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.

Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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