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“Via demônios”, diz Casagrande ao recordar luta contra as drogas

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Walter Casagrande arrow-options
Reprodução/Instagram

Walter Casagrande

O comentarista da TV Globo Walter Casagrande contou mais um episódio de sua luta contra as drogas. Em entrevista ao apresentador Amaury Jr., na RedeTV!, ele relembrou um acidente de carro que sofreu em 2007 após consumir drogas e afirmou que “chegou a ver demônios” por conta do surto.

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“Tive um surto psicótico e comecei a ver demônios na minha casa. Surtei porque estava usando droga por vários dias sem parar, sem beber água, sem nada. Então eu surtei naquilo que eu mais estava lendo sobre, que eram coisas demoníacas, trevas, etc. Comecei a ver demônios na minha casa o tempo todo. Saí da minha casa, fui me hospedar num hotel em frente à TV Globo. Fiz o check-in, subi e quando abri a porta os demônios estavam lá ainda. Por que? Porque eles estavam dentro de mim, eles eram meus”, disse o ex-jogador.

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Casagrande também contou como foi o momento do acidente.

“Eu estava no caos, péssimo. Usando muita droga que tava me agitando, muita droga para me acalmar e algumas até para dormir, tudo isso misturado com tequila. Quando saí do hotel, eu adormeci ali no Alto da Lapa [Zona Oeste de São Paulo], meu pé pisou no acelerador, subi numa calçada, girei em cima de seis carros e caí ali. Quando acordei já tinha ambulância e tudo e eu estava muito confuso”, completou.

Fonte: IG Esportes
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Coluna – A desordem das organizadas

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São muitas as versões para a origem das “torcidas organizadas” no Brasil. A primeira delas teria sido feminina, com as mulheres dos jogadores do Atlético Mineiro indo para os estádios com bandeirinhas para apoiarem os maridos. Isso em 1929. Dez anos depois, grupos de torcedores do São Paulo se reuniam para irem juntos aos estádios, prática que se estendeu a grupos do Internacional e do Fluminense.

Em 1942 surge a Charanga Rubro-Negra fundada por Jayme de Carvalho. Unia os torcedores e ainda organizava a festa, com os instrumentos musicais. O termo “organizada” aparece pela primeira vez em 1944, quando é fundada a Torcida Organizada do Vasco (TOV).

Os tempos são outros, assim como as “organizadas”. Muitas delas, inclusive, são até proibidas de irem aos estádios por conta da violência. E apesar de parecer que elas são maioria nos jogos, as pesquisas apontam que, muito pelo contrário, esses grupos formam uma parcela bem reduzida dentro do que chamamos de torcida.

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O sociólogo Mauricio Murad é um especialista em estudar torcidas de futebol no Brasil. E os dados são dele. Atualmente, as torcidas organizadas totalizam em seus quadros cerca de 2,5 milhões de torcedores – se considerarmos que só Flamengo e Corinthians, juntos, têm 60 milhões de torcedores, vemos que o número realmente é pequeno. Nessas organizadas, 85% são homens e das cerca de 700 torcidas no país, 130 respondem pela maioria dos episódios de confronto.

E por que fazem tanto barulho então? Porque faltam prevenção e repressão, em especial nos jogos onde há rivalidade estadual. Basta ver os últimos episódios no Brasileirão – três brigas em Botafogo x Flamengo, Cruzeiro x Atlético-MG e Fortaleza x Ceará. Gerados pelo histórico, pelo momento dos clubes no campeonato e, acreditem, por provocações feitas antes dos jogos por dirigentes e profissionais do futebol. A mesma pesquisa diz que essa atitude acirra os ânimos – foi o que disseram 72% dos chefes dessas organizadas.

A única “boa” notícia do ano, se é que podemos falar assim, é que dos 151 episódios de violência grave registrados nas primeiras 32 rodadas do Brasileirão – isso mesmo, cinco por rodada, muitos nem noticiados pela imprensa – tivemos um caso de morte de torcedor – em 2013 foram 30.

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É difícil o combate, mas é possível. Inteligência no acompanhamento das redes sociais, policiamento preventivo em locais reconhecidamente usados para a marcação de confrontos, repressão ao comércio ambulante e à venda de bebidas perto dos estádios, cadastro das torcidas e identificação no acesso aos estádios, de forma a impedir que os já punidos pela justiça possam voltar aos jogos. É caro, mas é mais barato que a repressão e os custos dos danos causados pela violência.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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Vasco aposta em personalidade e intensidade para superar Flamengo

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O Vasco ainda não venceu o Flamengo em 2019. Foram cinco jogos, com dois empates e três vitórias rubro-negras. Mas o zagueiro colombiano Oswaldo Henriquez afirmou em entrevista coletiva realizada nesta terça (12) que chegou a hora de o time de São Januário virar esta história e vencer um campeonato à parte, o Clássico dos Milhões: “É um bonito desafio e o Vasco, por ser o maior rival, tem a expectativa de surpreender nesta partida. Seria uma vitória muito especial e, dentro de nosso planejamento, é um jogo que poderia representar um título. E vamos encarar assim”.

Na entrevista o zagueiro Henriquez também falou sobre Vanderlei Luxemburgo (técnico que acaba de completar seis meses à frente do comando da equipe carioca): “É um dos maiores nomes do Brasil e tem toda a inteligência para reestruturar o futebol do Vasco. É uma questão para a diretoria, mas acho que o trabalho dele tem sido muito bom”. 

Para a partida desta quarta o Vasco tem problemas na zaga. Leandro Castán está suspenso e o substituto Ricardo Graça corre contra o tempo para se recuperar de uma pancada na coxa esquerda, recebida na vitória de 3 a 0 sobre o CSA no último domingo em Maceió.

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“O conjunto é o mesmo. Sempre tem mudança na zaga, no meio e no ataque, mas sempre tentamos melhorar o sistema defensivo como um todo. Independente de quem esteja na posição, sempre temos coisas para corrigir”, afirma o defensor.

Quem volta a estar à disposição de Luxemburgo é Marrony. O atacante cumpriu suspensão automática e pode começar o clássico entre os titulares ao lado de Rossi e Ribamar, ou de apenas um deles caso Luxemburgo opte pelo 4-4-2. Porém, mais do que tática, Henriquez prega personalidade e futebol para superar o arquirrival: “Requer intensidade, mas também personalidade, vamos colocar a bola no chão e jogar de igual pra igual”.

Você acompanha Flamengo e Vasco na Rádio Nacional (1130 AM), na próxima quarta (13) a partir da 21h, direto do estádio do Maracanã.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Botafogo vence ansiedade e busca distância da zona do rebaixamento

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Após quatro derrotas consecutivas o Botafogo venceu a ansiedade e reencontrou a vitória diante do Avaí na última segunda (11).  O resultado tirou o clube da zona do rebaixamento, alcançando a 14ª posição com 36 pontos

O técnico Alberto Valentim admitiu que sua equipe não apresentou um bom futebol, mas valorizou o triunfo: “Infelizmente não formos brilhantes, mas era importantíssimo somar 3 pontos”.

Ouça na Rádio Nacional

Após a vitória no Estádio Nilton Santos, com a presença de cerca de 19 mil torcedores, o Botafogo vai a Curitiba no próximo domingo para encarar o Athletico-PR. E para o treinador, somar pontos é fundamental: “Temos que vencer os jogos que, às vezes, muitos não esperam. O Athletico é um time muito difícil de enfrentar na Arena da Baixada, mas precisamos dar uma boa resposta para nos afastarmos ainda mais daquele time [Fluminense] que hoje cairia”.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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