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Workshop voltado para profissionais de segurança abordará sobre ilícitos em combustíveis

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Assessoria | PJC-MT

A Associação nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural), em parceria com a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) e Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol) realizam na quarta-feira (11.09), o Workshop Combustível Legal: Todos os Ilícitos de Combustível.

O evento, que acontece no Hotel Deville, das 08 às 15 horas, trará profissionais especializados para abordar a temática com objetivo de divulgar informações que auxiliem no combate a irregularidades relacionadas ao setor de combustíveis.

A capacitação contabiliza mais de 100 pessoas inscritas e contará com palestras e treinamentos ministrados pelos especialistas Roberto Egydio Balestra e Carlo Faccio.

O workshop discutirá temas como combustíveis legais, bomba fraudada, roubam de cargas, importações, posto clone, adulteração: metanol, solvente, etanol na gasolina, diesel sem biodiesel,  importações, sonegação fiscal, entre outros.

Fonte: PJC MT
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Investigadora de MT participa de 2º Encontro Nacional de Mulheres Policiais

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Assessoria | PJC-MT

A investigadora de polícia, Flávia Cordovez Lopes de Aquino, lotada na Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) participou do 2º Encontro Nacional de Mulheres Policiais Civis, realizado durante o final de semana, no Estado de Santa Catarina. O evento é o 30º encontro realizado no referido Estado e o 2º Nacional.

O Workshop realizado pela Polícia Civil de SC aconteceu entre os dias 13 a 15 de setembro na cidade de Florianópolis, promovendo o encontro de mulheres policiais civis de todo Estado de Santa Catarina e do Brasil.

O evento contou com curso e palestras de deferentes temas como Ações Antissequestro da Polícia Civil SC; 30 anos de Atuação do Grupo Tigre no Estado PR; Unidade de Operações Táticas e Pronta Resposta; Desenvolvimento das Habilidades Essenciais para uma condução segura e eficaz no tiro de defesa, entre outras capacitações.

Durante o encontro, também foram sorteadas vagas para participação em um Curso de Tiro e outros vários brindes. Se preparando desde abril para participar do evento, a investigadora Flávia conta que a decisão de participar do Workshop aconteceu a convite de uma amiga que é policial civil em Santa Catarina e falou sobre o encontro de mulheres policiais.

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“Foi um momento muito bom, que reuniu mais de 300 mulheres envolvidas em todo o preparo do evento. que proporcinou palestras muito proveitosas e uma imensa troca de conhecimentos. Uma oportunidade única para conhecer outros métodos de trabalho e pensamentos”, destacou.

 

 

Fonte: PJC MT
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Investigador conquista 3ª colocação no Pan-americano de Jiu Jitsu em Brasília

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Assessoria | PJC-MT

Desta vez disputando o torneio Pan-americano de Jiu Jitsu, o investigador Leandro Furtado Rezende, lotado na Gerência de Operações Especiais (GOE) conquistou a terceira colocação na competição. No mês de agosto, o investigador conquistou o primeiro lugar, na categoria Master 3 até 85 quilos, faixa preta, da etapa Abu Dhabi Internacional Pró-Cuiabá.

Considerado o maior evento do esporte realizado na região centro-oeste, o Pan-americano de Jiu Jitsu foi realizado entre os dias 13 a 15 de setembro em Brasília. Para o evento, foi montada uma estrutura internacional e uma premiação de mais de R$ 30 mil.

O policial, Leandro Furtado, luta há 30 anos na modalidade de arte marcial, Jiu Jitsu. No evento, o investigador não só conquistou o terceiro lugar, como realizou a finalização mais rápida do torneio, vencendo o adversário com 21 segundos de luta.

O investigador agradeceu o delegado Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz pelo incentivo que vem propiciando a ele e também aos demais integrantes da unidade operacional para prática de esportes, tanto que recentemente foi inaugurada uma sala de treinamento físico e defesa pessoal dentro da Gerência.

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Fonte: PJC MT
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Polícia Civil e Ministério Público cumprem 25 ordens judiciais contra desmatamento ilegal

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Assessoria | PJC/MPE

A Polícia Judiciária Civil e o Ministério Público Estadual deflagraram na manhã desta segunda-feira (16.09) a sexta fase da operação Polygonum, para o cumprimento de 12 mandados de prisão e 13 de buscas, totalizando 25 ordens judiciais expedidas contra engenheiros florestais, empresário e servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

A sexta fase da operação, com foco na tipologia de áreas, é resultado das investigações realizadas pela  Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o Ministério Publico Estadual, com apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Os mandados foram expedidos pela Juíza da Vara Especializada do Crime Organizado, Ana Cristina Silva Mendes.

A investigação refere-se a fraudes praticadas por servidores públicos, proprietários rurais e engenheiros florestais, no âmbito da Gestão Florestal, visando a supressão da vegetação nativa, diminuindo a área destinada à Reserva Legal, ao classificar a tipologia da propriedade de área de floresta em área de cerrado, em desconformidade com a lei.

Relatórios de Tipologia elaborados por Engenheiros Florestais, contendo informações falsas acerca do tipo de vegetação existente no imóvel, eram encaminhados à Sema, cujo órgão era responsável por vistoriar a área e confrontar as informações apresentadas no laudo.

Ocorre que alguns servidores responsáveis pela vistoria iam a propriedades rurais e validavam as informações falsas, reenquadrando a classificação da fitofisionomia vegetal da propriedade, aumentando a área passível de desmate com diminuição do coeficiente de reserva legal.

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As investigações indicam que proprietários de imóveis rurais, através de engenheiro florestal, estariam fraudando o sistema ambiental com relatórios ambientais inidôneos. O imóvel localizado em bioma amazônico, por exemplo, pode ser desmatado em apenas 20%. Contudo, se a tipologia florestal for de Cerrado, o proprietário tem direito a desmatar 65%.

Com um relatório falso aprovado pela Sema é possível desmatar mais do que o triplo permitido pelo Código Florestal. Assim, uma fazenda de 10.000 hectares, localizada no bioma amazônico, poderá desmatar 4.500 hectares a mais com o relatório fraudado aprovado pela Sema. Essas informações ficam registradas no sistema e, com o uso de imagens de satélite e outras ferramentas tecnológicas, podem ser auditadas em qualquer momento, mesmo após os desmatamentos.

Peritos do Ministério Público, auxiliados por um pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e fiscais do Ibama, vistoriaram 22 propriedades, com indícios de crime em 18. Na operação desta segunda-feira, são 10 propriedades investigadas, em que foram constatadas as fraudes.

Os peritos constataram que as fraudes consistiam em inserir nos relatórios dados falsos sobre a fisionomia da vegetação (como dossel e sua altura) e composição florística (leva em conta o tipo de vegetação que ocorre no bioma). A vegetação típica de floresta apresenta, por exemplo, altura de dossel (tipo e altura da copa das árvores)  e vegetação diferentes do que ocorre com vegetação típica de cerrado. Nos relatórios de tipologia, os engenheiros florestais atestavam que a altura do dossel e a vegetação encontradas na propriedade eram de cerrado quando na verdade eram de floresta.

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Ainda, durante o minucioso trabalho realizado por equipe de analistas da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), em apoio às fases anteriores da Operação Polygonum, foi possível o cruzamento de informações, auxiliando no presente trabalho investigativo.

Os trabalhos de investigação das demais tipologias suspeitas serão feitos em conjunto pelo MP, Dema e Sema.

Os inquéritos policiais instaurados para a apuração dos fatos encontra-se sob segredo de justiça, os quais apuram as práticas de organização criminosa (art.2º, da Lei 12850/13), falsidade ideológica (art.299, do CP), inserção de dados falsos no Sistema da Administração Pública (art.313-A, do CP), descumprimento de obrigação de relevante interesse ambiental (art. 68, da Lei 9605/98),fraude em procedimento administrativo ambiental (art.69-A, da Lei 9605/98), dentre outros.

Fonte: PJC MT
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