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Após volta ao PSG, Neymar é flagrado dançando hit de forró; assista

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Neymar é flagrado dançando forró arrow-options
Reprodução/Instagram

Neymar é flagrado dançando forró

A segunda-feira do atacante Neymar começou com dança e muita coreografia. No sábado, o jogador fez sua estreia na temporada com a camisa do Paris Saint-Germain e marcou o único gol da vitória por 1 a 0, sobre o Strasbourg, pelo Campeonato Francês. Vaiado durante o jogo pelos torcedores, o craque demonstrou mais uma vez que não liga para críticas.

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Em seu Instagram Stories, Neymar compartilhou um vídeo seu dançando o sucesso da banda de forró “Os Barões da Pisadinha” , que foi gravado pelo amigo Gil Cebola. O camisa 10 do PSG também postou imagens cantando músicas de Thiaguinho e Giulia Be.

“Hoje é segunda e a gente começa a semana como?”, escreveu Neymar, em um dos registros.


O PSG volta a campo nesta quarta-feira na estreia da Liga dos Campeões 2019/2020. O adversário será o Real Madrid, às 16h (de Brasília), no Parque dos Príncipes. Mas Neymar não estará em campo porque foi suspenso por três jogos pela Uefa por xingar a arbitragem no jogo contra o Manchester United, pelas oitavas de final da temporada passada, mesmo sem estar em campo. O craque usou o Instagram para criticar arbitragem.

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Esportes

Salto triplo: "Almir Júnior vai fazer história", aposta treinador

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Ele é cearense, mas escolheu Porto Alegre (RS) para morar, pois chegou aos 12 anos ao Sul, junto com a família. José Haroldo Loureiro Gomes, de 63 anos, ou Arataca, como é mais conhecido, treina desde 1980 a equipe de atletismo da Sociedade de Ginástica de Porto Alegre (Sogipa), clube multiesportivo. Apaixonado pelo que faz, ele conversou com a Agência Brasil sobre as chances do Brasil na Olimpíada de Tóquio (Japão), adiada para o ano que vem, e sobre as descobertas de talentos no atletismo, durante as quatro décadas de atuação na Sogipa.  

O treinador recorda com carinho que foi o responsável por levar o primeiro atleta do clube à uma edição de Jogos Olímpicos. “Foi o Jorge Teixeira, do salto triplo, em Seul 1988. Depois, ele conseguiu também participar da Olimpíada de Barcelona 1992”. 

De lá para cá, a lista de atletas talentosos que passou pelas mãos do Arataca não parou de crescer. Fabrício Romero e a medalhista pan-americana Luciane Dambacher, do salto em altura, o campeão sul-americano sub-20 e sub-23 do salto em distância, Samory Uiki, e a triplista finalista do Mundial de Berlim 2009 e participante dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, Gisele Lima de Oliveira, são alguns deles. E também é da equipe treinada por ele uma das principais promessas do salto triplo da atualidade no Brasil, Almir Júnior. A marca de 17 metros e 15 centímetros deu ao brasileiro o bronze no Meeting de La Chaux-de-Fonds, na Suíça, em junho do ano passado, e o índice olímpico para os Jogos de Tóquio. 

Mas o técnico acredita que o garoto de 26 anos pode ir bem mais longe. “Ele é um cara que tem muita habilidade. Tem pouco treinamento na prova do salto triplo. A idade cronológica dele é de 26 anos, mas a idade de treinamento, que é a que conta, ainda é muito pequena. O Almir tem saúde para seguir saltando em alto nível até os 32, 34 anos. Ele tem condição de bater os 18 metros, quebrando as marcas do João do Pulo, que é 17m89cm, e do Jadel Gregório, 17m90cm”, aposta Arataca. 

Almir Júnior, do salto triplo, beija o técnico Arataca ,durante treino na Sogipa, em Porto Alegre. Almir Júnior, do salto triplo, beija o técnico Arataca ,durante treino na Sogipa, em Porto Alegre.

Mato-grossense Almir Júnior foi descoberto pelo técnico Arataca que o levou pra treinar na Sogipa, em Porto Alegre (RS) – Wagner Carmo/ CBAt/Direitos reservados

 

O talento do atleta mato-grossense para o salto triplo foi descoberto justamente pelo treinador do clube gaúcho. Almir Júnior adotou a modalidade apenas aos 23 anos. Escolha até certo ponto tardia, porque até essa idade ele praticava outro tipo de salto, o salto em altura, prova que começou a disputar aos 14 anos em função do seu biotipo, já que tem pernas muito longas. 

O técnico Arataca levou o garoto da cidade de Peixoto de Azevedo, no interior do Mato Grosso, à capital gaúcha e mostrou os novos horizontes que o atletismo poderia oferecer ao atleta. “A mudança foi algo sensitivo. Ele chegou aqui no final de 2009, tinha sido campeão em diversas categorias de base. Chegou a saltar 2,19 m. Bom resultado em nível juvenil. Mas faltava o próximo passo. Ele treinava bastante provas de velocidade com barreiras. Depois, no final de 2016, ele participou apenas para completar a equipe na prova do salto triplo, nos Jogos Abertos do Interior de São Paulo. E ficou em segundo lugar, perdendo por apenas um centímetro para o Jean Casemiro, líder do ranking brasileiro na época. Foi aí que surgiu a ideia, era início de 2017”, recorda.

Hoje, pouco mais de três anos depois, ele já é o terceiro melhor atleta de toda história do salto triplo do Brasil. O primeiro é Jadel Gregório (17,90 m) e o segundo é João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, (17,89 m), com a melhor marca em provas oudoor: 17,53 m, no Meeting Internacional de Guadalupe (Caribe), e 17,46 m, em provas indoor, no Meeting Internacional de Kent (Ohio-USA). 

“Em 2018, ele [Almir] foi segundo lugar no Ranking Mundial Indoor e terceiro no outdoor. No ano passado, foi terceiro no ranking mundial indoor e oitavo no outdoor. Além de ter conquistado a medalha de prata no Mundial Indoor na Inglaterra em 2018. Aquele foi o primeiro Mundial dele e tudo isso em pouco menos de um ano de salto triplo. É um cara que pode escrever outros belos capítulos nessa que é a prova que mais trouxe medalhas olímpicas para o nosso país”, acredita Arataca. 

 Vale lembrar que no salto triplo, o Brasil ganhou dois ouros com Ademar Ferreira da Silva (1952/1956), uma prata com Nelson Prudêncio (1968) e três bronzes, dois deles com João do Pulo (1976/1980) e o outro com Nelson Prudêncio (1972).

Pandemia

Apesar de vários estados brasileiros ainda estarem sofrendo muito com o novo coronavírus (covid-19), no Rio Grande do Sul, onde o número de casos foi relativamente menor se comparado ao restante do país, vários clubes já retomaram as atividades esportivas, respeitando as normas impostas pelos órgãos de saúde. E com a Sogipa não foi diferente. Mas o Almir Júnior ainda está na sua cidade natal e deve se juntar ao grupo apenas nesta quinta-feira (06). “Nós voltamos a treinar há 15 dias. Mas, diferentemente de outras modalidades do clube, nós do atletismo estamos em uma situação um pouco mais confortável. Além do Almir já estar garantido em Tóquio, as competições oficiais valendo índices, ou que contem pontos para o Ranking Mundial Olímpico, só retornarão em dezembro deste ano. Assim, estamos voltando aos poucos. Temos outros dois atletas, Samory Uiki, do salto em distância, e o Saymon Hoffmann, do lançamento do disco, com chances reais de uma vaga. Estamos reiniciando aos poucos com eles. O Almir recebeu uns dias de “destreinamento”, seguidos de férias. Está com o pai dele em Mato Grosso, mais isolado do vírus. Na quinta-feira (6), ele deve estar de volta aqui com a gente.” garantiu o treinador. .

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Marcelo Benevenuto acusa Max López de racismo, em jogo de 2019

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O zagueiro Marcelo Benevenuto, do Botafogo, acusou o ex-atacante do Vasco, Maxi López, de racismo durante uma partida entre as equipes. O depoimento foi feito durante entrevista concedida na noite de ontem (1º de junho) ao jornalista Thiago Franklin, em seu canal, no Youtube.

“Teve um lance que eu tava marcando ele, só que eu tava marcando colado mesmo. Não tava batendo nele, nada, tava junto. Aí ele foi e me xingou. Primeiro ele fez uma falta em mim dentro da área, ele me empurrou e eu caí de costas. Aí eu marcando e ele ficava me xingando de ‘preto de m… preto de m… ‘ aí eu respirei fundo, eu tava me controlando. Falei ‘se tiver o próximo jogo contra o Vasco e esse cara tiver eu vou ser expulso’. Pior que eu não tinha feito nada com ele. Ninguém sabe dessa história porque eu não cheguei a falar pra ninguém”.

MARCELO BENEVENUTO, BOTAFOGO MARCELO BENEVENUTO, BOTAFOGO

Reprodução YouTube/ Canal do TF

 

A partida citada por Marcelo Benevenuto foi entre Vasco e Botafogo, no dia 23 de fevereiro de 2019, pela primeira rodada da Taça Rio. Yago Pikachu abriu o placar para o Cruzmaltino. O gol de empate do glorioso veio após cobrança de escanteio que Maxi López desviou mal e o próprio Marcelo Benevenuto, de cabeça, marcou. Detalhe que, tanto o zagueiro brasileiro quanto o atacante argentino receberam cartão amarelo ainda no primeiro tempo: Marcelo por falta em Bruno César e Maxi López por reclamação.

Em 2009, o lateral Elicarlos acusou Maxi López de o ter chamado de “macaco” durante a partida entre Cruzeiro e Grêmio, pela semifinal da Libertadores da América. O argentino, que na época defendia o time gaúcho, prestou depoimento na delegacia negando as acusações e depois foi liberado.

Maxi López atualmente defende o Crotone, da Itália. Nesta terça-feira (02), o atacante utilizou as redes sociais para se manifestar contra o racismo. Em sua conta pessoal no Instagram, ele escreveu as hashtags  #saynotoracism e #blacklivesmatter. Além disso, publicou fotos ao lado de ex-companheiros de equipe como Samuel Eto’o, Muntari, Robinho, Ronaldinho Gaúcho e do atacante Samuel Armenteros, que atua com o argentino no Crotone. Em sua conta do Twitter, Maxi López postou um link de sua publicação no Instagram.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

✊?✊?✊?✊?✊? #saynotoracism #blacklivesmatter

Uma publicação compartilhada por Maxi Lopez (@officialmaxilopez) em 2 de Jun, 2020 às 5:20 PDT

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Áustria recebe os dois primeiros GPs da temporada da F1

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A Formula One Management – empresa responsável pela organização da Fórmula 1 (F1) -anunciou nesta terça-feira (2), as oito primeiras provas do calendário de 2020, que compõem a fase europeia da temporada. Os pilotos vão largar, pela primeira vez no ano no dia 5 de julho, no circuito de Spielberg, na Áustria. Inicialmente o campeonato estava marcado para começar em março, mas devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a data do primeiro Grande Prêmio teve de ser alterada. Ao todo, 11 provas foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que quatro delas –  Austrália (estreia), Mônaco, França e Holanda – foram canceladas. Já outros seis GPs foram adiados: Bahrein (Vietnã), China, Holanda, Espanha, Azerbaijão e Canadá.

Em comunicado oficial no site da F1, o Presidente e CEO, o americano Chase Carey, comemorou o começo das disputas, que inicialmente vai acontecer sem a presença de público.

“Estamos satisfeitos por podermos definir nosso calendário de oito corridas de abertura e esperamos publicá-lo completo nas próximas semana. Temos trabalhado incansavelmente com todos os nossos parceiros, a FIA e as equipes para criar um calendário de abertura revisado para 2020, permitindo-nos reiniciar as corridas da maneira mais segura possível. Embora, a temporada comece sem fãs em nossas corridas, esperamos que nos próximos meses a situação nos permita recebê-los de volta quando for seguro. Mas sabemos que o retorno da F1 será um impulso bem-vindo para fãs de esportes de todo o mundo”, disse.

 

CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto. CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

Chase Carey confia na volta do público às corridas até o fim da temporada de 2020 – Valter Campanato/Agência Brasil

 

De 15 a 18 provas em 2020

De acordo com o novo cronograma, os austríacos serão os responsáveis por sediar duas corridas, assim como os ingleses. Desta forma, a organização da F1 alterou o nome dos GPs extras. Na Áustria será chamado de Estíria, que é a região onde está localizado Spielberg. Na Inglaterra levará a denominação de 70° aniversário, em memória da primeira prova ocorrida no autódromo de Silverstone. As provas anunciadas são:

GP da Áustria (Spielberg): 5 de julho

GP da Estíria (Spielberg): 12 de julho

GP da Hungria (Hungaroring): 19 de julho

GP da Inglaterra (Silverstone): 2 de agosto

GP 70º aniversário (Silverstone): 9 de agosto

GP da Espanha (Barcelona): 16 de agosto

GP da Bélgica (Spa-Francorchamps): 30 de agosto

GP da Itália (Monza): 6 de setembro

Com o calendário comprimido em razão da pandemia, a F1 trabalha para realizar entre 15 e 18 provas, das 22 programadas inicialmente. No início de abril, o diretor técnico da F1, Ross Brawn, explicou que o limite para o começo das corridas seria o mês de outubro, de modo a respeitar o estatuto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que limita um mínimo de oito provas para realização de um campeonato mundial.

Edição: Sergio du Bocage

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