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Aprosoja alerta produtores para vazio sanitário que inicia 2ª feira

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Defesa Agrícola

Aprosoja alerta produtores para vazio sanitário que inicia 2ª feira

O período e se estende até 15 de setembro

10/06/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) alerta aos produtores para o período do Vazio Sanitário da Soja que começa segunda-feira (15.06) e se estende até 15 de setembro. Neste período, está proibida a presença de plantas vivas de soja em território mato-grossense, por isso a entidade orienta aos produtores que destruam todas as plantas guaxas para não sofrerem sanções. O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

O presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan, afirma que a entidade tem lutado e apoia integralmente o vazio sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja verde. O defendemos desde a criação em 2006, e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

O presidente também ressalta a importância de o produtor estar atento e cuidar ao máximo de suas lavouras para o controle da Ferrugem Asiática. “Pedimos aos produtores que façam a erradicação de qualquer pé de soja que possa existir, seja na lavoura ou no entorno da rodovia próxima de sua propriedade. É muito importante a erradicação e controle da Ferrugem dentro desse período para mantermos esse mal afastado”, conclamou.

Na safra 2019/2020 foram cadastradas no INDEA-MT 12.441 propriedades com plantio de soja, com área declarada de mais de 8,8 milhões de hectares plantados.

Conforme a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, a medida fitossanitária é importante, pois quebra o ciclo reprodutivo de pragas e doenças, principalmente da Ferrugem Asiática dentro da propriedade. “Orientamos aos produtores a destruírem as plantas guaxas de soja, que são prejuízo para economia do Estado, para região e para o próprio produtor, que também pode ser penalizado com multas se houver plantas vivas na área”, reforçou.

A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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Sustentabilidade

Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

Nesse lote foram coletadas 26 amostras de híbridos

02/07/2020

O resultado preliminar do estudo “Híbridos de Milho Suscetíveis a “Nematoides”, que faz parte dos projetos de pesquisa financiado pelo Programa Agrocientista da Associação dos produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), indica que para diminuir as perdas em soja nas áreas infestadas é recomendado que o produtor utilize na rotação ou sucessão com a soja, genótipos de milho resistentes ou, pelo menos, moderadamente resistentes ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e ao Pratylenchus brachyurus.

O coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri, afirma que esse é mais um estudo importante financiado pelo Agrocientista que traz resultado para auxiliar o produtor rural. “Agora com os dados dos testes de multiplicação nematoides do milho em mãos, o produtor poderá avaliar qual híbrido poderá comprar para próxima safra que não vai deixar desiquilibrar seu sistema de plantio. Por isso investimos em pesquisas como esta que traz os principais materiais plantados no ano passado e esse trabalho vamos continuar fazendo. Preste muita atenção, produtor! E acompanhe se o material que está querendo comprar não é um multiplicador de nematoide”, alertou.

A pesquisa sobre o manejo de nematoides, observados a caracterização da reação de híbridos e de cultivares de milho, comumente utilizados em rotação com a soja em Mato Grosso, é desenvolvida pela Embrapa Soja, por meio dos pesquisadores Rafael Soares e Waldir Dias.

Nesta etapa foram coletadas em diversos municípios do Estado, 26 híbridos diferentes. “Os resultados mostraram que existem boas opções de milhos resistentes e moderadamente resistentes, principalmente ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e também ao Pratylenchus brachyurus, embora que para esses dois últimos as opções sejam menores devido a dificuldade de controle deles”, ressaltou o pesquisador Rafael Soares.

O pesquisador também orienta que, caso o produtor tenha áreas identificadas com ocorrência desses nematoides, é importante priorizar o uso desses milhos apontados no estudo nessas áreas.  “Essa é uma informação muito útil ao agricultor porque o manejo de nematoides não é fácil e deve ser feito através de um conjunto de medidas, entre elas o uso de cultivares resistentes e a rotação de culturas adequadas. Então usar um milho que multiplique menos nematoide no solo pode favorecer a soja semeada na sequência”, explanou.

Os nematoides de galha e das lesões radiculares estão espalhados pelos campos do Brasil, causando problemas nas lavouras de soja e prejuízos ao produtor rural. A pesquisa continua e já coletou mais 37 materiais de milho que estão sendo testados pela Embrapa Soja e devem ter os resultados divulgados nos próximos meses. “A pesquisa ainda está em andamento, mas já podemos adiantar esses resultados do primeiro lote de teste aos nematoides de galha e das lesões radiculares no milho”, frisou a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja, Marlene Lima.

Ainda conforme a gerente, o Agrocientista acontece há mais de 10 anos e proporciona investimentos em projetos científicos que visam melhorar a produção e a produtividade de soja e milho, em Mato Grosso. “Ao longo desse tempo essa iniciativa trouxe vários resultados, favorecendo a aplicação de novas tecnologias, inovação, ajudando o produtor rural na tomada de decisão, proporcionando uma agricultura sempre alicerçada em pesquisa e sustentabilidade”, destacou Marlene.

Para conferir a tabela completa com os resultados do primeiro lote da pesquisa, clique aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja destaca redução de juros no Plano Safra do BB

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Defesa Agrícola

Aprosoja destaca redução de juros no Plano Safra do BB

Veja tabela que detalha o custo financeiro das linhas do FCO

Foto: Jornal de Brasília

01/07/2020

O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta quarta-feira (01.07), o montante de R$103 bilhões que estarão disponíveis para o Plano Safra 2020/2021 que serão disponibilizados pela instituição. O valor é 11% maior que o investimento realizado na safra anterior (2019/2020) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) destaca a redução de nas taxas de juros das linhas pré-fixadas, conforme já previsto pela entidade.

Comparativo realizado pela equipe técnica da Aprosoja mostra redução média de 22% nas taxas de juros das linhas pré-fixadas, quando comparadas com as praticadas na safra 2019/2020. Conforme a entidade, tais reduções já eram esperadas, tanto pela divulgação do Plano Safra 2020/2021, quanto pelos sucessivos ajustes na Taxa Selic nos últimos meses.

Apesar de considerar as reduções de taxas de juros uma medida positiva para incentivar o setor, o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, destaca que “era aguardada queda ainda maior”, e que “é preciso agora ampliar o debate sobre o custo operacional das instituições financeiras e o spread bancário das linhas de crédito agrícola, para que esses patamares se aproximem mais da Selic e, também, diminua o custo do governo com subvenções”, pontuou.

Cadore destacou, ainda, que “a produção de alimento é estratégica para qualquer país, e o Brasil é um dos poucos lugares do mundo com capacidade para aumentar produção. Todavia, para o aumento desta produção são necessários juros ainda mais acessíveis para o crédito agrícola”.

O lançamento do Plano Safra do Banco do Brasil aconteceu em evento online que contou com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, do presidente do BB, Rubem Novaes e do vice-presidente de Agronegócios e Governo do BB, João Rabelo

Conforme informou banco, do valor disponibilizado para investimentos na safra 2020/2021, um total de R$ 61 bilhões serão destinados para custeio e R$ 17,5 bilhões para investimentos. Para ampliação da capacidade e a infraestrutura de armazenagem foi reservado R$ 1 bilhão, que já estão disponíveis.  Em Mato Grosso, o BB já está trabalhando com as novas taxas do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), recentemente divulgadas pelo Banco Central do Brasil.

A tabela a seguir detalha o custo financeiro das linhas do FCO, de acordo com o porte de faturamento e operação, com bônus e sem bônus de adimplência:

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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O agro é solidário, mas não só durante a pandemia

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Fortalecimento Institucional

O agro é solidário, mas não só durante a pandemia

Por Fernando Cadore*

29/06/2020

O agro é solidário sim há muito tempo. As ações são contínuas e antigas, não começaram durante o atual momento de pandemia causada pelo Covid-19. Entidades representativas, como associações e Sindicatos Rurais, bem como as empresas do setor desempenham papel social em Mato Grosso, há décadas. Mas o agro tem recebido muitas críticas e vem sendo acusado diariamente de ter uma atuação tímida perante a crise econômica e social causada pela pandemia.

Como legítimo representante do setor, vim em defesa do agro. A ações e projetos desenvolvidos pelas entidades e empresas da agropecuária já fazem parte da vida dos mato-grossenses há muito tempo.  Mas já que recebemos duras críticas quanto às contribuições durante a pandemia, vamos aos números.

Na busca por amenizar os impactos sociais causados pela atual situação de pandemia, o Programa Agrosolidário desenvolvido pelos produtores de soja e milho, via sua associação, a Aprosoja-MT, entregou 1.100 kits com cestas básicas, bebidas de soja e produtos de higiene e limpeza  que foram distribuídos para famílias necessitadas, em parcerias com a Secretaria de Assistência Social e Cidadania do Estado, o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), e com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Outros 1.000 Kits (iguais) serão entregues ainda em junho, para famílias carentes em Cuiabá e Várzea Grande. Como medida de segurança e proteção à saúde, também estão sendo entregues mais de 30 mil máscaras (laváveis) pela Aprosoja-MT.   Logo, somente no primeiro semestre de 2020, foram investidos em ações sociais um montante de R$ 876 mil pela Associação.

E como prova de que as ações sociais do agro não são somente durante a pandemia, continuo a destacar que os produtores de soja e milho do Estado e a Aprosoja-MT, entidade que represento, há mais de dez anos por meio do Programa Agrosolidário atende famílias carentes em mais de 36 municípios, incluindo Cuiabá e Várzea Grande. Atualmente são atendidos 86 projetos e instituições importantes em todo Estado, como creches, Apaes, lares de idosos, centros de reabilitação, igrejas, escolas, hospitais, projetos esportivos, culturais, entre outros.

No total, os produtores de soja e milho fazem parte da vida de mais de 20 mil famílias, diariamente. Com distribuição de bebida à base de soja, que possui alto valor nutricional e contribui com a nutrição de milhares de famílias e também com aporte financeiro, apoiando e incentivando projetos sociais, de esporte e cultura. 

Um dos cases de sucesso do Agrosolidário é a parceria contínua com o Hospital de Câncer de Mato Grosso. Além de estar presente com trabalho social, com as crianças assistidas por lá e recursos financeiros para manutenção e reformas, também são entregues as bebidas de soja. Os pacientes em tratamento oncológico, crianças, adultos e idosos, ingerem o complemento alimentar inclusive via sonda. O que tem proporcionado a boa nutrição deles para continuarem os procedimentos como quimioterapia e radioterapia, que são altamente invasivos.

Ainda em relação a este hospital, os produtores de soja e milho do estado já doaram quase R$ 3 milhões para referido centro de tratamento oncológico, que foram investidos na estruturação da nova ala de atendimento, na construção e equipamentos de seis UTI’s oncológicas infantis, e uma parte, ainda, para o Hospital de Câncer de Rondonópolis.

 

Os recursos que mantem boa parte do Instituto Matogrossense dos Cegos (AMC), localizado em Cuiabá, são oriundos dos produtores de soja e milho. Por lá, os cegos desenvolvem atividades que os integram com a sociedade, através do esporte, da cultura, do lazer e de aprendizados essenciais, como aulas de informática.

Não é à toa que colecionamos 8 Selos de Empresa Socialmente Responsável durante solenidade do Prêmio Brotar do Instituto Desportivo da Criança (IDC), que celebra e reconhece a importância dos parceiros que ajudam na transformação social de crianças atendidas pelo Instituto. Atualmente 700 crianças, em Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, distritos da Guia e Sucuri, participam dos projetos oferecidos nas áreas de educação, esporte, cultura e música.

É muito importante frisar que os produtores de soja e milho se preocupam com as pessoas não só na área social, mas trabalhista, ambiental e econômica. Por meio de projetos e programas importantes nas áreas de sustentabilidade, defesa e política agrícola, buscando maior produtividade de alimentos, mas cuidando do bem mais precisos que é o meio ambiente, e desta forma, das gerações futuras.

Exemplo disso é o projeto Guardião das Águas, que orienta e apoia o produtor rural na manutenção, preservação e restauro das nascentes em Mato Grosso. Já foram mapeados 26 municípios, na primeira fase do projeto, e os dados apontam que os agricultores mato-grossenses preservam 95% das nascentes localizadas em áreas de plantio. Tem também o Soja Plus, programa de melhoria contínua da propriedade em âmbitos ambientais, trabalhistas e socioambientais.

Há muito tempo que o agro se preocupa com o bem estar social de quem mais precisa em Mato Grosso. Não é só na pandemia, nós cuidamos de milhares de famílias há décadas. Deixo um convite à toda sociedade que procure a Aprosoja-MT e conheçam com mais detalhe o trabalho social, de auxílio, amor, carinho e dedicação, desenvolvido pelo agro do estado.

* Fernando Cadore é produtor de soja e milho, engenheiro agrônomo, atual vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, membro da Aprosoja Brasil. Atua como membro do Instituto Brasil Logística (IBL), do Instituto Pensar Agro (IPA) e da International Soybean Growers Alliance (ISGA), em português, Aliança Internacional dos Produtores de Soja.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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