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Aprosoja apoia instituições que atendem pessoas com Síndrome de Down

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja apoia instituições que atendem pessoas com Síndrome de Down

Neste sábado (21.03) é o Dia Internacional da Síndrome de Down

20/03/2020

Pessoas com Síndrome de Down são atendidas diariamente pelo Programa Agrosolidário da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato (Aprosoja). São crianças, jovens e adultos atendidos por 13 associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs), que recebem periodicamente um complemento alimentar a base de soja, bem como orientação nutricional que auxiliam no crescimento e desenvolvimento deles. Neste sábado (21.03) é o Dia Internacional da Síndrome de Down, que traz o tema “Nós decidimos!” A data lembra a capacidade que essas pessoas têm em fazer suas próprias escolhas e seus direitos à inclusão e bem-estar social.
 
Flora de Oliveira (02 anos) possui Síndrome de Down e é aluna da Apae do município de Lucas do Rio Verde desde os dois meses de idade. A mãe, Solange de Oliveira conta que o suplemento alimentar disponibilizado pela Aprosoja é essencial na alimentação da filha.  
“Em casa utilizamos pouco a soja na alimentação e agora sei que Flora está consumindo a bebida na escola. Creio que isso tem proporcionado a ela uma dieta equilibrada e saudável, porque a soja é muito benéfica à saúde. Flora cresce e se desenvolve dentro do esperado”, salientou. 
 
Bióloga, especialista em educação especial e escritora, Solange lembra que não foi fácil quando descobriu a Síndrome de Flora. “Mesmo tendo todo o suporte acadêmico, tive o momento de grande tristeza. Enfim busquei me informar e internalizar. E superei, fui atrás de atendimento para Flora e hoje ela é essa criança maravilhosa. Um cromossomo a mais do amor. Creio que essa data é muito especial e a favor da cidadania”, disse. 
 
Apae de Lucas do Rio Verde é uma das parcerias da Aprosoja Mato Grosso desde 2013. Conforme a diretora pedagógica, Elaine Prates, a instituição atende 200 alunos especiais, com idade entre zero e 60 anos, nas áreas de educação, saúde e assistência social, sendo 15% destes com Síndrome de Down. “Cerca de 80% dos alunos são carentes e a Apae sobrevive de doações, por isso esse apoio da Aprosoja é fundamental para a alimentação saudável e desenvolvimento das crianças. É um alimento rico em proteínas que oferecemos com leite no café da manhã. Só temos a agradecer”, pontuou a diretora. 
 
Outra instituição atendida pela Aprosoja, desde o ano passado, é a Apae de Ribeirão Cascalheiras. Conforme a diretora pedagógica, Vanuza Leite dos Santos, a instituição atende 40 alunos especiais, entre 12 e 72 anos de idade, e insere a bebida de soja para auxiliar na nutrição deles. 
“Esse apoio é muito importante. Atualmente estamos com maior aceitação por parte dos alunos e estamos buscando maneiras diferentes para servir a bebida de soja, a utilizando em vitaminas e bolos”, explanou.
 
A professora aposentada, Antônia de Paula Soares, é mãe do Iago Soares (27 anos) que possui Síndrome de Down. Ela comenta que o filho frequenta a Apae de Ribeirão Cascalheiras desde a criação e enaltece a parceria da Aprosoja com a instituição. “É muito importante esse apoio, pois essa bebida de soja contribui para uma alimentação mais saudável não só para o meu filho, que está lá desde criança, quanto para os outros alunos, a proteína ajuda eles se desenvolverem melhor”, destacou Antônia.
 
Diretor administrativo da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, lembrou que colaborar com o crescimento e desenvolvimento de pessoas excepcionais é um dos objetivos do Agrosolidário. Além disso, lembrou que as pessoas com Síndrome de Down precisam de oportunidades, respeito e carinho.
“É justamente ao encontro dessa premissa, que nós produtores de soja e milho de Mato Grosso, associados à Aprosoja, trabalhamos para ajudar com muito orgulho entidades que atendem essas pessoas. São pessoas capazes de tudo, temos exemplo de sucesso em todas as áreas, seja no esporte, na cultura ou na educação, elas se sobressaem. Só precisam de incentivo, respeito e oportunidade. É um orgulho para entidade poder contribuir com desenvolvimento dessas pessoas”, pontua. 
Agrosolidário – Desde 2009, o projeto apoia e ajuda instituições e projetos importantes como creches, asilos, hospitais, entidades filantrópicas, APAEs, Hospital de Câncer e Projeto Flauta Mágica. Para se ter uma ideia, somente ano passado foram mais de 22 mil atendimentos do Agrosolidário em 89 instituições distribuídas em 36 municípios. Atualmente são 90 instituições beneficiadas com distribuição de bebida de soja em seus mais variados sabores, orientação nutricional e ajuda financeira.
 
Síndrome de Down – É causada pela presença de três cromossomos 21 na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.
 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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O agro é solidário, mas não só durante a pandemia

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Fortalecimento Institucional

O agro é solidário, mas não só durante a pandemia

Por Fernando Cadore*

29/06/2020

O agro é solidário sim há muito tempo. As ações são contínuas e antigas, não começaram durante o atual momento de pandemia causada pelo Covid-19. Entidades representativas, como associações e Sindicatos Rurais, bem como as empresas do setor desempenham papel social em Mato Grosso, há décadas. Mas o agro tem recebido muitas críticas e vem sendo acusado diariamente de ter uma atuação tímida perante a crise econômica e social causada pela pandemia.

Como legítimo representante do setor, vim em defesa do agro. A ações e projetos desenvolvidos pelas entidades e empresas da agropecuária já fazem parte da vida dos mato-grossenses há muito tempo.  Mas já que recebemos duras críticas quanto às contribuições durante a pandemia, vamos aos números.

Na busca por amenizar os impactos sociais causados pela atual situação de pandemia, o Programa Agrosolidário desenvolvido pelos produtores de soja e milho, via sua associação, a Aprosoja-MT, entregou 1.100 kits com cestas básicas, bebidas de soja e produtos de higiene e limpeza  que foram distribuídos para famílias necessitadas, em parcerias com a Secretaria de Assistência Social e Cidadania do Estado, o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), e com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Outros 1.000 Kits (iguais) serão entregues ainda em junho, para famílias carentes em Cuiabá e Várzea Grande. Como medida de segurança e proteção à saúde, também estão sendo entregues mais de 30 mil máscaras (laváveis) pela Aprosoja-MT.   Logo, somente no primeiro semestre de 2020, foram investidos em ações sociais um montante de R$ 876 mil pela Associação.

E como prova de que as ações sociais do agro não são somente durante a pandemia, continuo a destacar que os produtores de soja e milho do Estado e a Aprosoja-MT, entidade que represento, há mais de dez anos por meio do Programa Agrosolidário atende famílias carentes em mais de 36 municípios, incluindo Cuiabá e Várzea Grande. Atualmente são atendidos 86 projetos e instituições importantes em todo Estado, como creches, Apaes, lares de idosos, centros de reabilitação, igrejas, escolas, hospitais, projetos esportivos, culturais, entre outros.

No total, os produtores de soja e milho fazem parte da vida de mais de 20 mil famílias, diariamente. Com distribuição de bebida à base de soja, que possui alto valor nutricional e contribui com a nutrição de milhares de famílias e também com aporte financeiro, apoiando e incentivando projetos sociais, de esporte e cultura. 

Um dos cases de sucesso do Agrosolidário é a parceria contínua com o Hospital de Câncer de Mato Grosso. Além de estar presente com trabalho social, com as crianças assistidas por lá e recursos financeiros para manutenção e reformas, também são entregues as bebidas de soja. Os pacientes em tratamento oncológico, crianças, adultos e idosos, ingerem o complemento alimentar inclusive via sonda. O que tem proporcionado a boa nutrição deles para continuarem os procedimentos como quimioterapia e radioterapia, que são altamente invasivos.

Ainda em relação a este hospital, os produtores de soja e milho do estado já doaram quase R$ 3 milhões para referido centro de tratamento oncológico, que foram investidos na estruturação da nova ala de atendimento, na construção e equipamentos de seis UTI’s oncológicas infantis, e uma parte, ainda, para o Hospital de Câncer de Rondonópolis.

 

Os recursos que mantem boa parte do Instituto Matogrossense dos Cegos (AMC), localizado em Cuiabá, são oriundos dos produtores de soja e milho. Por lá, os cegos desenvolvem atividades que os integram com a sociedade, através do esporte, da cultura, do lazer e de aprendizados essenciais, como aulas de informática.

Não é à toa que colecionamos 8 Selos de Empresa Socialmente Responsável durante solenidade do Prêmio Brotar do Instituto Desportivo da Criança (IDC), que celebra e reconhece a importância dos parceiros que ajudam na transformação social de crianças atendidas pelo Instituto. Atualmente 700 crianças, em Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, distritos da Guia e Sucuri, participam dos projetos oferecidos nas áreas de educação, esporte, cultura e música.

É muito importante frisar que os produtores de soja e milho se preocupam com as pessoas não só na área social, mas trabalhista, ambiental e econômica. Por meio de projetos e programas importantes nas áreas de sustentabilidade, defesa e política agrícola, buscando maior produtividade de alimentos, mas cuidando do bem mais precisos que é o meio ambiente, e desta forma, das gerações futuras.

Exemplo disso é o projeto Guardião das Águas, que orienta e apoia o produtor rural na manutenção, preservação e restauro das nascentes em Mato Grosso. Já foram mapeados 26 municípios, na primeira fase do projeto, e os dados apontam que os agricultores mato-grossenses preservam 95% das nascentes localizadas em áreas de plantio. Tem também o Soja Plus, programa de melhoria contínua da propriedade em âmbitos ambientais, trabalhistas e socioambientais.

Há muito tempo que o agro se preocupa com o bem estar social de quem mais precisa em Mato Grosso. Não é só na pandemia, nós cuidamos de milhares de famílias há décadas. Deixo um convite à toda sociedade que procure a Aprosoja-MT e conheçam com mais detalhe o trabalho social, de auxílio, amor, carinho e dedicação, desenvolvido pelo agro do estado.

* Fernando Cadore é produtor de soja e milho, engenheiro agrônomo, atual vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, membro da Aprosoja Brasil. Atua como membro do Instituto Brasil Logística (IBL), do Instituto Pensar Agro (IPA) e da International Soybean Growers Alliance (ISGA), em português, Aliança Internacional dos Produtores de Soja.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja alerta produtores para vazio sanitário que inicia 2ª feira

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Defesa Agrícola

Aprosoja alerta produtores para vazio sanitário que inicia 2ª feira

O período e se estende até 15 de setembro

10/06/2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) alerta aos produtores para o período do Vazio Sanitário da Soja que começa segunda-feira (15.06) e se estende até 15 de setembro. Neste período, está proibida a presença de plantas vivas de soja em território mato-grossense, por isso a entidade orienta aos produtores que destruam todas as plantas guaxas para não sofrerem sanções. O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

O presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan, afirma que a entidade tem lutado e apoia integralmente o vazio sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja verde. O defendemos desde a criação em 2006, e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

O presidente também ressalta a importância de o produtor estar atento e cuidar ao máximo de suas lavouras para o controle da Ferrugem Asiática. “Pedimos aos produtores que façam a erradicação de qualquer pé de soja que possa existir, seja na lavoura ou no entorno da rodovia próxima de sua propriedade. É muito importante a erradicação e controle da Ferrugem dentro desse período para mantermos esse mal afastado”, conclamou.

Na safra 2019/2020 foram cadastradas no INDEA-MT 12.441 propriedades com plantio de soja, com área declarada de mais de 8,8 milhões de hectares plantados.

Conforme a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, a medida fitossanitária é importante, pois quebra o ciclo reprodutivo de pragas e doenças, principalmente da Ferrugem Asiática dentro da propriedade. “Orientamos aos produtores a destruírem as plantas guaxas de soja, que são prejuízo para economia do Estado, para região e para o próprio produtor, que também pode ser penalizado com multas se houver plantas vivas na área”, reforçou.

A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Quase 25% de fertilizantes são reprovados em análise

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Sustentabilidade

Quase 25% de fertilizantes são reprovados em análise

Resultados são entregues ao produtor em até 10 dias com um parecer técnico

22/06/2020

Cerca de 25% dos fertilizantes analisados durante o Circuito Tecnológico – Etapa Milho – realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) foram reprovados, considerando pelo menos um elemento de macro e micro nutrientes fora do mínimo tolerado. Foram coletadas 330 amostras de fertilizantes, perfazendo um total de 256 aprovadas e 74 reprovadas.

Mais precisamente, foram 22,7% de reprovação de todo material coletado e analisado em laboratório. Número ainda alto, conforme técnicos da comissão de sustentabilidade da Aprosoja. A gerente do setor, Marlene Lima, afirma que os resultados demonstram que o produtor deve se preocupar em verificar a qualidade dos produtos utilizados no plantio.

“Identificamos um percentual ainda alto na reprovação dos fertilizantes. Por isso o produtor deve estar atento e acompanhar a entrega dos fertilizantes na propriedade, para ajudá-los elaboramos folder e informe técnico com todas as orientações. Também tivemos feedback de produtores que tiveram seu fertilizante fora da garantia e foi reembolsado de alguma forma, com bônus para a próxima safra ou desconto na compra”, informou.

Produtor em União do Sul, Diogo Molina, afirma que essa ação da Aprosoja é fundamental para uma melhor produtividade na lavoura e auxilia tecnicamente quanto a qualidade de insumos adquiridos para produção. “Esse Circuito Tecnológico veio ao encontro da carência que o produtor tinha de informações técnicas, além disso nos trouxe vários benefícios como análises de fertilizantes e de sementes. Essas análises nos trouxeram mais clareza sobre o que realmente nós estamos consumindo no campo e detectando falhas na produção desse produto. A gente paga caro por um insumo que geralmente não está vindo a contento com os níveis de produtos que foram indicados pelo fabricante, então temos que realmente aprofundar nisso e abranger mais ainda o circuito pelo estado todo”, destacou.

CT – Por meio do Circuito Tecnológico, produtores dos quatro cantos do Estado recebem a visita do supervisor de projeto que faz coleta de fertilizantes e sementes e encaminham para análise em laboratório. Os resultados são entregues ao produtor em até 10 dias com um parecer técnico.

Nomes das empresas são preservadas, já que a função do programa não é condenar ou beneficiar indústrias, mas orientar o produtor quanto a qualidade dos insumos disponíveis no mercado. “Queremos que o produtor receba produtos com qualidade, pois são de suma importância no desenvolvimento das plantas, consequentemente na sua produtividade”, frisou.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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