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Aprovado em 1ª votação, PL obriga a divulgação de locais de atendimento para acidentes com cobras, escorpiões e aranhas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Foi aprovado em primeira votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Almt), na última quarta-feira (18), o Projeto de Lei nº 200/2022 que determina a divulgação em todas as unidades de clínicas da família, unidades de pronto atendimento (UPA) e hospitais municipais das orientações necessárias, de forma explícita e de fácil visualização os locais de atendimento em caso de acidentes com animais peçonhentos e aracnídeos.

Desenvolvido pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT), o PL é importante para o conhecimento e conscientização da população. “A solicitação se faz necessária em razão do aumento do número de acidentes com os animais peçonhentos no estado, conforme vem sendo veiculado pela imprensa. Cabe ressaltar que a dificuldade em ter informações sobre o local adequado para o rápido atendimento pode incorrer no agravamento do estado de saúde do paciente”, justificou.

De acordo com o parlamentar, dados do Centro de Informações Antiveneno (Ciave) apontaram que 913 mato-grossenses foram picados por algum tipo de animal peçonhento em 2021. Dessas pessoas, 463 foram por escorpiões, 234 por aranhas e 216 por cobras.

“Os acidentes por animais peçonhentos, especialmente os acidentes ofídicos (cobras), foram incluídos pela [Organização Mundial da Saúde] OMS na lista das doenças tropicais negligenciadas que acometem, na maioria das vezes, populações que vivem em áreas rurais. A medida ajuda a informar os locais corretos, traçar estratégias e ações para prevenir esse tipo de acidente”, afirma o autor da matéria.

Barranco destaca ainda que, embora o Brasil seja um dos maiores produtores de soro antiofídico do mundo, a prevenção é a maneira mais eficaz para combater esse tipo de acidente. Para o deputado, é importante auxiliar, informar e educar a população quanto aos procedimentos corretos em caso de picadas e informar os locais onde receber o soro em cada região do estado. 

Fonte: ALMT

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Sexto episódio do “Palco pra 2” traz novos nomes da cena musical de MT

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

O projeto “Palco pra 2” chega ao sexto episódio divulgando artistas autorais de Mato Grosso. Originalidade e encontros musicais marcam as participações de representantes da música popular brasileira produzida em Mato Grosso. Na edição que vai ao ar neste sábado (2), os convidados são Bia Trindade e Heitor Mattos. O programa é exibido às 12h30 e 18h30, com reprises nos seguintes dias: domingo (11h30 / 21h), terça (12h30 / 22h), sexta (12h30 / 22h).

Beatriz Vitória Trindade Alves ou simplesmente Bia Trindade tem 20 anos de idade, mas já acumula experiência e vivências musicais que a colocam em destaque na cena musical de MT. Bia participou, em 2021, do ‘The Voice Brasil’ (TV Globo) e, em fevereiro deste ano, a artista lançou seu primeiro extended play (EP) intitulado “Sempre quero mais”.

Com músicas que vão desde o pop à bossa nova, a cantora afirma que leva para os palcos muitas verdades por meio das suas composições e a própria busca por sua identidade artística. “Viver da arte e ser identificada por meio dela é meu maior desejo”, afirma.

Para marcar esse momento, ela conta, durante a gravação, que trouxe para o palco do programa uma composição nova. “Quis aproveitar essa oportunidade para divulgar uma música nova que estou acrescentando ao repertório e que pretendo lançar em breve”, adiantou animada.

O músico cuiabano Heitor Mattos, de 21 anos, é outro nome que desponta como referência por sua sonoridade e composições. “Gosto de experimentar muitas coisas diferentes, timbres e ritmos. A banda que me acompanha me ajuda a criar com autenticidade e ir colocando uma identidade às composições”, revela.

Suas produções autorais já ocuparam diversos palcos da capital e consolidou seu trabalho musical. “Estar no palco é dos momentos mais importantes e precisa ter muita sintonia com a banda para entregar ao público a arte que fazemos”, avalia.

Sobre a participação no projeto, Heitor considera importante a oportunidade e as parcerias que ele proporciona. “É um privilégio poder subir nesse palco e dividir o meu som, que é único, com a arte de outra artista autoral e que admiro muito”, afirma.

Fonte: ALMT

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Deputados vão propor suspensão da tramitação de projeto que altera legislação sobre o Pantanal

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Foto: Ronaldo Mazza

Após audiência pública realizada na manhã de quinta-feira (30), o deputado Lúdio Cabral (PT) vai recomendar a suspensão da tramitação do Projeto de Lei 561/2022, que altera dispositivos da Lei 8.830/2008 para que possam apresentar emendas para conter o que ele chamou de “verdadeiras ameaças” ao Pantanal e aos povos tradicionais. Durante toda a manhã, representantes de diferentes segmentos da sociedade, como quilombolas, indígenas, pesquisadores, pecuaristas e políticos apresentaram posicionamentos e a grande parte dos presentes afirmou não ter participado da construção da proposta apresentada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O PL 561/2022, aprovada em primeira votação no plenário, propõe uma série de adequações na Lei 8.830/2008 com intuito de viabilizara pecuária extensiva, como a permissão manejo de vegetação nativa, uso do fogo, introdução de pastagem exótica e a construção de empreendimentos de infraestrutura e abastecimento. O deputado Lúdio Cabral aponta que é justamente neste ponto que a legislação abre brechas para que sejam construídas.

“A pecuária extensiva está sendo utilizada como bode expiatório. O problema concreto e bastante objetivo é a hidrovia no rio Paraguai. Se esse projeto for adiante da forma como está, e ontem o Consema debateu sobre o licenciamento de um porto no Pantanal, esse tipo de empreendimento passa a ser permitido. Nós temos que fazer ao contrário, proibir hidrovia no rio Paraguai, proibir a construção de PCH (Pequena Central Hidrelétrica), não apenas na planície alagável, mas em toda a bacia do Alto Paraguai”.

Foto: Marcos Lopes

Fora isso, um problema bastante citado ao longo da audiência pública foi à ausência dos povos tradicionais no processo de elaboração do texto. Ribeirinhos, indígenas, quilombolas e pesquisadores de outras entidades de pesquisas reclamaram que não estão contemplados e nem foram ouvidos. “Os ribeirinhos são os mais importantes, quem vivem todos os dias no Pantanal e ninguém foi lá nos ouvir. Não tem mais peixes nos rios e a culpa é da usina de Manso”, desabafou.

A líder indígena Eliane Xunakalo destacou que povos indígenas vivem no Pantanal e que isso não pode ser ignorado. “Existe um protocolo de consulta que não foi cumprido. Não é apenas vir em audiência pública, precisamos ser consultados da maneira correta”.

Representando os pecuaristas, Ricardo Arruda Figueiredo, destacou a importância da atualização legislativa para viabilizar a atividade pecuária na região. Arruda lembrou que grande parte das fazendas produtoras do Pantanal foram esvaziadas e que o rebanho bovino, que já foi de 1,2 milhão, hoje está estimado em 420 mil cabeças. “É preciso garantir a conservação do meio ambiente, mas também a sustentabilidade econômica das pessoas que vivem lá”.

Com relação à urgência na aprovação do projeto, o produtor rural destacou que eles estão no tempo limite para fazer a limpeza da vegetação combustível, visto que o período de estiagem se aproxima e há riscos de incêndios florestais. Lúdio Cabral, entretanto, destacou que um decreto de 2021 já regulamentou o manejo da vegetação e que cabe à Secretaria de Meio Ambiente (Sema) viabilizar o licenciamento para que os produtores limpem os campos.

Além de barrar a construção de empreendimentos no Pantanal, o deputado Lúdio Cabral destacou que o texto apresentado, com base no estudo feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), não traz dados importantes que estão na nota técnica da Embrapa, como limite do uso de pastagem exótica, de uso das reservas legais e do uso do fogo.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Maurren Lazzaretti, participou de forma virtual da reunião e afirmou que é possível inserir as sugestões no texto da lei ou por meio de decreto, até porque algumas situações podem mudar ao longo do ano, como o tipo de vegetação que pode ser manejada.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e destacou a necessidade de interromper o rito da tramitação do projeto para que mais atores envolvidos sejam ouvidos. “Precisamos prolongar a discussão, falar mais com as comunidades indígenas, ouvir os apicultores ouvir os pescadores, ouvir os ribeirinhos, ouvir todos que frequentam e vivem do Pantanal. Se isso não for feito, corre o risco de todo esse trabalho aqui na Assembleia ser anulado”.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Carlos Avalone (PSDB), participou do começo da audiência mas saiu antes de se posicionar sobre as manifestações apresentadas.

Fonte: ALMT

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Teatro de bonecos com personagens inspirados na Palavra Cantada chega ao Zulmira neste fim de semana

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

Quem não conhece alguma canção da dupla Palavra Cantada, que há 28 anos encanta as crianças com letras divertidas e sensíveis, arranjos e gravações que valorizam a infância e educam pelo lúdico? Essas canções estarão presentes no espetáculo de bonecos ‘As Aventuras de Pauleco e Sandreca no Planeta Água’, do grupo de teatro Giramundo. Os personagens principais são inspirados em Paulo Tatit e Sandra Peres, sendo que Sandra ainda assina a direção geral.

E o musical estará em Cuiabá, aqui no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, neste sábado (2), às 18h, e no domingo (3), às 17h. Os ingressos do primeiro dia estão disponíveis neste link e, do segundo dia, neste link.

O espetáculo de teatro de bonecos do Grupo Giramundo trará, ao palco, além dos já conhecidos  Pauleco e Sandreca, outros 12 outros personagens em uma história que fala sobre a importância da água para a vida nas florestas, nos rios e oceanos, e as ameaças ao meio ambiente, como o aquecimento global. 

No roteiro de autoria de Fernando Salém, os protagonistas Pauleco e Sandreca estão sempre em busca do seu amigo Pingo (voz original de Fabio Brazza), e encontram outros companheiros como Maré (voz original de Fafá de Belém), Rejeito, Chica, Ralo, Trompet, Irmãos Xingú, a pinguim Greta e muito mais. 

O cenário é composto por vídeos, animações e objetos que também interagem com os bonecos, controlados por seis marionetistas. Ao todo, serão 11 canções que embalam as aventuras de Pauleco, Sandreca e a trupe de amigos. Todas foram arranjadas, orquestradas e regidas por Ruriá Duprat para orquestra sinfônica.

Os bonecos foram criados especialmente por Beatriz Apocalypse, do Grupo Giramundo, a partir de resíduos e materiais de descarte. Outra surpresa fica por conta da utilização da água como instrumento de percussão.

Para Sandra Peres, “A retomada da apresentação do musical é muito emocionante para nós. Ele marca um momento importante da trajetória da Palavra Cantada. Há alguns anos criamos os personagens Pauleco e Sandreca, conhecidos por meio dos clipes no YouTube. Agora, com o musical, eles ganham personalidades, ganham vida. É um universo de possibilidades que se abre para além dos nossos shows, que continuaremos a fazer. Com esses personagens nos palcos, no cinema de animação e em outras formas de expressão artística, poderemos levar a um público muito maior nossas músicas e nossos conteúdos, de forma criativa e acessível”.

“Ficamos sempre muito felizes quando recebemos em nosso palco espetáculos como esse de grande importância nacional. Aqui, especificamente, acolhemos nossos pequeninos – as crianças de alma, na certeza de oferecer aprendizado lúdico, beleza e qualidade”, comentou a diretora do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira

Quer saber mais sobre o Palavra Cantada? Acesse @palavracantada no Instagram.

Serviço:

Espetáculo de bonecos “As aventuras de Pauleco e Sandreca no Planeta Água”
Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Sábado (2), às 18h

Ingresso neste link: https://www.sympla.com.br/evento/as-aventuras-de-pauleco-e-sandreca-no-planeta-agua/1602552

Domingo (3), às 17h

Ingresso neste link: https://www.sympla.com.br/evento/as-aventuras-de-pauleco-e-sandreca-no-planeta-agua/1602684

Classificação: Livre.

Duração: 60 minutos

Crianças de até 2 anos, de colo, acompanhadas de algum responsável, não pagam

Ingressos sem lugar marcado. Ocupação do teatro por ordem de chegada.

Com informações da assessoria

Fonte: ALMT

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