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Opinião

Artigo de opinião – Como produzir?

Publicado

Chamamos de artigo de opinião o texto em que, segundo seu próprio nome já diz, o autor pode emitir sua opinião diante de alguma temática que seja do interesse de muitas pessoas, podendo gerar polêmicas. Por ser um texto dissertativo argumentativo, o escritor deve, além de expor sua opinião, sustentá-las por meio de informações que sejam admissíveis e coerentes.

Polêmica

Esse tipo de texto normalmente é visto acompanhado de uma grande polêmica em jornais, revistas, TV, entre outros, de forma que espectadores e leitores poderão criar suas opiniões com base na argumentação do autor.

É preciso, no entanto, preparar-se antes de produzir artigos de opinião, pois, nesse tipo de escrita, usa-se de argumentos para tentar convencer o interlocutor com base em informações verdadeiras e opiniões. Apesar disso, em argumentações a contestação é muito fácil.

Artigo de opinião

Foto: depositphotos

Como produzir bons artigos de opinião?

É preciso que, antes de escrever um artigo de opinião, você leia vários pontos de vista sobre determinado assunto e anote os argumentos que batam com sua opinião. Eles poderão vir a ser úteis na composição de seus fundamentos para o seu ponto de vista. Além disso, leve em consideração sempre quem irá ler a sua produção, pois só assim você poderá usar a linguagem adequada ao gênero e perfil do leitor. Entre os argumentos anotados, escolha, finalmente, alguns que possam fundamentar a ideia principal e desenvolva-os.

O enunciado tem que ser capaz de expressar a opinião e a ideia principal que será defendida no texto. Lembre-se de criar um título que consiga instigar o leitor a continuar a leitura. Para finalizar o texto, procure retomar o que foi exposto ou ainda confirmar a ideia principal, podendo ainda fazer uma citação de algum escritor ou uma personalidade importante da área que esteja relacionada ao assunto tratado.

A formatação deve ser feita em colunas e, entre elas, coloque um trecho importante e pequeno do seu texto como uma chamada. Quando terminar, sempre faça uma boa revisão relendo atentamente. Preste atenção em seu posicionamento: ele foi desenvolvido de maneira clara e bem fundamentado? É preciso observar ainda se a linguagem está adequada ao gênero, se o texto possui título convidativo e se a linguagem foi persuasiva o suficiente.

Como argumentar?

Para elaborar bons argumentos dentro de um artigo de opinião, você pode usar relações entre causa e consequência; comparações entre épocas e lugares; retrocesso por meio da narração de um fato; antecipação de uma possível crítica do leitor, de forma que você apresente antecipadamente os contra-argumentos e os rebata; produção de afirmações de efeito e estabelecimento de interlocução com o leitor.

Sobre o autor

Formada em Letras (Licenciatura em Língua Portuguesa e suas Literaturas) pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), com certificado DELE (Diploma de Español como Lengua Extranjera), outorgado pelo Instituto Cervantes. Produz conteúdo web, abrangendo diversos temas, e realiza trabalhos de tradução e versão em Português-Espanhol.

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Nova Xavantina

OPINIÃO – Corrida Eleitoral 2020 em Nova Xavantina

Publicado

Nove meses antes das eleições municipais de 2020, a campanha eleitoral para prefeito de Nova Xavantina, começa a tomar forma.

Por: Wande Alves Diniz (*)

No início da corrida eleitoral para a sucessão do atual prefeito João Cebola, pelo menos 06 (seis) nomes apareciam como pré-candidatos a prefeito de Nova Xavantina, entre eles e cotados como favoritos, apareciam o nome do empresário Márcio Caetano (Marcinho da Bateria) e do vereador João Machado Neto (João Bang), além do empresário Sávio Carvalho, do agricultor Endrigo Dalcin, do empresário Nico do leilão e como uma novidade apareceu o nome do empresário Francy da FCL.

No correr do ano de 2019 outros nomes foram citados como o do produtor rural Pedro Neto e da pecuarista e empresária e Carla Santini, da Noidore Armazéns Gerais, no entanto, com retorno da família Pazetto para Nova Xavantina, surgiu o nome de Vanusa Pazetto, que, ao meu ver, modificou os planos de muitos pré-candidatos a prefeito. O ex prefeito Robison Pazetto e Vanusa, logo após o fim do mandato transferiram sua residência para Cuiabá, onde permaneceram até a conclusão da faculdade dos filhos e com o fim dos estudos dos filhos, retornaram para Nova Xavantina, onde sempre tiveram residência.

Próximo do final do ano de 2019 o pré candidato Marcinho Caetano anunciou a sua desistência, fortalecendo a candidatura de Vanusa e criando um impasse para o grupo liderado pelo atual prefeito, que, aparentemente, ficou sem nome para disputar a sua sucessão. Um dos motivos para a falta de um nome, provavelmente, seria porque, tanto Marcinho quanto qualquer outro nome do grupo do atual prefeito Cebola aceitariam participar da eleição apenas no caso de uma  candidatura única, o que é improvável, ao menos neste primeiro momento.

O empresário Francy da FCL já publicou sua decisão de não ser mais candidato a prefeito e busca apoio para emplacar o seu nome como vice de Vanusa, enquanto o produtor rural Pedro Neto e a empresária Carla Santini buscam formar uma coalizão em torno do nome que se destacar, dentro do grupo, nas pesquisas a ser realizada entes das convenções que acontecerá em julho.

Por sua vez o vereador João Bang se mantém firme no desejo de ser candidato a prefeito em Nova Xavantina, e, para ver o seu sonho realizado está articulando a sua candidatura. Comenta-se nos bastidores que até mesmo a maioria dos prováveis candidatos ao cargo de vereador de seu partido vão apoiar Vanusa, o que, sem dúvida, poderá desmontar o projeto de ser prefeito de Nova Xavantina.

Comenta-se, ainda, nos bastidores da política que o atual prefeito João Cebola poderá indicar o candidato a vice de Vanusa, e, se isso ocorrer, poderá desestimular e desarticular os projetos do vereador João Bang, podendo, inclusive, culminar com a candidatura única de Vanusa. Passarinhos cantam o nome do empresário Nico do NX Leilões ou do pastor Divino Elias da Igreja Assembleia de Deus como o vice de Vanusa. João Bang afirma, no enanto, que será candidato a prefeito em qualquer situação.

Para as vagas de vereadores a situação será bem diferente, e, em razão das novas regras eleitorais, Nova Xavantina poderá ter o menor número de candidatos da história porém, isso é o tema de uma nova matéria.

É assim que penso.

(*) Wande Alves Diniz é jornalista e advogado em Nova Xavantina. [email protected] 

 

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Agro News

Junto com o produtor!

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Junto com o produtor!

 

Créditos: Ascom Aprosoja

04 de Fevereiro de 2019

 

A cada safra o produtor rural vive um novo desafio. Por mais que haja planejamento, investimento em tecnologia, gestão eficiente, o produtor lida, diariamente, com uma série de expectativa, pressão, incerteza, insegurança. Seja por causa da instabilidade climática, da variação de mercado, e tantos outros fatores, uma safra nunca é igual a outra.

Nesta safra a situação se tornou ainda mais difícil. Em meio ao plantio e, mais recentemente, à colheita, enfrentamos uma batalha, mas em outro campo: o político. Começamos em outubro de 2018, logo após as eleições, a árdua tarefa de tentar mostrar ao então governador eleito, o empresário da indústria Mauro Mendes, os impactos negativos para a produção agropecuária e, consequentemente, para a economia mato-grossense, caso houvesse alteração nas alíquotas do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab).

A preocupação maior era que não se tratava apenas de cobrar mais dos produtores, mas sim de diminuir sua capacidade de investimento e, logo, reduzir significativamente a movimentação financeira em setores importantes da economia como o diesel, máquinas, e demais insumos que geram ICMS para o Estado de Mato Grosso. Porém, no início de janeiro, o já governador empossado Mauro Mendes e sua equipe econômica relutavam em enxergar isso.

Após inúmeras reuniões, audiências, debates, logo no início deste ano sofremos o duro golpe com a aprovação, pela Assembleia Legislativa, e a publicação da lei nº 10.818, de 28 de janeiro de 2019.  Se o produtor mato-grossense já padecia com uma política tributária fora da realidade – se comparada a de outros estados produtores -, a nova lei veio para nos fazer repensar até mesmo os rumos da produção agrícola do estado.

Reduzir área plantada? Desistir de algumas culturas como o milho? Não sabemos ao certo ainda, mas a movimentação já começou. Porém, quando falamos em repensar a produção agrícola nos referimos também a forma como temos nos posicionado perante à sociedade, à classe política e até aos próprios produtores. Enquanto entidade de classe do setor, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) tem trazido este debate à tona.

Há 14 anos, que serão completados neste dia 4 de fevereiro, a entidade, que hoje congrega 5.500 associados – sendo a maior do Brasil – não se furta ao debate, ao embate e à discussão sobre os caminhos que o setor responsável pela produção de alimentos deve tomar. Foi o que fizemos agora, fizemos em outras situações e faremos quantas vezes forem necessárias.

Criada em fevereiro de 2005, desde então a Aprosoja busca, de forma coerente, representar os direitos, interesses e deveres dos produtores de soja e milho. E vamos além, promovendo ações de interesse coletivo, como os vários projetos nas áreas social, de sustentabilidade, de defesa e política agrícola.

Neste aniversário de 14 anos da Aprosoja, talvez o que mais temos a comemorar é justamente a capacidade do produtor rural de se reinventar. Vamos seguir fazendo o que melhor fazemos: cultivar a semente que se tornará alimento na mesa de bilhões.

Mas, além de estarmos junto com o produtor nestes 14 anos, queremos cada vez mais estar junto à sociedade conscientes de que cada um tem seu papel. Seguindo assim, produzir se tornará um ofício muito mais valoroso e motivo de orgulho não apenas para o nosso estado, mas para o nosso país. Que venham muitos outros anos de associativismo e união.

 

Fonte: ANTONIO GALVAN

Assessoria de ComunicaçãoContatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

 

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Opinião

Um crime insolúvel

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Gazeta Digital

Oscar D”Ambrosio

Divulgação

Embora pouco conhecida no Brasil, a norte-americana Lizzie Andrew Borden (1860 – 1927) é um mito na cultura popular dos EUA. É a protagonista do célebre duplo homicídio, a machadadas, de seu pai e sua madrasta num dia de calor sufocante, em 4 de agosto de 1892, em Fall River, Massachussets, EUA.

Principal acusada, Borden foi levada a julgamento e absolvida. Sem condenações, seu nome virou uma referência, principalmente pela repercussão na imprensa. O filme ‘Lizzie’, dirigido por Craig Macneill, com as competentes Chloë Sevigny, Kristen Stewart, enfoca o caso.

A presente versão toma várias interpretações históricas para criar uma própria versão, em que uma possível relação homossexual entre Lizzie e a empregada da casa seria um dos fatores a alimentar ainda mais o clima de ódio entre o pai, um tradicional patriarca, e a filha, que provavelmente sofria de epilepsia e tinha crises próximas da menstruação.

Esse universo de opressão e de tensões é desvendado com a descrição de outras variáveis, como um amigo do pai interessado em ficar com o patrimônio da família, a madrasta que fecha os olhos para as traições do marido com a empregada e a conservadora irmã mais velha de Lizzie. Tudo contribui para o mistério!

Oscar D’Ambrosio é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

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