conecte-se conosco


Esportes

Atlético-MG comemora aniversário de 112 anos com "hinaço" nas janelas

Publicado


.

O Atlético-MG comemora 112 anos nesta quarta feira (25). Entretanto, com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), a data vai ser lembrada com algumas restrições. Nada de jogo festivo, show com artistas famosos ou promoção para partidas da equipe. O Galo utilizou as redes sociais para convocar a torcida atleticana a vibrar de uma maneira diferente: “às 20h13min de hoje teremos o ‘hinaço’ do time”.

A convocação pede para que o torcedor vista a camisa alvinegra, dirija-se à janela e cante a plenos pulmões o hino do Atlético-MG, ou utilize som mecânico, instrumento musical ou até megafone. O horário de 20h13min lembra o ano da conquista do primeiro e único título da Libertadores da América, em 2013.

Ouça na Rádio Nacional

 

Além do aniversário, o atleticano pode ter outro motivo para comemorar. Durante o período de confinamento, em função do avanço da pandemia da covid-19, a TV Galo, canal oficial do clube, vem fazendo algumas entrevistas com jogadores e dirigentes. A última foi com o diretor de futebol Alexandre Mattos. Questionado sobre contratações, Mattos respondeu.

“Cada dia eu vejo um jogo do Atlético-MG dos últimos seis meses e o elenco não modificou tanto. Estou em contatos diários com o Sampaoli, hoje mesmo acordei com ele me ligando. Ele é muito intenso, é assim dentro e fora de campo. Tem uma ideia clara (de contratações), o Sampaoli já nos passou a ideia dele e obviamente que a gente faz o que é melhor para o Atlético-MG, sempre. Estamos no tempo ainda de entender tudo o que vai acontecer, obviamente em contatos, já pensando em possibilidades. São possibilidades importantes e pra isso a gente precisa entender o que vai acontecer no nosso cenário de futebol, de finanças, de tudo, para que a gente trabalhe sempre dentro daquilo que o nosso presidente designou de orçamento”.

Alexandre Mattos também se posicionou a respeito dos prós e contras da paralisação no planejamento do time.

“É difícil dizer isso agora porque a gente não sabe o tamanho da pausa. Ela pode ser longa ou curta. A gente precisa entender isso e a gente não tem uma noção ainda do que vai enfrentar. A verdade é que estamos parados e parado não é bom. O Sampaoli estava começando a colocar suas ideias e a gente teve que parar, obviamente por um motivo justo. Então a gente está tentando encontrar um caminho para fazer o planejamento fora de campo e ter tempo quando voltar para que o Sampaoli coloque em prática aquilo que ele sabe muito bem fazer”.

Enquanto o Atlético-MG não entra em campo e não define as contratações, o torcedor do Galo, por enquanto, faz a festa da janela de casa.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
publicidade

Esportes

Com jogos suspensos, capitães de times das séries C e D recorrem à CBF

Publicado


.

Os capitães dos clubes que disputam as séries C e D do Campeonato Brasileiro pediram à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por meio de abaixo-assinado, apoio financeiro durante a suspensão das competições nacionais, por tempo indeterminado, em função do combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os torneios estavam previstos para começar no primeiro fim de semana de maio.

No documento, os capitães de 68 times da quarta divisão solicitam à CBF uma cota financeira de participação às equipes, como ocorre nas séries A e B, e a manutenção da forma de disputa. O abaixo-assinado explica que, diferentemente de outros anos, a edição 2020 da Série D contemplará um calendário mais extenso. Se em 2019 o torneio acabou em meados de agosto, desta vez, a previsão é ir até novembro, “possibilitando a mais de dois mil atletas, pais de família, emprego durante toda a temporada”.

Ouça na Rádio Nacional

 

Na primeira fase, por exemplo, serão 14 jogos por equipe. Na competição passada, foram seis. Ou seja, para mais da metade dos participantes, o Brasileirão já tinha acabado com menos de um mês de bola rolando. “Desta vez, a fase de grupos traria uma garantia de pelo menos três, quatro meses de contrato a esses trabalhadores”, destaca à Agência Brasil o advogado Filipe Rino, que auxilia os atletas da Série D. “Em virtude dessa pandemia, não sabemos como ficará a situação no Brasil e no mundo. Por isso, os atletas pedem que, a princípio, não seja alterada a fórmula, que melhorou muito, ficou compatível”, completa.

A outra solicitação, de caráter financeiro, considera a baixa arrecadação dos times da Série D, acentuada com o período sem futebol e sem previsão de volta às atividades, “o que acarreta sérias dificuldades de arcar com o pagamento de nossa remuneração (salários e direitos de imagem) e encargos trabalhistas” de acordo com o abaixo-assinado. “Se os clubes (…) não tiverem o mínimo suporte neste momento tão delicado, nossos empregos correm sérios riscos, o que causaria danos sociais irreparáveis”, continua o documento.

final_serie_d_2019_jogo_da_voltafinal_serie_d_2019_jogo_da_volta
Jogo da volta da final série D do Brasileirão 2019, entre Manaus e Brusque. – Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados

A estimativa é que a folha salarial mensal dos times da quarta divisão nacional seja, em média, de R$ 120 mil, com os salários dos atletas, também em média, na casa dos R$ 4 mil. “Os jogadores solicitam que a CBF auxilie os clubes de alguma forma, para que eles tenham a condição financeira de pagar os funcionários. Protocolamos o documento e estamos aguardando resposta”, explica Rino.

Na Série C, se a princípio não há temor de mudança na forma de disputa – a principal mudança foi a disputa de dois quadrangulares na segunda fase, ao invés de mata-mata -, a preocupação financeira é a mesma. O documento assinado pelos capitães dos 20 times participantes destaca o apoio que as equipes recebem da CBF “quanto à logística das partidas (viagens e hospedagens)”, mas, alerta que “para os clubes e atletas que disputam a Série C, (os impactos da suspensão por tempo indeterminado) serão ainda mais graves, pois são muito mais suscetíveis aos danos causados pelas perdas geradas pela suspensão, e pelo ônus de arcar com seus compromissos durante a paralisação”.

O abaixo-assinado cita a “iminência de uma crise sem precedentes que pode gerar abalos severos às vidas de inúmeras famílias” e pede à CBF “doação de recursos para os clubes da Série C, com destinação exclusiva de manter em dia o pagamento dos salários e imagens dos seus atletas, a fim de auxiliar, ou ao menos minimizar, os impactos financeiros advindos desta enorme crise mundial, considerando que são os atletas os principais protagonistas, sem os quais não haveria o espetáculo do futebol e, neste momento, potencialmente mais atingidos, vista a nossa notória hipossuficiência (carência financeira)”.

 

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Dirceu Pinto, bicampeão paralímpico, morre aos 39 anos

Publicado


.

Dono de quatro medalhas de ouro paralímpicas na bocha, o paulista Dirceu José Pinto faleceu nesta quarta-feira (1º) em Mogi das Cruzes (SP). A morte foi anunciada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (Ande), entidade que cuida da modalidade no país.atleta foi internado na noite de ontem (31) com insuficiência cardíaca, devido ao processo degenerativo de sua distrofia, e não resistiu.

Considerado o maior nome da bocha adaptada no Brasil, Dirceu era nadador até descobrir uma doença degenerativa muscular, uma distrofia na região da cintura (coxa e abdome). O esporte que passou a praticar em 2002 o ajudou na transição para a cadeira de rodas. Na classe BC-4 (atletas cadeirantes, cuja lesão é de origem não cerebral, que não recebem assistência nas partidas), foi duas vezes campeão paralímpico individual e duas vezes de duplas nas Paralimpíadas de 2008 (Pequim, China) e 2012 (Londres, Reino Unido). Nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, levou a prata nas duplas mistas. Ele também subiu três vezes ao pódio em Mundiais: duas vezes no topo (2010) e uma vez em segundo lugar (2014).

Amigos e atletas lamentaram o falecimento de Dirceu pelas redes sociais. “Não dá para acreditar que você se foi”, publicou Evani Calado, campeã paralímpica de bocha por equipes nos Jogos do Rio. “Sempre lembrarei de você com essa alegria que contagiava a todos ao seu redor, com essa garra que inspirou e inspira o mundo afora” escreveu Natali Faria, também da seleção brasileira da modalidade. “O CPB envia seu mais profundo sentimento à família e amigos enlutados e compartilha da dor e da tristeza com os mesmos”, declarou o Comitê Paralímpico Brasileiro em nota oficial publicada no site da entidade.

Adversários e admiradores do exterior também se manifestaram, como Marco Dispaltro, da seleção canadense de bocha. “Quando comecei a jogar, pedi a meu técnico para mostrar vídeos do melhor jogador do mundo. O jogador era Dirceu. Estudei seus movimentos, sua atitude, estratégia… Ele foi meu primeiro professor. Foi um guerreiro dentro e fora de quadra, nunca desistiu. Para mim, será sempre o G.O.A.T. (sigla em inglês que significa Greatest of All Time, ou “melhor de todos os tempos)”.

“Um cavalheiro dentro e fora da quadra. Disputamos algumas finais juntos e ele foi o único que nunca consegui vencer, tamanha eram suas qualidade e determinação”, escreveu Steph McGuire, maior nome da bocha adaptada no Reino Unido.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Clubes cariocas se unem para arrecadar recursos em prol da Fiocruz

Publicado


.

Os tradicionais clubes de futebol do Rio de Janeiro – Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo – uniram-se à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)  para enfrentar a pandemia do novo coronavirus (covid-19). O mote da companha é: ‘Contra a Covid-19 é torcida única’. O objetivo é arrecadar recursos para a instituição, criada há 120 anos, que está na linha de frente do combate à disseminação da covid-19. 

O valor arrecadado servirá à produção de kits para diagnóstico, pesquisas, no atendimento a doentes graves no centro hospitalar – em construção na sede da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro  – e também em ações de apoio comunitário. 

Por meio do site futebolxcovid19.com.br o interessado em participar da campanha preenche um rápido cadastro, seleciona o time de coração e doa a quantia que quiser.

Nesta partida pela vida, a torcida é única. Os cariocas esperam que outras grandes equipes também participem desta jogada de solidariedade.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
Continue lendo

Nova Xavantina

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana