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Augusto Nunes diz não se arrepender da agressão: “reagi como qualquer homem”

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Augusto Nunes agrediu o diretor do The Intercentp Glenn Greenwald ao vivo no programa Pânico.

O jornalista Augusto Nunes agrediu na manhã desta quinta-feira (7) o diretor do The Intercept Brasil, Glenn Greenwald , durante o programa Pânico e disse que não se arrepende ‘nem um pouco’ porque foi agredido verbalmente primeiro. 

“Eu fui insultado moralmente. Aí adverti para que ele não usasse a palavra ‘covarde’, que é insultuosa, que é grave. Adverti cinco vezes, ele insistiu. Eu tinha duas opções: ou reagir com altivez ou engolir o insulto. Não tive alternativa”, disse à Folha de São Paulo. 

Leia mais: “Eu disse que ele é covarde, e estou falando de novo”, diz Glenn sobre Nunes

Augusto Nunes disse ainda que ‘reagiu como qualquer homem reagiria’. “O agredido fui eu. Eu reagi a uma agressão. Me sinto completamente tranquilo. Saí de lá [do estúdio] em paz comigo mesmo. Não havia o que fazer”, esclareceu. 

Nunes esclareceu ainda que comentário feito sobre os filhos de Glenn foi ironia. “Onde eu propus, como ele disse, que ele perdesse a guarda das crianças? Tudo é ilação. Eu disse a ele: ‘Prove que eu disse isso, prove que eu sugeri que fosse retirada a guarda das crianças’. Foi um comentário irônico. 

Briga ao vivo

O jornalista Glenn Greenwald foi convidado para participar do programa Pânico na manhã desta quinta-feira (7). Ao chegar no estúdio, o diretor do The Intercept soube que Augusto Nunes estaria dividindo a bancada. 

Leia também: Além de Carlos Bolsonaro, veja quem mais apoiou a agressão de Nunes a Glenn

Nos primeiros minutos de programa, Glenn comentou que Nunes teria usado os filhos para criticá-lo. Augusto rebateu, dizendo que se tratava de um comentário humorado. 

Em reação, Glenn o chamou de covarde. Augusto agrediu Glenn, que tentou se defender. A produção do programa interferiu, apartando a briga.


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Ministro Ricardo Salles faz licitação de R$ 1 milhão para carros blindados

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Ministério do Meio Ambiente solicita verba de R$ 1 milhão para carros blindados

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lançou edital, nesta segunda-feira (01), para a locação de carros blindados no valor de R$ 1.028.090,25.

A medida, segundo o próprio ministério, é para garantir a segurança de Salles, já que o mesmo afirma estar sendo alvo de ameaças.

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“Ao desempenhar suas atividades laborais, o senhor ministro teve sua integridade física ameaçada, bem como a dos integrantes de sua comitiva​”, argumenta o Ministério do Meio Ambiente ao justificar a necessidade dos carros blindados.

O carro é para se descolar em Brasília e deve ser um SUV (veículo esportivo). Segundo as especificações exigidas no termo de referência, o utilitário dever ser a diesel, com tração nas quatro rodas, câmbio automático, bancos de couro, GPS, câmera de ré, entre outras características, como vidros e travas elétricas.

Além do carro de Brasília, o edital ainda inclui aluguéis eventuais de veículos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Sem dar muitos detalhes, o ministério do Meio Ambiente afirmou que o primeiro episódio de ameaça aconteceu em 27 de fevereiro do ano passado, em Porto Seguro, na Bahia.

Saiba mais:  Órgão do MPF recomenda investigação contra Salles por crimes de responsabilidade

Além disso, segundo a requisição, grupos ‘terroristas’ já ameaçaram matar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), bem como dois de seus ministros, Damares Alves e Ricardo Salles.

Ainda segundo o termo de requisição, a PF já apura os casos de ameaças e orientou a pasta a “reforçar as medidas de segurança do senhor ministro”.

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Brasil ainda não enfrentou o pior da pandemia, afirma OMS

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O Brasil está entre os que têm registrado os maiores aumentos diários de casos da doença, com transmissão ainda fora de controle


O pior lado da pandemia de coronavírus ainda vai chegar ao Brasil, afirmou nesta segunda (1º) o diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan.

Segundo noticiado pela Folha de S. Paulo, Ryan disse que o Brasil – além de outros países da América Central e do Sul- está entre aqueles que apresentam os maiores aumentos diários de casos da doença, sendo transmitido sem controle.

“Claramente, a situação em alguns países sul-americanos está longe da estabilidade. Houve um crescimento rápido dos casos e os sistemas de saúde estão sob pressão”, declarou o diretor-executivo. Ryan ainda afirmou que o pico do contágio se aproxima, mas “no momento não é possível prever quando chegará”.

Ele explicou que o Brasil e outros países latino-americanos ainda são ameaçados pelo vírus, que ainda pode causar colapso em seus sistemas de saúde. 

Até domingo (31), o Brasil tinha 514.849 casos confirmados de coronavírus e 29.314 mortes, com 480 novos mortos nas 24 horas anteriores. 

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Projeto que cria a Lei das Fake News pode ser votado nesta terça pelo senado

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Senado pode votar nesta terça projeto para a criação da lei das fake news

Nesta terça-feira (02), o Senado vai votar o projeto de lei que cria a ‘Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet’, chamada de lei das  fake news.

A proposta de lei é para dar mais autenticidade às pessoas que utilizam as redes sociais, a fim de desestimular o potencial abuso ou manipulação de conteúdo para prejudicar pessoas ou propagar notícias falsas.

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O projeto é de autoria do Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e dos deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tábata Amaral (PDT-SP).

Dentre as regulamentações estão: as plartaformas devem gerar relatórios detalhados das atividades; mostrar perfil que podem ser bots (perfis de robôs que simulam um perfil real); e mostrar correções de notícias falsas por meio de agências verificadoras.

Além disso, o texto prevê que a plataforma não possa excluir o conteúdo classificado como falso, mas sim aplicar uma verificação do mesmo, além de notificar o usuário para permitir que ele possa se manifestar sobre a decisão da plataforma. Atualmente, conteúdos considearados fake news são excluídos automaticamente do perfil do usuário.

Saiba mais:  Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

“É um projeto técnico, que cuida das ferramentas que são utilizadas sem criminalizar e sem causar nenhum tipo de risco de censura. Nós preservamos o direito à livre expressão das pessoas, mas buscamos a responsabilização pelos seus atos. É muito importante cuidar disso e cuidar também da responsabilidade das plataformas que, afinal de contas, ganham bilhões com todo esse trânsito de dados em suas redes”, afirmou Alessandro Vieira ao site da Agência Senado.

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