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Auxílio emergencial vai até dezembro e muitos ficarão sem parcelas; entenda

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Reprodução/TV Brasil

Paulo Guedes e Jair Bolsonaro em anúncio da ampliação do auxílio emergencial: Apenas beneficiários do Ciclo 1 receberão todas as parcelas

A maior parte dos beneficiários do  auxílio emergencial  não receberá todas as  nove parcelas do governo – cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300. Apenas o grupo que faz parte do Ciclo 1, os primeiros a se inscrever no auxílio, vão receber todas as parcelas. A informação foi confirmada pelo Ministério da Cidadania em nota ao IG .

“Serão pagas até quatro parcelas do novo valor. Contudo, o benefício acaba em dezembro deste ano, ou seja, quem começou a receber o auxílio emergencial em abril, terá direito às quatro parcelas. Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito a apenas uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro “, disse o Ministério da Cidadania, na nota.

O auxílio será pago até o dia 31 de dezembro, data de corte do benefício. Apenas parte dos beneficiários (quem pertence ao Ciclo 1), terá todas as parcelas. Outra parte (quem pertence aos Ciclos 2, 3 e 4), não receberá todas as parcelas do auxílio emergencial.

Benefício residual

O Ministério respondeu também com um trecho da Medida Provisória 1.000/20, da prorrogação de R$ 300 do auxílio: “O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas.”

Nos últimos meses, por coletivas de imprensa, o presidente da Caixa Econômica Federal instruía o público a fazer a inscrição no auxílio até o dia 2 de julho, data em que as inscrições se encerraram. 

Promessa descumprida

Pedro Guimarães dizia que todos os beneficiários receberiam todas as parcelas, independentemente da data de entrada no programa. Mas a promessa foi descumprida pelo governo com a Medida Provisória da prorrogação de R$ 300.

Na redes sociais, os beneficiários do auxílio emergencial demonstraram revolta sobre a desigualdade no recebimento da renda do governo. Isso porque quem começou a receber o auxílio logo no início do programa terá, ao todo, um amparo financeiro maior pelo governo federal do que o resto dos beneficiários.

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Reprodução Facebook

Beneficiários reclamam que apenas o primeiro público do auxílio receberá todas as parcelas


Descubra de qual Ciclo do auxílio emergencial você faz parte e quantas parcelas você receberá:

Ciclo 1: beneficiário que recebeu a primeira parcela em abril e, ao todo, receberá todas as nove parcelas até dezembro (cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300);

Ciclo 2: quem recebeu a primeira parcela em maio e, ao todo, receberá oito parcelas (cinco de R$ 600 e três de R$ 300);

Ciclo 3: quem recebeu a primeira parcela em junho e, ao todo, receberá sete parcelas (cinco de R$ 600 e duas de R$ 300);

Ciclo 4: quem recebeu a primeira parcela em julho e, ao todo, receberá seis parcelas (cinco de R$ 600 e uma de R$ 300).

Clique aqui e confira os calendários atuais do auxílio, com a divisão de Ciclos.

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Economia

‘Auxílio emergencial paulistano’: Câmara dos vereadores votou medida nesta terça

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Câmara Municipal de São Paulo

Vereador Eduardo Suplicy (PT): projeto de lei 620/2016, de Renda Básica de Cidadania, foi discutido; sessão terminou sem conclusão

Na tarde desta terça-feira (20), a Câmara dos vereadores da cidade de São Paulo votou um projeto similar ao  auxílio emergencial – o Renda Básica Emergencial, de autoria do vereador Eduardo Suplicy (PT). O projeto de lei 620/2016 visa fornecer parcelas de R$ 100 a população de baixa renda da cidade por três meses, mas a votação terminou sem conclusão, que deve ser retomada na quinta-feira (22).

A votação foi polêmica, já que houve um substitutivo. A pauta desta terça seria sobre o projeto de lei 207/2020, mas o texto a ser votado foi mudado para o 620/2016. O projeto de 2016 foi proposto por Suplicy na época do governo municipal de Fernando Haddad (PT). Vereadores do PT demonstraram insatisfação sobre a mudança em cima da hora.

“Em virtude da pandemia, eu apresentei o projeto 207/2020, que prevê que se possa prover a todas as pessoas das famílias que estão no programa Bolsa Família, assim como os vendedores ambulantes que estão no PTU e no Tô Legal, o direito de receber, cada pessoa, R$ 100 por mês”, disse Suplicy.

No entanto, a proposta votada nesta terça, a 620/2016, dizia que o valor seria por família, com no máximo dois adultos recebendo.

Confira os pontos que foram propostos na votação de hoje sobre o ‘auxílio emergencial paulistano’, o Renda Básica Emergencial:

1. Recebem pessoas participantes do Bolsa Família e do CadÚnico;

2. Recebem pessoas do ramo do comércio informal, cadastrados no sistema Tô Legal de comércio ambulante, mesmo que não estejam no Bolsa família mas atendam os requisitos do BF;

3. R$ 100 serão pagos a maiores de 18 anos, salvo no caso de mães adolescentes;

4. O benefício será pago por 3 meses;

5. Até 2 membros por família podem receber;

6. Família monoparental (com apenas 1 mãe chefe de família ou apenas 1 pai chefe de família) com dependentes menores de idade receberá cota dupla, R$ 200;

7. O recebimento será feito mensalmente por crédito no Bolsa Família, pago junto com o programa;

8. Caso seja prorrogada a calamidade pública, o pagamento do benefício poderá ser prorrogado observando disponibilidade financeira de São Paulo;

9. A lei entra em vigor na data de sua publicação.

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Economia

KLM completa o 100º voo com suprimentos médicos para pandemia em aviões de passageiros

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Contato Radar

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Lucas Marques

KLM completa o 100º voo com suprimentos médicos para pandemia em aviões de passageiros

Desde o início da pandemia, as companhias aéreas tiveram que se adequarem ao “novo normal” temporário. Com a diminuição de voos que chegaram a mais de 95% em alguns casos, a solução encontrada foi transportar suprimentos médicos para pandemia nos aviões de passageiros. Assim, todas as caixas são acomodadas nos assentos com proteção.

No Brasil, as companhias LATAM e Azul, foram as responsáveis por conectar com o principal país fornecedor, a China. Foram dezenas de voos ligando a China com o Brasil para buscar equipamentos de proteção individuais, como máscaras faciais, e também de testes rápidos. O Contato Radar teve a oportunidade de acompanhar um dos voos da LATAM, clique aqui e confira .

A companhia holandesa KLM, completou na última quinta-feira (15) o seu 100º voo nesse padrão. Para o voo, foi utilizado um de seus Boeing 747-400, que não voará mais com passageiros. Pieter Elbers, CEO da KLM, esteve a bordo do voo, que ligou Xangai com Amsterdã.

“A crise que afeta a nós e ao setor de aviação é incomparável e a KLM está enfrentando desafios enormes. Na minha opinião, o conceito Cargo-in-Cabin simboliza a resiliência, criatividade e flexibilidade dos nossos colaboradores, que trabalham dia após dia para manter o nosso modelo de negócio operacional. Quando tivemos dezenas de aeronaves estacionadas por semanas a fio e, como resultado, menos capacidade, nossa divisão de Cargas fez de tudo para atender à crescente demanda por suprimentos médicos. Dezenas de milhões de produtos foram transportados com segurança e eficiência em assentos de passageiros nos últimos meses. Gostaria de agradecer a todos os funcionários da KLM que trabalharam tanto para tornar isso possível”, disse o executivo.

Semanalmente, cerca de sete voos Cargo-in-Cabin partem para Xangai. Mais de 90% da carga da aeronave consiste em máscaras faciais. Além disso, outros suprimentos médicos, incluindo luvas cirúrgicas e aventais, são levados de volta. No total, a KLM transportou até agora mais de 80 mil caixas e mais de 85 milhões de máscaras faciais. Além de sua contribuição humanitária, aproveitar o conceito Cargo-in-Cabin durante um período de crise tem sido a maneira perfeita de gerar renda extra. Também serve para ilustrar o quão inovadora e flexível a KLM Cargo tem sido durante esta crise sem precedentes.

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Ministério da Infraestrutura inicia fusão de estatais; veja mudanças

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Agência Brasil

ferrovias
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Empresas estatais de transportes e de ferrovias serão unidas

O Ministério da Infraestrutura (Minfra) anunciou o início do processo de unificação de duas empresas estatais com sobreposição de finalidades: a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) – que realiza estudos técnicos para  concessões de transportes – e a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S/A – responsável pelas ferrovias brasileiras. Ambas terão funcionários e atribuições incorporados à nova empresa, que será chamada Infra S.A.

“A implantação da Infra S.A., que vai incorporar a Valec e a EPL, fará o Minfra deixar de ter duas empresas dependentes do Tesouro Nacional e que apresentam prejuízo acumulado para o surgimento de uma nova, que vai reduzir custos de funcionamento, ser autossuficiente e competitiva, aumentar a produtividade e ampliar a eficiência na estruturação de projetos de infraestrutura, sempre pensando a logística de transportes, estruturando o futuro, sem qualquer descontinuidade ao que está em andamento atualmente”, informou Marcelo Sampaio, secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura.

O plano de fusão das estatais deverá ser apresentado no prazo de 90 dias e a previsão é que todo o processo seja concluído em 270 dias. Durante o prazo inicial, consultores apresentarão os resultados do modelo de funcionamento da Infra S.A., com padrões para a governança do projeto e o alinhamento estratégico com os principais executivos das empresas.

Segundo a pasta, avaliações trimestrais serão feitas para acompanhar o desenvolvimento e a performance da nova estatal. A empresa responsável pela unificação, a Consultoria Falconi, prevê uma empresa mais enxuta com os cortes de gastos administrativos, e mais ágil, com investimentos em conhecimentos gerenciais e técnicos para os funcionários. A projeção também cita ganhos de eficiência e aumento de produtividade para a Infra S.A.A criação da Infra S.A. é a primeira investida do governo federal em fusão de estatais.

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