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Avallone alerta para continuidade da luta pela ferrovia em Cuiabá

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Ao mesmo tempo em que comemorou a assinatura, esta semana, da renovação antecipada da concessão da Malha Paulista, o deputado Carlos Avallone (PSDB) alertou para a necessidade de reforçar a união da sociedade para assegurar a extensão dos trilhos a Cuiabá. “Precisamos continuar atuando com firmeza nesta causa que é um sonho de todos os mato-grossenses e interessa especialmente à baixada cuiabana, que terá sua economia revitalizada com a chegada do trem. Agora é o momento da decisão, de assegurar definitivamente a ferrovia, com a construção de um terminal rodoferroviário na grande Cuiabá”, destacou Avallone. 

A renovação antecipada foi assinada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Ministério da Infraestrutura (Minfra) e a concessionária  Rumo, após quatro anos de tratativas entre governo federal, empresa e órgãos de controle. O objetivo é a expansão e melhoria da Malha Paulista e das demais malhas ferroviárias interligadas. A ferrovia que corta o estado de São Paulo, se liga à malha ferroviária mato-grossense e a renovação era uma das condicionantes para a expansão dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá – a cargo da concessionária Rumo, a maior operadora de ferrovias do país.  

VIABILIDADE

A viabilidade da construção do terminal na Grande Cuiabá, foi confirmada pela concessionária Rumo no dia 9 de  julho do ano passado, na sede da Fiemt, durante audiência pública requerida pelo deputado Avallone, e renovada em vários outros contatos com a classe política. 

“Nosso estudo de viabilidade econômica para a chegada da ferrovia até Cuiabá detectou que a cidade tem uma grande capacidade de cargas. Existe um potencial de 20 milhões de toneladas por ano consumidas aqui em Cuiabá que vêm, sobretudo, do estado de São Paulo e poderiam sim vir sobre trilhos. Então, temos expectativa que a ferrovia em Cuiabá possa atender essa demanda reprimida”. Esta afirmação foi feita na ocasião pelo diretor institucional da Rumo Logística, Guilherme Penin, na presença de mais de 150 pessoas entre autoridades, empresários industriais e do agronegócio, deputados e senadores.

“Não podemos permitir que esta luta histórica seja prejudicada,  em detrimento das necessidades da população da Capital. Uma luta que começou em 1975 quando o senador Vicente Vuolo apresentou o projeto de construção da ferrovia interligando Rubinéia (SP), Aparecida do Taboado (MS), Rondonópolis e Cuiabá (MT). Desde então boa parte da classe política vem se dedicando a este projeto, com o apoio decisivo de governadores como Mário Covas (SP) e Dante de Oliveira (MT) e todos que o sucederam, bem como de ex-presidentes que tiveram atuação decisiva. Uma luta que foi mantida graças ao trabalho incansável do Fórum Pró-Ferrovia, de deputados estaduais e federais e de senadores como  Wellington Fagundes, Presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura e de Jayme Campos.

“A renovação da Malha Paulista, colocada como condição pela Rumo para expandir  a ferrovia para a Capital e o interior, teve o apoio de toda a classe política de Mato Grosso e esperamos a confirmação da decisão de construir o terminal em Cuiabá. Em três ou quatro anos nós teremos na Grande Cuiabá um novo terminal que vai trabalhar com contâineres com produtos e mercadorias vindos da região Sul. Esta será a carga de retorno dos trens que descem para o litoral com produtos agrícolas embarcados na região Norte, em Lucas do Rio Verde”, explicou Avallone.  

O deputado Carlos Avalone destacou que a Vicente Vuolo é a ferrovia da Baixada Cuiabana. “O terminal de Rondonópolis gera 4 mil empregos diretos, além de aquecer a economia de toda a região. O terminal em Cuiabá significará desenvolvimento, geração de novos empregos, atração de indústrias e comércios, prestação de serviços de todo tipo”, finalizou.
 

Fonte: ALMT

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Etapa on-line do Bazar da Assembleia Social arrecadou mais de R$ 7 mil

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Foto: Karen Malagoli

Mais de R$ 7 mil foram arrecadados na etapa on-line do Bazar da Assembleia Social, em apenas três dias, um sucesso surpreendente. E todo recurso já foi depositado diretamente para a entidade filantrópica beneficiada: as Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda.

Com a antecipação do fim do bazar on-line, a etapa presencial também será antes: dia 5 de outubro, das 16h às 22h, no estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, a céu aberto.

O Bazar da Assembleia Social já é reconhecido por oferecer roupas, calçados, acessórios e brinquedos em excelente estado, a baixo custo, com renda vertida para alguma instituição filantrópica. Mas precisou ser repensado para garantir a segurança na pandemia: a etapa on-line previu agendamento de retirada e o bazar presencial será ao ar livre, respeitará o distanciamento das araras e terá controle de entrada.

Foram reservadas mais de três mil peças para a etapa presencial, com valor máximo de R$ 50, e todos os cuidados estão sendo tomados. “Nós teremos uma enfermeira do Qualivida [Superintendência de Saúde da ALMT] na entrada para medir a temperatura, todos os visitantes receberão luvas descartáveis, haverá totens com álcool em gel e nossa equipe está orientada a controlar o acesso às araras, além, é claro, do distanciamento. Nosso estacionamento é bem amplo e aberto”, explica o planejamento a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

A diretora está muito feliz com o sucesso da primeira etapa e convida o público também para a etapa presencial. “Não esperávamos que as vendas on-line seriam concluídas tão rapidamente. Colocamos cerca de 350 peças e no segundo dia já havia bem poucas. E sabemos que esse sucesso é devido ao acolhimento do nosso comprador, que sabe que são produtos de qualidade. Por isso, convido para nossa etapa presencial, com muito mais opções e o mesmo cuidado”, ressalta Dani Paula.

A entidade filantrópica contemplada – As Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda atendem no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, e regularmente desenvolvem atividades complementares no contraturno escolar (no período da tarde, para alunos que estudam de manhã e vice-versa), em parceria com o Comitê Pró-Infância, para crianças e adolescentes, como karatê, aulas de flauta e violão e de educação física, de segunda a sexta-feira. Os participantes recebem também toda a estrutura necessária, como kimono, material escolar, instrumento musical e alimentação.

Aos sábados, geralmente há evangelização espírita às crianças e adolescentes e aulas de artesanato para as mães, que saem de lá com alimentos perecíveis e não perecíveis, repassados pelo Centro de Distribuição, e sopa.

Em função da pandemia, as atividades presenciais (aulas durante a semana e programação de sábado) foram suspensas e, agora, há apenas a entrega dos alimentos na manhã de sábado, sem aglomeração.

Com o valor arrecadado com o bazar, a entidade filantrópica pretende melhorar a estrutura física da instituição. “Nós temos turmas divididas por idade e precisamos de mais salas. Faremos o que for possível, como erguer uma varanda ou comprar material de construção”, contou o vice-presidente das Obras Sociais, Rafael Martine.

 

SERVIÇO

Bazar da Assembleia Social
Instituição beneficiada: Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda
Roupas, calçados, brinquedos e acessórios, adulto e infantil, novos e seminovos
Preço: de R$ 2 a R$ 50
Data: 05/10, das 16h às 20h
Local: Estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, a céu aberto

Fonte: ALMT

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Deputados decidem reunir-se com a Sefaz para cobrar envio de informações

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Segundo o presidente da CPI, deputado Wilson Santos, a Sefaz dificulta acesso aos dados

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Os deputados Wilson Santos (PSDB), Carlos Avallone (PSDB) e Valmir Moretto (Republicanos) encerraram a reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal na tarde desta quinta-feira (24) e seguiram para a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para uma reunião com o secretário Rogério Gallo. A intenção é alinhar os envios de documentos e informações por parte da Sefaz para a equipe técnica da CPI.

Desde o início dos trabalhos, de acordo com o presidente da comissão, deputado Wilson Santos, a Sefaz estaria dificultando o acesso aos dados e documentos solicitados, o que estaria atrasando o andamento da CPI. Havia sido sugerido inclusive a judicialização do processo, mas, antes disso, Santos sugeriu reunir-se com o secretário.

Os deputados presentes, Avallone e Moretto, confirmaram a participação na reunião. João Batista, que acompanhava de forma remota, não pôde comparecer.

O consultor da CPI, Luís Figueiredo, explicou que, nas últimas semanas, a Sefaz passou a atender algumas solicitações, mas ainda há muitos documentos a serem encaminhados.

Cadeia leiteira – Durante a reunião realizada nesta quinta-feira (24), os deputados Carlos Avallone e Valmir Moretto chamaram a atenção para a situação da cadeia produtiva do leite. Diferentemente de outros segmentos, o setor de lácteos recebe poucos incentivos fiscais e com isso indústrias, cooperativas e produtores teriam dificuldades para manter as atividades.

O deputado Valmir Moretto destacou que, nos últimos seis meses, houve uma melhora na situação dos produtores, que passaram a receber R$ 1,5 reais por litro, quase o dobro do valor pago anteriormente, R$ 0,88.  “Chegamos ao ponto de o produtor precisar fazer greve. Hoje o mercado oferece uma condição melhor”, avaliou Moretto.

O deputado Avallone requereu a solicitação de informações para diferentes órgãos e entidades ligadas ao setor, como cooperativas e Empaer, para nortear o levantamento da CPI.

Continuidade – Mesmo durante a pandemia, os trabalhos técnicos da CPI não foram interrompidos, mas as reuniões tiveram que ser suspensas e por isso o prazo foi prorrogado por 180 dias. O presidente da CPI, deputado Wilson Santos, propôs que as reuniões continuassem suspensas até o Carnaval devido aos protocolos de distanciamento, eleições e demais datas comemorativas. Mas a proposta ficou empatada, com dois votos a favor e dois contrários e terão que aguardar o retorno do deputado Ondanir Bortolini, Nininho, que está em licença.

Fonte: ALMT

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Silvio Fávero é autor de projeto para entrega de alimentos a famílias afetadas pelo coronavírus

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Projeto do deputado Silvio Fávero foi aprovado em segunda votação

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Em apoio às famílias financeiramente afetadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o deputado estadual Silvio Fávero é autor do Projeto de Lei nº 293/2020, que institui o Programa Emergencial de Distribuição de Alimentos.

O projeto foi aprovado em segunda votação, em sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na quarta-feira (23), e segue para sanção do governo do estado.

“Nos últimos meses, milhares de famílias mato-grossenses tiveram suas rendas afetadas com as medidas de isolamento social que perduraram, principalmente, entre os meses de março e julho de 2020. O objetivo desta lei é promover a segurança alimentar das famílias afetadas pela pandemia mundial, em especial as mais carentes, ainda sem perspectiva de recuperação”, argumentou Fávero.

Estão previstos no projeto de lei, o atendimento prioritário de mulheres, chefes de família em situação vulnerabilidade social, desempregados, trabalhadores informais, microempreendedores individuais e prestadores de serviços com a renda prejudicada.

“O objeto é contemplar cidadãos que, antes do isolamento, trabalhavam sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por ‘conta própria’ sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além do trabalho familiar, por exemplo. Isto é, perderam a fonte de renda, sustento, inclusive para aquisição de alimentos”, completou Fávero.

Fonte: ALMT

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