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Nacional

Bachelet coloca Brasil entre países que “negam a realidade” sobre a Covid-19

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Alta Comissária da ONU, Michelle Bachelet, sentada em escritório
Divulgação/ONU

“Me preocupo com declarações que negam a realidade do contágio viral”, afirma Bachelet


Uma série de países, incluindo o Brasil , foram criticados nesta terça-feira (30) por suas posturas diante do combate à Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus . As observações foram feitas por Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e atual Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos.


O Brasil ganhou ênfase no discurso de Bachelet, já que é o segundo mais impactado pela pandemia no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde , o país tem 59.594 óbitos e chegou a 1.402.041 de casos.

A Alta Comissária afirmou que se sente “preocupada” países cujos governantes praticam “negação da realidade”. Ao lado do Brasil, são citados também Bielorrússia, Burundi, Nicarágua, Tanzânia e os EUA como mal exemplo de combate à pandemia.

“Me preocupo que as declarações que negam a realidade do contágio viral e aumentam a polarização em assuntos cruciais possam intensificar a severidade da pandemia ao enfraquecer os esforços para diminuir a propagação e fortalecer os sistemas de saúde”, declarou Bachelet.

Ela também fez críticas a jornalistas, ativistas e blogueiros que se intimidaram com a postura governamental em vez de fazer críticas às gestões.

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Nacional

Bolsonaro tem evolução clínica satisfatória, diz boletim médico

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Mesmo assim, presidente não tem previsão de alta

O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentou um evolução clínica satisfatória hoje (16), segundo boletim médico divulgado no início da manhã pelo Hospital Vila Nova Star, onde está internado, na capital paulista, desde o dia (14). Não há, no entanto, previsão de alta.

“O Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, segue internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, mantendo evolução clínica satisfatória. Desta forma, foi retirada a sonda nasogástrica e planeja-se o início da alimentação para amanhã. O presidente segue sem previsão de alta hospitalar”, diz o texto do boletim, assinado por cinco médicos do hospital.

No final da tarde, o presidente usou as redes sociais para informar que não poderia realizar a live, que faz todas as quintas-feiras . Ele também disse que não tinha condições de viajar a Manaus em razão da sua hospitalização. “Por motivo de internação hospitalar, comunico a impossibilidade de realizar a live de hoje bem como nossa ida a Manaus fica adiada”, disse no Twitter.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, está no hospital acompanhando o presidente. Bolsonaro também recebeu a visita do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno.

Bolsonaro foi para São Paulo por decisão do médico Antonio Luiz Macedo, responsável pelas cirurgias no abdômen do presidente. Ele foi internado na manhã de ontem no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, com uma crise persistente de soluços e mal-estar. Após exames, o presidente foi diagnosticado com um quadro de obstrução intestinal.

Desde o atentado em que recebeu uma facada na campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro já passou por sete cirurgias na região do abdômen para correção das lesões sofridas no intestino.

O presidente Jair Bolsonaro tira foto com paciente em hospital onde está internado em São Paulo

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Nacional

Atletas militares representarão 27% da delegação brasileira em Tóquio

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Grupo defenderá país em 17 modalidades, entre elas canoagem slalom

A 50 dias da abertura da Olimpíada, o Brasil contabiliza 232 vagas confirmadas em Tóquio 2020. Desse total, 63 foram asseguradas por desportistas inseridos no Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas. Entre as 17 modalidades com atletas militares está o vôlei de praia, cuja dupla feminina que representará o país nos Jogos é formada pelas terceiros-sargentos Ágatha Rippel (Marinha) e Eduarda Lisboa, mais conhecida como Duda (Exército) . As parceiras estão juntas há quatro anos e têm no currículo a medalha de prata na Rio 2016. Nesta temporada, já conquistaram ouro, prata e bronze nas etapas de Cancún (México) do Circuito Mundial.

Só nesta temporada do Circuito Mundial de Vôlei, as terceiros-sargentos Ágatha (Marinha) e Duda (Exército) já faturam três medalhas – Divulgação/FIVB

O PAAR foi criado em 2008 pelo antigo Ministério do Esporte – atual Ministério Cidadania – em parceria com o Ministério da Defesa, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da equipe militar em eventos esportivos de alto nível. Além dos benefícios da carreira militar – assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta – os atletas que integram o PAAR têm a sua disposição centros de treinamento no Rio de Janeiro, tais como o da Marinha (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes-Cefan), do Exército (Centro de Capacitação Física do Exército-CCFEX e Complexo Esportivo de Deodoro) e o da Aeronáutica (Universidade da Força Aérea – Unifa).

Outro destaque entre os atletas do PAAR é Gabriel Constantino. Aos 26 anos, o terceiro-sargento do Exército é especialista da prova dos 110 metros com barreiras. O carioca afirma que integrar o PAAR, em meio à pandemia, foi fundamental para manter o alto desempenho.

O PAAR foi criado em 2008 pelo antigo Ministério do Esporte – atual Ministério Cidadania – em parceria com o Ministério da Defesa, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da equipe militar em eventos esportivos de alto nível. Além dos benefícios da carreira militar – assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta – os atletas que integram o PAAR têm a sua disposição centros de treinamento no Rio de Janeiro, tais como o da Marinha (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes-Cefan), do Exército (Centro de Capacitação Física do Exército-CCFEX e Complexo Esportivo de Deodoro) e o da Aeronáutica (Universidade da Força Aérea – Unifa).

Outro destaque entre os atletas do PAAR é Gabriel Constantino. Aos 26 anos, o terceiro-sargento do Exército é especialista da prova dos 110 metros com barreiras. O carioca afirma que integrar o PAAR, em meio à pandemia, foi fundamental para manter o alto desempenho.

O ´velocista Gabriel Constantino, terceiro-sargento do Exército, é especialista na prova dos 100 metros com barreiras – 04/02/2021/Divulgação/Ministério da Saúde

“Tivemos diversas adaptações e não seria possível eu treinar com tão alta performance. Continuei mantendo meus treinos, fisioterapia, acompanhamento médico e com nutricionista. Graças ao Programa, chego para representar o Exército e o Time Brasil nas Olimpíadas de Tóquio”, destacou o velocista em depoimento ao site do Ministério da Defesa.

Ainda no atletismo, os militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica contribuíram com 17 medalhas para a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano da modalidade. Ao todo, foram dez ouros, duas pratas e cinco bronzes. O torneio ocorreu no final de maio, em Guayaquil (Equador).

Da canoagem slalom, Ana Sátila, terceiro-sargento da Aeronáutica, garantiu a vaga olímpica no Campeonato Mundial, na Espanha, em 2019. Mesmo classificada, a atleta, de 25 anos, passou por dificuldades para manter o ritmo da preparação por causa da pandemia.

 

A atleta Ana Sátila, terceiro-sargento da Aeronáutica, competirá pela primeira vez na carreira em duas categorias da canoagem – a K1 (caiaque) e a C1 (canoa) – em Tóquio 2020 – Reprodução/Instagram/Ana Sátila

“Fiquei quatro meses treinando em casa, mas a gente conseguiu manter bem a parte física”, disse a atleta que, pela primeira vez na carreira, competirá em duas categorias da canoagem, a K1 (caiaque) e a C1 (canoa).

Nesta sexta-feira (4) terá início a aplicação da segunda dose da vacina contra o novo coronavírus (covid-19) no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza. A imunização de atletas olímpicos e paralímpicos teve início no último dia 14, após a doação de vacinas pela Comitê Olímpico Internacional (COI). Uma ação interministerial – Ministérios da Defesa, da Saúde e da Cidadania – com apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (COB) comanda a logística de vacinação de atletas pelo país. Até o momento, mais de 1280 integrantes do Time Brasil foram vacinados com a primeira dose.

Juliano Justo, TV Brasil

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Nacional

Menino de 3 anos cai na piscina e consegue se salvar graças às aulas de natação VEJA VÍDEO

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O pequeno Miguel, de apenas 3 anos de idade, deu um grande susto na família na semana passada, em Maringá. Carregando uma caixa na beira da piscina em casa, ele se desequilibrou e caiu na água.

Imagens de câmera de segurança da residência flagraram a criança permanecendo mais de um minuto conseguindo boiar, com a cabeça fora da água, isso graças às técnicas de natação que aprendeu nas aulas que faz há cerca de seis meses.

Instantes depois da queda, o irmão de Miguel, de 6 anos de idade, percebeu que ele tinha caído na piscina e pediu ajuda para a mãe, dentro de casa. Mesmo com o susto, o garotinho não se feriu e nem engoliu água.

“Nossa fé em Deus foi fundamental, mas as aulas de natação com certeza salvaram a vida dele”, disse a mãe de Miguel, a contadora Vivian Fraioli.

Viviane Carvalho, a professora de natação do Miguel, explicou que algumas técnicas básicas envolvendo movimento de braços e pernas foram cruciais para que ele não se afogasse.

“Caiu de roupa, numa piscina gelada, sem acessórios de natação. Mesmo assim ele conseguiu se manter por 1 minuto e 18 segundos em flutuação”, comemorou a professora.

Wilame Prado / RIC Mais

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