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Política Nacional

Bolsonaro defende Moro por bate-boca com deputado: “Foi até educado”

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Jorge William / Agência O Globo

Presidente Jair Bolsonaro parabenizou Moro por discussão

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira o ministro da Justiça, Sergio Moro , após ele discutir com parlamentares do PSOL , durante uma audiência na Câmara dos Deputados e, depois, na internet. Bolsonaro afirmou que Moro foi “até educado” ao chamar o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) de “desqualificado”. A discussão começou quando Braga chamou o ministro de “capanga da milícia”.

Durante transmissão ao vivo em sua conta no Facebook, Bolsonaro afirmou que não estava defendendo Moro, mas sim falando a “verdade” sobre o assunto, e ressaltou que Braga citou sua família ao criticar Moro. O deputado acusou o ministro de proteger a família Bolsonaro nas investigações sobre a suposta prática de “rachadinha” pelo senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) quando era deputado estadual no Rio. A discussão ocorreu em uma sessão da comissão especial que discute a prisão após a segunda instância. Moro respondeu que ele era “desqualificado para o exercício desse cargo”.

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“Acho que vale a pena aqui também…O que acontece, não é defender um ministro, é falar a verdade sobre o ministro. Nosso ministro da Justiça, Sergio Moro, esteve na Câmara ontem e teve um deputado do PSOL, que dispensa comentários, o Glauber Braga que acusou ele de estar defendendo milicianos, no caso, citando a minha família”, relatou Bolsonaro.

O presidente leu uma publicação do Moro no Twitter, em que ele afirma que propôs legislação contra as milícias em seu pacote anticrime, e que o PSOL foi contra as medidas, e endossou a crítica do ministro, ressaltando que conhece bem o assunto por ser do Rio de Janeiro, e parabenizou Moro.

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“Então, o PSOL defende as milícias, eu não quero me aprofundar aqui porque eu sou do Rio de Janeiro, temos uma noção do que acontece no Rio de Janeiro, mas o PSOL aqui foi contra criminalizar as milícias no projeto anticrime do ministro Sergio Moro. Então, como disse o Sergio Moro, aquele parlamentar é um desqualificado. O Moro foi até educado, mas a verdade tem que ser restabelecida. Vamos em frente para não perder tempo com esse tipo de gente, e parabéns Sergio Moro.”

Na quarta-feira, em meio à discussão com Braga que culminou no encerramento da sessão, Moro já havia citado o argumento do pacote anticrime. O deputado o chamou de “mentiroso” na ocasião. Nesta quinta-feira, Glauber voltou a usar o termo nas redes sociais, em resposta ao ministro.

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Política Nacional

Zambelli é intimada pela PF a depor em investigação sobre atos antidemocráticos

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Carla Zambelli
Reprodução/Twitter

Deputada Carla Zambelli (PSL-SP) foi intimada para depor sobre atos antidemocráticos

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) foi intimada para depor pela Polícia Federal sobre o financiamento de atos antidemocráticos. A parlamentar define com sua defesa o dia em que irá prestar esclarecimentos, dentro das três datas sugeridas pela polícia.

Otoni de Paula , deputado pelo PSC do Rio de Janeiro também está entre os intimados. O advogado do parlamentar afirmou que a chance dele comparecer é de “cinquenta por cento”, segundo informações da coluna de Bela Megale, do O Globo.

Os sigilos bancários dos dois deputados foram quebrados pela investigação. O processo corre desde maio e foi aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), em maio deste ano. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, é o relator.

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Política Nacional

Governo federal diz que “estuda criteriosamente” participação no Covax

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Eduardo Pazuello, ministro da Saúde
Reprodução: O Dia

Eduardo Pazuello, ministro da Saúde

Após a divulgação de que  técnicos do Governo Federal sugeriram que o Brasil pode não entrar no Covax, o grupo de vacinas da Organização das Nações Unidas (ONU), a Secretaria Especial de Comunicação Social enviou uma nota à imprensa para esclarecer a situação. 

“O Governo Federal estuda criteriosamente a participação do Brasil na Covax Facility, iniciativa inédita que visa à aquisição de vacina dentre ao menos nove opções em análise clínica. O Brasil, assim como outros países, segue em tratativas junto à Aliança Global de Vacinação (GAVI) para a extensão do prazo para a formalização da participação do Brasil na iniciativa”, diz trecho da nota.

A decisão de ingressar no Covax caberá ao presidente Jair Bolsonaro. O prazo final é 18 de setembro.

Sobre o pedido de adiamento do prazo estabelecido pela OMS, a gestão federal informa que a medida é “necessária para obter mais informações sobre as condições para a aprovação regulatória, instrumento jurídico aplicável, vacinas em desenvolvimento, suas características de armazenamento e transporte logístico. Essas definições são especialmente importantes em um país como o Brasil, de dimensões continentais”.

Mais de 170 nações já se comprometeram a aderir, concordando em adquirir vacinas da Covid-19 por meio do Covax para suas populações. Os Estados Unidos disseram na semana passada que não irão aderir, porque o governo Trump se opõe ao envolvimento da OMS.

O objetivo do Covax é adquirir e entregar 2 bilhões de doses de vacinas aprovadas até o final de 2021. A iniciativa tem nove vacinas candidatas em seu portfólio, que empregam uma gama de diferentes tecnologias e abordagens científicas.

Confira nota completa:

Em relação à participação na iniciativa Covax Facility, o Governo Federal esclarece o que segue:

1- Desde junho, o governo brasileiro integra a ACT-Accelerator, iniciativa multilateral que visa acelerar o desenvolvimento, a produção e o acesso a diagnósticos, medicamentos, tratamentos, testes e sobretudo vacinas contra a Covid-19.

2 – Em todas as suas tratativas com instituições internacionais, o governo brasileiro tem como premissa assegurar o acesso justo e equitativo a vacinas que sejam seguras e eficazes para a proteção da população brasileira contra o novo coronavírus.

3- Nesse contexto, o Governo Federal estuda criteriosamente a participação do Brasil na Covax Facility, iniciativa inédita que visa à aquisição de vacina dentre ao menos nove opções em análise clínica.

4- O Governo Federal, assim como outros países, segue em tratativas junto à Aliança Global de Vacinação (GAVI) para a extensão do prazo para a formalização da participação do Brasil na iniciativa.

5- Tal medida se faz necessária para obter mais informações sobre as condições para a aprovação regulatória, instrumento jurídico aplicável, vacinas em desenvolvimento, suas características de armazenamento e transporte logístico. Essas definições são especialmente importantes em um país como o Brasil, de dimensões continentais. 

6- Em razão do alcance e altos índices de cobertura do Programa Nacional de Imunizações, o Brasil é reconhecido mundialmente por deter experiência, capacidade produtiva e vasto conhecimento técnico para contribuir com iniciativas internacionais de cooperação e solidariedade de vacinação.

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Política Nacional

Câmara do Rio rejeita mais um pedido de impeachment contra Crivella

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Rhavinne Vaz/ Prefeitura do Rio

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, tem mais um pedido de impeachment rejeitado

A Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro rejeitou, nesta quinta-feira (17), mais uma vez, a abertura do processo de impeachment do prefeito  Marcelo Crivella. Foram 24 votos pelo arquivamento da denúncia e 20 favoráveis ao seguimento do processo de afastamento do atual prefeito.

A base para este novo processo de impedimento é a investigação que gerou mandados de busca e apreensão contra Crivella na última semana, na segunda fase da Operação Hades, do Ministério Público do Rio,  que investiga um suposto “QG da Propina” na administração municipal.

Os autores do pedido suspeitam de improbidade administrativa, crime de responsabilidade e desvio de verbas públicas.

O pedido que desencadeou a votação de hoje foi feito cerca de duas semanas após a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro ter rejeitado o pedido de impeachment com base no episódio que ficou conhecido como Guardiões do Crivella.

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