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Bolsonaro participa de “batismo” de caça comprado por Dilma

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Caça BOlsonaro
Isac Nóbrega/PR

Solenidade foi realizada nesta sexta-feira (23) em Brasília.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou do “batismo” da aeronave F-39E, caça de origem sueca que estava sendo fabricado desde 2019. A comemoração foi realizada nesta sexta-feira (23) em Brasília.

O avião é o primeiro das 36 aeronaves que o país encomendou da empresa sueca Saab em 2014, durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Ao todo, foram investidos R$ 24 bilhões que foram financiados ao longo de 25 anos.

Na solenidade, Bolsonaro estourou uma garrafa de champanhe no caça e brincou, fingindo que iria tomar a bebida. Ele também entrou no veículo. O presidente também disse que 2020 será um ano marcante para a Força Aérea Brasileira (FAB).

“Fomos capazes de colocar no ar dois vetores que podem transformar de forma irreversível nossa operacionalidade e nossa capacidade logística e de afirmar nossa superioridade nos 22 milhões de km2 de espaço aéreo, indispensável à nossa soberania. Incorporamos duas aeronaves estratégicas, KC-390, e o Gripen. É uma demonstração cabal que, com liberdade e comprometimento, o sonho de nosso povo está ao alcance de todos”, afirmou.

O novo caça será utilizado para atividades do setor industrial brasileiro. A expectativa da FAB é substituir a frota atual pelas aeronaves Gripen, de origem sueca. Atualmente, são usados caças F-5, que vem dos Estados Unidos. O novo modelo pe considerado mais eficiente, possui uma capacidade tecnológica maior e tem um custo operacional menor do que o atual.

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Kalil: Se não tivesse negado a pandemia, Bolsonaro teria gasto a metade

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Kalil no Rodaviva
TV Cultura / Reprodução

Kalil no Rodaviva

Alexandre Kalil (PSD), prefeito reeleito por Belo Horizonte (MG), disse hoje em entrevista ao Roda Viva que Bolsonaro fez o mais difícil: “derramou dinheiro na pandemia”, mas errou a negar a pandemia.

“O mais difícil de fazer, ele fez: não economizou na pandemia. Se ele não tivesse negado, teria gasto, provavelmente, metade do que gastou”, disse o político.

Segundo Alexandre Kalil, se Bolsonaro não tivesse negado, mais gente teria aderido às regras de prevenção ao contágio, como o isolamento social. 

“O presidente da República é um líder, gostando dele ou não. Eu não preciso dele como amigo, mas para dar dinheiro para a saúde, educação, infraestrutura […] Faltou a liderança que a gente está vendo na Europa. A convulsão social da fala, foi a pior coisa que aconteceu. E agora, com a vacina, vem a mesma coisa”, complementou.


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Kalil não descarta lockdown: “Se acham que a doença acabou, fecho tudo de novo”

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Kalil no Rodaviva desta segunda-feira (30)
TV Cultura / Reprodução

Kalil no Rodaviva desta segunda-feira (30)

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD) , disse no Roda Viva hoje (30) que a pandemia na capital mineira é “estável”, com pouco mais de 50% dos leitos de UTIs ocupados, mas não descartou restringir novo lockdown se a situação se agravar.

“Se estão achando que a doença acabou, eu fecho tudo de novo. Se quando precisava de voto, eu fechei, imagine agora que eu não preciso?”, disse.

De acordo com Kalil, houve, sim, um novo crescimento da pandemia no município, mas BH “continua sendo a cidade de mais de 1 milhão de habitantes que menos morte tem a cada 100 mil habitantes”.

“Não estamos no pico de julho, não há um crescimento exponencial”, assegurou o prefeito.

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“Querem ser protagonistas em 2022”, diz Kalil sobre politização da vacina

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Kalil no Rodaviva
TV Cultura / Reprodução

Kalil no Rodaviva

No Roda Viva desta segunda-feira (30), o prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD), falou sobre o cabo de guerra protagonizado por políticos em torno das vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, a briga que envolve a CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceria com laboratório chinês, foi politizada por Doria e Bolsonaro.

“Quando um não quer, dois não brigam. Imagina se essa vacina dá certo, e chega para nós mais depressa. Acha que o governo federal vai ter peito de não comprar porque ela é chinesa? Isso é crime, é impeachment”, disse Kalil.

Segundo Kalil, o embate entre Doria e Bolsonaro em torno da vacinação é desejo de ser protagonista em 2020. 

“Eles querem ser protagonistas em 2022. Mas tem muita gente importante do lado de fora articulando […] Tem que entregar alguma coisa para a população para ser eleito”, complementou.

Sobre João Doria, Kalil diz ser completamente diferente, apesar de ambos terem sido eleitos como ‘outsiders’ da política. “Eu sou totalmente diferente. Nunca conversei com ele, nem com Covas”, disse o prefeito de BH, que evitou entrar em polêmicas sobre o tucano.

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