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Política Nacional

Bolsonaro passeia de moto pelo Guarujá, em São Paulo

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O presidente Jair Bolsonaro, que passa o feriado de carnaval no Guarujá, litoral paulista, andou pelas ruas da cidade pilotando uma moto . Ele foi seguido por seguranças motorizados e circulou pela orla da cidade até parar em uma padaria, onde conversou com populares e aproveitou para comer pão de queijo e beber refrigerante. O passeio foi transmitido ao vivo em vídeos publicados na página oficial do presidente no Facebook nesta segunda-feira (24).

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Jair Bolsonaro arrow-options
Reprodução

Em publicação, presidente exaltou a marca alcançada nas redes sociais


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A previsão é que Bolsonaro descanse no Guarujá até a quinta-feira (27), hospedado no Forte dos Andradas. Ele está acompanhado da filha Laura. A primeira-dama, Michelle, permaneceu em Brasília com familiares. O horário de retorno à capital federal ainda não foi informado pela assessoria presidencial.

O forte é sede da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército. O mesmo local foi utilizado pelo presidente durante o recesso de janeiro, e em outras ocasiões no ano passado, também para períodos de descanso. A unidade militar dá acesso a uma praia exclusiva.

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No sábaro (22), o presidente também andou pela cidade paulista, visitando estabelecimentos comerciais e cumprimentando apoiadores nas ruas.


Reforma administrativa

A expectativa, após o feriado de carnaval, é que Bolsonaro envie ao Congresso Nacional a proposta de reforma administrativa , que pretende mudar os direitos dos futuros servidores federais. A medida ainda não foi detalhada, mas os pontos adiantados pelo governo nos últimos meses incluem a revisão dos salários iniciais, a redução no número de carreiras e o aumento no prazo para o servidor atingir a estabilidade.

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Política Nacional

“Discussão completamente equivocada”, diz Maia sobre adiar eleições municipais

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Presidente da Câmara Rodrigo Maia arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste domingo (22) que adiar as eleições municipais de outubro por conta do novo coronavírus é uma “discussão completamente equivocada”. O deputado fez o comentário ao rebater a sugestão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , deve que o pleito deveria ser adiado durante entrevista coletiva hoje mais cedo.

Na avaliação de Mandetta, o adiamento serviria para que ações “políticas” não prejudiquem as medidas que estão sendo adotadas para o enfrentamento da epidemia da Covid-19 .

Para Maia, no entanto, isso não deve acontecer porque o processo político-eleitoral não deve fazer parte dos debates para a construção de soluções para o enfrentamento da crise.

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“A discussão de adiar as eleições é uma discussão completamente equivocada. Nestes próximos meses, o nosso foco deve e será, certamente, do Poder Executivo, do Parlamento e do Judiciário, o enfrentamento a essa crise, com os Três Poderes trabalhando de forma unida”, disse o presidente da Câmara.

Maia ainda defendeu que o debate deve girar em torno das questões de saúde, de proteção do emprego e dos mais vulneráveis.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso , que assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em maio, também se manifestou a respeito do assunto. Barroso lembrou que, para o adiamento ocorrer, será necessária uma alteração à Constituição.

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Política Nacional

Tribunal derruba liminares que bloqueiam rodovias em São Paulo

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Agência Brasil

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Agência Brasil

Bloqueios foram feitos por prefeitos de cidades do litoral e do Vale do Paraíba

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desembargador Geraldo Francisco Pinheiro, suspendeu neste domingo (22) as decisões liminares da Justiça de primeiro grau que autorizaram o início de bloqueios parciais em rodovias que dão acesso ao litoral paulista.

Os pedidos de bloqueio e interdição das rodovias foram feitos por prefeitos de cidades do litoral e, segundo o Palácio dos Bandeirantes, não seguiam as determinações feitas pelo governo do estado de São Paulo.

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Os bloqueios que, em tese, serviriam para conter o contágio do coronavírus, atingiriam parte do Litoral Norte e Litoral Sul do estado. Entre as rodovias que teriam o tráfego restrito estavam a Rio-Santos, a Tamoios e a Oswaldo Cruz.

De acordo com a decisão de hoje do desembargador, os municípios que pediram os bloqueios desconsideram que medidas necessárias à contenção do vírus precisam ser “pensadas em um todo coerente, coordenado e sistêmico”. Segundo o magistrado, a Justiça, ao contrário do Poder Executivo, não tem informações suficientes para determinar o fechamento ou não das rodovias.

A decisão foi publicada após reunião do presidente do TJ com o governador, João Doria (PSDB). No sábado (21), Doria determinou que o estado inteiro entre em quarentena por 15 dias, com o funcionamento normal apenas de supermercados e farmácias, dentre outros serviços.

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Política Nacional

Brasil tem 1.546 casos confirmados do coronavírus e 25 mortes, diz ministério

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Cientista mexendo com tubos de ensaio arrow-options
Pedro Rafael Vilela/ Agência Brasil

Ministério tem previsão de chegada de testes rápidos para a Covid-19 nos próximos dias

O Brasil tem 25 mortes e 1.546 casos confirmados do novo coronavírus , segundo balanço divulgado neste domingo (22) pelo Ministério da Saúde. Os últimos dados divulgados pela pasta no sábado mostravam que o número de infectados no País eram 1.128 e as vítimas mortais eram 18.

A maioria das mortes está localizada em São Paulo, com 22 registros, e as outras três ocorreram no Rio de Janeiro. A capital paulista também lidera o quadro de casos confirmados, com 631 contaminações.

Confira tabela com os dados atualizados:

Tabela do coronavírus em 22 de março arrow-options
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Tabela do coronavírus em 22 de março


Em entrevista coletiva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que os cinco milhões de testes rápidos encomendados pelo governo federal anunciados neste sábado (21) para os próximos oito dias virão de uma fabricante chinesa.

De acordo com o chefe da pasta, a expectativa é que a escala de exames seja de 30 a 50 mil exames por dia. Além disso, o ministério também vai comprar máquinas de coleta automatizadas, sem necessidade de manipulação humana das amostras.

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Mandetta também esclareceu que o vírus não sobreviver ao calor era uma possibilidade, até que informações oficiais da China e da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostraram que “ele não respeita muito a temperatura” e “se mostra muito competente em sua transmissão”.

Ainda de acordo com o ministro, no próximo dia 27 será o “aniversário” de um mês do primeiro caso identificado no Brasil, o que garantirá mais quantidade de projeção sobre a doença no País, apesar de ele acreditar que “todos os estados estão com algum tipo de expansão”.

Vacinação contra a gripe

Para Mandetta, o SUS está mostrando a sua verdadeira capilaridade. “O número de leitos vai aparecendo, aumentando. E nós vamos monitorando”, afirma.

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Ele comunica que a partir desta segunda-feira (23) começa a campanha de vacinação com foco em profissionais de saúde e pessoas acima de 60 anos, como forma de evitar casos graves no futuro. Ele lembrou, no entanto, que a dose não imuniza para o coronavírus.

Cloroquina

Sobre o uso da cloroquina no combate ao coronavírus, o ministro afirma que ainda não sabe se ele é eficiente contra a doença. “Já tínhamos pesquisas acontecendo, mas em número reduzido.”

Leia também: Eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é “incerta”, diz CNJ

De acordo com ele, o Brasil tem “condição total” de produzir esse medicamento em grande escala, em instituições como FioCruz e Hospital do Exército, podendo até distribuir para outros países. Ele diz que o que está sendo debatido pelo momento é o protocolo de dosagem.

Eleições

Ao falar sobre o aproveitamento político da pandemia de coronavírus, Mandetta disse que não é papel dele entrar nesse assunto. “Está na hora de pensar mais nas próximas gerações e não nas próximas eleições”, afirmou.

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Neste domingo (23), ele chegou a dizer que as eleições municipais de outubro deveriam ser adiadas. “Está na hora de o Congresso olhar e falar assim ó: ‘Adia, faz um mandato tampão desses vereadores e prefeitos'”, afirmou o ministro em videoconferência, em Brasília, promovida pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP).

* Essa reportagem está em atualização

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